Palmeiras: 500 Vitórias em Campeonatos Brasileiros #Palmeiras500
30 de junho de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Verdazzo
Parabéns torcedor Palmeirense!
Palmeiras 2×0 CAG
30 de junho de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Num jogo em que mostrou bastante tranquilidade, o Palmeiras bateu o CAG por 2×0 no Canindé, e segue na terceira posição do campeonato, a apenas dois pontos do líder. A partida foi ótima em vários aspectos: mostrou que a equipe não se abateu com a derrota em Fortaleza, teve a excelente estreia de Maikon Leite, exibiu um time que pela primeira vez mostrou um bom futebol mesmo sem Kleber e Valdivia, e de quebra afasta qualquer zica que já poderia ser construída em relação ao CAG.
O Verdão desde o início mostrou grande superioridade em campo. A proposta do CAG ajudou: jogando apenas no erro do Palmeiras, os time goiano só foi chutar a primeira bola em gol aos dez minutos do segundo tempo. Enquanto o placar estava em branco, só deu Verdão. Firme no primeiro passe, sem dar chance para uma surpresa, o time construiu as jogadas tendo como referência Wellington Paulista pelo centro e Maikon Leite pela direita, endiabrado.
Cicinho também estava numa noite inspirada, e o resultado disso foi que o lado direito do Palmeiras se mostrou uma arma bastante interessante, no jogo e para toda a sequência do campeonato. Outro que jogou muita bola foi Marcio Araújo, encorpando o meio, e providenciando as viradas de jogo quando necessário. Assim, saíram os dois gols: o primeiro, o próprio Marcio araújo costurou a jogada da esquerda para a direita, entrou na área e tocou para trás, achando Maikon Leite, que bateu forte, cruzado, abrindo o placar. Pouco depois, jogada pela esquerda, Gabriel invadiu a área e sofreu a carga, bem marcada pelo árbitro. Marcos Assunção bateu mal, mas foi o suficiente para fazer o segundo.
Com 2 a 0 no placar, o Palmeiras passou a jogar na boa, e o jogo esfriou até o intervalo. PC Gusmão providenciou duas trocas no intervalo: mexeu no lateral direito, e trocou Marcão pelo Juninho, e o CAG veio com uma postura mais digna – passou a jogar bola e tentar o gol. Mas o Verdão estava numa noite muito firme, e não permitiu a articulação de jogadas ao time goiano. Com saídas muito rápidas pelos dois lados, dado o espaço cedido pela postura mais ofensiva do adversário, o Verdão estava muito mais próximo do terceiro do que o CAG de diminuir.
Calma com o Maikon Leite, ok. Mas é impossível não ficar empolgado com sua atuação. Mesmo errando bastante, é um jogador que já deu uma cara nova ao time. Bastante participativo, joga em direção ao gol. Sua presença é uma ameaça constante à defesa adversária, há sempre a expectativa de que algo pode acontecer. Pega muitas vezes na bola, por isso erra bastante. A diferença em relação, por exemplo, a Adriano, que fica bem mais passivo no jogo, foi monstruosa. Mas ok, Calma com o Maikon Leite.
No final, Felipão fez algumas trocas, e descaracterizou o time, com as entradas de Tinga, Adriano e Chico. Aí foi só pra ver a bola rolar até o jogo acabar, não antes sem ver Bida bater uma falta de longe. Marcos fez mais uma daquelas: desviou a bola com a ponta do dedo, o suficiente para que ela fosse no travessão. E o juiz encerrou o jogo.
O campeonato para no fim-de-semana, por causa da Seleção da CBF. O Verdão volta a campo na quarta-feira, na Arena do Jacaré, contra o América. Uma vitória pode alçar o time até à liderança do campeonato. Enquanto isso, teremos mais uma semana de encheção de saco com a história Kleber/Flamengo. O Gladiador, aliás, foi flagrado pelas câmeras de televisão logo após a marcação do primeiro gol. Enquanto todos vibravam, ele tuitava tranquilamente em seu smartphone…
Atuações:
![]() |
Marcos: uma defesa fácil, uma boa no fim do jogo, e uns lances meio toscos quando precisou usar o pé. 7,5 |
![]() |
Cicinho: com muita confiança, apoiou bastante e vai ensaiando uma ótima dupla com Maikon Leite, seu antigo companheiro no Santo André. 9 |
![]() |
Mauricio Ramos: sentiu um pouco a falta de ritmo, mas nem teve muito no que errar. 7 |
![]() |
Thiago Heleno: assim como Mauricio, não teve nenhum trabalho com o ataque do CAG. 7 |
![]() |
Gabriel Silva: com espaço, apoiou bem, e sofreu o pênalti. Ainda teve fôlego para marcar bem pelo seu setor. 8,5 |
![]() |
Marcio Araujo: partida exuberante, digna da marca de 100 jogos atingida. Marcou, roubou bolas, conduziu, distribuiu, e até deu passe para gol. 9,5 |
![]() |
