Verdazzo!

Onde estão os promotores públicos?

31 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Matérias, Verdazzo

A notícia saiu hoje no Estadão e é grave: o Ministério dos Esportes liberou uma verba de R$6,2 milhões para que o Sindafebol (Sindicato das Associações de Futebol) executasse um projeto de cadastramento das torcidas organizadas visando a segurança na Copa de 2014, mas o projeto não andou um centímetro sequer, e a entidade, presidida desde sua fundação por Mustafá Contursi,  admite não ser capacitada para a tarefa – leia a íntegra da notícia aqui.

O erário, desde a definição do Brasil como sede da próxima Copa do Mundo, tem destinado uma parte de seu orçamento para que a realização do evento cumpra todos os seus objetivos, e o dinheiro é repassado a quem de direito através do Ministério dos Esportes, pasta sobre a qual chovem acusações de corrupção. Neste caso, a ação, que dispensou licitação, teria sido facilitada por um certo Alcino Reis, homem de confiança do ministro.

São várias as perguntas de difícil resposta diante do teor da reportagem:

  • Por que o tal Sindafebol foi a entidade escolhida para a execução do projeto, se o próprio Mustafá Contursi admite que nem ele nem a entidade tem qualificações para tal?
  • Como é que um projeto de R$ 6 mi sai do Ministério a toque de caixa, sem licitação, e sem a chamada notória especialização?
  • O que justifica a urgência, visto que estamos a três anos do evento?
  • Quanto um capital como esse rende em aplicações até que uma improvável devolução aos cofres públicos seja determinada?

O caso é uma vergonha para todos os envolvidos. E a figura pública de Mustafá Contursi, intimamente ligada ao Palmeiras, indiretamente mancha o nome do clube.

Pedir justiça, que os fatos sejam apurados, e tudo o mais que é comum nesses casos é chover no molhado. Se comprovada a má fé , é ÓBVIO que todos os envolvidos devem não apenas devolver o produto do roubo, se possível com todos os ganhos financeiros decorrentes do tempo em que ficou investido, como também irem para a CADEIA, que é onde é lugar de bandido. Isso tudo, repetindo, se a má fé for comprovada.

Cadê os promotores públicos que adoram aparecer em cima das torcidas?

E-mail: conrado@verdazzo.com.br

Pré-jogo: Botafogo x Palmeiras

31 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo

Começa o returno, e o Verdão está no bolo de cima, a apenas cinco pontos do líder. É verdade que está em sexto lugar, então é hora de começar a deixar os cinco que estão acima de nós para trás, um a um. O primeiro da lista? O Botafogo, que está em quinto. Por uma sugestiva coincidência da tabela, é quem enfrentaremos logo de cara, dois pontos à nossa frente. É verdade que a tarefa não será nada fácil, devido aos vários desfalques no setor ofensivo, e também pelo ótimo desempenho do adversário no Engenhão. Mas o técnico é o Caio Junior, e é o Botafogo. Dá pra ganhar.

O ex-estagiário do Verdão tem o melhor time que o Botafogo já conseguiu montar nos últimos 15 anos. O grupo tem um surpreendente equilíbrio em todos os setores do campo, e a quinta colocação não é de graça, a começar pelo goleiro, Jefferson, um dos melhores do campeonato. Nas laterais, jovens com potencial, talvez seja o ponto mais instável do time: Lucas e Bruno Cortez. A zaga é forte, com Antonio Carlos e o esquisitão Fabio Ferreira. O melhor dos dois, Antonio Carlos, está contundido e cede lugar a Gustavo, campeão paulista em 2008. Os volantes são os experientes Renato e Marcelo Mattos, a criação fica com Elkeson e Maicossuel, e a dupla de ataque é composta pelos gringos Herrera e Loco Abreu. Uma formação tática simples, sem invenção, e o resultado é uma campanha consistente. Vai ser difícil.

A favor do Verdão, a solidez da defesa, e o fator surpresa no ataque. De um lado, Thiago Heleno e Henrique formam uma zaga quase intransponível, ainda mais quando bem protegidos por Chico e Kid. E lá na frente, a nova presença de um homem de área faz do Palmeiras um time novo, que os adversários ainda precisam estudar. Com os desfalques de Marcos (poupado), Dinei e Maikon Leite (contundidos), Luan (suspenso) e Valdivia (convocado), Felipão deve mandar a campo Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Henrique e Gabriel Silva; Chico, Marcos Assunção, Marcio Araújo e Patrik; Kleber e Fernandão.

