Marcelo Oliveira

Marcelo Oliveira

Nascido em 1955, o atacante Marcelo teve bastante destaque no Atlético-MG na década de 70, com passagens também pelo Botafogo e pelo Nacional-URU. Após encerrar a carreira de atleta e de se arriscar como comentarista de rádio por alguns anos, iniciou a carreira de treinador na base do Atlético, por onde permaneceu por muito tempo, vez ou outra assumindo de forma interina o comando do time principal. Na última delas, no segundo semestre de 2008, decidiu abraçar a carreira de treinador, mesmo já aos 53 anos.

Depois de passar pelo Ipatinga e pelo Paraná, assumiu o Coritiba em 2011, levando o time paranaense duas vezes seguidas à final da Copa do Brasil, contra Vasco e Palmeiras, acabando com o vice-campeonato em ambas. Foi contratado em setembro de 2012 pelo Vasco, mas foi engolido pela grave crise financeira do clube, onde os jogadores e ele próprio não recebiam salários. Acabou demitido em novembro, mas rapidamente acertou-se com o Cruzeiro.

No clube mineiro, mesmo tendo fortes laços com o rival Atlético, fez seu melhor trabalho, acertando a mão do time que quase foi rebaixado em 2012 e o levando a um bicampeonato brasileiro, com sobras. Ao final do ciclo, acertou com o Palmeiras no meio de 2015, deu continuidade ao trabalho de reformulação total iniciado aquele ano por Alexandre Mattos e Oswaldo de Oliveira, e conseguiu levar o Verdão à conquista da Copa do Brasil de 2015, numa final emocionante contra o Santos.

Com um título conquistado e tranquilidade no ambiente, tinha à disposição um elenco pronto que só precisava de contratações pontuais com seu toque pessoal. Marcelo tinha tudo para fazer um 2016 ainda mais brilhante que o segundo semestre de 2015, mas perdeu a mão do time, não aproveitou as contratações e acabou demitido em março, dando lugar a Cuca, que viria a conquistar o Brasileirão no fim daquele ano.

Marcelo Oliveira dirigiu o Palmeiras em 52 partidas, com um aproveitamento modesto de apenas 53%.

 


Resumo das partidas

Jogos
Aprov
V
E
D
52
53,2%
24
11
17