Abaixo-assinado para a diretoria
30 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Verdazzo
Prezados Presidente Arnaldo Tirone e Vice-Presidente Roberto Frizzo;
Vimos por meio deste pedir URGENTEMENTE a contratação de um centroavante.
Vemos nossos rivais, todos, com nomes importantes para a posição. O bambi trouxe Luís Fabiano. O Vasco contratou Alecsandro. O Atlético vendeu Diego Tardelli e rapidamente o repôs com Guilherme. O Cruzeiro trouxe Brandão, e o gambá tem dois: Liedson e Adriano. Tudo isso de algumas semanas para cá.
E o Palmeiras? Ninguém.
Não ter dinheiro não é desculpa. O clube precisa de soluções criativas. Empréstimos bancários, contratos de risco, remuneração por produtividade, o diabo que seja. O fato é que o time está cada vez mais consistente, forte na defesa, mas ainda falta poderio ofensivo para transformarmos esse potencial em realidade. Basta um centroavante bom, e títulos virão. E títulos significam retorno em dinheiro.
Contratar um centroavante, mesmo que recorrendo a tomar recursos do mercado, é investimento com altíssimas chances de retorno.
Com uma taça nova nas prateleiras, haverá muito mais tranquilidade para continuar o trabalho.
Agora é a hora de mostrar a que veio essa diretoria. Precisamos de coragem e de atitude. Porque todo mundo deve mais que o Palmeiras, e todo mundo tem centroavante, menos a gente.
PELO AMOR DE DEUS, CONTRATEM UM CENTROAVANTE PARA O FELIPÃO!
Contamos com o empenho e a competência dos senhores.
Obrigado pela atenção.
Conrado Cacace
www.verdazzo.com.br
Subscrevem os palmeirenses abaixo, nos comentários.
Pierre: e aí?
30 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Verdazzo
Uma das notícias mais aguardadas dos últimos tempos é o retorno de Pierre aos gramados. O volante, que foi operado no início do ano, numa controversa decisão do departamento médico do clube, está em fase final de recuperação, e pode ficar à disposição de Felipão dentro de duas a três semanas.
A inflamação crônica nas plantas dos pés impediu que o jogador desenvolvesse seu melhor jogo desde o início do ano passado. Durante todo o ano de 2010 foi tentado um tratamento convencional, com medicamentos e fisioterapia, mas não foi suficiente. A opção pela cirurgia deu-se logo na reapresentação do grupo, em meados de janeiro.
Ao mesmo tempo que o clube divulga o retorno do guerreiro aos treinos físicos, surgem notícias de que o Atlético-PR estaria interessado no jogador – em tese estariam buscando um substituto para Chico.
Sabemos que especulações sobre supostos “interesses” na maioria das vezes são apenas artimanhas de empresários, buscando valorizar seus ativos, ou dos próprios clubes, tentando baixar o preço de outra negociação paralela. A imprensa na maioria das vezes é usada nesse joguinho, e os torcedores na maioria das vezes embarca direitinho.
Mesmo assim, o suposto interesse do Atlético, verdadeiro ou não, pode acender uma discussão interessante a respeito do futuro de Pierre no Palmeiras. Em se confirmando uma proposta pelo jogador, de 29 anos, o que pensa o torcedor? Para ajudar nessa tomada de decisão, vamos enumerar pontos a favor e contra a liberação de Pierre:
CONTRA:
- Pierre é ídolo de boa parte da torcida, adorado por todos os torcedores, inclusive crianças.
- Sua conduta em campo, em termos de garra e vibração, é incontestável. Tudo o que o torcedor quer é ver jogadores que se doem ao máximo em campo, e Pierre é o melhor exemplo desse tipo de atleta.
- Seu desarme é brilhante, e corre o campo todo, o tempo inteiro.
- Ainda não vimos Pierre ter uma sequência com Felipão, ele pode render como nunca nas mãos do mestre.
- Uma das marcas registradas de Pierre é seu grito de guerra no túnel, liderando a entrada do time em campo.
- É uma das pessoas mais extraordinárias para se conviver no ambiente do futebol, um exemplo de caráter.
- Em tempos difíceis, foi um dos que mais carregou o piano, e é importante que o clube mostre ao grupo que tem gratidão por atletas comprometidos.
A FAVOR:
- Temos muitos volantes no elenco, e Felipão não parece disposto a abrir mão nem de Marcos Assunção, nem de Marcio Araujo.
- Seu salário foi reajustado em 2009, naquele esforço do presidente Belluzzo para garantir a permanência de todo o elenco visando a conquista do Brasileiro, e é bastante alto.
- Não se sabe como ele vai reagir clinicamente à cirurgia. O problema pode não ter sido resolvido.
- Seu passe é medíocre.
- Pierre já tem 29 anos e dificilmente terá outra proposta pela frente.
- Não há registros recentes de termos tomado gols por faltas bestas cometidas na lateral da área, principalmente nos finais dos jogos.
- Liberar Pierre para outro clube pode significar um avanço em sua carreira, já que aqui ele tem grandes chances de permanecer relegado à reserva.
Diante de tantos argumentos contrários e favoráveis à sua liberação, tudo o que queremos agora é saber de você, torcedor: você liberaria Pierre para outro clube, caso realmente chegue uma proposta oficial?
Verdazzo Classic Rock – 29/mar/2011
29 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Podcasts, Verdazzo

Joe Cocker
O Verdazzo Classic Rock do dia 29/03/2011 está disponível.
Use o player abaixo, ou faça o download (clique no link com o botão direito do mouse e siga as instruções do seu navegador para salvar).
Para ouvir o programa ao vivo, basta acessar a Rádio Estação Palestra todas as terças-feiras, a partir das 21h.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Playlist:
Led Zeppelin – Kashmir
Joe Cocker – Feelin’ Alright
AC/DC – Squealer
Kiss – Rock And Roll All Nite
The Beatles – Helter Skelter
U2 – Helter Skelter (live)
Grand Funk Railroad – Heartbreaker
The Who – Baby Don’t You Do It
Dire Straits – Calling Elvis
Aerosmith – Sweet Emotion
Yes – Survival
Iron Maiden – Running Free
Rush – I Think I’m Going Bald
Pink Floyd – Young Lust
The Clash – Spanish Bombs
The Doors – When The Music Is Over
Que passe abril logo… nós queremos MAIO e JUNHO!