Marcos Assunção: fez sua parte fechando os espaços – verdade que com o tanto que o Gente Boa correu, ele nem precisou se esforçar muito. Bateu mal o pênalti, mas teve sorte. 7 |
![]() |
Lincoln: diziam que o Alex era dorminhoco. Pra vocês verem como é o futebol. 5,5 |
![]() |
Luan: no primeiro tempo foi o Luan que era criticado pela torcida. Com moral, não foi xingado mesmo errando tudo. No segundo tempo, com espaço, melhorou muito. 7 |
![]() |
Maikon Leite: como já é tradição, mais um que estreia muito bem. Mas ele abusou desse direito. Jogou demais. 9,5 |
![]() |
Wellington Paulista: fez sua melhor partida pelo Palmeiras. Ao que parece, deve ser a última. Mas finalmente fez o que se espera de um centroavante. Meteu uma na trave, faltou sorte. 8 |
![]() |
Tinga: entrou meio tímido, mas se soltou aos poucos, e até que fez seu papel com dignidade – importante, diante do episódio que protagonizou. 6,5 |
![]() |
Adriano: entrou bem no fim, talvez até para escancarar a diferença entre as posturas de Maikon Leite e a sua. Deu até raiva. S/N |
![]() |
Chico: mais uma vez entrou no finalzinho só pra correr o relógio. S/N |
![]() |
Felipão: o time vai ficando cada vez mais redondo. Impressionante como Maikon Leite encaixou certinho. Dá pra imaginar quando estiver completo, com Kleber e Valdivia. 9 |
Au Au Au! Maikon Leite é Animal!
30 de junho de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Humor, Verdazzo
Que a camisa 7 traga boas energias para você, garoto! Pra cima deles!
Rogério Ceni: O Goleiro Leite Moça (Bateu-Tomou)
30 de junho de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Humor, Verdazzo
E segue tomando… e tomando…
Pré-jogo: Palmeiras x CAG
30 de junho de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Olha o CAG aí outra vez. O time de Goiânia, cuja torcida não enche nem um terço do Serra Dourada em jogos “importantes” e cujo concurso social mais importante que promove é a “Garota Dragão”, miseravelmente está em nosso caminho novamente. Enquanto a camisa de aluguel – embora tenha razoável tradição regional nos anos 70 e 80 – não é novamente empurrada para a Segunda Divisão, lá vamos nós de novo enfrentá-los.
Desde que foi abraçado pelo BMG, o clube é usado para desova de refugos que dão errado em outros times, principalmente o Atlético Mineiro – aliás, esse parece ser o caminho também do Goiás. Um refugo famoso é o atacante Anselmo, cria nossa, que jogou o Paulistão pelo Botafogo de Ribeirão. O time de PC Gusmão manteve a base do ano passado e seu ponto forte é o entrosamento do time, especialmente no meio-campo, com três volantes pegadores. O provável time: Márcio; Adriano, Gilson, Anderson e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Ramalho e Vítor Junior; Anselmo e Marcão.
Felipão terá Maikon Leite à disposição, e o jogador foi relacionado. A expectativa da torcida em torno do ponteiro é imensa, o jogo é propício para se usar um atacante aberto e veloz, mas conhecendo Felipão, as chances do menino ficar no banco são enormes: com poucos treinos no clube, é bastante provável que Maikon Leite precise esperar por um maior entrosamento para ser escalado. O treinador conta com a volta de Luan, titularíssimo. Gabriel Silva também está recuperado, e pode aparecer, e Cicinho, que deixou o campo na última partida, não é problema.
A novidade fica por conta de Maurício Ramos, que volta ao time titular após a partida desastrada de Leandro Amaro em Fortaleza. Amaro parece ser um bom zagueiro, mas sentiu o peso da camisa quando foi exigido. O grande mistério é realmente a presença de Kleber. O Departamento Médico quer vetar sua presença, temendo que o edema se agrave; o jogador quer entrar em campo de qualquer jeito. O Gladiador será examinado algumas horas antes da partida para saber se joga. O provável time: Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Gabriel Silva (Rivaldo); Marcio Araújo, Marcos Assunção, Luan e Lincoln; Adriano (Maikon Leite) e Kleber (Wellington Paulista).
O horário e o local não ajudam, nem o frio, e nem a importância do adversário. Além disso, é dia 30, e a grana ainda não pingou para a maioria dos mortais, por isso não devemos ter um grande público no Canindé. Para cerca de 9 mil pagantes, o Verdão vence por 3 a 0, com um gol de Cicinho e dois gols dos atacantes que o Felipão resolver escalar.
Angry Chicken #FRANGOGERIOCENI
30 de junho de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Humor, Verdazzo
Será que irão lançar mais uma camisa “MAGENTA” em comemoração ao 100º Frango da carreira do Frangogério Ceni?
E Chico Pinheiro… olha o que você foi fazer! Deu a ideia… agora segura o goleiro tricolor!
