Verdazzo!

Pré-jogo: Palmeiras x Independiente

30 de novembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Matérias

DelírioDepois de levar a torcida ao delírio em Barueri, e praticamente garantir o #centenada, o Verdão volta a campo nesta quarta-feira para enfrentar o Independiente. Devido ao sorteio, o time argentino terá a primazia de decidir o título em Avellaneda, na semana que vem. E para complicar ainda mais as coisas, não existe a regra do gol qualificado na fase final – não há compensação pelo fato de jogarmos fora a partida decisiva.

Mesmo assim, acredito demais no Palmeiras. Não admitir o pleno favoritismo seria falsa modéstia. O time do Independiente, apesar do DNA portenho, que sempre deve ser respeitado, não tem qualidade técnica suficiente para encarar o Palmeiras. Mesmo sem um poder de ataque esmagador, o Palmeiras tem em seu elenco jogadores experientes, acostumados a decisões, e já assimilou o esquema defensivo proposto por Felipão, que parece ser nossa maior arma. O prestígio de um técnico multicampeão, com farta bagagem internacional, além de impulsionar nossotime, intimida o adversário.

O Independiente luta contra seus próprios problemas. Faz um péssimo campeonato argentino, tem uma defesa patética, um meio-campo que nem de longe lembra a grande escola argentina, e um ataque risível. Seu maior ativo no confronto será sua torcida, na partida da volta.

Por isso, no Pacaembu mais uma vez lotado, o Palmeiras tem que fazer um ótimo placar, uma vitória por pelo menos três gols, para tornar a missão dos argentinos em Avellaneda algo praticamente impossível de reverter. E para isso, além de mais uma vez mostrar um futebol versátil, firme na defesa mas veloz, surpreendente e mortal nos ataques – como foi contra o Goiás – a torcida tem que fazer sua parte, apoiando a todos os atletas durante os 90 minutos. Mas isso, sabemos, nem é necessário pedir.

Com o time completo, o Verdão deve atropelar o Independiente, fazer 4×0 no Pacaembu, gols de Kleber (2), Lincoln e Kid, e semana que vem a torcida vai lotar os aeroportos de Buenos Aires, para comemorar lá, em terras estrangeiras, mais um título internacional da vastíssima galeria do Palmeiras.

Mais respeito com o @deola22! Aqui é #palmeiras!

29 de novembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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Deola no jogo contra o Fluminense jogou sério e honrou a camisa do clube que veste. Pagou caro por isso. Foi vaiado e xingado por alguns torcedores presentes na Arena Barueri a cada defesa contra o Fluminense.

Um jogador que vem construindo sua história com as cores do Palmeiras merece mais respeito de todos.

Obrigado e parabéns pela postura, Deola. Espero que entenda que torcedor infelizmente é assim mesmo e não se deixe abater.

Vale a pena ler matéria publicada no GLOBOESPORTE.com falando do acontecido. Lamentável.

E também artigo publicado pelo Antero Greco sobre a postura do Deola no jogo contra o Fluminense.

Você concorda com os torcedores que xingaram e vairam o Deola a cada defesa contra o Fluminense?

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Leslie Nielsen Eterno!

29 de novembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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Uma homenagem ao ator Leslie Nielsen, que fez filmes de comédia como ‘Corra que a polícia vem aí’ e que neste domingo (28/11) faleceu devido a complicações de uma pneumonia.

Valeu Leslie Nielsen! Agora só nos resta continuar rindo da gambazada!

Palmeiras 1×2 Fluminense

28 de novembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo

Palmeiras 1x2 Fluminense

O Palmeiras jogou como devia, e perdeu o jogo para o Fluminense por 2×1, deixando o time carioca a uma vitória simples, em casa, contra o rebaixado Guarani, para garantir o #centenada.

Felipão escalou oito titulares, e com pouca preocupação defensiva. Ao escalar Dinei no lugar de Lincoln, o time ficou com dois atacantes, e o jogador mais próximo de meia que tínhamos era o Marcio Araujo, mesmo dividindo essa “função” com a de lateral-direito. Luan continuou jogando pela esquerda, não havia a menor ligação com o ataque, e a única forma do Palmeiras fazer um gol era num erro dos cariocas.

