Verdazzo!

Kleber Gladiador versus Sorondo

30 de setembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo

Sensacional! Ah.. tem o gif animado também!

O Saci não é mais aquele…

30 de setembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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Próximo jogo do Palmeiras será contra o Santos. Se depender do Marcos "Kid Bengala" Assunção qual será o nome do filme?

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Palmeiras 2×0 Inter

29 de setembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo

Palmeiras 2x0 Inter

E não é que o Palmeiras voltou a jogar bem? Fato inédito no ano, o time enfileirou três vitórias seguidas, exibiu um futebol extremamente competitivo, e o melhor de tudo: o grupo parece estar livre do baixo astral e da urucubaca. Já é possível se notar um time de verdade em campo, as jogadas têm começo, meio e fim, os jogadores exibem espírito coletivo – bem diferente daquele amontoado de jogadores que já estávamos nos acostumando a ver.

Felipão promoveu apenas uma mudança em relação ao time que havia vencido o Flamengo: a volta de Mauricio Ramos no lugar de Fabricio. Taticamente, para bater com o esquema de Celso Roth, ele retraiu Valdivia, e assim os dois times entraram no 4-5-1. O resultado, claro, foi uma intensa batalha pelo domínio do meio-de-campo. E o Palmeiras venceu da forma mais contundente: com dribles e tabelas. O diferencial para que o Verdão ocupasse o setor foram as tabelas rápidas, a maioria delas contando com Valdivia e Tinga. A marcação realizada pelos quatro volantes, reforçados pelos dois laterais e por um surpreendente Valdivia, postou-se um tanto mais adiantada que o costume, também sendo um fator importante nessa batalha.

Assim, o Verdão ficou à vontade para mandar no jogo, e ensaiou várias jogadas insinuantes pra cima do Inter. Mas não conseguia levar a bola até a área ou se posicionar em condição de concluir sempre pelo último detalhe, fosse pelas boas antecipações dos zagueiros do Inter, ou por erros dos nossos atacantes. Mas foi por manter a bola sempre na intermediária do adversário que acabou sofrendo a falta que originou o primeiro gol, num rapa de Daniel em Gabriel Silva. Era longe. Renan mandou abrir, e apenas Andrezinho ficou na frente. Marcos Assunção bateu com muito veneno, Andrezinho recolheu a cabeça, a bola fez a curva e entrou direto no canto baixo, lambendo a trave. Um golaço.

O Inter sentia demais a falta de D’Alessandro, Giuliano jogava muito aberto e não vivia uma noite inspirada, e assim o Verdão ia controlando o jogo, até que uma chuva fortíssima passou a cair em Barueri, diminuindo o ritmo dos times, que esperaram pelo segundo tempo. Celso Roth mandou Alecsandro a campo no lugar de Leandro Damião, mas o meio-campo do Palmeiras seguiu absoluto, não deixando a bola chegar no avante colorado.

Com o panorama do jogo inalterado, o segundo gol saiu da mesma forma que o primeiro: mais uma vez, falta de longe, pela esquerda. Com o campo molhado, Marcos Assunção mudou a estratégia e mais uma vez aproveitou a falta de barreira: bateu rasante, fazendo a bola pingar no chão molhado na linha da pequena área – matou Renan, mais um golaço. E o Verdão poderia ter feito o terceiro logo na sequência, numa ótima chegada de Kleber frente a frente com o goleiro – ele tentou bater por cima, mas errou.

Roth então tentou mexer no desespero, com Glaydson em Giuliano, mas não adiantou nada. Sem D’Alessandro e Tinga, o Inter é um time absolutamente comum, os reservas não conseguiram segurar o nível como se esperava, e o Palmeiras passeou em campo. Valdivia fez uma excelente partida, e começa a se configurar uma boa dupla com Tinga – uma pena que este sentiu uma contusão e teve que sair mais cedo, dando lugar a Rivaldo.

O Inter, assim como o Flamengo, não levou qualquer perigo ao gol de Deola, e só poderia fazer um gol num erro individual ou numa jogada de bola parada. O Palmeiras esteve bem mais perto de fazer o terceiro do que o Inter de diminuir, e no final, Kleber tirou Sorondo pra dançar, humilhou o argentino deixando-o no chão, e tocou na saída de Renan, por baixo, mas o goleiro foi bem no lance e fez a defesa, frustrando o que seria certamente o gol mais bonito da história da Arena Barueri. E foi só. O Palmeiras vence mais uma, a terceira seguida, e embala de vez. Pena que muito tarde.

