Linha do tempo
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Lembrando que o gol do Breno Lopes e o bi da Libertadores contam no ano de 2021, mas na temporada de 2020!
O ano de 2012 na História do Palmeiras
| 🏆 | J | V | E | D | GP | GC | % |
| 1 | 74 | 30 | 16 | 28 | 108 | 94 | 47.7 |

Mesmo com piadinha, El Pirata chegou e se juntou a uma base que tinha Bruno, Cicinho, Henrique, Maurício Ramos, Juninho Pampers, Marcos Assunção e Valdivia. Com o chileno vivendo nas macas do Departamento Médico, Felipão tinha sérios problemas ofensivos e Barcos chegava para resolver parte deles. Outra aposta foi Daniel Carvalho, meia de relativo talento que mantinha uma relação conturbada com a balança.
E a disputa do estadual começou promissora, com o time chegando a 14 jogos invictos, até que veio o Derby, no Pacaembu. O Verdão até saiu na frente, mas tomou a virada num gol contra de Márcio Araújo e tudo desandou. A sequência no estadual foi muito ruim e o time terminou a fase preliminar apenas em quinto lugar, enquanto avançava na primeira chave da Copa do Brasil sobre Coruripe e Horizonte.
Veio o mata-mata e o adversário era o Guarani, quarto colocado, em Campinas. O Palmeiras saiu atrás no placar, tentou reagir, mas uma falha grosseira de Deola sepultou as chances do Verdão, que acabou eliminado ao perder por 3 a 2. Restava a disputa da Copa do Brasil, enquanto o Brasileirão não começava – e o time passou com surpreendente tranquilidade por Paraná e Atlético-PR, alcançando as semifinais, que seriam contra o Grêmio.

No Brasileirão o time seguia de mal a pior, mas poucos pareciam se importar. Nem mais uma derrota num Derby, consagrando um certo Romarinho, que seria fundamental para o adversário dias depois em Buenos Aires, fazia o Palmeiras se preocupar com outra coisa que não fosse a Copa do Brasil. E veio a primeira final, em Barueri, na qual o Coritiba amassou o Palmeiras no primeiro tempo – foi quando a estrela de Bruno brilhou intensamente. O Verdão abriu o placar no fim do primeiro tempo, em pênalti cobrado por Valdivia, e no segundo tempo aumentou a vantagem numa jogada de bola parada que saiu dos pés de Marcos Assunção, que Thiago Heleno aproveitou e fez 2 a 0.

O Coritiba precisava de mais um gol para forçar os pênaltis, mas quatro minutos depois, sempre dos pés de Marcos Assunção, saiu o gol redentor: a bola viajou até a cabeça de Betinho; com um leve desvio, o camisa 33 colocou no cantinho direito de Vanderlei. Nosso time seguiu jogando com muita raça; Luan, com lesão muscular, corria mancando e ocupava os espaços, para ajudar o time a segurar o placar. Ao apito final, o time levantou sua segunda Copa do Brasil, numa conquista tão inesquecível quanto improvável, mesmo com o torneio ainda não sendo jogada pelos times que disputavam a Libertadores.

Veio a Sul-Americana, e os olhos cresceram para mais uma conquista num mata-mata considerado fácil. Nos dez jogos seguintes pelo Brasileiro, foram sete derrotas, mas a classificação na Sul-Americana sobre o frágil Botafogo serviu para criar mais ilusões. O time terminou o primeiro turno do Brasileirão em 17° lugar, mas seguia achando que estava tudo sob controle.