(reparem aos 24… sim… 24 segundos do vídeo…)
Calma com o Maikon Leite
28 de junho de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Verdazzo
Maikon Leite teve seu registro publicado no BID da CBF e já tem condições de jogo, física e legalmente. Está nas mãos de Felipão a escalação do menino já no próximo jogo, contra o CAG, no Canindé.
O atacante, de 22 anos, teve ruptura completa de ligamentos no joelho direito há três anos, num jogo entre Santos e Flamengo. A imagem foi realmente chocante, e os abutres de plantão deram sua carreira como encerrada. Maikon não se abateu e, com muito trabalho, conseguiu a plena recuperação clínica, após oito meses.
Apenas nove semanas após voltar aos gramados, Maikon teve nova lesão, no mesmo joelho, com ruptura dos ligamentos cruzados, num jogo contra o Atlético Mineiro. Foram mais seis meses até a volta ao futebol, em janeiro de 2010. Desde então, vem mostrando que sua condição clínica é 100%, e a torcida do Palmeiras pode acreditar que não está chegando ao clube um novo Lenny – que, aliás, jogou apenas dez minutos pelo Figueirense desde que deixou o Palestra, no fim do ano passado.
Em 2010, emprestado ao Atlético-PR, jogou contra o Palmeiras no Pacaembu e, apesar da vitória do Verdão por 2×0, jogou muita bola, dando um calor no nosso lado esquerdo. Foi quando chamou a atenção de Felipão, que pediu sua contratação – concretizada em janeiro. O clube mostrou rara competência nesta negociação, abordando o atleta seis meses antes de vencer seu contrato, e aproveitando um momento em que ele tinha pouca perspectiva diante da badalação em torno dos atacantes queridinhos do Santos. Maikon Leite foi titular por vários jogos no Campeonato Paulista, marcando muitos gols nas primeiras rodadas. Com a chegada de Muricy, perdeu espaço, e deixou de ser relacionado até para o banco de reservas nas partidas decisivas do Paulistão.
Veloz e driblador, Maikon Leite joga pela direita, e deve ocupar a vaga de Adriano. Ao contrário de Wellington Paulista, que segue disputando uma vaga com o hoje intocável – quem diria – Luan, Maikon tem o estilo de jogo já encaixado com o esquema que vem sendo usado por Felipão. Talvez não entre jogando já nesta quinta-feira, é possível que o técnico prefira ambientá-lo mais um pouco, mas para o fim-de-semana é praticamente certo que será relacionado.
O garoto foi apresentado na semana passada, e chegou esbanjando vontade e otimismo. Poucas entrevistas foram tão boas quanto a que vimos em sua apresentação. Com muita personalidade, mostrou conhecer o Palmeiras e a obrigação de ganhar títulos. Com muita tranquilidade, afirmou que veio aqui para isso mesmo, apesar de não ser nenhum Salvador da Pátria. Pouca gente deu atenção para essa frase, que, apesar de batida em apresentações, é muito importante para ele neste momento.
De fato, Maikon Leite vem sendo encarado, mais uma vez pela carente torcida do Palmeiras, como o cara que vai chegar e fazer o time virar uma máquina de jogar bola. Isso pode ser muito perigoso para a relação entre atleta e torcida, principalmente porque está chegando sozinho, sem dividir a atenção com mais reforços, como acontece no início de temporada. A bipolaridade dos palmeirenses afeta demais o elenco, e sempre negativamente – quando fazem oba-oba, o cara mete a mala (vide Adriano, só para lembrar o caso mais recente), e quando a torcida massacra, o jogador se retrai. Maikon parece ter personalidade suficiente para encarar essa pressão, mas os torcedores bem que podiam colaborar: ele não é o Salvador da Pátria.
O ideal mesmo seria que Maikon chegasse ao lado de mais um ou dois reforços para outras posições que temos carência, até porque o elenco tem deficiências crônicas principalmente na zaga e na lateral-esquerda. Mas já que vai ter que encarar essa bucha, vamos ter calma com ele. Quanto mais esperança for depositada no menino, maiores tendem a ser os xingamentos em caso de duas ou três partidas ruins. O que ele mais precisa agora, é de apoio. Calma com o Maikon Leite.
Ceará 2×0 Palmeiras
26 de junho de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Jogando muito mal, o Palmeiras foi derrotado por 2×0 pelo Ceará em Fortaleza, e caiu para o terceiro lugar na tabela. No entanto, com a derrota do bambi, permanece a quatro pontos do líder, como uma das principais forças do campeonato.
Sob um calor intenso, o Verdão começou em cima do Ceará, dando a impressão de que dominaria o jogo. Rivaldo, em boa descida pela esquerda, cruzou na cabeça de Wellington Paulista, que testou para ótima defesa de Fernando Henrique. E ficou nisso. Aos sete minutos, escanteio pela esquerda para o Ceará, Thiago Humberto cruzou na marca do pênalti para Washington Dumbo, que cabeceou entre Marcio Araújo e Leandro Amaro, no ângulo de Marcos que não teve chances.