Com essa escalação, sem desfalques, é um belo time, que estava precisando de confiança. Os passes desastrados de Rivaldo, Luan e Tadeu não permitiam que o time engrenasse, a falta de confiança era nossa maior fraqueza. Parece que esse problema foi resolvido, e até Rivaldo, quando entrou, foi bem diferente daquela aberração que era vista pelo nosso lado esquerdo. O time começa a pegar cara. Não temos a menor ideia do que a diretoria que acabou de assumir o clube vai fazer com esse time. Esperamos algo bem simples: que ela o reforce, e não atrapalhe.

Atuações:

Deola: foi exigido em três ou quatro vezes, foi bem em todas. Nenhuma delas foi difícil, é verdade. Vem passando bastante segurança. 8
Vítor: até que arriscou algumas descidas no primeiro tempo. No segundo, com a vantagem, ficou mais preso, preocupado com Giuliano. 6,5
Mauricio Ramos: não teve muito trabalho por seu setor, bem protegido pelos volantes. 7
Danilo: levou uma girada de Leandro Damião que zagueiro profissional não pode levar. Sorte que foi fora. 5,5
Gabriel Silva: além de estar pegando ritmo, sente o bom momento do grupo e fica cada vez mais confiante. É um grande jogador. Vou cravar: o problema da lateral-esquerda está resolvido. 7,5
Edinho: contra o time pelo qual se projetou no futebol e ganhou muitos títulos, jogou demais. O coração, hoje, é verde. 9
Marcos Assunção: continua fraco na marcação, lento e chegando tarde. Mas como cornetar o cara que faz dois gols como os que ele fez? DEZ
Marcio Araujo: continua escalado no lugar errado, mas com confiança, e foi bem de novo. Deu um corte em Daniel já na área e fez um cruzamento perfeito – se sai o gol, sairia consagrado. 8
Tinga: mais uma vez fazia uma grande partida, desta vez interrompida por uma lesão. Esperamos que não seja grave. Interromper esta fase seria uma judiação. 8,5
Valdivia: mais do que ser o ponto de referência da armação, atuou muito bem dando o primeiro combate. Roubou ao menos seis bolas e foi um dos responsáveis diretos pelo Inter não jogar. 8,5
Kleber: boa partida, ofuscada apenas pelos erros nas finalizações. Não existe time neste país que não queira ter um jogador como ele. 8
Rivaldo: que coisa, até ele jogou bem! Entrou no Tinga e tomou conta do lado esquerdo, fechando o setor e participando bem de várias jogadas ofensivas. 8
Lincoln: entrou no finzinho, só para matar tempo. S/N
Pierre: idem. S/N
Felipão: devagarinho, vai arredondando o time. Melhor que a boa partida, é a consistência que vai apresentando. Maldita Copa do Mundo, que atrasou sua apresentação. 9

Betboo.net – game de apostas

29 de setembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Promoções

Sempre tive vontade de apostar em eventos esportivos, mais a lazer do que para ganhar dinheiro – para ficar rico, a gente deve trabalhar. Mesmo assim, já entrei nesses sites de apostas e coloquei alguns trocados num ou noutro evento. Mas nunca fui à frente. Mesmo porque, existe a chance de tomar gosto pela coisa a atividade tomar outro rumo além do lazer – neste caso, cabe a cada um administrar seus impulsos. Mas outra coisa que me incomodava era a influência que essa atividade supostamente causa nos resultados dos jogos. Todos aqui são capazes de citar casos onde houve algum tipo de fraude, ou suspeita, envolvendo sites de apostas. Né, Edilson?

BetbooO site Betboo.net chegou para resolver esse problema. Trata-se de um game, onde o dinheiro é virtual. A mecânica é exatamente a mesma dos sites de apostas tradicionais, mas o jogador, em vez de ganhar (ou perder) dinheiro real, acumula pontos. Pode-se apostar em várias modalidades esportivas, em eventos que acontecem por todo o mundo a todo momento. A qualquer hora do dia ou da noite, em algum lugar do planeta, estará acontecendo algum evento onde o jogador pode buscar mais pontos.

BetbooHá premiações para os jogadores mais bem-sucedidos – e não é pouca coisa: a cada semana o site premia o melhor apostador com um iPad. E ao final do ano, o melhor entre todos ganha um Mini Cooper. Um automóvel zero quilômetro! Ha!

