Pré-Jogo

Pré-jogo Atlético Tucumán x Palmeiras

O Verdão inicia a caminhada na Libertadores de 2017 sabendo que é o time a ser batido. A responsabilidade é grande e nosso experiente elenco sabe da importância da estreia, contra o Atlético Tucumán, em San Miguel de Tucumán, norte da Argentina.

O adversário chega à fase de grupos depois de uma aventura no Equador, quando ganhou a simpatia de muita gente. Depois de jogar a primeira divisão argentina pela terceira vez em sua história, o time alcançou a Libertadores pela primeira vez. Estão vivendo um sonho.

Palmeiras

Desfalques

Lesionados: Moisés, Thiago Martins, Tchê Tchê e Fabiano
Suspenso:
Mina
Não relacionados:
Rafael Marques, Vitinho, Hyoran, Erik, Léo Passos e Vitão
Não inscrito: Daniel Fuzato

Relacionados

Goleiros: Fernando Prass, Jailson e Vinicius Silvestre
Laterais: Egídio, Jean e Zé Roberto
Zagueiros:
Antônio Carlos, Edu Dracena e Vitor Hugo
Meio-campistas:
Arouca, Felipe Melo, Guerra, Michel Bastos, Raphael Veiga e Thiago Santos
Atacantes:
Alecsandro, Borja, Dudu, Keno, Roger Guedes e Willian Bigode

Eduardo Baptista deve postar o time com dois volantes, repetindo a formação que mais agradou nos últimos dois jogos. Mesmo com a volta de Arouca, Thiago Santos é quem deve alinhar ao lado de Felipe Melo, devolvendo Zé Roberto à lateral esquerda. Na zaga, Mina cumpre suspensão de cartão recebido no ano passado e Edu Dracena segue no time.

Na frente, Borja deve ser o titular. Dudu é o único garantido na linha de três; Guerra, Michel Bastos, Raphael Veiga, Keno e Roger Guedes brigam por duas vagas. O provável time é Fernando Prass; Jean, Edu Dracena, Vitor Hugo e Zé Roberto; Felipe Melo e Thiago Santos; Michel Bastos, Dudu e Keno; Borja.

Atlético Tucumán

El Decano está encantado com seu feito. Vejam este twit de um torcedor e sócio do clube:

O provável time que entrará em campo nesta quarta é Lucchetti; Di Plácido, Bianchi, Canuto e Evangelista; Aliendro, Acosta,Leyes e Barbona (González); Menéndez e Zampedri.

Retrospecto

Atlético Tucumán
Atlético Tucumán

O Palmeiras jamais jogou no Monumental José Fierro, nem teve um jogo apitado pelo paraguaio Mário Díaz de Vívar. Mas você pode aproveitar o submenu “Jogos” do Almanaque e pesquisar dezenas de combinações. Experimente!

Parpite

Vai ser jogo chato. O estádio, um típico caldeirãozinho sul-americano, vai tentar jogar junto com os raçudos jogadores argentinos. O Palmeiras tem que se impor na bola. Cadenciar o jogo e esfriar o ímpeto do adversário colocando a bola no chão e mantendo a posse, parece ser a melhor estratégia. Fazendo valer a experiência e a superioridade técnica, a magia do estádio vai minguar conforme os minutos passam e o Verdão vai achar os espaços com mais facilidade – desde que não aconteça nenhum vacilo e o time não sofra um gol no começo. Se isso acontecer, será uma noite dificílima.

Não podemos nem pensar em deixar pontos lá. No ano passado, permitimos ao River do Uruguai o empate depois de estarmos duas vezes à frente no placar, e deu no que deu. Felizmente a lição parece ter sido aprendida e Zé Roberto, mais uma vez assumindo o papel de líder, já deu a letra.

Vai dar Verdão: 2 a 0, com 2 gols de Borja. VAMOS PALMEIRAS!