28 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Verdazzo
A primeira parte da temporada 2011 vai se aproximando de sua fase decisiva. Restam apenas três jogos na fase de classificação do Paulista, e aí serão mais quatro jogos para o título. Na Copa do Brasil, já estamos nas oitavas-de-finais, esperando pela definição do adversário entre Santo André e Sampaio Correa, e oito jogos nos separam do caneco.
Desses quinze jogos, podemos dizer com quase nenhuma chance de errar que seis deles, os seis próximos, a serem jogados no mês de abril, ou terão pouca importância, ou, embora eliminatórios, não preocupam. Abril será a reta final de preparação para os jogos onde o bicho realmente vai pegar, as fases de quartas-de-finais da Copa do Brasil e a semifinal do Paulista, e daí para frente – o mês de maio, que promete der de arrebentar.
O time vai entrar no mês de abril muito acima do que muita gente imaginava. O Verdazzo não tem o menor problema em admitir que está surpreso – e muito feliz – em ver o estágio em que o time se encontra, dado o panorama do início do ano. O parâmetro é igual para todos, os times do interior não estão oferecendo muita resistência em nenhum campeonato importante pelo país, então, que se compare o rendimento dos grandes contra eles. E o Verdão surpreende positivamente.
O maior indicador de que o time é consistente é a defesa, e seus números. O Verdão tomou apenas seis gols no Campeonato Paulista, contra dez da defesa que vem logo depois. A terceira já levou treze, mais que o dobro. Todo mundo sabe que um time consistente começa pela defesa, e Felipão começou 2011 do zero, e contando com a ótima contratação de Cicinho, conseguiu montar um esquema de marcação, apoio e cobertura extremamente eficiente.
No ataque, o time pode ser dividido em duas fases: antes dos meias, e depois dos meias. Nos sete jogos iniciais em que nem Valdivia, nem Lincoln jogaram, o time marcou apenas doze gols, e sofreu dois, o time se matava para marcar um gol, a maioria no erro do adversário, e se segurava com bastante solidez. A partir do jogo em Mogi, em que Valdivia passou a comandar as ações do time, e depois foi substituído por Lincoln, foram 23 gols em 11 jogos, contra quatro sofridos. O time continua se defendendo bem, mas agora controla o jogo, e os gols saem naturalmente. O crescimento é nítido.
A imprensa já chegou a falar sobre uma dependência excessiva de Valdivia. De fato, sem Lincoln no elenco, isso era uma verdade. Mas com a reintegração do camisa 99, nem Tinga, nem Patrik são obrigados a carregar a responsabilidade de ser o principal armador do time na ausência do chileno, e Kleber teve condições de se preocupar só em atacar, e não em vir buscar as bolas no meio.
O Palmeiras continua a ter uma dependência muito grande, sim: de Kleber. Quando o Gladiador não joga, o time tem sérios problemas no ataque, mesmo contando com um meia de ofício. Não deve haver zagueiro no mundo que durma tranquilo sabendo que vai enfrentar Kleber no dia seguinte. Seja ao lado de Vinicius, Adriano, ou Luan, nosso camisa 30 é quem faz a diferença nos jogos, marcando gols, ou dando assistências, ou apenas existindo, mantendo todo o sistema defensivo adversário preocupado e facilitando as coisas para os companheiros. Kleber é nossa maior arma, e nosso calcanhar de Aquiles. Sem ele, o Palmeiras tem sérias dificuldades para vencer adversários até como o Noroeste.
São essas as forças e as fraquezas do time, a serem trabalhadas no generoso mês de abril. Serão seis jogos, três sem muita importância, pelo turno do Paulista, depois jogos decisivos, eliminatórios, mas que não assustam: as oitavas da Copa do Brasil (esperamos que seja contra o Santo André, para evitar o desgaste de uma viagem ao Maranhão), e as quartas do Paulista. E das próximas cinco semanas, em três o Palmeiras tem a quarta-feira livre, o que será importantíssimo para lapidar o time taticamente, incrementar as jogadas ensaiadas, e até para a recuperação física de algum lesionado.
Se os adversários também têm calendários parecidos, muitos parecem ter mais problemas para resolver. Nós temos dois cracaços, Kleber e Valdivia; os adversários também têm seus talentos. Mas ninguém tem no banco alguém como Luiz Felipe Scolari. Felipão vai tocar o elenco no mês de abril como quem controla a fervura num caldeirão, só esperando maio; e só nós, palmeirenses, sabemos onde isso pode parar. No ano passado as circunstâncias eram outras, e Felipão pegou o bonde andando. O time de 2011 está totalmente sob seu controle, e os mata-matas estão aí. Eu já vi esse filme em várias versões. E sempre tem final feliz – para nós.
O calendário
O mês começa com uma semana inteira livre para a preparação para o jogo contra o Santos. A partida não tem grande importância no campeonato, já que chegar em primeiro ou em quarto não tem grande diferença, principalmente num ponto onde os quatro grandes parecem ter garantido os quatro primeiros lugares. Mas vencer o Santos na Vila praticamente define que o próprio time da baixada será nosso adversário na partida única da fase semifinal, com mando nosso – nos definiremos como primeiros, e o Santos como o quarto colocado. O aspecto psicológico causado por esse jogo aparentemente sem importância pode ser fundamental.
Teremos então mais uma semana inteira livre. É importante notar que, até a partida contra o Prudente, teremos apenas um jogo em 14 dias, um ótimo espaço para o desenvolvimento final do time. Devemos ver novidades em maio, como novas variações táticas e jogadas ensaiadas – como as bolas na linha da pequena área que Danilo e Thiago Heleno andaram aproveitando nos últimos jogos no Canindé. Vencendo o Santos, o jogo contra o Prudente só tem a importância relativa de nos garantir o primeiro lugar; jogaremos sem Kleber que vai tomar o terceiro cartão na Vila de todo jeito, e Felipão pode até colocar o time todo reserva em campo, já pensando na partida de ida contra, esperamos, o Santo André.
A semana seguinte, quando novamente o Palmeiras deve ir com os reservas contra a Ponte, pode até definir nossa passagem para as quartas-de-finais da Copa do Brasil, dependendo das datas. Temos três datas para os dois confrontos: dias 13, 20 e 27. O ideal seria passar pelo Santo André nos dias 13 e 20. Assim, o time entraria em campo contra um pequeno nas quartas do Paulista no dia 24, e teria a semana toda livre para pensar no adversário da semi, em partida única. E aí chega maio.