Eu já fiz meu cadastro e recomendo. Só por me cadastrar, já ganhei $1000 – dinheiro virtual, claro – para poder apostar. Minha primeira aposta, obviamente, foi no Verdão – mas não foi com aquela confiança toda: coloquei $5 em vitória do Palmeiras ou empate. Ou seja, eu só perco se der Inter. A cotação desta aposta está em 1.32. Se fosse apostar só no Palmeiras, a cotação é de 2.25; empate está a 3.20 e Inter a 2.90.

É possível que em breve o site promova ligas particulares, como faz o Cartola, fantasy game da globo.com. Quando isso acontecer, o Verdazzo terá sua liga, e vamos premiar os melhores – podem apostar. Literalmente!

***

*como parceiro do Betboo.net, o Verdazzo entrou numa competição com outros quatro blogs de torcedores, representando assim as cinco maiores torcidas do Brasil: Palmeiras, Vasco, Flamengo, gambá e bambi. Se o Verdazzo for o blog que mais levar torcedores ao site dentre esses cinco, eles disponibilizarão prêmios para a nossa torcida: uma camisa oficial e uma jaqueta oficial do Palmeiras. Mais um motivo para você conhecer o site, e torcer!

Pré-jogo: Palmeiras x Inter

28 de setembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo

Palmeiras x InterO mundo está acabando, mas o Brasileirão não quer nem saber. A rodada tem dias e horários diferentes dos tradicionais, já para antecipar o calendário para o fim-de-semana, quando teremos eleições no domingo e não haverá jogos. O Palmeiras, além de jogar em horário de corno – 19h30 numa quarta-feira é absurdo – ainda teve que se deslocar para Barueri, já que foi marcado outro jogo no Pacaembu às 21h.

O palmeirense que trabalha, e duro, além de ter que se virar para ir até Barueri para ver um jogo que começa às 19h30, num estádio que a bilheteria não funciona direito, e ainda terá mais um obstáculo: haverá comício no centro da cidade até as 20h. O torcedor que for pela Castello Branco deverá fazer o retorno em Jandira no km 32.

Vai ser um jogo interessante para ver como as bombas da política do clube repercutiram no elenco e na comissão técnica. O Palmeiras ainda joga meio desencanado no Brasileiro, pois ainda está muito longe tanto da zona de Libertadores quanto da zona de rebaixamento. O Inter vem muito desfalcado, nada menos que quatro titulares não enfrentam o Verdão: Nei, Índio e D’Alessandro, suspensos, e Tinga, machucado. O problema é que o Inter tem um baita elenco, e tem peças praticamente no mesmo nível para substituí-los. Assim, o time de Celso Burroth pega o Palmeiras coma seguinte escalação: Renan; Glaydson, Bolívar, Sorondo e Kleber; Wilson Matias, Guiñazu, Edu, Andrezinho e Giuliano; Leandro Damião. Como vem jogando no 4-5-1, o time ainda vai ter Alecsandro à disposição no banco.

O duelo no meio-de-campo deve ser bom. Esse jogador a mais que o Inter terá vai ser um ótimo teste para a cobertura palmeirense. Sempre vai ter um sobrando, e nossos laterais e volantes vão precisar jogar com muita sintonia. Tudo indica que Felipão vai repetir a escalação que bateu o Flamengo, com Deola; Vítor, Danilo, Fabrício e Gabriel Silva; Edinho, Marcio Araujo, Marcos Assunção e Tinga; Valdivia e Kleber. Felipão pode ainda experimentar Lincoln no meio no lugar de Marcio Araujo, mas é bem pouco provável.

Com o estádio provavelmente às moscas, contra um Inter fechadinho e muito sólido, e com o Palmeiras ainda buscando se recuperar do baque político, vai ser bem difícil vencer. Mesmo assim, dá pra chutar um 3×2 chorado, com golzinho no final – gols de Valdivia, que desencanta; Marcos assunção e Kleber.