Vieram mais três derrotas e o pânico se instalou. As vitórias contra Bahia e Cruzeiro, com direito a sal grosso no pé da trave, só mantiveram o time respirando. Veio a eliminação na Colômbia, mas ninguém se importou mais. O foco era o desespero no Brasileiro, mas o time não tinha forças. Fomos roubados no Beira-Rio, arrancamos um empate no fim, em casa, contra o Botafogo, perdemos em Prudente para o Fluminense com um gol no fim, e o rebaixamento matemático veio na rodada 36, no empate com o Flamengo, com gol de Vagner Love.
A melancolia dos dois jogos finais foi latente. Contra o CAG, no Pacaembu, o time talvez tenha escalado sua pior formação desde 1915. E a derrota final contra o Santos foi apenas a última pá de cal. O Palmeiras encerrou 2012 rebaixado, enquanto o presidente contratava o argentino Riquelme entre um e outro passeio de sunga antes de deixar o cargo.
Jogadores no ano de 2012
| Jogador | Pos | Jogos | Gols | Aprov | CA | CV |
Artur | LAT | 43 | 3 | 54.3% | 7 | 1 |
Barcos | ATA | 55 | 28 | 52.1% | 12 | 0 |
Betinho | ATA | 18 | 2 | 50% | 1 | 1 |
Bruno | GOL | 48 | 0 | 47.9% | 1 | 0 |
Bruno Dybal | MEI | 3 | 0 | 33.3% | 0 | 0 |
Bruno Oliveira | LAT | 1 | 0 | 0% | 0 | 0 |
Caio Mancha | ATA | 1 | 0 | 0% | 0 | 0 |
Chico | MEI | 11 | 0 | 69.7% | 0 | 0 |
Cicinho | LAT | 31 | 0 | 55.9% | 10 | 1 |
Corrêa | MEI | 17 | 2 | 37.3% | 2 | 0 |
Daniel Carvalho | MEI | 39 | 3 | 53.8% | 5 | 0 |
Deola | GOL | 24 | 0 | 65.3% | 0 | 0 |
Diego Souza Xavier | MEI | 2 | 0 | 16.7% | 0 | 0 |
Felipe | MEI | 5 | 0 | 33.3% | 0 | 0 |
Fernandão | ATA | 9 | 3 | 70.4% | 2 | 0 |
Fernandinho | LAT | 12 | 0 | 47.2% | 0 | 0 |
Gerley | LAT | 4 | 0 | 83.3% | 1 | 0 |
Henrique | ZAG | 58 | 5 | 56.3% | 18 | 3 |
Índio | MEI | 1 | 0 | 0% | 0 | 0 |
João Denoni | MEI | 13 | 0 | 41% | 4 | 0 |
João Vítor | MEI | 48 | 2 | 54.2% | 16 | 0 |
Joãozinho | ATA | 1 | 0 | 0% | 0 | 0 |
Juninho Pampers | LAT | 65 | 4 | 51.8% | 14 | 0 |
Leandro | LAT | 4 | 0 | 58.3% | 0 | 0 |
Leandro Amaro | ZAG | 43 | 3 | 49.6% | 9 | 0 |
Luan | ATA | 31 | 5 | 46.2% | 4 | 0 |
Luiz Gustavo | LAT | 4 | 0 | 25% | 1 | 0 |
Maikon Leite | ATA | 49 | 9 | 51.7% | 9 | 0 |
Márcio Araújo | MEI | 61 | 1 | 56.3% | 8 | 0 |
Marcos Assunção | MEI | 48 | 10 | 61.1% | 11 | 0 |
Maurício Ramos | ZAG | 43 | 0 | 53.5% | 11 | 0 |
Mazinho MB | ATA | 35 | 7 | 45.7% | 2 | 0 |
Obina | ATA | 28 | 3 | 50% | 5 | 0 |
Patrick Vieira | MEI | 8 | 2 | 41.7% | 1 | 0 |
Patrik BDC | MEI | 31 | 3 | 54.8% | 7 | 0 |
Pedro Carmona | MEI | 9 | 1 | 63% | 1 | 0 |
Raphael Alemão | GOL | 2 | 0 | 16.7% | 0 | 0 |
Ricardo Bueno | ATA | 14 | 2 | 61.9% | 1 | 0 |
Román | ZAG | 16 | 1 | 58.3% | 5 | 1 |
Thiago Heleno | ZAG | 20 | 2 | 48.3% | 9 | 1 |
Tiago Real | MEI | 14 | 2 | 54.8% | 1 | 0 |
Tinga | MEI | 5 | 0 | 60% | 0 | 0 |
Valdivia | MEI | 35 | 3 | 62.9% | 10 | 1 |
Vinícius | ATA | 12 | 1 | 41.7% | 0 | 0 |
Wellington | ZAG | 6 | 0 | 33.3% | 2 | 1 |
Wesley | MEI | 8 | 0 | 54.2% | 0 | 0 |























































