Se tudo der certo, o time entra em maio com as energias bem dosadas, e tinindo técnica e taticamente. As três primeiras semanas de maio serão absolutamente insanas:
- semifinal do Paulista, clássico em partida única;
- ida das quartas da Copa do Brasil, provavelmente contra o Coritiba, time que vem forte no regional;
- final do Paulista – primeira partida, certamente outro clássico;
- volta das quartas-de-finais da Copa do Brasil, contra o Coxa;
- finalíssima do Paulista;
- ida da semifinal da Copa do Brasil, contra Flamengo ou Atlético-MG.
Depois dessa maratona, se chegarmos à semi da Copa do Brasil, as semanas seguintes serão só de jogos pra valer no meio de semana, pela Copa do Brasil. As primeiras rodadas do Brasileiro serão jogadas com os reservas. Poupa-se os titulares contra o Botafogo, pensando na volta da semifinal. Se nos classificarmos, manda-se os reservas a Belo Horizonte pegar o Cruzeiro, pelo Brasileirão, pensando na ida da final, provavelmente contra o Bambi, dia 1 de junho. Os reservas enfrentam então o Atlético-PR, pela terceira rodada, enquanto todos nós contamos as horas para chegar o dia 8 de junho, quando enfrentaremos o Bambi na finalíssima, onde poderemos comemorar o segundo título em três semanas, novamente em cima de um rival da cidade.
É um sonho maravilhoso. Sabemos que do outro lado tá cheio de time querendo impedir isso. Pode dar tudo errado, pode dar uma amarelice geral e sermos eliminados na semi do Paulista e pelo Coritiba na Copa do Brasil. Ou pior, podemos protagonizar novamente vexames históricos e até perder antes, pros nanicos, e passar o mês de maio esperando o Brasileirão começar. Mas nosso time, hoje, apesar das deficiências de elenco, consegue equilibrar as forças com qualquer rival no Brasil com suas enormes qualidades desenvolvidas neste início de temporada. O Palmeiras está no páreo, firme e forte. Emoções fortes à vista!
Thiagoooooool Heleno! Quem diria, hein?
27 de março de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Humor, Verdazzo
Foto Original: Tom Dib

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É… vontade e raça ele já vinha tendo… agora… com 2 gols na mesma partida… Sensacional! Que continue na mesma pegada, Sr. Thiago Heleno!
Palmeiras 3×0 Bragantino
26 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
O Palmeiras foi superior ao Bragantino durante todo o jogo, mas convenhamos, 3×0 ficou um pouco demais. O Verdão abriu o placar muito cedo, numa boa cobrança de falta de Thiago Heleno, e aparentemente perdeu a fome por fazer gols, cozinhou a partida e só foi achar o segundo e o terceiro quando o adversário já tinha se lançado todo à frente, e que se tivesse empatado, não teria sido exatamente uma injustiça. Claro, o que importa é o resultado, e o time houve-se muito bem, ainda mais diante dos desfalques – alguns até voluntários. Mas não é por isso que vamos fechar os olhos para os problemas que vimos no time nessa partida do Canindé.
Nosso treinador optou pelo inútil do Rivaldo para fazer o lado esquerdo, deixando Gabriel Silva no banco. Saberemos se foi só um banquinho pro menino ficar esperto, ou se Felipão realmente endoidou nas partidas decisivas, em maio. O fato é que nosso lado esquerdo já começou o jogo morto. Mas tínhamos as oções de jogar pela direita, com Cicinho, e as promissoras triangulações entre Kleber, Lincoln e Patrik. Mas nada disso aconteceu.
O time começou tocando a bola e procurando os espaços, mas parava na forte marcação do Bragantino, que apesar de ser feita com um número elevado e irritante faltas, era vista como normal pelo juiz. Só que o castigo veio rápido: logo a dois minutos, foi marcada uma falta na intermediária e Thiago Heleno se encarregou da cobrança. O zagueiro bateu com violência exatamente no buraco da barreira, mandando a bola no canto de Gilvan, que nada pôde fazer.
Patrik e Lincoln ficaram muito distantes um do outro, e as jogadas não saíam. O jeito era mandar a bola para Kleber e ver o que acontecia – na maioria das vezes o que se via era uma falta, que o juizão marcava ou não conforme o vento. Mais uma vez a arbitragem do Campeonato Paulista se mostra de baixíssimo nível. O fato é que com os meias distantes entre si, e com Cicinho pouco aproveitado, o Verdão novamente se viu com um ataque estéril, e embora não permitisse ao Bragantino nenhuma oportunidade de gols a não ser em bolas aéreas, o time não fez um bom primeiro tempo.
Para o segundo tempo, o panorama não mudou, Felipão apenas observou o Bragantino articulando ataques, a maioria rechaçados. Quando o time do interior conseguia uma bola parada, o time mostrou que melhorou bastante o posicionamento, e Thiago Heleno e Leandro Amaro foram absolutos – apenas vez ou outra aparecia alguém nas costas do Rivaldo. E essa sequência de bolas paradas assustava, já que se o time tomasse o empate, não dava a menor pinta de que poderia buscar o segundo gol.
Felizmente o Bragantino não conseguiu sequer ameaçar Deola com real perigo. E cada vez mais lançado à frente, dava mais espaços ao Verdão. E a bola parada nos sorriu: falta pela esquerda, Lincoln bateu com precisão na cabeça de Thiago Heleno, que desviou com consciência no ângulo esquerdo de Gilvan. E mesmo com Felipão trocando Kleber, pendurado, por Mauricio Ramos, para aumentar a segurança nas bolas aéreas nos momentos finais, o time ainda conseguiu achar o terceiro, numa jogada construída por Luan pela esquerda: ele levou quase toda a defesa do Bragantino na diagonal, e tocou para Patrik, em velocidade, que fez a triangulação com Rivaldo. ele bem que tentou estragar a jogada, mas Patrik ainda conseguiu consertar e tocou para João Vitor, que, com calma, achou uma brecha e tocou no cantinho. Mais um gol de sinuca do Verdão.