Perplexidade

28 de setembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Matérias, Política, Verdazzo

Palaia

A notícia veio como uma bomba: Palaia assumiu a presidência do clube, no lugar do professor Belluzzo, licenciado por 45 dias por problemas de saúde, faltando cerca de três meses para o fim do mandato. E anunciou a dissolução da Diretoria de Futebol, composta por Gilberto Cipullo, Genaro Marino e Savério Orlandi. O futebol do Palmeiras será comandado, na “gestão Palaia”, por um conselho, formado pelos demais vice-presidentes – Clemente Pereira, Edvaldo Frasson e o próprio Cipullo; o presidente do COF Seraphim Del Grande, o diretor administrativo Wlademir Pescarmona, o diretor financeiro Francisco Busico, o diretor de Planejamento José Cyrillo Junior e os assessores da presidência Fabio Raiola e Antonio Carlos Corcione.

Serão nove pessoas mandando no futebol do clube, sem hierarquia. Todos poderão ter acesso a vestiário e Academia de Futebol, e vão se sentir bastante importantes por poderem dizer aos jogadores e  à Comissão Técnica tudo o que pensam. Seus filhos, parentes e amigos e conselheiros próximos também. E fim. Essa é a única mudança, na prática, já que não há nenhuma atitude relevante que possa ser tomada a esta altura do ano. Por isso mesmo, trata-se de uma medida descabida e que deixa a todos perplexos. Muito se falava pelos bastidores que se Palaia assumisse, faria uma revolução no futebol. O que surpreende é que isso seja feito num momento como este.

Palaia foi diretor de futebol na segunda gestão de Affonso Della Monica, e deita-se sobre os louros de ter trazido Valdivia para o clube. Sua política financeira desastrada foi a responsável por um buraco do qual não saímos ainda. Grande parte da reengenharia financeira promovida pela gestão Belluzzo, ao reestruturar as dívidas, foi para tapar a cratera cavada pela gestão financeira de Palaia – que, sabemos, não rendeu nenhum título ao clube.

Ao site oficial, declarou que não abre mão da candidatura à presidência nas eleições de janeiro e que terá o perfil “pacificador”. Já fala como o presidente nos próximos 27 meses. Se hoje o clube tem um perfil político multifacetado, em sua gestão teria uma ala só, como se fosse uma enorme e feliz família. O cenário é bizarro, algo como se o Plinio fosse alçado à Presidência da República e montasse um Ministério com Marina, Aécio, Zé Dirceu, Quércia e Maluf.

Na verdade, assim como na política partidária do país, os políticos do Palmeiras têm, todos, o mesmo berço, e já foram do mesmo grupo político há duas ou três décadas atrás. Muitas vezes já se sentaram à mesma mesa e já brindaram o mesmo vinho. A dissolução foi fruto de uma sucessão de puxadas de tapetes e traições. E Palaia sonha em reviver a época da felicidade – ironicamente, o auge do jejum de títulos das décadas de 70/80. Será interessante ver figuras que até outro dia declaravam ódio mortal pelo “outro lado” se abraçando, chorando, emocionados, com a nova “união palestrina”.

Com esse festival de cadeiras no futebol, Palaia, de fato, pode ter feito o movimento decisivo para se eleger presidente. Para isso, não se importou em colocar em risco a estabilidade do time na reta final da Sulamericana, campeonato que é estrategicamente vital para a saúde financeira do clube nos próximos dois anos. Não se importou em faltar com o respeito ao presidente Belluzzo e à sua diretoria de futebol em fim de mandato. Deixou claro que para ele, já em idade avançada, o que importa é ser o presidente do clube, custe o que custar.

A ex-diretoria de futebol cometeu erros em pontos-chave da trajetória. Poderíamos compará-los ao Mauricio Ramos, nosso zagueiro: tem preparo e potencial para terem desempenho compatíveis, no geral executaram suas funções sem brilho, mas com muita correção – e em momentos específicos, cruciais, falharam, e os resultados não vieram em decorrência dessas falhas. O resultado, sabemos, é uma insatisfação geral, natural para um clube das dimensões do Palmeiras cuja pressão para a conquista de títulos todo ano é imensa. Havia uma enorme instisfação com a trinca, e a chance de permanência deles era nula para a próxima gestão, qualquer que fosse o presidente. Mas a dissolução da diretoria de futebol neste momento é uma medida popularesca e oportunista, já que a solução proposta não acrescenta nada – ao contrário, coloca no comando nove pessoas, o que equivale a nenhuma: o diretor de futebol, na prática, será ele mesmo: Salvador Hugo Palaia.

Sai Mauricio Ramos, entra Beto Fuscão.