Que ninguém espere uma super partida de Fernandão. Ele está lá apenas para colocar pra dentro; no mais, vai se atrapalhar com a bola e cometer muitos erros. Que assim seja, desde que deixe pelo menos um lá dentro. Marcio Araújo e os laterais terão papéis importantes num time tão desfalcado. Gente Boa deverá se desdobrar em campo, fazendo a ligação com a posse de bola e congestionando o setor sem ela. E num gramado muito ruim como o do Engenhão, os laterais deverão ser canais de saída importantes, embora a tendência seja mesmo que Felipão os segure. Quem precisa mesmo brilhar nesse jogo é Kleber. O único jogador realmente acima da média em campo terá a responsabilidade de colocar o jogo do Palmeiras num patamar elevado.

Diante de tantos problemas, a vitória, que será muito mais que bem-vinda, é bem difícil. Por outro lado, ganhar do Palmeiras ultimamente não tem sido comum. Num jogo com cara de empate, qualquer vitória por um gol de diferença para qualquer lado não será surpresa. Para manter a maré otimista, vamos de 2×1 para o Verdão, com dois gols de Kleber. Ou um de Fernandão e outro de Kleber, pra dar mais moral para o Dentes-de-Aço.

E-mail: conrado@verdazzo.com.br

Por enquanto o nome é ‘Nova Arena’

30 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Marketing, Matérias, Verdazzo

O estádio do Palmeiras vai sendo construído pela WTorre, as obras estão adiantadas em relação ao cronograma inicial, e o empreendimento vem sendo chamado, pelo menos por enquanto, de Nova Arena. O próprio site que mostra a evolução das obras tem o domínio www.novaarena.com.br, evitando assim a primeira denominação, informal, adotada pela coletividade palmeirense, que era Arena Palestra Italia, ou simplesmente Arena Palestra.

A preocupação da WTorre faz todo o sentido. Ao adotar um nome temporário genérico, a construtora tenta evitar que o estádio ganhe um nome definitivo, que caia no gosto da imprensa e da população, o que enfraqueceria uma das maiores fontes de receita para a empresa e para o clube: os naming rights. Esses direitos estão em processo de comercialização, e quanto maior a probabilidade do novo nome ser ignorado pela mídia e pelo público, menor o valor. Daí a preocupação. Arena Palestra já é um nome forte, com potencial, e se continuar sendo repetido, vai diminuir o valor dos naming rights.

Neste momento, quem tem mais poder para “colaborar” nessa tarefa são os meios de comunicação. Quanto mais se referirem ao empreendimento como Nova Arena, deixando o nome definitivo do estádio nas reticências, mais vão preservar o valor dos naming rights. E mais: os meios de comunicação precisam sinalizar que estão dispostos, a partir do momento em que o nome for definido, a não omitir o patrocinador, e não trocar o nome real por um nome genérico. Por que fariam isso? Para ver o bolo crescer. Quanto mais dinheiro for injetado no negócio futebol, mais sobra para todo mundo, direta ou indiretamente.

A Rede Globo tem uma política avessa a prestigiar os patrocinadores. Preocupada em se manter como a principal fornecedora de recursos, temendo que os clubes encontrem novas fontes de renda, mantém essa prática canibal. Para manter seu poder sobre os clubes intocado, prefere ter uma porcentagem maior num bolo menor, a ver o bolo crescer. Por isso, a Arena Kyocera, do Atlético Paranaense, sempre foi chamada de Arena da Baixada. Como resultado, a empresa não renovou o contrato e o clube perdeu uma enorme fonte de receitas – e continua muito dependente da Globo. Que poder!

A imagem da Rede Globo diante da população, quanto mais essa política for praticada – e difundida, tende a ficar cada vez pior. Só que a emissora está pouco se lixando, pelo menos por enquanto. Seu prestígio e poder são tão grandes, que esse tipo de perda institucional não a preocupa. O mesmo não se pode dizer de todos os outros veículos que não estão na posição dominante em que se encontra a Globo; ao contrário, eles têm mais é que se mostrar colaborativos, para se reafirmarem perante o público como parceiros, e não predadores.