Mais que o futebol jogado, o resultado é o que realmente importa. Jogando abaixo do que sabemos que é possível, o time controlou o jogo, correu poucos riscos e matou o adversário quando teve a chance. É um time que vai consolidando a auto-confiança, e transmite esse sentimento para a torcida, que sabe das limitações do elenco, mas sente que não é um grupo cagão.
Liderados por um grande comandante, por dois craques em campo, e por coadjuvantes que dão conta do recado, o time tem tudo para chegar nas fases decisivas do Paulista e da Copa do Brasil em condições de brigar com qualquer um. Apesar do futebol limitado desta partida no Canindé.
Atuações:
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Deola: seguro, teve apenas trabalho em alguns chutes de longe. 7,5 |
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Cicinho: pouco acionado, não teve como reeditar suas melhores partidas. Mesmo assim, quando participou do jogo, foi muito bem. 7 |
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Leandro Amaro: parece não sentir a falta de ritmo e de entrosamento. Muito bom por cima. 7,5 |
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Thiago Heleno: muito bom! Na frente, dois gols; e em seu ofício, não perdeu nenhuma ne, pelo alto, nem por baixo, mandou a bola pra fora do! estádio e ainda cobriu as bobagens do Rivaldo. DEZ |
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Rivaldo: o Felipão deve estar brincando com a gente quando diz que o momento dele é melhor que o do Gabriel. Até minha vó está em melhor momento que ele. 3,5 |
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Marcio Araujo: mais uma partida medíocre de Marcinho Gente Boa. Alternou bons e maus momentos, sem justificar em nenhum momento sua condição de intocável. 5 |
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Chico: melhor com a bola no pé do que ocupando os espaços na marcação. O Bragantino teve muito mais espaço que nossos outros adversários, nunca se levantou tanta bola em nossa área. 5 |
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Patrik: não se posicionou próximo a Lincoln (nem a ninguém) e foi um dos responsáveis pela baixa produtividade. Quando resolveu chegar perto do Luan, saiu a jogada do terceiro gol. 6,5 |
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Lincoln: isolado, não tinha como fazer sua melhor jogada, os toques curtos e rápidos. Resolveu o jogo na bola parada, no cruzamento para o segundo gol. 7,5 |
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Kleber: apanhou demais, e teve que jogar com o freio de mão puxado pelos cartões amarelos. Conseguiu passar em branco, e joga daqui uma semana na Vila. 7 |
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Adriano: seu único mérito foi obedecer Felipão e manter o lado esquerdo da defesa deles preso. Mas não fez nada demais. 5,5 |
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Luan: sua entrada renovou o espírito do time, e suas jogadas pela esquerda seguraram o ímpeto do Bragantino. A jogada que iniciou o terceiro gol foi muito boa. 8 |
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João Vitor: em 15 minutos fez mais que Marcio Araujo o jogo todo, sem contar o belo gol. Não dá para entender como não é titular. 8 |
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Mauricio Ramos: entrou para reforçar a defesa e só. S/N |
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Felipão: apesar da insistência em determinados jogadores, vai conseguindo os resultados e mostrando um time cada vez mais consistente, e com cada vez mais variações. Essa variedade de caminhos pode ser a diferença entre ganhar um jogo decisivo ou ser neutralizado por ser previsível. Baita técnico. 8,5 |
Pré-jogo: Palmeiras x Bragantino
26 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Mais uma vez no Canindé, desta vez, esperamos, com os problemas nas vendas dos ingressos resolvidos, o Verdão recebe o Bragantino, embalado pela boa vitória sobre o Linense. A torcida não esconde a empolgação pela boa volta de Lincoln na última partida, e o meia segue sendo opção enquanto Valdivia se recupera do problema muscular que já o tirou da última partida.
Felipão terá o desfalque de Marcos Assunção e Danilo, e inacreditavelmente já deu dicas de que gostou da atuação de Rivaldo no último jogo. Não dá pra entender, foi notória a evolução de Gabriel no aspecto defensivo até mesmo no jogo em São Caetano. Superior ofensivamente e defensivamente, o menino deve ficar no banco. Felipão deve escalar o time com Deola; Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Rivaldo; Marcinho Gente Boa, João Vitor (Chico), Patrik e Lincoln; Kleber e Adriano.
O Bragantino, do eterno Marcelo Veiga, vem sem problemas, e deve manter o esquema 3-5-2 com que vem jogando. Fica a expectativa de ver Cristian Mendigo em ação, isso se não for preterido em favor de Paulo Roberto, numa formação mais defensiva. A provável escalação: Gilvan; Marco Aurélio, Carlinhos e Everaldo; Nêgo, Éder, Cristian Mendigo (Paulo Roberto), Rodriguinho e Júlio Cesar; Marcelinho e Léo Jaime.
Mais uma vez conra três zagueiros, a movimentação de Adriano e Patrik vai ser fundamental para que Kleber não seja anulado. O Gladiador tem que jogar o mais solto possível – o que não é fácil – para não correr risco de levar o terceiro amarelo e desfalcar o time na Vila Belmiro, na rodada seguinte. Deve ser um jogo difícil no começo, mas o time deve achar o caminho para a vitória por 3×0, com gols de Kleber, Lincoln e Adriano.
Rogério Ceni: Rumo ao 100º
24 de março de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Humor, Verdazzo
Uma frase resume toda essa história de sucesso:
“Bateu pro gol, Rogério pegou, largou e no rebote o gooooooooool”
LINCOLN TITULAR!
24 de março de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Humor, Verdazzo
Foto Original: Adriano Vizoni/Folhapress

Clique para ampliar.
Hoje Lincoln substituiu e bem o mago. Mas e quando Valdivia voltar? O Felipão deve dar o braço a torcer e escalar o Lincoln para jogar junto do Valdivia?
Palmeiras 3×0 Linense
23 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Menos de quatro mil palmeirenses tiveram condições de ir a Barueri, nesse horário ridículo determinado pela Federação Paulista de Futebol, para assistir a mais uma vitória do Verdão, que bateu o Linense por 3×0 e alcançou onze partidas sem perder. Os grandes destaques da partida foram Patrik, com dois gols, e Lincoln, que devolveu ao time um nível de jogo digno de time grande. Basta que se tenha um meia criativo que o futebol aparece.