Logo em seguida, Marcos se atrapalhou todo numa saída por cima num cruzamento de Boiadeiro. Na sequência, Washington rolou pra Vicente que bateu forte, e Marcos se redimiu fazendo boa defesa. O maior vexame da rodada entre os goleiros, entretanto, passou longe de nosso goleiro, com isso não precisamos nos preocupar. O lance ilustrou bem o que foi o jogo: do lado do Ceará, os dois laterais apoiando bastante, três volantes fazendo uma parede sólida e cobrindo as descidas dos laterais, e apenas Thiago Humberto articulando, com liberdade. E do nosso lado, péssima jornada técnica.
Taticamente, Lincoln jogava muito adiantado, e o que já estava difícil diante de muitos erros de passes, ficava quase impossível diante do equívoco no posicionamento. Com a lesão de Cicinho, Marcio Araújo foi para a direita, e Patrik entrou para ajudar a preencher esse espaço. O Palmeiras melhorou, mas não o suficiente, pois continuou errando muitos passes . E o castigo veio no finalzinho do primeiro tempo, numa jogada pela direita, cruzamento no segundo pau, Vicente tocou para trás e achou Thiago Humberto que vinha na corrida; o meia finalizou no canto de Marcos, outra vez batido no lance.
Para tentar segurar o avanço dos laterais do Ceará, Felipão colocou Adriano no Lincoln. De fato, o Ceará diminuiu um pouco o ritmo no segundo tempo, um pouco pela alteração tática, mas muito mais pela cômoda vantagem no placar. Com uma formação defensiva bastante sólida, e diante de uma jornada técnica absolutamente infeliz dos jogadores do Verdão, ficava difícil imaginar como um gol poderia sair, a não ser que fosse de bola parada. Por outro lado, a luta dos jogadores do Palmeiras dava a impressão que se saísse um gol, no moral, na força da camisa, o time chegaria pelo menos ao empate.
Mas o primeiro gol não saiu. Felipão tentou abrir o jogo com Vinicius pela direita no Wellington, mas o menino jogou no mesmo nível de todo o time: tentou, tentou, mas errou tudo. O Palmeiras ainda correu o risco de levar uma goleada como a de Coritiba, porque o Ceará era perigosíssimo nos contra-ataques. Quis o destino que desta vez o time não levasse mais gols: nossos zagueiros tiraram algumas, a trave nos salvou em outras jogadas, e nos livramos assim de um resultado vexatório, e de não termos que suportar novas teorias conspiratórias de nossa torcida, que sempre aparecem quando o time sofre um resultado vergonhoso.
Um clube com a grandeza do Palmeiras não pode sofrer resultados vexatórios, mas isso acontece de vez em quando. A despeito da frequência com que isso vem acontecendo nos últimos anos, o torcedor palmeirense, bipolar, não tem a menor capacidade de enxergar quando realmente há algo de podre, e quando são apenas contigências do futebol. Assim como a partida de Kleber, hoje. O Gladiador fez uma de suas piores partidas desde que voltou ao Palmeiras, e logo após o fim do jogo, já começaram a pipocar manifestações de torcedores acusando-o de corpo mole e de estar com a cabeça no Flamengo. Esses gênios não tiveram a capacidade mínima de raciocinar que se Kleber realmente estivesse pensando na Patricia Amorim, teria arranjado um cartão amarelo e seria suspenso do jogo contra o CAG, que será o sétimo no campeonato e que inviabilizará a transferência. A novela acaba definitivamente na quinta, quando ele entrar em campo no Canindé.
Há quem diga que Luan fez falta. Claro que fez, afinal, o time está treinado para atuar contando com seu jogo pela esquerda. Mas o que será que fez mais falta: Luan pela esquerda, ou Danilo na zaga? A resposta me parece óbvia.