Pós-Jogo

Atlético Tucumán 1x1 PalmeirasCésar Greco / Ag.Palmeiras

O Verdão foi a San Miguel de Tucumán, no norte da Argentina, e conseguiu um empate por 1 a 1, depois de jogar por mais de 70 minutos com um jogador a menos. Uma igualdade na estreia da Libertadores jogando na Argentina nunca pode ser considerado um resultado ruim. Mas que dava pra ter vencido, dava.

PRIMEIRO TEMPO

Com Keno e Michel Bastos abertos e Thiago Santos dividindo a proteção à zaga com Felipe Melo, Dudu ficou como encarregado de articular o time. O Verdão se preparou para encontrar um time agressivo, aproveitando a atmosfera do estádio e tentando marcar gols logo no início na base do abafa.

Pois o Atlético Tucumán respeitou demais o Verdão, tanto dentro quanto fora de campo. A torcida parecia inebriada por estar testemunhando um jogo tão importante; os jogadores argentinos nos marcavam à distância; enquanto tudo isso acontecia, o Palmeiras tentava entender o que estava acontecendo e por 19 minutos nada, rigorosamente nada, aconteceu.

Aos poucos o Verdão passou a ocupar o campo do time da casa com autoridade. E a primeira boa chance veio aos 20, com Keno fazendo ótima jogada pela esquerda, vencendo dois marcadores e cruzando por baixo para Borja, que bateu de chapa, de primeira, mas Lucchetti conseguiu defender, mesmo sendo pego no contrapé.

No lance seguinte, Vitor Hugo foi expulso. Dois minutos após levar o primeiro amarelo – absolutamente exagerado – ele entrou forte numa dividida no meio do campo e levou o vermelho. Erro grosseiro do zagueiro, que assim prejudicou todo o planejamento do jogo. Eduardo Baptista tinha duas opções: recuar Thiago Santos ou colocar Antônio Carlos tirando alguém da frente. Optou por sacar Michel Bastos e recompor o setor.

No primeiro lance após essas mexidas todas, o Tucumán chegou ao gol: bola levantada da esquerda por Evangelista, despretensiosa; Zampedri estava de costas para o gol, marcado de perto por Edu Dracena, e puxou a bola do jeito que deu – ela foi na gaveta de Fernando Prass, ainda bateu na trave antes de entrar. Se alguém ainda não sabe o que é um gol cagado, este é um belíssimo exemplar.

Com um a mais e à frente no placar, o time da casa se empolgou. O estádio finalmente se inflamou e o Palmeiras viveu um momento extremamente delicado. Di Plácido tentou aproveitar o embalo e mandou uma bomba de fora, sem direção.

Aos poucos o Verdão percebeu que, mesmo com um a menos, poderia continuar comandando a partida e recolocou a bola no chão. Dudu se desdobrava para ocupar os espaços, Borja se movimentava bastante e Keno passou a alternar entre os dois flancos para confundir a marcação adversária. Aos 32, um belíssimo passe de Dudu para Borja, por trás da zaga; ele cortou para dentro e soltou o canudo – Luccheti virou o rostinho para o lado e a bola explodiu em sua orelha. Deve estar quente até agora.

O Tucumán já não tinha o mesmo ímpeto e não conseguia chegar em nossa área. De fora, Canuto testou Fernando Prass, que quase foi enganado pelo toque da bola no gramado – ele se esticou e deu um tapa na bola que foi a escanteio.

Aos 39, o Verdão chegou ao empate: Bianchi fez falta em Dudu do lado esquerdo, nosso capitão cobrou na risca da pequena área; Thiago Santos escorou e Keno chegou fechando pelo lado, mandando para as redes.

Os dois times ainda tiveram forças para chegar em bolas aéreas: aos 45, Thiago Santos quase aproveita mais um cruzamento de Dudu, e no minuto seguinte Menendez subiu livre e mandou para fora, assustando Prass.

SEGUNDO TEMPO

A tática do Palmeiras para o segundo tempo ficou clara desde o início e faz parte da cartilha básica: com um a menos, atrair o Tucumán para o campo de defesa e sair rápido no contra-ataque, num 4-4-1 bem compacto. A se discutir bastante se a força do adversário realmente exigia tanta cautela.