E Dinei fez um golaço, num erro de Leandro Euzébio. O zagueiro espanou uma bola, Dinei esperou ela pingar e, a três metros do bico da área, pegou uma trivela espetacular, mandando a bola no ângulo oposto de Ricardo Berna. Embora mais de trás, com ângulo um pouco maior, a trajetória da bola lembrou o gol de Nelinho na Copa de 78, na decisão do terceiro lugar.

Parte da torcida do Palmeiras que foi à Arena Barueri, pouco inteligentes, foram ao desespero. Acharam que o Palmeiras iria ganhar o jogo. Não que não tivesse condições, mas era óbvio que os jogadores não se esforçariam para isso. O gol de Dinei foi algo absolutamente fortuito, tanto que ele nem comemorou. O Palmeiras não entrou em campo para perder, mas também não tinha nenhuma vontade de ganhar. Todos viram o São Paulo tomando de quatro na semana passada, e ninguém queria levar goleada. O negócio era jogar para não tomar gols, que a bola deles ia acabar entrando mesmo assim uma hora ou outra.

Carlinhos empatou logo aos 18 minutos, num chute colocado, no ângulo de Deola, que já tinha feito três ou quatro ótimas defesas. Os palmeirenses  atrás do gol vibravam pateticamente com os ataques do Fluminense, e pressionavam e xingavam Deola. Não era jogo para palmeirense torcer, e sim observar. Torcer contra o Palmeiras, só os anti-palmeirenses.

Deola tinha que fechar o gol mesmo, enquanto fosse necessário. Diante do pouco interesse dos jogadores, era óbvio que a bola do Fluminense ia acabar entrando, e ele não poderia correr o risco de virar um Felipe, de ficar marcado pelo resto de sua carreira. É muito importante o palmeirense reconheça a grande atuação de Deola nesta partida.

No segundo tempo, o Fluminense veio já sabendo que só precisaria de um gol. E abusou do direito de perder gols, até os 12 minutos, quando conseguiu. E pode-se dizer até que Deola ajudou, ao rebater uma bola não muito difícil para o meio da área. Tartá, que tinha entrado no lugar de Deco, que se machucou ainda no primeiro tempo, pegou o rebote e tocou no canto, indefensável. 2×1, e o árbitro poderia encerrar a partida ali mesmo. Mas ainda havia mais de 30 minutos pela frente.

E esse tempo foi a prova definitiva de que não havia por que torcer. O Palmeiras não fez a menor questão de partir para o empate. E o Fluminense percebeu o desinteresse do Palmeiras, e não forçou. O lance de maior perigo do Palmeiras foi um chute de muito longe de Kleber. E o próprio Fluminense deixou de exigir de Deola.

Diante das circunstâncias, foi o que o Palmeiras poderia ter feito de melhor. Os jogadores, se não buscaram o empate por respeito ao desejo da torcida, mostraram que não são burros. Tirar ponto do Fluminense após o vexame de quarta-feira selaria o destino de todos esses jogadores no clube. Pelo menos demonstraram que têm interesse em continuar jogando pelo Palmeiras. Ninguém saiu de Barueri como herói, nem coberto de dignidade, com exceção de Deola e dos palmeirenses que ficaram mudos nos gols do Fluminense.

Ainda temos pela frente a saideira do ano e da década, contra o Cruzeiro, em Sete Lagoas. O jogo ainda pode ser necessário para garantir o #centenada, por isso, não será preciso nenhum puxão de orelha no time pelo desinteresse de hoje. Esse desinteresse até poderá ser útil no domingo que vem.

Atuações:

Deola leva 10, e todos os outros, sem nota.

Listão de dispensas 2011 – Leitores

26 de novembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Matérias

Com o final do ano, chega a temporada de especulações. Muita boataria sobre quem entra e sobre quem sai. Como não há mais a preocupação de preservar o elenco, já que eles nos fizeram o favor de serem eliminados da Sulamericana pelo Goiás, chegou a hora de nos manifestarmos. Depois de um ano onde o time até ameaçou engrenar, mas frustrou a todos, como vem sendo praxe nos últimos campeonatos, quem se salvou?

Numa iniciativa inédita, o Verdazzo! disponibiliza um mecanismo simples, onde ele vai julgar jogador a jogador e dizer com relação a cada atleta, se gostaria de sua permanência para o ano que vem ou não. Claro, sabemos que há muitas variáveis em jogo, como tempo de contrato, multa de rescisão, salários, disponibilidade de reposição no mercado, etc. Mas como não há uma forma prática de objetivar essas variáveis, vamos simplificar, e com um singelo “Fica” ou Sai“, o leitor poderá opinar sobre cada jogador para 2011. Obviamente, caso o leitor não se sinta à vontade para julgar um ou outro atleta para não cometer injustiças, pode deixar de responder.