Atuações:
![]() |
Marcos: não teve culpa nos gols, mas deu uma saída patética no primeiro tempo. 6 |
![]() |
Cicinho: jogou preso, e sentiu uma lesão estranha ainda no primeiro tempo. Vinha numa ótima fase, vamos torcer para que não tenha sido grave. 6 |
![]() |
Leandro Amaro: em sua segunda partida como titular, e pela primeira vez exigido, foi mal. Estava na jogada do primeiro gol, e ainda errou passes fáceis. Muito inseguro. 2 |
![]() |
Thiago Heleno: um dos poucos que se salvou, fazendo uma partida bastante regular. 7 |
![]() |
Rivaldo: não fez nada além do que se espera dele: Nenhuma genialidade, e não atrapalhou. Até acertou um bom cruzamento. 6 |
![]() |
Chico: estava mal quando era o terceiro volante, quando Marcio Araújo foi pra lateral, perdeu-se de vez. Ainda desperdiçou um gol feito, num raro ataque bem organizado pelo Palmeiras. 3 |
![]() |
Marcio Araujo: outro que se salvou, tanto enquanto estava no meio, como quando foi pra lateral. Marcou bem, apoiou dentro de suas limitações, e até puxou contra-ataques. 7,5 |
![]() |
Marcos Assunção: atuação ridícula para um jogador com sua experiência. Teve várias faltas e escanteios à disposição, e só uma foi bem aproveitada. 3 |
![]() |
Lincoln: literalmente se escondeu da bola. Atuação omissa, castigada por Felipão no intervalo. 2,5 |
![]() |
Kleber: tentou, tentou, tentou. Errou, errou, errou. O único elogio vai por ter evitado o terceiro cartão. 2,5 |
![]() |
Wellington Paulista: não parece à vontade aberto pela ponta. De fato, não fica muito claro por que Kleber joga centralizado e Wellington aberto. 4,5 |
![]() |
Patrik: sua entrada melhorou bastante o time taticamente, e ainda quase deixou o seu numa finalização da entrada da área, que passou bem perto. 7 |
![]() |
Adriano: tentou, tentou, depois nem tentou mais. Errou, errou, e só não errou mais porque parou de tentar. 2 |
![]() |
Vinicius: lembrou o Luan das partidas ruins, só que pela direita. 3 |
![]() |
Felipão: a se questionar a razão de Kleber e Wellington jogarem de forma invertida ao que suas posições naturais sugerem. No mais, fez o que dava pra fazer. Não tem culpa que os jogadores erraram passes de meio metro. 6 |
Pré-jogo: Ceará x Palmeiras
25 de junho de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Com o Castelão em reformas visando à Copa do Mundo, o Verdão vai enfrentar o Ceará no acanhado estádio Presidente Vargas, de propriedade da Prefeitura de Fortaleza. O estádio tem a capacidade atual para apenas 13 mil pagantes, o clima na capital cearense é de muito calor, como sempre, e o Palmeiras vai ter que jogar muita bola para sair com um bom resultado desse pequeno caldeirão.
Apesar de uma sequência de resultados não muito boa, o time comandado por Vagner Mancini não é bobo, deu um calor no bambi na última rodada, e precisa do resultado. Com todos os titulares à disposição, a escalação do Vozão deve ser Fernando Henrique; Boiadeiro, Fabrício, Diego Sacoman e Vicente; Heleno, Michel, Thiago Humberto e João Marcos; Oswaldo e Washington Dumbo. Apesar de nomes modestos, o time está bem entrosado, e tanto tem opções de ataque pelo meio, com enfiadas que visam a velocidade de Oswaldo, como pelas pontas, buscando o cabeceio de Dumbo.
Felipão deve congestionar o meio com a entrada de Chico na vaga de Luan, suspenso. Wellington Paulista e Adriano brigam pela vaga no ataque, ao lado de Kleber, com clara vantagem para o segundo. O provável time: Marcos; Cicinho, Leandro Amaro, Thiago Heleno e Rivaldo; Chico, Marcio Araújo, Marcos Assunção e Lincoln; Kleber e Adriano (Wellington Paulista).
Com essa parede na frente da zaga, Felipão claramente vem para os contra-ataques já buscando uma configuração para encaixar o recém-chegado Maikon Leite. O Verdão vai tentar resolver o jogo usando a velocidade, e, claro, as bolas paradas. O palpite é de 1×0 pra nós, com gol de Lincoln, se Heber Roberto Lopes, o juiz escalado para o jogo, não atrapalhar.
A medalha e a canequinha
24 de junho de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Política, Verdazzo
Ontem, no programa Arena SporTV, o presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, falando da conquista da Libertadores pelo Santos e dos planos para o futuro, explicou por que pretende segurar Ganso e Neymar no time. Com a medalha de campeão no peito.
Algumas semanas atrás, Mustafá Contursi revelou ao conselheiro Tarso Gouveia, no programa TV Famiglia, qual é a razão da existência do Palmeiras em sua opinião. Com uma canequinha na frente.
Precisa falar mais?

Media training
21 de junho de 2011 por @parmerista
Postado em: Matérias, Verdazzo
Mais uma vez, a semana no Palmeiras começa tumultuada, mesmo com o time vivendo um excelente momento. Desta vez, a polêmica teve como pivô o atacante Kleber, o jogador mais importante do time.
Tudo começou na última sexta, quando o Flamengo fez uma oferta para levar o Gladiador para o Rio. Até aí, tudo certo: Kleber é um dos melhores jogadores em atividade no país, e não há problema nenhum em um time verificar a possibilidade de contar com o atleta. O problema já poderia ter começado quando a proposta foi feita ao clube e ao mesmo tempo ao jogador. Eticamente, os clubes não podem conversar com os atletas ou jogadores antes do sinal verde da diretoria. Mas o abandono a essa regrinha de conduta já nem conta mais nos dias de hoje. Vamos para o próximo ato.
Diante de uma proposta superior a seus vencimentos atuais, e vivendo um excelente momento técnico, Kleber fez o que todo jogador faz: pediu aumento – o que foi prontamente negado pela diretoria. São movimentos normais do dia a dia de um atleta e de um clube. A imprensa, que já tinha ficado sabendo de história, questionou o presidente Tirone a respeito da negociação. A resposta de Tirone: “não acho que o Kleber vá sair, ele não trocaria o certo aqui no Palmeiras, pelo duvidoso no Flamengo”.