A própria Globo já deu sinais que pode rever essa posição. Na fórmula 1, Galvão Bueno já andou soltando uns ‘Red Bull’, em vez da odiosa abreviatura ‘RBR’. Isso, claro, depois que seu filhote Cacá assinou contrato com a escuderia Red Bull na Stock Car. Não é possível afirmar, mas tudo indica que a adoção do nome pela toda-poderosa implica em um contratinho extra.

Nós, mortais, não queremos isso; ao contrário, queremos mais é que novos patrocinadores cheguem, e quanto mais o bolo do futebol crescer, melhor para todos. Temos que chamar a obra, hoje, de Nova Arena. Quando os direitos forem enfim comercializados, temos que chamar pelo nome correto, seja lá qual for. Chamar o estádio de Arena Palestra, ou Arena do Palmeiras, que é como a Globo vem fazendo e provavelmente não vai mudar, é jogar contra. Isso vale para nós, torcedores, e para todos os outros meios de comunicação. Porque quanto maior o valor dos naming rights da Nova Arena, maior os das próximas arenas que vierem a ser construídas. O mercado vai valorizar essa prática. Win-win, todos ganham.

Fica o apelo: que todos chamem a obra em andamento de Nova Arena, por enquanto. Nada de Arena Palestra ou qualquer outra denominação. Deixemos isso para a predadora. Vamos deixar claro que estamos à espera, de braços abertos, da empresa que vai batizar nosso novo estádio, e que a prestigiaremos de ótimo grado. O futebol, como um todo, agradece.

E-mail: conrado@verdazzo.com.br

Beatriz, uma palmeirense

29 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Matérias, Verdazzo

A menina Beatriz, personagem da reportagem abaixo, talvez sirva como ilustração do que esse clube faz com as pessoas.

Ninguém entende como ela é tão palmeirense.

Ninguém?

Ninguém coisa nenhuma.

Nós entendemos. Né, Bibi?

Parabéns à equipe do programa Esporte Fantástico, da TV Record, pela reportagem.

Dentes de Aço

29 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Matérias, Verdazzo

Quando o jogador estreia num Derby e ainda faz o gol decisivo, não passa batido. Com Fernandão não foi diferente. O leitor Gaetano Misiti já enxergou no grandalhão uma parecência lá das antigas: Dentes de Aço, vilão que apareceu em dois filmes do agente James Bond na década de 70: 007 E O Espião Que Me Amava e 007 Contra O Foguete Da Morte. Aliás, este foi um dos primeiros filmes que assisti no cinema, com 9 anos, e o tal de Dentes de Aço – Jaws, no original – realmente dava medo. Entre outras façanhas, arrebentou o cabo de aço do bondinho do Pão-de-Açúcar na dentada, enquanto o agente estava lá dentro com sua bondgirl – mas claro, eles se salvaram.

Fernandão já chegou dando uma dentada na jugular do SCCP. Pelo pouco que vimos dele no Guarani, e pelas informações que temos, não podemos esperar muito do rapaz, limitado tecnicamente (que limitação foi aquela ontem, hein?) e com passagem fracassada por um time grande, o Flamengo. Mas futebol tem um dinamismo único, e nada impede que, mesmo grosso – se é que é grosso mesmo – o jogador não deslanche no Palmeiras, principalmente se jogar num esquema que o favoreça.

O time melhorou bastante há algumas rodadas quando Dinei passou a figurar entre os titulares. Não pelo futebol que o jogador exibiu, mas pelo desenho tático, e principalmente pela referência na área para os outros jogadores, inclusive dando mais chances a Kleber de jogar tranquilo fora da área. Só que Dinei é muito ruim, e o time não conseguiu converter essa melhora tática em gols – a não ser em São Januário, quando fomos garfados pelo bandeira.

Com a lesão de Dinei, o Palmeiras foi buscar Fernandão às pressas no Guarani, e ele já chegou com tudo. Além do gol de que definiu o placar do Derby, também participou do lance que deu origem ao primeiro gol. Sua queixada lembra a do simpático Jaws. Se ele continuará sendo letal aos adversários, ou se será apenas mais um Kahê da vida, o tempo dirá. Estamos torcendo!