Após alguns dias, o resultado será encaminhado à atual diretoria, e a representantes de todos os candidatos a presidência na eleição de janeiro. Então, mãos à obra, deixe sua opinião e ajude a montar o elenco de 2011 – a começar pelos goleiros.

* navegue pelo menu abaixo para votar também nas outras posições, e para checar o andamento da votação. O menu está disponível na parte inferior de todas as páginas desta enquete.

Bruno

  • Fica (75%, 4.292 Votes)
  • Sai (25%, 1.398 Votes)

Total Voters: 5.690

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Deola

  • Fica (98%, 5.633 Votes)
  • Sai (2%, 103 Votes)

Total Voters: 5.736

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Marcos

  • Fica (96%, 5.479 Votes)
  • Sai (4%, 244 Votes)

Total Voters: 5.723

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Goleiros | Laterais | Zagueiros | Volantes | MeiasAtacantesTécnico

Porra, Verdão!

26 de novembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Matérias, Verdazzo

Sou palmeirense fánatico, como 99,9% dos visitantes deste site. Tenho duas tattoos do Palmeiras no meu corpo, diversas camisas, bandeiras, acessórios, jogo de cama, copos, etc. Realmente AMO o Palmeiras, amo com todas as minhas forças.

Infelizmente, pela segunda vez consecutiva, termino o ano chateado com o meu time. O meu amor nunca irá acabar pelo meu querido Verdão, mas o que vi ontem no amaldiçoado Pacaembu (sim esse estádio é amaldiçoado pela gambazada) me decepcionou demais. Um segundo tempo horrível, com jogadores desesperados dentro de campo. Era só segurar o empate. A torcida iludida com o gol do Luan cantava e vibrava, assim como ouvimos em nosso belo hino.

Isso foi até tomarmos dois gols. O silêncio me machucava e a esperança tentava enganar o que os jogadores demonstravam dentro do campo. Sinceramente ano que vem não irei esperar nada do Palmeiras. Continuarei assistindo aos jogos, indo ao estádio, comprando camisas, acompanhando as notícias pela mídia palestrina, mas sem me iludir ou esperar que o clube faça algum milagre.

Na verdade estou sendo injusto ao dizer “clube”, pois meu Palmeiras tem uma linda história, cheia de títulos, ídolos e verdadeiros craques. Minha crítica é para esse elenco que não sabe o que é amar o Palmeiras (exceto para quatro jogadores e um técnico que todos sabem quem é). Se soubessem ou se preocupassem com o que sente a torcida alviverde, iriamos ver raça e vontade em todos os jogos da temporada.

Bom agora nos resta torcer por uma derrota contra os bambis do Rio de Janeiro, para que possamos ter motivos de sorrir no final do ano…apesar de tudo Palmeiras minha vida é você! Foi, é e sempre será! …

Porra, Verdão!

Tom D’Amaral
São Paulo/SP
Twitter:@TOMdamaralTOM
E-mail:tomdamaral@gmail.com


As linhas acima são de total responsabilidade do leitor, o Verdazzo não necessariamente apoia o teor do texto.

Mensagem do técnico Luiz Felipe Scolari para todos os torcedores palmeirenses no site oficial.

25 de novembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo

Na vitória ou na derrota, sou Palmeiras. Sempre.

25 de novembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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Hoje não tem muito o que falar. Então republiquei essa arte que havia publicado no PERIQUITOVERDE.com. Uma simples imagem, que traduz tudo o que verdadeiramente somos.

Palmeiras, eu te amo.

PS: Hoje é um bom dia para se lembrar dos 96 motivos para ser e amar o Palmeiras. Confira aqui.

Palmeiras 1×2 Goiás

25 de novembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo

Palmeiras 1x2 Goiás

Era só jogar o jogo. Mas o Palmeiras, mais uma vez, sofreu uma pane inexplicável, e após estar vencendo o jogo, diante de quase 40 mil pessoas, teve a capacidade de ceder a virada para o frágil Goiás, que tinha acabado de ser rebaixado para a segunda divisão, e que tomou de 4 em casa do Santos no último fim-de-semana. É inacreditável.