O Verdão instituiu a blitz no início, como era de se esperar. Com um lado esquerdo diferente – Felipão preferiu escalar Leandro Amaro e Rivaldo, deixando Gabriel no banco – o time ficou penso para o lado direito. Cicinho descia bastante, e era coberto por Marcio Araujo. Como Rivaldo ficava plantado, Assunção tinha um pouco mais de liberdade. E o time trocava passes incansavelmente, Adriano corria bastante, Patrik idem, mas nosso ataque não achava o espaço necessário.
O Linense deixou claro que não tinha a menor pretensão ofensiva, já que deixou Pedrão isolado e se propôs a defender com dez atrás da linha da bola. Assim, o Palmeiras só conseguiu ameaçar a meta adversária pela primeira vez aos 32, num escanteio batido no primeiro pau que Adriano desviou para boa defesa de Matheus. Aí o time acordou para a vida, e percebeu que só faria o gol se finalizasse. Então vieram os chutes de fora: no primeiro, Kid tentou, mas a bola desviou na zaga; no segundo, Cicinho soltou a bomba, o goleiro deu rebote e Lincoln perdeu um gol feito; e no terceiro, após bela troca de passes, Patrik pegou na veia e acertou o ângulo esquerdo de Matheus, aos 38.
Uma vez aberta a porteira, ficou mais fácil, e Adriano tabelou com Lincoln e Kleber para receber o último passe do Gladiador já dentro da área, quando foi derrubado por André Turatto. O péssimo juiz Paulo Roberto de Souza Junior marcou o pênalti, que Kleber bateu com tranquilidade, no meio do gol, após a definição do goleiro, e ampliou.
Para o segundo tempo, o Linense teve que vir um pouco mais aberto, mas só um pouco. Ciente de suas limitações, o time apenas ameaçou avançar a marcação, mas a resposta do Palmeiras foi imediata, mantendo a bola no campo de ataque e não dando chances ao Linense de ter a posse de bola. Depois de uma pressão de quase cinco minutos, onde o Palmeiras jogou um futebol muito consistente, acertando quase todos os passes, rodando a bola, com toques de primeira e muita movimentação, Lincoln achou Patrik por trás da zaga. Ele invadiu, levou um pouco de sorte na primeira bola no confronto com Turatto, já que ela sobrou na medida para a segunda chance, e o chute de esquerda veio preciso, no cantinho, fechando o placar aos 15 minutos.
Após o gol, o Palmeiras limitou-se a jogar no erro do Linense, que por sua vez deu-se por satisfeito em perder por três gols. E o jogo ficou morno, para desgosto dos palmeirenses que foram ao estádio e que podiam ter visto uma vistosa goleada, tamanha a fragilidade do adversário. Devemos insistir neste ponto: contra times frágeis, entregues, o Palmeiras devia buscar as goleadas acachapantes sempre. Pode parecer inútil, mas esses resultados refletem no respeito prestado pelos adversários e pela imprensa nos dias seguintes, no moral da torcida, principalmente no das crianças, e influenciam até na escolha dos times na molecada na faixa de cinco a dez anos. É um esforço institucional.
No final, Felipão promoveu as três substituições de praxe, só para gastar o tempo, e teve que ouvir vaias pela puxada no freio de mão no final. Com justiça.
Já garantido matematicamente para a fase final, o time enfrenta o Bragantino no sábado à noite, sem Kleber Danilo e Marcos Assunção, suspensos, e sem Valdivia, ainda sentindo a coxa.
Atuações:
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Deola: só foi uma bola em cima dele, por cima – e ele vacilou. Mas quando a fase é boa, não acontece nada. 6 |
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Cicinho: mais uma boa partida, mantendo uma impressionante regularidade. Perdeu um gol no início do segundo tempo que foi um pecado. 8,5 |
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Danilo: partida tranquila, sem sustos, e com seriedade. 7,5 |
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Leandro Amaro: também não teve trabalho, e ainda arriscou boas subidas nas bolas aéreas. 7 |
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Rivaldo: seu papel era ficar ali quietinho no seu canto. Quando resolveu aparecer pro jogo, só fez bobagem. Mas não comprometeu. 6 |
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Marcio Araujo: ganhou elogios do chefe pela manhã, e retribuiu jogando bem. A cobertura sobre Cicicnho foi perfeita. Também é verdade que praticamente marcou o vento. 8 |
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Marcos Assunção: mais uma partida sem acertar um bom chute de fora. A forçada de cartão amarelo no fim do jogo garantiu a balada de sábado à noite. 6 |
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Patrik: o formiguinha, foi recompensado com dois gols e a afirmação como vice-artilheiro do time. Com um meia a seu lado, rende demais. 9 |
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Lincoln: parece que suas jogadas nunca vão dar em nada, e ele sempre surpreende. É um jogador diferente, criativo, que contra times limitados sobra. Neste jogo, deu um baile. 9 |
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Kleber: pela segunda vez seguida não fez uma partida no nível que estamos acostumados. Levou um cartão ainda no primeiro tempo, e correu risco de expulsão o tempo todo. 7 |
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Adriano: presença importante pela ponta direita, abrindo espaços e prendendo um marcador. E ainda sofreu o pênalti que praticamente matou o jogo. 8 |
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Tinga: entrou para ganhar o bicho. S/N [1] |
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Chico: entrou para ganhar o bicho. S/N [2] |
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Miguel: entrou para ganhar o bicho. S/N [3] |
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Felipão: começa a mostrar que o time tem, sim mais que onze titulares. Rivaldo foi uma opção clara de que o time iria forçar só pela direita, liberando Assunção da cobertura do lado esquerdo e permitindo que ele arriscasse os chutes de fora. O time entra na fase final de preparo para o decisivo mês de maio. 8 |
Pré-jogo: Palmeiras x Linense
23 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Um mix fantástico: Barueri, 19h30. O Palmeiras volta a campo nesta quarta-feira pelo Campeonato Paulista para meia dúzia de gatos pingados, devido à extraordinária escolha dos dirigentes. É inacreditável.
O time vai contar com a volta de dois atletas que misteriosamente foram afastados das últimas partidas: Mauricio Ramos e Lincoln. A justificativa oficial, que não convence ninguém, é de que os dois teriam o salário considerado alto para os atuais padrões definidos pela diretoria, e que precisariam ser negociados. Essa avaliação não justifica de forma nenhuma o afastamento do time, era melhor ter inventado uma coxitis qualquer. São os mistérios do Palmeiras. O fato é que os dois reforçam o grupo, e se estiverem motivados, a fim de jogar bola, serão grandes reforços, principalmente o meia.
