Raphael Veiga ressalta estatísticas positivas do Palmeiras para seguir focado em conquistar o Brasileiro

Raphael Veiga
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

O meio-campista Raphael Veiga concedeu entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira, na Academia de Futebol, onde o elenco se prepara para enfrentar o Athletico no próximo domingo, às 19h, na Arena da Baixada, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.

As primeiras perguntas direcionadas a Veiga foram a respeito da escalação que Mano Menezes vem preparando para a partida e como o meiocampista enxerga as chances do Palmeiras conquistar o seu 11º título do Brasileiro ainda nesta temporada.

“Não, a gente não sabe ainda, até porque quem jogou o tempo todo está em fase de recuperação, né? Então o Mano ainda não decidiu quem vai jogar domingo. Se a gente for parar para analisar, os nossos pontos este ano são maiores do que em 2016 e 2018, quando fomos campeões”, explicou.

Com significativa experiência de jogo em gramado sintético, Raphael Veiga foi questionado acerca do assunto e aproveitou para apontar o provável motivo pelo qual alguns atletas não gostam.

“Acho que todo o jogador gosta de jogar em campo bom. Quem tem a ganhar com isso é o futebol, são os times… Já vi muitos jogadores falando que gostam de jogar em gramado artificial, alguns falando que não gostam. Acho que esse ‘não gostar’ é mais pelo fato da adaptação. Eu, particularmente, joguei lá ano passado inteiro e gostei muito”, revelou.

Sobre a partida de domingo, o jogador reconhece que o Palmeiras terá pela frente um confronto difícil, porém entende que a concentração no início da partida é determinante para a busca dos três pontos fora de casa.

“Joguei lá [no Athletico] no passado e sei o quão complicado é jogar lá [na Arena da Baixada], eles são muito fortes. Acredito que vá ser um jogo muito difícil, mas temos condições de fazer o resultado; a gente já conseguiu fazer isso em 2016 e 2018, então acho que se entrarmos concentrados, principalmente nos primeiros 15 minutos, podemos fazer um grande jogo”, explicou o camisa 23 do Verdão.

Abaixo, o vídeo da entrevista na íntegra em mais um trabalho da TV Palmeiras/FAM:

  • Conrado, Otávio de Socorro/SP aqui. Cara, eu tinha cerca de 6 anos em 1982 e lembro muito pouco disso. Aliás, eu comecei a acompanhar futebol pra valer mesmo em 1986. Essa série é maravilhosa, não por causa da fase, mas para que os novos torcedores entendam que ser palmeirense está muito além das fases boas e da conquista de títulos. Não existe história no futebol brasileiro mais bonita que a nossa. Aí quando vierem dizer: “vcs vivem de passado, de história”, nós poderemos dizer “de passado jamais, mas é a nossa história que sustenta nossa glória e essa não passa”.