Tudo se encaminhava conforme o script. Mesmo com a vantagem do placar conseguido no jogo da ida, o Palmeiras não deixava o Goiás jogar, e foi construindo suas chances, apesar de fazê-lo de forma desordenada. Lincoln mais uma vez estava muito avançado, e Tinga e Luan muito abertos. Com Carlos Alberto e Amaral fazendo marcações individuais sobre Lincoln e Tinga, havia um enorme vazio na intermediária do Goiás. Numa dessas, Danilo saiu com a bola do campo de defesa, foi avançando, ninguém deu combate, ele levou mais e mais, até bater com muito perigo. Bizarro.

A ligação do Palmeiras era na base da bola esticada. Era meter a bola na frente, e torcer para alguém matar a bola, e conseguir uma tabela ou uma jogada individual. Tinga teve uma chance de ouro, ao bater de fora numa tabela com Lincoln. Harlei apenas raspou na bola, mas o suficiente para que ela batesse na trave, do lado de dentro, atravessasse a pequena área por trás do goleiro e fosse rechaçada pela zaga. O Goiás, enquanto isso, só se segurava. Luan tentou duas vezes, lançado pela esquerda. Na primeira, bateu cruzado, fraquinho, e Harlei defendeu. Na segunda, bateu cruzado, fraquinho, e Harlei aceitou: 1×0. Passe primoroso de Edinho.

Àquela altura, ninguém no Pacaembu acreditava que a tragédia pudesse acontecer. Mesmo com deficiências, o time estava jogando o jogo. O clima era perfeito. Nada podia dar errado.

Depois de uma tentativa de Rafael Moura, de longe, que triscou o travessão – Deola estava na bola – o Goiás conseguiu, com muita sorte, o gol de empate na última jogada do primeiro tempo. Numa trombada entre Edinho e Otacílio Neto, Heber apitou a falta. A impressão foi de que não houve nada. A bola beijou o travessão de Deola e voltou para o campo, bem fora da área, do lado esquerdo. Tinga e Danilo permaneceram na área dando condição de jogo para os quatro atacantes do Goiás. Carlos Alberto cabeceou; Tinga, além de não conseguir evitar o cabeceio, ainda desviou a bola, que foi para o gol. Era tudo o que o Goiás queria.

Dissemos no pré-jogo: o Palmeiras precisa abrir 2×0 logo. Porque se faz um, e toma o empate, o efeito moral é potencializado. Par quem tomou o gol, é devastador, e para quem fez, é uma injeção de ânimo desproporcional. Mata-mata é assim. Ainda mais quando o time supostamente grande não sabe se impor. O Palmeiras já não consegue mais meter medo nos adversários como um time grande. Era assim na década de 80. Os caras vêm aqui e acham que dá. E acaba dando mesmo. É inacreditável.

Ainda havia jogo, e a vantagem era nossa. Só que ficar por um gol no mata-mata é perigoso demais. O Palmeiras tinha que voltar à frente no placar antes dos 30 minutos. Porque se chegasse no fim, dependendo de uma bola, o desastre podia acontecer e não daria tempo de recuperação. E o Goiás veio pra cima, abriu o espaço mais ainda. Felipe entrou no Douglas, e o Goiás ficou sem lateral-direito. Era só o Felipão colocar uma correria por ali, com o Ewerthon, ou mesmo com o Vinicius, e matava o jogo. Mas ele preferiu esperar.

Com três atacantes, o Goiás pressionou o Palmeiras. E O PALMEIRAS ACEITOU. Tomou a pressão, a bola pipocava na nossa área a todo o momento. O Palmeiras não foi capaz de pegar a bola e segurar, tocar, fazer o relógio passar, não dar ao Goiás a chance de fazer o gol. Ao contrário, a bola queimou nos pés dos nossos jogadores, apavorados. Primeiro porque não havia um líder de fato em campo, que gritasse com os companheiros e acordasse o time. Segundo porque não havia quem pensasse a jogada. Se o ataque do Palmeiras no primeiro tempo foi só na base da bola esticada, não seria naquele momento que o time iria rodar a bola, controlar o jogo, manter a posse de bola.