O fato é que o time argentino não tinha categoria alguma para articular jogadas diante de nossas duas linhas e o que lhes sobrava era tentar as bolas aéreas. Aos 9, a primeira chance: Felipe Melo falhou no domínio de uma sobra e Acosta pegou o rebote, cruzando rápido – Menendez mais uma vez teve a chance da finalização, mas errou o alvo.

Aos 15, a chance mais clara do segundo tempo: Dudu roubou a bola, rabiscou na frente da zaga argentina e deixou Borja na cara do gol; o colombiano tirou de Lucchetti mas errou o alvo, mandando à direita do gol. Um pecado.

Keno, que correu demais, cansou e foi substituído por Roger Guedes aos 18, mas a tática de Eduardo Baptista permanecia a mesma. O treinador do Tucumán trocou Acosta, meio-campista, pelo atacante Mendez – aumentava nosso espaço para puxar o contra-ataque, mas o encaixe do último passe ainda estava faltando.

E quando esse último passe encaixou, aos 34, faltou feijão: Felipe Melo subiu e abriu para Jean, que conseguiu um ótimo cruzamento no segundo pau; Dudu fechou com liberdade mas não alcançou a bola – era gol certo.

O Tucumán fez sua última mexida aos 36 – Pulga Rodríguez entrou no lugar de Aliendro, e aos 48 o baixinho quase marcou de cabeça – vacilo incrível de nosso sistema defensivo e o nanico de 1,67m teve total liberdade para a testada; por sorte, errou o alvo. E o jogo terminou.

FIM DE JOGO

Em partidas como esta sempre ficam os dois lados: por ser estreia, fora de casa, e com um a menos por mais de 70 minutos, o resultado não pode ser considerado ruim. Mas que fica a sensação de que poderia ter sido bem melhor, fica. O Tucumán mais parecia um time da primeira fase Copa do Brasil que não sabia direito o que fazer diante de um gigante em seu estádio e respeitou demais o Verdão, que podia ter se imposto.

O desequilíbrio de Vitor Hugo reflete um pouco o tamanho da seriedade que o Palmeiras está tendo na competição. Tanta, que houve um erro de avaliação do perigo que o time argentino representava. Era pra ter passado por cima.

Enfim, melhor errar por excesso, do que por falta. A impressão geral é de um time que sabe o que quer e onde quer chegar. Passado o nervosismo natural da estreia, a tendência é o time se sentir mais à vontade nos próximos jogos – até porque, serão duas partidas em casa. Antes, um clássico contra o SPFC em casa pelo Paulistão. Não tem moleza. VAMOS PALMEIRAS!

Ficha Técnica

Atlético Tucumán

Luchetti
GOL
Di Plácido
LAD
Bianchi
ZAG
Canuto
ZAE
Evangelista
LAE
Leyes
VOL
Acosta
VOL
Mendez
ATA
Aliendro
VOL
Pulga Rodríguez
ATA
Menendez
MEI
Gonzalez
MEI
Mendoza
ATA
Zampedri
ATA
Pablo Lavallén
TÉCNICO