A frase do presidente, mais uma vez, foi de extrema infelicidade, por mais que esteja correta. De fato, o raciocínio da direção ao negar o aumento a Kleber deve ter sido esse que o presidente expôs. O duvidoso no Flamengo, no caso, não necessariamente é a condição de jogar e ser titular, mas sim de chegar num ambiente novo, onde pode ser ou não bem recebido, ou mesmo com relação aos salários – aqui, todos estão sendo pagos em dia, e no Flamengo todos sabem que o mês tem bem mais que 30 dias.
Por mais que o conteúdo seja coerente, dizer a frase em público era totalmente desnecessário. O presidente não precisa se justificar para a imprensa, nem mandar recado para Kleber das razões por que negou o aumento. O discurso correto seria algo como: “Kleber é um excelente jogador, o contrato tem uma multa, e se o Flamengo se mostrar disposto a depositar o valor pode conversar com o jogador para acertar os salários. Não gostaríamos que o Kleber nos deixasse de forma alguma, já que é um ídolo e o melhor jogador do time, mas o Palmeiras tem uma política salarial a seguir, e entendemos que o salário do Kleber é alto o suficiente para recompensar seu valor em campo”. Pronto. Altivo, valorizaria publicamente o jogador, e ao mesmo tempo mostraria austeridade. Pode até haver dezenas de respostas melhores ainda, mas esta seria uma resposta digna de um presidente do Palmeiras.
O Gladiador foi pro jogo contra o Avaí, e teve grande atuação. Ao final da partida, a imprensa, claro, deixou de lado a grande performance dele e do time, e foi logo pro ataque, aproveitando a brecha na frase do presidente: “Kleber, o presidente Tirone disse que não lhe deu aumento porque não acha que você vai trocar o certo aqui o Palmeiras pelo duvidoso no Flamengo, o que você acha?”
A pergunta, claro, foi como uma banana de dinamite para o Gladiador, que devia estar chateado por ter seu pedido negado, e que talvez por isso não teve o sangue frio necessário para o momento. Em vez de desconversar, como convém a situações em que é solicitado comentar uma declaração de terceiro que não se ouviu diretamente, Kleber disparou: “tenho condições de ser titular em qualquer equipe, é triste saber que o presidente não me valoriza como eu mereço”. Perguntado se ficaria no Palmeiras, respondeu dubiamente que “estava nas mãos da diretoria”, dando a entender que se seu pedido não fosse aceito, deixaria o clube, mas para todos os efeitos mostrando respeito às decisões da diretoria, caso resolvessem negociá-lo.
Coube a Felipão, em coletiva, minimizar os estragos. Ciente da força das declarações dadas, contemporizou, puxou para si o foco da briga, ao dizer que o Flamengo teria que vender a Gávea se quisesse contar com Kleber. E ainda disse categoricamente, como um presidente de clube, que o atleta não sai de jeito nenhum, que é o maior atacante do Brasil, dando assim o reconhecimento não-financeiro ao jogador, que já tem disparado o maior salário do elenco.
Kleber jamais admitiu que pediu aumento, e nem tem obrigação disso. Seu agente Giuseppe Dioguardi entrou em ação publicamente dizendo que o jogador não sai, que não pediu aumento e que está feliz no Palmeiras. O problema tende a acabar. Mas não precisava nem ter começado. Bastava que Tirone não desse uma declaração desnecessária, e que Kleber não comprasse uma briga boba. A imprensa só riscou o fósforo, quem jogou a gasolina foram os próprios palmeirenses.
Está mais do que na hora dos jogadores, e também do presidente Tirone, se submeterem a um treinamento de como lidar com a imprensa. Os jogadores deveriam receber o media training assim que assinam o contrato, antes mesmo do primeiro treino no campo. E o presidente, se aos 60 anos de idade ainda não adquiriu a postura necessária para cumprir as exigências do cargo, que busque meios para isso, nunca é tarde demais. Evitaria uma série de contratempos.
Mais uma vez, Felipão colocou ordem na casa. Talvez seja esse seu maior problema: ao ter que meter a colher onde não deveria (mas é obrigado), o treinador certamente vai despertar nos políticos palmeirenses o sentimento que mais acomete os incapazes: a inveja, que só tende a aumentar a temperatura do óleo, constantemente pronto para fritá-lo na primeira sequência ruim de resultados em campo.
Palmeiras 5×0 Avaí
19 de junho de 2011 por @parmerista
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo
Com 25 minutos espetaculares no primeiro tempo, o Verdão matou o Avaí no Canindé, meteu 5 a 0 e cumpriu o planejamento de Felipão para os primeiros cinco jogos do campeonato ao chegar a 11 pontos, na vice-liderança. Luan, com dois gols, Kleber também com dois, e Cicinho foram os destaques do jogo.