E-mail: conrado@verdazzo.com.br

Palmeiras 2×1 Small Club

29 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Arbitragem, Jogos, Matérias, Verdazzo

Nem o Oliveira caçula deu jeito – e olha que ele tentou. Para cerca de 36 mil pagantes – o mesmo que seria auferido no Pacaembu, mas com apenas metade da renda, o Verdão ganhou o Derby por 2×1 e se manteve mais do que vivo no Brasileirão. A rodada marcou o final do primeiro turno, e o Palmeiras está em sexto, mas a apenas cinco pontos do líder – a mesma diferença para o sétimo colocado. Apesar de ter vivido todas as crises possíveis e imagináveis, o time chegou ao fim do turno na briga, em evolução, tem uma perspectiva nova com a chegada de um NOVE-NOVE, e em paz.

Tite armou seu time com três atacantes, mas na verdade Jorge Henrique atuava mais como quarto homem do meio, auxiliando Danilo. Felipão foi pro jogo forçando pelos flancos. A primeira chance foi deles, numa cabeçada de Wallace, aproveitando cruzamento de Jorge Henrique. Nosso troco foi rápido, com Patrik fazendo boa jogada pela direita e centrando para Kleber, que cabeceou forte, mas para fora. Aos poucos o Palmeiras foi dominando o meio de campo e tomando a iniciativa, e nessa pegada, outra chance foi criada por Kleber, agora pela esquerda: ele invadiu e bateu cruzado, com pouco ângulo, e Julio Cesar jogou pra fora.

Num lance fortuito, entretanto, o Small Club abriu o placar: após tiro de Ramon de fora, Marcos defendeu, mas deu rebote; na sequência a bola sobrou para Emerson fora da área; ele tentou cruzar, Henrique fechou com Liedson e a bola passou direto, iludindo Marcos. Ela ainda bateu na trave antes de ir para o gol. A vantagem era injusta, num lance de sorte.

O Palmeiras mantinha a lucidez tanto na marcação quanto na armação, e melhorou mais ainda quando Felipão trocou Patrik, que insistia em jogar aberto, por Fernandão. O centroavante, grandalhão que acabou de chegar do Guarani, além de dar a referência aos ataques do time, mostrou que tem estrela quando, num de seus primeiros toques na bola, disputou a bola com Julio Cesar após escanteio cobrado por Assunção; a bola espirrou e se ofereceu limpa para Luan fuzilar e empatar o jogo. O Verdão seguiu melhor, mas o primeiro tempo terminou mesmo empatado – só que com a nítida sensação que o jogo estava à nossa mercê.

No segundo tempo o Verdão foi mais dominante ainda. Marcos Assunção e principalmente Chico anularam a criação smalliana, e a presença de Fernandão no meio dos zagueiros incomodava demais. Valdivia apareceu bem, e além de distribuir o jogo, irritava os adversários. E numa dessas, quem teve liberdade foi Assunção, que achou Fernandão enfiado e levantou na medida. O grandalhão matou no peito, e sem deixar cair, tirou do goleiro com surpreendente categoria, marcando um golaço. Que estreia foi essa!

Com a vantagem, o Palmeiras cometeu seu maior erro no jogo, que foi tentar administrar a vantagem. Assim, o time abriu mão da posse de bola, e deu chances ao adversário de conseguir o empate. Num ataque iniciado por Willian, a bola passou por Paulinho, Liedson até chegar em Emerson, que ficou de frente para Marcos mas amarelou, batendo fraquinho. O jogo estava tranquilo mas podia começar a ficar perigoso.

Nossa sorte é que do outro lado o treinador que fala pouco estava numa tarde de inspirabilidade, e trocou Danilo por Willian, deixando Jorge Henrique como único armador. Foram minutos de marasmo no clássico: o Palmeiras abriu mão da ofensividade, e bloqueava todas as tentativas do Small Club – até que Tite tentou corrigir seu erro e colocou Morais no Jorge Henrique. Eles melhoraram um pouco, mas não o suficiente para nos ameaçar.

O resultado é que os últimos 20 minutos foram de muita briga, lances duros, provocações, até que Valdivia disparou mais um chute no vácuo, levando Chicão à loucura. A melhor chance do Palmeiras na parte final do jogo ficou com Luan, que arrancou pela direita, invadiu e bateu cruzado – torto, bem à sua moda. Perto do fim, o único susto: Liedson bateu de fora da área, ainda contou com a ajuda do morrinho, mas Marcos fez uma defesaça, digna de um vencedor de um Derby. O árbitro, que fechou os olhos para a pancadaria do time adversário, inclusive para tapas e cotoveladas, resolveu infartar alguns palmeirenses pelo mundo ao dar cinco minutos de desconto, mas nem assim deu: final de clássico, Verdão 2×1.