Perfil dos membros do Conselho Gestor do Futebol:

  • Clemente Pereira: segundo vice-presidente, ligado a Della Monica e próximo a Palaia, já fez dois filhos conselheiros. Acompanha o futebol de perto: costuma viajar com a delegação, principalmente em deslocamentos longos.
  • Gilberto Cipullo: terceiro vice-presidente, do chamado grupo Muda Palmeiras, o ex-diretor de futebol, deve ser figura decorativa neste conselho, criado para tirá-lo do comando.
  • Edvaldo Frasson: quarto vice-presidente, ligado a Mustafá Contursi, tem perfil moderado.
  • Seraphim Del Grande: presidente do COF, figura de respeito, um dos pilares do grupo Muda Palmeiras, que fundou ao ser traído por Mustafá Contursi. Assim como Cipullo, foi diretor de Futebol na era Parmalat.
  • Wlademir Pescarmona: diretor administrativo, com origem no grupo Muda Palmeiras. Vinha mostrando clara insatisfação com a gestão Cipullo no futebol.
  • José Cyrillo Junior: com trânsito em todas as alas, é um dos maiores responsáveis pela Arena Palestra, e tem perfil pacificador.
  • Francisco Busico: próximo a Clemente, Palaia e Della Monica. Assumiu a diretoria financeira após a saída de Fabio Raiola.
  • Fabio Raiola: conselheiro eleito com esforço pessoal do professor Belluzzo, jovem, filho do histórico Vicente Raiola, foi diretor financeiro até janeiro. Teve atritos com Luxemburgo. Saiu por divergências pessoais com Cipullo.
  • Antonio Carlos Corcione: tem trânsito com todas as alas do clube. É assessor jurídico “permanente”. Todos os imbroglio do clube estão em suas mãos. Não sai porque ninguém sabe como ele a quantas andam cada processo. Bacharel em Direito, no entanto, não tem OAB, não é advogado.

Vergonha

26 de setembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Matérias

Neste final de semana pudemos ver uma das maiores vergonhas do futebol brasileiro dos últimos tempos, uma real prova de que o país não está nem perto de estar preparado para receber uma Copa do Mundo, como acontecerá daqui a quatro anos.

Tudo começou quando Felipão criticou duramente a estrutura do Engenhão, a começar pelo gramado. Vejam o vídeo ao lado. Felipão foi comedido, educado, e direcionou as críticas exclusivamente à infra-estrutura do estádio, e foi claro ao dizer que os maiores prejudicados seriam os próprios clubes cariocas – e citou o clube que mais joga lá, o Botafogo, que acabou de perder seu melhor jogador exatamente por uma irregularidade no gramado. No final, se preocupou com eventuais punições por parte da CBF, do STJD, e até da TV Globo. O que ele não poderia esperar é que a represália viria de gente muito mais de baixo, e que aparentemente conseguiram ser bem mais baixos.

Leiam esta pérola cometida pelo presidente do Botafogo, um certo Mauricio Assumpção, hoje, ao repercutir as declarações de felipão:

“Quero me desculpar com Felipão. Na próxima vez ele encontrará o vestiário do jeito que gosta, bem daquele jeito que deixou antes de sair. O estado era lamentável, com muita sujeira e indigno para se usar. Tinha café jogado nas paredes e o pior estava nas banheiras e nas espreguiçadeiras. Poderiam até entupir tudo. Falar mal do quarto melhor estádio do mundo é falta de educação”

Então o “quarto melhor estádio do mundo” é imune a críticas. Não se pode criticar o Engenhão, cedido em comodato ao Botafogo por 30 anos, cujo preço a ser pago pelo clube é de exorbitantes trinta mil reais por mês. Ah, OK. Mas tem mais, coisa muito pior.

A sujeira a que o botafoguense se refere foi uma armação vergonhosa. Qualquer pessoa com um mínimo de inteligência vê que a sujeira encontrada no vestiário foi forjada. Vejam o slideshow publicado no site globoesporte.com – portal de esportes do grupo Globo, o mesmo a que pertence a Rede Globo, uma das citadas por Felipão.