Felipão contribuiu para a tragédia ao inexplicavelmente tirar Lincoln e colocar Dinei. O time já não tinha criação, e com isso perdeu qualquer chance de envolver a defesa adversária no toque de bola. Mesmo assim, o script parecia que ia se confirmar, por linhas tortas: Kleber teve a bola do jogo nos pés, dentro da área. Não estava exatamente com o gol aberto, mas a bola estava dominada, era só escolher um dos cantos, bater firme e correr para o abraço. Amigos, aos 30 minutos do segundo tempo, a bola de Kleber para definir o jogo foi fraquinha, para fora. O Palmeiras escancarava sua incompetência.

O Goiás, por sua vez, só mostrava valentia, também não tinha organização alguma. Mas mata-mata é cruel e permite essas situações. Numa falha bizarra de Marcio Araujo, encoberto no quique da bola ao tentar rebater de cabeça, a bola sobrou para Marcão – vejam só – como ponta esquerda. Ele foi ao fundo, havia quatro jogadores de cada time na área, mas dois do Palmeiras estavam antes do primeiro pau sem marcar ninguém. Marcão colocou no segundo pau, Rafael Moura escorou para o meio e o zagueiro Ernando, livre, só testou para o gol vazio, a sete minutos do fim.

Um time grande de verdade não toma um gol desse jeito, nessa situação. Um time grande de verdade intimida o pequeno, e não deixa sequer ele acreditar que pode vencer. Ao permitir que o Goiás se enchesse de coragem e conseguisse o empate, o Palmeiras selou o destino do jogo. Heber deu dois minutos de acréscimo apenas. Ainda bem. Diminuiu o martírio da torcida. Porque se estivessem jogando até agora, o Palmeiras não só não faria nenhum gol, como era capaz de tomar mais.

A torcida do Palmeiras não merece isso.

Acaba-se esta década maldita. Se por um lado conseguimos ao menos um título paulista, fazendo um campeonato brilhante, por outro lado vimos o time ser rebaixado para a segunda divisão. Quem viveu a década de 80, passou sem esses extremos, mas testemunhou o mesmo tipo de incompetência que vemos agora nos times montados pelo Palmeiras. Uma mistura de ruindade com fraqueza na alma. Nem Felipão deu jeito desta vez. O Palmeiras termina a década como um time médio. A única diferença do Palmeiras para um Goiás, para um Coritiba, para um Vitória, é o tamanho e a abrangência da torcida.

Porque ninguém mais respeita o Palmeiras como time grande: nem os adversários, nem a imprensa, nem as arbitragens, nem os outros cartolas. Como era na década de 80.

O que nos salvou após os malditos anos 80 foi o choque de gestão e a injeção de capital com a associação com a Parmalat. Desta vez, temos no horizonte apenas a Arena Palestra; muitos italianos com o poder nas mãos, velhos e ultrapassados, e muitos italianos e brasileiros, jovens e inconformados, de mãos atadas diante da política do clube.

É assim que o Palmeiras entrará na próxima década.

Atuações:

Deola: vendido nos dois gols, sem culpa. 7
Marcio Araujo: desde o Campeonato Paulista dizemos: esse cara só pode ser muito gente boa para continuar sendo escalado. Não pode vestir nunca mais a camisa do Palmeiras. ZERO
Mauricio Ramos: não foi em cima dele que saíram os gols. Não chegou a ser uma rocha, mas foi relativamente firme. 7
Danilo: termina o ano de forma desastrosa, sendo um dos responsáveis pela derrota. Seu futebol caiu demais nos últimos meses. E carrega o peso de ter vivido 2009. ZERO
Gabriel Silva: podia ter desobedecido o Felipão – estava no lado oposto – e descido a rodo no segundo tempo. Mas ficou quietinho e não participou do jogo. 2
Edinho: um dos poucos que se salvou, não só no jogo, mas em todo o ano. 8
Marcos Assunção: um dos que ficou no primeiro pau marcando o vento no lance do segundo gol. Não marcou, não chutou, não fez nada. ZERO.
Tinga: até teve boa participação no primeiro tempo, mas estava mal colocado nos dois lances dos gols do Goiás e foi determinante no resultado. ZERO
Luan: outro que podia ter aproveitado o espaço do lado esquerdo. Suas conclusões foram ridículas, sorte que Harlei aceitou uma delas. 5
Lincoln: de que adianta ser diferenciado, inteligente, se foge do jogo? ZERO
Kleber: disparado a pior partida dele nas duas passagens pelo clube. Mesmo lutando como sempre, não acertou nada. Nem aquela bola aos 30 do segundo tempo. ZERO
Dinei: sua entrada não fez o menos sentido. Tanto que não pegou na bola. Acaba assim sua passagem pelo Palmeiras. S/N
Ewerthon: entrou pra resolver em cinco minutos. Nem pegou na bola. S/N
Felipão: não aproveitou o espaço dado pelo estrategista Artur Neto, fez com que o time aceitasse a pressão do Goiás, e foi o maior responsável pela vergonha. Logo ele. Que tristeza. ZERO