O time sem Valdivia mostra uma enorme dificuldade em articular jogadas, e Lincoln, embora tenha características um pouco diferentes, certamente fará com que o rendimento de Kleber – e o de todo o time, aumente bastante. Luan e Thiago Heleno, suspensos, são desfalques. O provável time: Deola; Cicinho, Mauricio Ramos, Danilo e Gabriel Silva; Marcio Araujo, Marcos Assunção, Patrik e Lincoln; Kleber e Adriano.
O Linense, que volta à primeira divisão do Campeonato Paulista após mais de 50 anos, adaptou-se à atual realidade do futebol e montou um time cheio de refugos e veteraníssimos – o destaque do time é Pedrão, aquele do ex-Barueri, que parte da nossa torcida queria que fosse contratado há uns dois anos. O técnico Pintado, que tenta salvar o time do rebaixamento, deve mandar a campo a seguinte formação: Matheus; Marcelo, André Turatto, Bruno Quadros e Tarracha; Wellington Monteiro, André Bilinha, Marcus Vinícius, Gilsinho e Guaru; Pedrão.
A presença de Lincoln, embora muito bem-vinda, é uma incógnita. A tendência é que funcione, mas fica uma certa apreensão, tanto quanto ao entrosamento, quanto em relação à motivação do atleta depois de tantas situações desconfortáveis nos últimos meses. Mesmo assim, podemos apostar numa vitória tranquila, por 2×0, com dois de Kleber, que quietinho vai chegar na reta final do campeonato ainda lutando pela artilharia do campeonato.
Verdazzo Classic Rock – 22/mar/2011
22 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Podcasts, Verdazzo

Slayer
O Verdazzo Classic Rock do dia 22/03/2011 está disponível.
Use o player abaixo, ou faça o download (clique no link com o botão direito do mouse e siga as instruções do seu navegador para salvar).
Para ouvir o programa ao vivo, basta acessar a Rádio Estação Palestra todas as terças-feiras, a partir das 21h.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Playlist:
Led Zeppelin – Black Dog
U2 – A Sort Of Homecoming
Pink Floyd – Have A Cigar
Raul Seixas – Al Capone
AC/DC – Heatseeker
The Golliwogs – Brown Eyed Girl
Ramones – Somebody Put Something In My Drink
The Who – A Quick One, While He’s Away (live)
Ozzy Osbourne – Hellraiser
Motörhead – Hellraiser
Slayer – Hell Awaits
Metallica – Wherever I May Roam
Deep Purple – Hold On
Whitesnake – Love Ain’t No Stranger
Jimi Hendrix – Castles Made Of Sand
The Rolling Stones – Midnight Rambler
Grupo Fanfulla se reúne com diretoria da base
21 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Política, Verdazzo
Confira comunicação do grupo Fanfulla, endereçada ao presidente Arnaldo Tirone, ao Diretor das categorias de base Jair Jussio, extensiva à imprensa e a toda torcida do Palmeiras.
O grupo Fanfulla, que é a legítima representação da torcida palmeirense de arquibancada dentro do Conselho Deliberativo, e que após a última eleição já soma oito cadeiras, está cada vez mais ativo e trabalhando em prol do clube, fazendo uma oposição fiscalizadora, mas consciente, sem jamais usar as críticas com objetivos politiqueiros, preservando o clube de exposições desnecessárias.
De forma organizada, dividido em comissões ativas e trabalhando a todo vapor, o grupo espera contribuir cada vez mais para o engrandecimento do clube, e terá mais condições de fazê-lo quanto mais representatividade tiver no Conselho. E isso está diretamente relacionado com o fortalecimento de sua base de sócios.
Se você já é sócio do clube, e se interessou em participar das atividades do Fanfulla, entre em contato pelo conrado@verdazzo.com.br. Caso ainda não seja sócio do Palmeiras, mas decidiu que chegou a hora, envie um e-mail para socio@fanfulla.com.br, que o grupo lhe dará toda a assistência no processo.
São Paulo, 21 de março de 2011
Prezado Srs,
Arnaldo Tirone – Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras
Jair Jussio – Diretor das Categorias de Base do futebol da Sociedade Esportiva PalmeirasNo mês de fevereiro, o Grupo Fanfulla encaminhou à Diretoria da SEP carta solicitando explicações a respeito das profundas modificações sofridas nas categorias de base do clube no início deste ano, sobretudo sobre a dispensa do Coordenador Marcos Biasotto.
Por determinação do presidente Arnaldo Tirone, a quem o grupo agradece pela consideração e respeito prestados, uma comissão de fanfullistas foi recebida pelo novo Diretor das categorias de base, Jair Jussio, na noite de quinta-feira, 17, e nessa reunião foi possível esclarecer muitos assuntos que não só os membros do grupo, mas toda a torcida do Palmeiras, vinha questionando. Vamos a eles.
- Palmeiras B: atualmente serve para ocupar e manter ativos os jogadores que já estouraram a idade de base. Será mantido mesmo quando os contratos desses atletas expirem, mas só contará com meninos em idade de competições em categorias de base.
Comentário: essa linha é menos nociva, já que a tendência será construir os próximos contratos atentando para a data de vencimento, para que nenhum atleta continue com contrato com o clube após a idade de transição sem que tenha potencial técnico para seguir como jogador do Palmeiras. Mas não resolve o problema. As próprias competições das categorias de base seriam suficientes para manterem esses atletas ativos, não necessitando de toda uma estrutura como a do Palmeiras B para isso.
- Atualmente o Palmeiras B manda seus jogos em Jaguariúna, local considerado caro pela diretoria. Não há na capital estádios disponíveis com capacidade mínima para 15 mil pagantes, exigência para se disputar a Série A2. A diretoria busca alternativas para o ano que vem, mas isso vai depender de qual divisão o time vai jogar. Para a Série A3, a capacidade mínima é de 3 mil pagantes.
Comentário: Jaguariúna foi o local acordado pela diretoria anterior para a disputa do campeonato de 2011, no qual ainda resta apenas um jogo por fazer. Em se confirmando a queda para a A3, ventilou-se a possibilidade do clube mandar os jogos em Tietê.
- A divisão considerada ideal para que o Palmeiras B dispute seus jogos é a A3, por critérios técnicos. No entanto, como disputa a A2, um eventual rebaixamento é visto como fracasso pela atual diretoria, pelas implicações políticas.