Entretanto, até os 20 minutos nem podia passar pela cabeça da torcida palmeirense tamanho passeio. O jogo estava duro, com o Avaí bem fechadinho e perigoso nos contra-ataques, e estava difícil imaginar por onde o time furaria o bloqueio dos catarinenses. Lincoln ainda buscava um posicionamento no campo, Luan não era acionado pela esquerda, Wellington Paulista claramente escalado fora de posição era tão irritante quanto Adriano, e apenas Kleber fazia o de sempre: buscava jogo, recebia de costas, apanhava, e vez ou outra conseguia trocar um passe.
O gol que mudou o jogo só poderia ter saído mesmo de bola parada: aos 20, num escanteio pela direita, Marcos Assunção bateu no primeiro pau, a bola desviou no bolo e sobrou para Lincoln no segundo pau. O meia, que vinha na corrida marcado por George Lucas, nem precisou escorar, já que seu marcador acabou se precipitando e marcou contra, abrindo o placar. E era esse gol que o time precisava para, na configuração armada por Felipão, render.
Com Wellington Paulista aberto pela direita, Kleber de centroavante, Cicinho apoiando bastante e Lincoln costurando as jogadas, o time precisava de espaço, coisa que o Avaí, enquanto estivesse segurando o 0 a 0, não ia dar. Depois do gol, o panorama mudou, o lanterna do campeonato se viu obrigado a buscar o empate, e com mais liberdade o Palmeiras virou uma máquina, pelo menos até o fim do primeiro tempo. Aos 23, numa bola esticada na direita, Julinho chegou inteiro nela mas perdeu para Cicinho que invadiu, levantou a cabeça e cruzou para Lincoln, na linha da pequena área. O meia fez o corta-luz e a bola chegou limpa para Luan, que sem marcação bateu no contra-pé de Aleks: 2 a 0. Logo depois, meio que no desespero, o Avaí forçou um ataque e Pedro Ken bateu de fora, para boa defesa de Marcos.
O lance foi fortuito, o Palmeiras dominava. Assunção aproveitou a direção do sol, no rosto do goleiro, e bateu uma falta com força, em cima de Aleks, que não viu a bola. Ela passou e triscou o travessão. Lincoln tabelou com Wellington e chegou de frente para o gol, mas errou na finalização. Foi quando Luan recebeu uma entidade oculta e jogou muita, mas muita bola nos quinze minutos finais. Na primeira jogada, recebeu pela esquerda e partiu em velocidade. A esticada de bola, para ele mesmo, foi com a força certinha, e ele chegou em ótima posição para cruzar. Bateu forte, rasteiro, buscando alguém que estivesse fechando, mas deu sorte da bola bater em Marcinho Guerreiro, enganar Aleks, e ir pra rede: 3 a 0.
E de novo Luan, desta vez não precisou de nenhum presente nem de sorte: ele partiu com a bola pela esquerda e serviu a Kleber, que, ainda fora da área, cortou para o meio, viu a posição do goleiro e deu um tapa, de curva, no ângulo esquerdo, indefensável. Com 43 minutos o placar já apontava 4 a 0 para o Palmeiras. O Avaí anda poderia ter complicado o jogo num ataque pela esquerda, que Marcos trabalhou duas vezes, cortando o cruzamento e defendendo o chute que veio na sequência. Na TV as defesas pareceram bem mais fáceis do que vendo ali pertinho.
O Avaí tentou ocupar mais o meio-de-campo no segundo tempo, e criou a primeira boa chance com um chute que estrada pegou uma bola espirrada e bateu de primeira, na trave. Essa ousadia do Avaí poderia ter lhe custado caro, já que deu mais espaços ainda para as descidas de Luan e Cicinho. Logo em seguida, Luan fez uma excelente jogada pela esquerda e cruzou com açúcar para Wellington Paulista, que errou ao melhor estilo Rodinaldo.
O jogo então deu aquela esfriada, já que o Avaí percebeu que se tentasse ir pra cima ia tomar mais quatro, e passou a tentar só na boa. O Palmeiras continuou jogando sério na marcação, mas já não tinha tanto apetite para buscar o quinto. E o gol saiu naturalmente, num pênalti sofrido por Lincoln. A torcida pediu por Marcos, os jogadores apoiaram, mas tanto o goleiro como Felipão, campeões do mundo, souberam respeitar os adversários e não entraram na pilha. Seria legal ver o Marcos marcando um gol. Mas aos 26 minutos, isso não se faz. Perfeita a decisão, Kleber bateu e fez o quinto.
Marcio Araújo virou meia, depois das mexidas: Patrik, Chico e Dinei no Wellington, Lincoln e Kleber. E numa bola esticada, ele matou como Valdivia, mas se atrapalhou e perdeu a chance do sexto. E num dos lances mais lindos do jogo, Cicinho arrancou do campo de defesa, no meio de quatro marcadores foi levando até a entrada da área, e quase fez o dele, que seria sem dúvida o mais lindo da rodada, mas a bola desviou no zagueiro e chegou amortecida para Aleks defender. No final, o Avaí, que já tinha feito as três mexidas, perdeu um zagueiro contundido, e ficou com um a menos. Mas o Palmeiras não forçou mais e o placar ficou mesmo apenas nos 5 a 0.