As evidências de que foi tudo forjado são nítidas:

  • Botafogo: vergonhaos jogadores do Palmeiras jamais deixaram outros vestiários nesse estado. Nunca houve nenhuma reclamação nesse sentido;
  • as cascas de banana próximas umas às outras evidenciam que foi um cesto de lixo virado com a intenção de sujar, e não  uma falta de educação de quem joga lixo no chão descuidadamente;
  • os rolos de papel higiênico limpos e desenrolados dentro dos vasos sanitários  reforçam a evidência de que a bagunça foi proposital;
  • a imprensa só foi chamada hoje, domingo,  para fotografar o local. Ninguém limpou o vestiário ontem? Ninguém estranhou que o isotônico (como eles sabem que é isotônico e não suco de frutas?) jogado sobre a mesa não estivesse nem ligeiramente seco?
  • não houve qualquer fato que pudesse ter incitado os jogadores a  praticar esse tipo de vandalismo, caso realmente fosse um grupo mal-educado e que tivesse essa tendência, como insinua o cartola.

A tentativa é um misto de comédia e tragédia. É cômica pelo amadorismo, pela falta de preparo até para se tentar forjar um flagrante de mau comportamento. Mandaram o auxiliar do estagiário da limpeza fazer uma bagunça qualquer. E é trágica pela revelação do caráter que permeia essas pessoas. Uma tentativa dessas é coisa de quem não foi devidamente repreendido no ensino básico, na terceira ou quarta série.

Quem quer que seja o mandante dessa farsa, ao se sentir atingido pelas críticas totalmente justificadas de Felipão, em vez de imediatamente procurar sanar as falhas apontadas por um profissional consagrado mundialmente, preferiu tentar desviar o foco – e de uma forma absolutamente ridícula.

O caso, em si, é pequeno, e não tem real importância. Mas as responsabilidades devem ser apuradas. De tão óbvia a armação, o tiro do Botafogo saiu pela culatra, e a imagem de clube picareta insiste em rodear General Severiano desde o caso Sandro Hiroshi. O presidente do Botafogo, apesar das declarações estúpidas, pode até não ter nada a ver com o caso e ter feito suas declarações sem checar realmente o que pode ter acontecido. Então, que o presidente se retrate e reconheça que a pilantragem veio de dentro, e que ache o culpado. E que tenha a decência de, em vez de se revoltar ao receber merecidas críticas, tratar de começar a deixar o único estádio da cidade do Rio de Janeiro em condições de receber jogos profissionais em ritmo intenso pelos próximos três anos. A começar pelas estruturas dos vestiários e pelo gramado. Estádio, aliás, que não é nem do Botafogo. “Quarto melhor estádio do mundo”… Bah! Deve ter sido o Lúcio que disse isso pra ele…

E quem mandou fazer, ainda chamou a imprensa, que ainda está sob a capa do “só estou divulgado os fatos” e ainda não pode ser acusada de cumplicidade, embora estivesse curiosamente a postos assim que a bagunça foi liberada para os registros. Então, diante das evidências de fraude, as editorias deveriam agora ir a fundo no caso e investigar. Porque esta armação é uma vergonha para o Botafogo, para o Rio de Janeiro e para o futebol brasileiro.

O episódio de forma alguma deve afetar o Palmeiras, que não teve nada a ver com isso. A assessoria de imprensa já soltou uma nota de repúdio, que deve encerrar a participação do Verdão no caso.

O Limão Mecânico

25 de setembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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Arte por: Alex Meneses
twitter: @magoalex
blog: http://blogdoalexx.blogspot.com

Kleber, o novo Kapitão #k30 #gladiador

25 de setembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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Com certeza uma das melhores partidas do Kleber vestindo a camisa do Palmeiras.

Você gostou de ver o Gladiador como capitão da equipe?

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Flamengo 1×3 Palmeiras

25 de setembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo

Flamengo 1x3 Palmeiras

Num dos melhores desempenhos do ano, o Palmeiras foi ao Rio e trouxe mais uma vitória sobre o Flamengo. Nos últimos quatro confrontos contra a urubuzada no Rio, o Palmeiras venceu três – já começa a se configurar uma freguesia. O Verdão jogou com muita calma, o que já pode transparecer que o time passou a jogar o Brasileirão sem pressão, após a confirmação de que só há três vagas em jogo para a Libertadores no campeonato. O foco, cada vez mais, é na Sulamericana. O Brasileirão, onde ainda temos poucas chances e o risco de rebaixamento parece afastado, passou a ser uma espécie de treino de luxo.

As duas linhas de quatro, arroz-com-feijão, estão cada vez mais claras, e os jogadores cada vez mais conscientes de suas funções em campo. E com a escalação mais talentosa possível dentro do esquema proposto, o Palmeiras conseguiu impor sua superioridade, frente a um adversário que padece do mesmo mal que nós: crise na criação. Com o encaixe de Valdivia e a volta de Lincoln, pelo menos no nosso lado, esse problema tende a ser solucionado. O time sem Rivaldo, Tadeu, Luan e quetais, se parece muito mais com um time profissional do que com um time de várzea.

