Após o título, Wesley fala sobre recuperação e Menino afirma: “estamos fazendo História”

Wesley
Cesar Greco

Autores dos gols do tetracampeonato, dupla foi promovida ao elenco principal no começo de 2020

Minutos após o apito final de Bruno Arleu de Araújo, os heróis do título palmeirense Wesley e Gabriel Menino concederam entrevista no gramado do Allianz Parque e celebraram mais uma conquista como profissionais do Verdão.

Aos 8 minutos do segundo tempo, Wesley recebeu um passe de Raphael Veiga, passou por Vanderson e abriu o placar do jogo com um tiro de canhota.

“Foi uma temporada mágica. Agora vamos em busca de mais [títulos] e isso é jogar no Palmeiras. Toda competição o Palmeiras vai entrar para ganhar e nós sempre queremos mais”, disse.

O atacante de 21 anos, que machucou o joelho em novembro do ano passado, comentou também sobre o período que ficou machucado.

“Desabafo mesmo [a comemoração]. Foi um momento difícil para mim. Quando começou o mata-mata, tive a infelicidade de ter a lesão. Quase fora da temporada inteira. Companheiros e família ajudaram, o clube sempre esteve do meu lado. Quando classificamos na semifinal, acho que fui o que mais comemorou, porque daria tempo para participar. Terminar ajudando com título é, sei lá, um grupo único na História do Palmeiras”, desabafou.

Já Gabriel Menino, que aos 39 minutos do segundo tempo deu números finais ao placar, falou sobre a conquista.

“Esse é mais um sonho de criança sendo realizado. A gente batalhou e conquistou, apesar do ano difícil pelo vírus. A gente, desde a base, sonhava com isso e estamos realizando. Tenho certeza que vamos conquistar mais ainda, não paramos por aqui”, falou.

“Temos que agradecer a Deus, [foi um] ano inesquecível. Um monte de moleque da base. Subimos ao profissional e estamos fazendo História. Vai ficar para vida toda. O clube, acho que nunca conquistou uma Tríplice Coroa [n.da R: conquistou, em 1993] , pudemos conquistar e somos um dos maiores da História do Palmeiras”, finalizou.

  • Sou igual você Conrado. Também não encho o saco de ninguém. E não deixo ninguém me encher.