É nítido que o time do Avaí não é nenhum supertime, e que Gallo ainda não pegou a mão do elenco. Mas não é time para tomar de 4 a 0 no primeiro tempo de ninguém. O Palmeiras aproveitou muito bem o momento de apagão proporcionado pelo primeiro gol e construiu o placar com competência, mas contando com algumas falhas, e tendo alguma sorte. Foi mais ou menos assim em Curitiba, há pouco mais de um mês. Coisas do futebol.
Luan merece um parágrafo só para ele. Quando pegou confiança e teve seu nome gritado pela torcida, jogou muito. Foi agraciado por um adversário que tomou um golpe na ponta do queixo, e ainda ganhou dois gols de presente. Até ali, não tinha feito nada de mais. Depois, foi bem demais. É isso que esperamos dele. Sabemos que não vai ser todo jogo assim, porque já conhecemos suas limitações técnicas. Mas se ele evoluir, como Marcio Araújo evoluiu, e mostrar consistência ao longo da competição, será elogiado na mesma proporção. Como está sendo elogiado hoje.
Felipão deu um show na coletiva após o jogo. Desconstruiu o início de crise gerado por diz-que-diz de repórteres com Tirone e Kleber, afastou categoricamente o burburinho por uma possível transferência do Gladiador para o Flamengo – que nem patrocínio na camisa tem, e chamou o foco da entrevista para a grande goleada aplicada. Se nosso presidente e nossos diretores não conseguem, nosso comandante de campo faz muito bem as vezes de comandante geral. Que os incompetentes não inventem de atrapalhá-lo por inveja e o deixem continuar seu estupendo trabalho.
Atuações:
![]() |
Marcos: duas ótimas defesas e a postura digna de sempre ao se recusar a bater o pênalti que até os caras do Avaí deviam estar torcendo pra ele bater. 9 |
![]() |
Cicinho: um dos melhores em campo, foi importantíssimo para abrir a defesa do Avaí, além de ter sido o responsável pelo segundo gol, que nocauteou o adversário. 9,5 |
![]() |
Leandro Amaro: partida sob medida para ir se acostumando com a titularidade. Vamos torcer para que aguente o tranco. 7 |
![]() |
Thiago Heleno: soberania pelo alto, e tranquilidade por baixo – nas poucas vezes que foi preciso. 7,5 |
![]() |
Rivaldo: foi o Rivaldo de sempre, destoou numa tarde tão feliz de todo o time. Vamos deixar pela falta de ritmo pra não avacalhar. 5 |
![]() |
Marcio Araujo: ótima participação, inclusive quando virou meia ao lado de Patrik. Teve seu momento de maestro do time. Incrível. 8 |
![]() |
Marcos Assunção: partida mais uma vez acima da média, como vem sendo usual após a renovação do contrato. 8 |
![]() |
Luan: confiança é tudo: mal tinha pego na bola até o primeiro gol. Fez o segundo num presente duplo de Cicinho e Lincoln. No terceiro ele tentou cruzar e ela entrou. Daí comeu a bola. DEZ |
![]() |
Lincoln: enquanto a marcação do Avaí estava lúcida, encontrou dificuldades. Quando eles se perderam, ele deitou e rolou. 8,5 |
![]() |
Kleber: Felipão disse que ele é o melhor centroavante do país. E não é exagero. Está jogando demais. DEZ |
![]() |
Wellington Paulista: muito fraco fisicamente, não aguenta partir para o ataque se volta correndo pra ajudar a defesa. Está jogando aberto, já que Kleber continua pelo meio. Ainda perdido. 6 |
![]() |
Patrik: Felipão está guardando para o segundo turno – quando Luan ficar manjado e alguém colar nele – a formação em que Patrik vai encostar no meia. Só pode ser isso. 7 |
![]() |
Chico: entrou o Wellington pra liberar… o Marcio Araújo! Esse Felipão… S/N |
![]() |
Dinei: entrou faltando pouco tempo e jogou de centroavante mesmo, já que Kleber saiu, mas o time já tinha desistido do jogo. S/N |
![]() |
Felipão: escalou uma formação mais ofensiva dada as dificuldades do Avaí, e deixa claro que não existem onze titulares, que a escalação está relacionada com o adversário. Gosto muito desse tipo de segurança. Mostra que o time já está entendendo suas variações. Isso é coisa de técnico top mundial. DEZ |
Atitude de SANTO #SAOMARCOS #MARCOS12
19 de junho de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Verdazzo

Clique na imagem para ampliar.
Respeito ao adversário e atitude digna de um Santo. Mito.
Kleber Gladiador é PALMEIRAS! #SONHEMMULAMBOS
19 de junho de 2011 por @cesarmorelli
Postado em: Humor, Verdazzo
Fotos originais: Fernando Borges/Terra

Clique para ampliar.
E a Urubuzada não se cansa de sonhar em ser Palmeiras um dia. Sonhem, Mulambos… Sonhem!




