Comentário: a enorme preocupação com as implicações políticas de uma queda para a A3, o que não arranharia em nada a reputação da SEP no mundo do futebol nem seria causa para se criticar o desenvolvimento da base, já que os atletas atuais do time B hoje são exatamente os chamados “refugos”, escancara um fato mais do que conhecido na estrutura do clube: os fatores políticos se sobrepõem a prioridades técnicas e estruturais.
- As primeiras atitudes da nova diretoria têm sido renegociar dívidas referentes a luvas de vários atletas. O método é simples: repassa-se ao atleta (ou a seus pais) alguma porcentagem de seus direitos federativos. Assim, o Palmeiras deixa de ter 70% ou 80% sobre os direitos desses atletas, passando a ter 50% a 60%, mas se livra de despesas importantes que prejudicariam o fluxo de caixa nos próximos meses.
Comentário: é preciso analisar caso a caso. Para atletas que tendem a não ser aproveitados no time de cima, caso da maioria, a prática pode representar uma boa economia. Mas perder 10% a 20% de uma grande promessa que pode ser negociada no futuro por milhões de euros significa uma economia pouco inteligente. Esperamos que isso tenha sido levado em consideração pela atual diretoria e não simplesmente tenha se pensado na economia de curto prazo que será alcançada.
- A reformulação da Comissão Técnica das divisões de base proporcionará ao clube uma economia de cerca de R$80 mil/mês. Jussio alegou que, além da economia proporcionada, a contratação do profissional Claudinei Muza para a função de coordenador envolvia uma questão de confiança. Só para esta posição, a economia foi da ordem de R$15 mil/mês. Biasotto teve sua atitude colocada sob suspeita pelo fato de muitos atletas captados por ele e sua equipe terem origem no mesmo local.
Comentário: Biasotto tinha seus métodos de captação, que podem ser contestados. Mas se havia motivo para suspeita, bastava fazer uma avaliação dos atletas: se eles tinham condições de serem trabalhados pela estrutura do clube ou não. De qualquer maneira, Jussio teria o poder de vetar a contratação de qualquer atleta a partir de 2011. Não há nenhum indício de corrupção comprovado, a mera “suspeita” não justificaria a demissão de Biasotto. A única causa aparente teria sido a economia de R$15 mil/mês, o que é bastante questionável diante do nível de trabalho desempenhado pelo profissional.
- Os métodos de avaliação e acompanhamento dos atletas adotados por Biasotto e sua equipe, que envolviam um complexo trabalho de observação de filmagens e valoração de desempenho segundo vários critérios será posto de lado. As filmagens são consideradas caras (R$5 mil/mês) e desnecessárias, e as avaliações quantitativas serão abandonadas. O único critério de acompanhamento será a observação no dia-a-dia.
Comentário: independentemente da capacidade do profissional contratado, Claudinei Muza, a tendência em se abandonar métodos científicos que já vinham sendo usados há dois anos, cujos resultados já podem ser vistos de forma parcial com o visível crescimento do aproveitamento de pratas-da-casa no time profissional, e que seriam vistos em sua plenitude a partir de 2014, representa uma enorme e imensurável perda para o clube, que regride 20 anos na metodologia de desenvolvimento das categorias de base.
- A psicóloga que dava assistência aos atletas foi dispensada e não será contratado nenhum profissional para substituí-la. Este tipo de assistência é considerado dispensável pela atual diretoria.
Comentário: a obsessão por cortar custos, talvez pressionado por outros setores da diretoria, faz com que as categorias de base percam até serviços essenciais, que passam a ser vistos como dispensáveis. Há poucos profissionais tão importantes no acompanhamento de atletas de divisões de base quanto um psicólogo, e o clube incorreu num erro de proporções enormes ao tomar essa decisão.
- O clube montou uma ótima estrutura para absorver os jogadores da base, desalojados das casas na Rua Padre Antonio Tomás por conta das obras da Arena. Para o futuro, a tendência é de abandonar o projeto do CT de São Roque, e de levantar uma estrutura no CT de Guarulhos, a despeito de já se ter aprovada nos órgãos governamentais toda a papelada que permitiria ao clube captar recursos junto à iniciativa privada para viabilizar o projeto de São Roque com incentivos fiscais.
Comentário: tecnicamente falando, São Roque ou Guarulhos, pouco importa. O mais relevante é que o clube tenha um local onde os atletas possam treinar e morar, evitando os deslocamentos. No entanto, causa espanto a preferência por Guarulhos, onde ainda não há projeto aprovado para captação de recursos com incentivos fiscais. Não há necessidade de se desenvolver e aprovar todo um projeto para Guarulhos se já temos um pronto para São Roque, para o qual basta concluir a (difícil) etapa de captação. A não ser que o clube pretenda investir em Guarulhos com recursos próprios – o que parece um contra-senso para quem alega precisar tanto cortar custos.O Grupo Fanfulla fica muito satisfeito e agradecido ao presidente Arnaldo Tirone e ao diretor Jair Jussio pela receptividade e disposição em atender aos questionamentos do grupo, e por extensão, de toda a torcida do Palmeiras.
No entanto, registramos aqui toda nossa preocupação com os rumos que as categorias de base parecem estar tomando. Não questionamos o caráter nem as qualificações das pessoas que estão iniciando seus trabalhos, mas as pressões políticas, aliadas ao aparente desprezo por uma metodologia que dava todos os indicativos que era vencedora, fazendo com que o clube volte no tempo no que diz respeito ao desenvolvimento de novos valores, nos deixa apreensivos e desejosos de que a presidência do clube se aproxime da questão e que dê mais suporte ao departamento, permitindo assim que se mantenha a busca pela excelência com os métodos mais adequados.
Confira abaixo links para ótimos blogs/sites desenvolvidos por fanfullistas:
- http://reportagemesporteclube.com.br/blog/
- http://novopalestra.blogspot.com/
- http://palmeirasnamidia.wordpress.com/
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São Caetano 1×1 Palmeiras
20 de março de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Jogando bem no início do jogo e abrindo o placar cedo, o Palmeiras não conseguiu manter o ritmo, cedeu o empate ao são Caetano e, sem ligação com o ataque, não teve forças para fazer o gol da vitória, e ainda teve que contar com a ótima fase de Deola que evitou um gol feito do São Caetano numa bola aérea no finalzinho. O empate faz o time subir na tabela graças à derrota do Santos em Bragança.