Estávamos realmente precisando dessa vitória, em todos os aspectos. Tecnicamente, o time mostrou que superou a fase de seca no ataque. Moralmente, o time entra num momento de recuperação, com um fato novo para estimular: a chegada desse grandão que ainda está longe de mostrar que é o cara que vai resolver nossos problemas, mas que foi importantíssimo no passo dado hoje. E na tabela, a rodada ajudou e recuperamos pontos importantes na diferença para os cinco primeiros. Estamos vivos, a Sulamericana não vai mais nos atrapalhar, as crises foram superadas e o momento é de subida. Um ótimo momento para entrar numa trajetória assim – só precisa ser ratificado com uma boa partida contra o Botafogo, no Engenhão, o que nos colocaria de volta até no grupo que se classifica para a Libertadores.

Atuações:

Marcos: ficou vendido no gol, e fez uma grande defesa no final, num chute de Liedson. 8,5
Marcio Araújo: sempre dando o desconto pelo improviso, fez uma partida correta, marcando e cobrindo sem se afobar. 7,5
Thiago Heleno: ganhou na bola e no moral. Meteu o dedo na cara da Lacraia para ela ficar mais esperta. 9
Henrique: partidaço, enfiou até a cara na chuteira do adversário para salvar a pátria. 9
Gabriel Silva: o infeliz destaque negativo, fez uma partida horrível, errando praticamente tudo o que tentou, até cobrança de lateral. 2
Chico: com a volta de Cicinho, Marcio Araújo volta pro banco, perdeu a posição. Chico vem jogando muito. Nem Danilo, nem Jorge Henrique, nem Morais viram a bola. 9,5
Marcos Assunção: correu muito, marcou e apoiou, até descolar uma assistência – de bola rolando. Cansou no fim, e saiu. 8,5
Valdivia: fez uma boa partida, embora não tenha sido o fator de desequilíbrio – a não ser o emocional, do outro time. Deve ser chato jogar contra ele. 8
Patrik: enquanto esteve em campo, ajudou a criar uma boa chance, mas no geral estava meio escondido no flanco direito. 6,5
Luan: partidaço. Jogar clássico bem dá salvo-conduto por umas boas 3 ou 4 partidas. Luan infernizou o lado direito deles no primeiro tempo, e o esquerdo no segundo. 9,5
Kleber: começou bem, criando duas boas chances. Curiosamente, sumiu um pouco quando Fernandão entrou – era para ser exatamente o contrário. 8
Fernandão: estreia fenomenal, participando dos dois gols. O segundo, de sua autoria, foi um golaço, mostrando uma categoria que se for mesmo sempre assim… 9,5
João Vítor: entrou apenas para fazer o Marcos Assunção. Não fez tão bem. 6
Felipão: mais engraçado que o baile que ele deu no Tite foram as entrevistas onde ele afirmava para todos com a maior cara-de-pau que quem fez tudo foi o Murtosa. Hilário! 8,5

E-mail: conrado@verdazzo.com.br

 

#FORÇARICARDOGOMES

28 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Matérias, Verdazzo

Obrigado e até mais em um Novo Periquito Verde!

28 de agosto de 2011 por @cesarmorelli  
Postado em: Verdazzo

Amigos,

Em março de 2010, em parceria com o Conrado (Parmerista) nascia o Verdazzo, uma união dos blogs Parmerista e Periquito Verde.

Foram muitas alegrias, charges, humor e claro, reconhecimento como o Troféu Peixe Grande 2010 que conquistamos.

Fiz também novos amigos, pois além da audiência que trouxe do Verdazzo, passei a ter também a audiência de novos leitores, vindos do Parmerista.

Mas de março deste ano para cá, tive que mudar um pouco meu ritmo de vida. Mudei de emprego e meu tempo apertou bastante. Não tenho tido mais tempo para postagens diárias como vinha fazendo anteriormente e isso tem me incomodado bastante.

Por isso, depois de muito pensar, resolvi sair do projeto Verdazzo e voltar para o meu blog Periquito Verde.