Verdazzo Classic Rock – 23/nov/2010

24 de novembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Podcasts, Verdazzo

O Verdazzo Classic Rock de ontem, dia 23, já está disponível. Clique no player abaixo, ou faça o download.

Para ouvir o programa ao vivo, basta acessar a Rádio Estação Palestra todas as terças-feiras, a partir das 22h.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

*a gravação do programa teve problemas técnicos e há alguns momentos de corte. Nada que não possamos corrigir para a próxima edição.

Para fazer download: clique com o botão direito aqui, e salve conforme as instruções de seu browser.

Pré-jogo: Palmeiras x Goiás

24 de novembro de 2010 por @parmerista  
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo

Palmeiras x GoiásNão tem nada de já-ganhou. Tem que jogar o jogo.

Depois de conseguir uma ótima vitória no Serra Dourada, chegou o dia de definir a vaga para as finais da Copa Sulamericana. O Palmeiras recebe o Goiás no Pacaembu, com previsão de muita chuva e 40 mil pessoas empurrando o Verdão.

Felipão há muito tempo decidiu priorizar a Sulamericana, deixando o Brasileirão de lado. Por sua vez, o Goiás acabou de ser matematicamente rebaixado, com duas rodadas de antecedência, ao ser goleado em casa pelo Santos por 4×1. Se por um lado isso deve jogar o moral do time num abismo; os jogadores podem se unir em torno de uma reação na Sulamericana para tentar resgatar a dignidade e salvar o ano – e seus contratos para 2011. Por isso, o jogo tem que ser jogado. Qualquer acidente ou qualquer falha do juiz que resulte em um gol deles tornará a partida muito tensa.

Qualquer empate nos serve, mas um resultado apertado está sempre sujeito a esses “acidentes”. Por isso, o Palmeiras precisa abrir dois gols de vantagem logo, para então poder relaxar.

O Goiás vem com o que tem de menos ruim, sem desfalques: Harlei; Rafael Toloi, Ernando e Marcão; Douglas, Amaral, Carlos Alberto, Marcelo B. e Wellington Saci; Felipe e Rafael Moura. O Verdão segue com os desfalques de Marcos e Valdivia, e deve alinhar com Deola; Marcio Araujo, Mauricio Ramos, Danilo e Gabriel Silva; Edinho, Kid, Tinga, Luan e Lincoln; Kleber.

Se o Goiás insistir na tática de parar o Palmeiras com faltas e de fazer marcações específicas sobre Lincoln e Kleber, quem vai decidir de novo será Marcos Assunção, ainda mais com o gramado provavelmente molhado. Se os goianos mudarem o esquema e resolverem marcar por setor, o talento de Lincoln e Kleber vai prevalecer, sobretudo se Tinga aparecer para o jogo numa noite inspirada.

Por isso, a tendência é de jogo tranquilo, contra um adversário que não consegue esconder o abatimento. O parpite para esta noite é um 3×0, com gols de Kleber, Kid e Tinga. Mas tem que jogar o jogo!

***

Se você vai ao jogo, entre cedo no estádio, não deixe para a última hora. Já vimos como é complicada a entrada no Pacaembu, principalmente nos setores laterais. Por isso, não dê bobeira e garanta sua entrada com pelo menos uma hora de antecedência, pra não acabar ficando de fora.

Corinthians lança linha de carnes. E ae? Tem coragem?

23 de novembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo


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E é verdade! O lançamento ocorre amanhã com show do cantor Leonardo! HAUhauhauh !!!

Maiores detalhes clique aqui:
http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/sem-categoria/corinthians-lanca-linha-de-carnes-do-clube/

Obs: Charge sugestão da @jullys_siqueira

Eu sei o que vocês fizeram no Brasileirão passado

23 de novembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo

Arte por: Victor Pedroza

Amizade Tricolor!

23 de novembro de 2010 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo

Fonte: FOLHA.com

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E como diria a Laura do Carrossel…

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