Com a linha de trás formada por Vítor, Danilo, Fabrício e Gabriel, todos jogam nas suas, sem improvisos. Os erros de passe e de marcação diminuem, e a saída de bola ficou mais qualificada. A linha intermediária, com Tinga, Edinho, Marcos Assunção e Marcio Araujo anulou não só as aproximações de Kleberson e Renato, como segurou os laterais, os pontos fortes do Flamengo, principalmente pela direita com Leonardo Moura. E Valdivia variou seu posicionamento, confundindo a marcação do Flamengo, ora atuando como atacante e esperando pelas enfiadas de bola, ora voltando para buscar jogo e fazendo ele a distribuição para deixar os companheiros na cara do gol. E foi numa dessas que o Mago achou Tinga em deslocamento, por trás de David Pilantra. O zagueiro traidor foi burro o suficiente para puxar Tinga pela camisa fora da área e só soltar depois que a jogada já estava sobre a linha: pênalti, que Kleber cobrou com tranquilidade no meio do gol, após o deslocamento do goleiro.

O ritmo permaneceu o mesmo, e Tinga, o melhor em campo, achou Kleber mais uma vez por trás da zaga. O Gladiador levou até a área e tocou fácil, cruzado, no canto de Marcelo Lomba: 2×0. Sem brilho, mas com tranquilidade. A torcida do Flamengo começou a massacrar o time, e sobrou para Juan. Anulado por Tinga e Vítor, ele deu lugar para o jovem Vitor Saba ainda no primeiro tempo. Não adiantou nada, e o Palmeiras podia ter definido o jogo antes da descida para o vestiário, mais uma vez com Kleber, que chegou na velocidade e tocou na saída de Lomba; a bola lambeu a trave e beliscou a rede pelo lado de fora.

No intervalo, Felipão parece ter solicitado ao time que só subisse na chamada “boa”. E o ritmo do time caiu. Do outro lado, Silas parece já não ter qualquer moral no clube, já que quem falou no vestiário foi o gerente de futebol Zico. O Flamengo, de fato, veio com mais vontade – insuficiente para bater a aplicação tática da marcação palmeirense. E mesmo diminuindo o ritmo, o Verdão quase ampliou, numa ótima chegada pela direita que Valdivia concluiu de cabeça, para fora, mas por muito pouco.

A entrada de Petkovic no lugar de Renato melhorou a organização tática do Flamengo, e quem apareceu foi a dupla de zaga do Palmeiras, um verdadeiro paredão. Quando a bola passava por Edinho, que fez uma grande partida, Danilo e Fabrício tiraram tudo. Ou quase: na única jogada em que Leonardo Moura conseguiu alimentar o ataque, o fez com precisão. Danilo estava no David, e Fabrício não alcançou; Vítor cometeu pênalti em Diogo. Pet bateu da mesma forma que Kleber, para desespero de Deola.

Mesmo diminuindo a vantagem e com a torcida se inflamando, o Flamengo sequer ameaçou fazer o gol de empate. Ao contrário, deu mais espaços para o Verdão. E a jogada do terceiro gol foi construída pelos que vieram do banco: Rivaldo, que entrou no Marcio Araujo, passou aberto pela esquerda e Kleber abriu. Com muita precisão, ele centrou na medida para Lincoln, que tinha entrado no lugar de Valdivia. Com tranquilidade, o camisa 99 deu números finais ao jogo. E podia ter sido mais.

O fenômeno está cada vez mais explícito: o Palmeiras consegue desenvolver seu jogo fora de casa, principalmente contra times que se veem obrigados a virem pra cima e naturalmente se abrem. Em casa, contra adversários mais cautelosos, tem extrema dificuldade em encontrar os espaços. A marcação sobre Valdivia parece ser a chave para se dar bem contra o Palmeiras. Ainda está fácil neutralizar o Verdão: mesmo jogando em casa, basta aos adversários intensificarem a marcação sobre o chileno. Ainda há muito o que evoluir na parte ofensiva. Por outro lado, o esquema defensivo mostrou mais uma vez que está redondo, e com os jogadores jogando em suas posições de origem, diminuem as chances de erros individuais. Felipão vai fazendo seu trabalho, dando cara ao time. E, sabemos, a montagem de um grande time sempre começa por arrumar a defesa.