Lá devo pensar em um novo projeto, reformular todo o site para assim buscar algo mais dinâmico e compatível com minha vida profissional.

Agradeço a todos que tem me acompanhado durante todo esse tempo tanto aqui no site quanto nas redes sociais (twitter, facebook e orkut).

Quando estiver com o projeto do novo Periquito Verde no ar, avisarei o Conrado para que publique em post avisando todos vocês.

O endereço, a princípio, seguirá o mesmo:
http://www.periquitoverde.com

Combinado? Obrigado e aguardem novidades!

Abraços,
Cesar Morelli

Segue abaixo meus contatos! Nos falamos!

Twitter: http://twitter.com/cesarmorelli

Família em crise

28 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Humor, Matérias, Verdazzo

Árbitros “consagrados” deverão ter uma conversa séria. Assunto de família…

Chupabilidade

28 de agosto de 2011 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo

CHUPA, TITE!

Reclama, Tite!

28 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Humor, Matérias, Verdazzo

O que será que o técnico do Small Club estaria reclamando desta vez?

- “Chora muito, chora muito!”?

Complete os balõezinhos nos comentários, e bom divertimento!

Nosso Freguês Voltou! Freguês Bom é Freguês FIEL!

28 de agosto de 2011 por @cesarmorelli  
Postado em: Humor, Verdazzo

Nosso Freguês Voltou! Acesse o hotsite “Freguês Bom é Freguês FIEL!” e acompanhe!
http://www.verdazzo.com.br/freguesfiel/

Primeira bateria…

28 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Humor, Matérias, Verdazzo

Pré-jogo: Palmeiras x Small Club

28 de agosto de 2011 por @parmerista  
Postado em: Jogos, Matérias, Verdazzo

Em mais uma inacreditável decisão da diretoria, teremos Derby em Presidente Prudente, de novo. A capital paulista mais uma vez fica privada de seu maior clássico por conta do descaso da cartolagem palmeirense com a torcida por um punhadinho desprezível de dinheiro. Para o adversário, a partida vale mais pela rivalidade em si: em termos de campeonato, a derrota não será desastrosa. Já para o Verdão, o jogo pode ser considerado de vida ou morte, e só a vitória interessa.

O Palmeiras vem de uma sequência de resultados ruins, apesar da vitória contra o Vasco. É verdade que esses resultados não traduzem exatamente o futebol que o time vem jogando; Kleber e Valdivia voltaram a exibir um bom futebol e são as maiores esperanças da torcida. A novidade fica por conta da presença de Fernandão entre os relacionados. O jogador, NOVE-NOVE clássico, acabou de chegar do Guarani, e pode ser aproveitado no segundo tempo. Felipão terá os desfalques de Mauricio Ramos e Dinei, lesionados; e Cicinho, suspenso. O time também perdeu Maikon Leite no rachão de sábado, e fica com poucas opções de velocidade no ataque. Felipão deve improvisar Marcio Araújo na direita e manter Chico na cabeça-de-área. O provável time: Marcos; Marcio Araújo, Henrique, Thiago Heleno e Gabriel Silva; Chico, Marcos Assunção, Patrik e Valdivia; Kleber e Luan.

O Small Club encara o empate como um ótimo resultado, tanto pela posição que ocupa na tabela, como pela crise técnica que vem atravessando. Apesar disso, a escalação de Tite aparenta ser ofensiva. Júlio César; Wallace, Chicão, Leandro Castán e Ramon; Ralf, Paulinho e Danilo; Jorge Henrique, Emerson e Liedson. Eles também têm que improvisar o lateral-direito, já que tanto Alessandro como Weldinho sentem lesões. Resta saber o posicionamento de Jorge Henrique, se vai jogar como ponta, ou apenas fechando o meio de campo. A tendência é que ele tente se aproveitar da improvisação de Marcio Araújo e jogue bem aberto.

O Palmeiras já sai na frente, ganhando por 1×0: é certeza que Kleber vai deixar pelo menos um, certeza absoluta. Vamos torcer para que saia logo no começo, e abra a porteira. Apesar de odiarmos Derbies em Prudente, é inegável que os ares do interior sempre fazem bem ao Verdão. Que uma boa vitória esteja chegando. Sinto cheiro de placar clássico: 3×0, com dois de Kleber e um de Luan, em grande partida de Valdivia. Força Verdão!

E-mail: conrado@verdazzo.com.br

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