O time entrou no jogo para fazer o placar logo no início. Com bastante velocidade e apoiado pelos laterais, o time prensou o São Caetano em seu campo e foi criando chances, até que Kleber foi lançado por Marcos Assunção, quando ia dominar na área foi atropelado pelo lateral Artur, e o juizão colocou na cal. O próprio Gladiador bateu com muita categoria e abriu o placar.
O São Caetano estava perdidinho, não conseguia conter a movimentação do ataque do Verdão, principalmente a de Kleber, que ora se posicionava como centroavante, ora como armador, vindo buscar jogo. E o time perdeu pelo menos três chances ótimas de fazer o segundo, o que daria bastante tranquilidade para comandar o resto do jogo. A principal chance foi perdida por Adriano, que estava livre, no bico da pequena área, e fechou os olhos para chutar pro gol.
Patrik não se achou em campo, sem a referência de Valdivia, e se posicionava cada vez mais adiantado, deixando um buraco no nosso meio-de-campo. Assunção e Marcio Araujo passaram a arriscar passes em profundidade, e a bola ficava cada vez mais com o São Caetano, que equilibrou o jogo. E nas bolas aéreas, o time do ABC começou a levar perigo ao gol de Deola. Na primeira jogada perigosa, a bola sobrou pro atacante grossão deles, que girou e finalizou – a bola foi no travessão. Pouco depois, escanteio no primeiro pau, Artur se antecipou e tocou de cabeça, com precisão, no cantinho de Deola: 1×1.
Sem ligação, o Palmeiras não conseguia mais criar, e o São Caetano, dominando a posse de bola, podia até ter pressionado mais o Palmeiras entre o gol e o fim do primeiro tempo, mas aparentemente se deu por satisfeito com o empate, e recolheu o time. Sorte nossa. Felipão, nitidamente insatisfeito com o posicionamento de Patrik, mexeu no time, mas quem foi pro chuveiro foi Adriano, para a entrada de Tinga.
Sem Adriano na frente, o trio de zagueiros do São Caetano ficou mais à vontade para marcar Kleber. E o time do ABC abusou das faltas, truncando o jogo e contando com a conivência da arbitragem. Com o ritmo do jogo cortado, o Palmeiras, que melhorou a ligação com a participação de Tinga, passou a depender mais da pontaria de Marcos Assunção.
Numa arrumação de barreira, Thiago Heleno se desentendeu com o zagueiro Anderson Marques, e os dois foram expulsos. Desmontado o esquema de três zagueiros do São Caetano, o jogo do Palmeiras voltou a aparecer, mas o time esbarrava na tarde pouco inspirada de Patrik e Tinga, que erravam demais no último passe. Felipão recompôs nossa zaga com Chico, mostrando que Leandro Amaro não goza de nenhum prestígio com ele. Nosso meio ficou mais frágil, já que o sacado foi Cicinho e Marcio Araújo foi pra lateral. Tinga não recuou para ajudar Assunção, e o São Caetano, que só se segurava, achou espaço para voltar a atacar. O jogo ficou mais aberto.
Enquanto o Palmeiras sofria para conseguir finalizar, o São Caetano era mais letal em suas descidas, e Deola fez uma defesa extraordinária a três minutos do fim, numa cabeçada à queima-roupa de Luciano Mandi. Sem a devida proteção à zaga, o jogo evidenciou que o miolo de zaga continua com sérios problemas nas bolas aéreas. No final, o resultado foi justo pelo que os times produziram. Mais uma vez, sem Valdivia, o Verdão mostra que é um time que pode apenas ganhar pontos no Paulista. Para o Brasileiro, é uma equipe com sérias limitações. O time precisa de uma alternativa para as ausências do chileno, sem falar no centroavante. Mesmo sem meias, apenas com Kleber jogando uma partida comum, esse time com um centroavante já seria muito competitivo.
Atuações:
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Deola: só ficou uma certa dúvida quanto ao gol, se a bola era defensável ou não. Mas de qualquer forma, as duas defesas que fez, uma em cada tempo, foram estupendas. 9,5 |
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Cicinho: no primeiro tempo esteve bem, criando bastante, driblando e recebendo faltas. No segundo tempo recuou, e acabou substituido. 6,5 |
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Danilo: fez a dele, estava sempre marcando o seu mesmo nos lances em que levamos as cabeçadas. 6,5 |
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Thiago Heleno: também não comprometeu, e no lance da expulsão, não tinha outra coisa a fazer. 6 |
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Gabriel Silva: vem mostrando uma evolução enorme na defesa, cada vez mais consciente na cobertura. 7 |
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Marcio Araujo: mais uma vez, partida comum, nada que qualquer volante de time do interior não fizesse igual. 6 |
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Marcos Assunção: uma de suas melhores partidas como marcador. Ironicamente, o gol foi feito pelo jogador que ele estava marcando. A pontaria já está OK, não está com sorte. 7 |
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Patrik: depois de um bom começo, foi o responsável pela queda tática do time ao se posicionar errado em campo. 4 |
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Adriano: parece que gastou tudo naquela semana mágica dos seis gols. O gol que ele perdeu pode ter sido decisivo para o resultado. 4 |
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Kleber: não jogou suas melhores partidas, mas provocou o pênalti, e converteu. E continua sendo de longe o jogador mais perigoso e produtivo do time. 8 |
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Luan: voltou ao normal, para desespero dos que, após o show em Uberaba, disseram que sempre acreditaram nele, que ele era um injustiçado. 5 |
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Tinga: o time melhorou com sua entrada, mas não foi efetivo à medida que errou todos os passes para finalização que tinha que ter acertado. Na verdade, bastava acertar um. 5,5 |
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Chico: entrou como zagueiro, e não ajudou muito a segurar a pressão do São Caetano. 5,5 |
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Max Santos: até agora não acertou nenhuma boa partida pelo Verdão. Continua entrando para escancarar a deficiência de elenco. S/N |
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Felipão: tinha limões, e fez sua limonada. Não tem nunca a opção de forçar o jogo pelas laterais, porque não temos centroavante. Aí, só fazendo um milagre por jogo. Não dá. 7 |


