Atuações:

Deola: uma ótima defesa num chute de Renato, e uma ponte só pra sair na foto no segundo tempo. Boas saídas pelo alto. E só. 8
Vítor: foi bem na marcação a Juan. Chegou um pouco atrasado no pênalti, podia até ter sido expulso. 6
Danilo: excelente partida, sem erros, irrepreensível. 9
Fabrício: sem dúvida deve ter jogado com uma vontade a mais. Não alcançou a bola no lance do pênalti, mais por méritos no cruzamento. 9
Gabriel Silva: parece que vai engrenar, vai mostrando mais ritmo. Sua vocação ofensiva é inegável. Precisa aprender a marcar sem fazer faltas. 6,5
Edinho: partida monstruosa, não só na marcação, como ajudando na saída de bola. Para ele, que não é do ramo, o gramado dificultou ainda mais – mas ele se garantiu. 9
Marcos Assunção: discreto na marcação, nulo na saía de bola e no apoio, não ofereceu perigo ns bolas paradas. Partida fraca. 5
Marcio Araujo: excelente participação na contenção a Leonardo Moura. Os erros com a bola no pé não ofuscam a ótima atuação defensiva. Quem diria. 8,5
Tinga: acabou com o jogo. Defendeu, driblou, distribuiu, deu passe pra gol, sofreu pênalti… Se fosse sempre assim… DEZ
Valdivia: mesmo mais avançado do que gosta, conseguiu mostrar jogo, principalmente quando vinha buscar a bola. O condicionamento físico está cada vez melhor. 8,5
Kleber: fez dois gols e o passe para a jogada do terceiro. E ainda teve outras chances. Grande partida. DEZ
Rivaldo: quando as coisas vão bem, quando o time encaixa, até os menos favorecidos tem chance de mostrar futebol. Rivaldo entrou e fez um passe para gol. 8
Lincoln: entrou no Valdivia para cadenciar mais o jogo, e pouco apareceu, a não ser na jogada do gol. O Palmeiras precisa mesmo de jogadores que mostrem estrela. 8
Pierre: entrou bem no finzinho pra congestionar o meio. S/N
Felipão: preciso na escalação, nas substituições e nas declarações. DEZ

Deus perdoa. Já o Gladiador…

25 de setembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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A alguns dias, o padre Benedito, da igreja de Santo Cristo dos Milagres, entrou no campo da Gávea e, com água benta e uma imagem de São Judas Tadeu, santo padroeiro do Flamengo, abençoou o gramado da sede rubro-negra. E, na sala de musculação, deu sua bênção a vários jogadores, inclusive o atacante Deivid.

Na sua opinião:

O padre flamenguista foi até a gávea...

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She-Ra 0 x 3 He-Man #chupabambis

25 de setembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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No castelo de Grayquesoul, localizado no bairro do Jardim Leonor, o Goiás liderado pelo He-Man sapecou 3 nabos no lombo da bambizada.

A derrota lembrou os desenhos infantis que passavam na TV. Aliás…

Qual o desenho animado que melhor representa a bambizada?

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Forza Belluzzo!

25 de setembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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Nosso presidente, Luiz Gonzaga Belluzzo, está internado e passará por uma cirurgia no coração nos próximos dias. Nos comentários deste post, deixe sua palavra de apoio e vamos fazer uma corrente positiva pela breve recuperação do nosso líder.

Forza Belluzzo, Estamos com você!

Sulamericana: até onde vai o Palmeiras?

24 de setembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Sem categoria

A chave foi definida na noite de quinta-feira, com os últimos confrontos pela fase classificatória. Confira aqui como ficaram os confrontos.

Isto posto, o Verdazzo quer saber:

Sulamericana: até onde vai o Palmeiras?

  • Campeão. Camisa e Felipão vão pesar (85%, 1.205 Votes)
  • Não passa nem pelo Universitário Sucre. Desencana... (6%, 81 Votes)
  • Chega bem às semifinais, mas perde da LDU ou do Newell's (5%, 74 Votes)
  • Vai perder do Galo na próxima fase, com gol do Diego Souza (3%, 41 Votes)
  • Vice. Nosso lado da chave está fácil, mas do outro lado tem times mais fortes (1%, 19 Votes)

Total Voters: 1.420

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