Notas


Jogador
Descrição
Nota
Fernando Prass
Sem chances no gol, fez boas defesas e catimbou na dose certa.
7
Jean
Permitiu vários cruzamentos da esquerda do ataque argentino. Quando chegou para dividir, parecia feito de vidro e que ia quebrar, sem firmeza alguma.
5
Edu Dracena
Experiente, tirou tudo de cabeça. No lance do gol, estava grudado no cara, que levou muita sorte.
7.5
Vitor Hugo
Juvenil. Pior, infantil. Não há desculpas para o tamanho do erro.
1
Zé Roberto
Correu, marcou, liderou e ganhou a maioria das disputas com muita categoria. O melhor do time.
8.5
Felipe Melo
Jogo apenas OK. De positivo, a demonstração definitiva que não é um maluco destemperado. Mostrou foco e atitude.
6
Thiago Santos
Fez um ótimo primeiro tempo, mas estava visivelmente cansado no segundo, perdendo força.
6.5
Michel Bastos
Quando o Palmeiras começou a tomar conta do jogo, precisou sair. Coitado.
0
Antônio Carlos
Entrou bem na marcação, mas parecia um pouco nervoso, espanando duas bolas perigosas.
6
Dudu
O mais lúcido e perigoso jogador do Palmeiras. Todas as boas jogadas passaram por seus pés, mais uma vez.
7.5
Keno
Além de ser sempre uma excelente válvula de escape, sabe jogar taticamente - ocupou os dois flancos depois da expulsão e ainda voltou para marcar - não foi à toa que precisou sair com 18 do segundo tempo, extenuado.
7.5
Roger Guedes
Entrou bem, ligado no contra-ataque, mas teve poucas chances.
6
Borja
Teve três chances claras de gol e perdeu as três. E o pior é que fez o certo em todas. Mas se centroavante não vai às redes, leva corneta.
5.5
Willian
Pouco tempo em campo.
0
Eduardo Baptista
Eduardo Baptista
É natural que também tenha sentido a pressão da estreia. Avaliou mal o adversário, tanto antes quanto durante o jogo. A cautela, no entanto, passa muito mais impressão de seriedade e responsabilidade do que de covardia.
6





  • Amanhã a experiência de alguns jogadores será fundamental. A emoção não pode se sobrepor ao talento e à destreza. Zé Roberto, F Melo e Guerra farão a diferença e distribuirão tranquilidade. Palmeiras 2×0.

  • Desculpem, mas os comentários fixam em soluções automáticas, que eu num sei se são exatamente assim. O treinador escala com base no dia a dia e no desempenho nos jogos. Ao se observar os últimos jogos e os treinamentos é difícil falar que está errado escalar Michel Bastos, Keno, a entrada do Roger Guedes. Se a coisa fosse tão simples como por Guerra e Borja nem precisaria de treinador. O Guerra, tudo indica, que deverá ter uma adaptação mais longa, num meio de campo onde tem muita gente jogando e em condições de disputar a vaga. O que está acontecendo com o Palmeiras está acontecendo com o Atlético, com o Flamengo, enfim todos estão testando jogadores até encontrar o time ideal. São muitos jogadores de qualidade. Eu gostaria também de ver o Guerra e Borja juntos, mas ninguém pode cravar que isso vai dar certo e agora. Concordo com o EB, tinha que treinar o time que possivelmente vai jogar a primeira partida da Libertdores, com quem está melhor agora. Com o tempo, espero que o Guerra conquiste o seu espaço e jogue aquilo que jogou em 2016.

    • Desculpe, companheiro, mas ninguém aqui falou em soluções automáticas, mas soluções óbvias. No último jogo, Guerra e MB jogaram um tempo cada um, assim como William e Borja, pq então não colocar Guerra e Borja num tempo e William e MB noutro, já q o colombiano e o venezuelano já se conhecem e, mais ainda, deram muito certo?

      • Eu acho que isso que você defende tem resposta. O Borja, entrou sem reunir condições físicas e entrosamento, por isso pouco mais de 20 minutos num jogo e pouco mais de 40 em outro. Quando assisti as partidas ficou claro que o distanciamento do ataque, também acontecia porque o Borja não recompunha e voltava com frequência, insisto, por falta de condição física. Parece que o Guerra também não está totalmente adaptado e ainda falta um pouco da questão física. Eu acho que o EB, além de ter jogadores hoje em melhores condições, especialmente no caso do Guerra, pretende fazer essa dupla, isso já ficou claro em suas entrevistas. Mas vai fazer isto com segurança e aos poucos. Temos que pensar que o Palmeiras tem muitos jogadores de qualidade. Hoje, por justiça, é difícil você tirar Michel Bastos e Kenon. O Roger Guedes está bem e fazendo gols. Ainda tem o Tche Tche se recuperando e o Rafael Veiga correndo por fora. Acho que é preciso ter calma. Como você eu espero que a dupla Guerra e Borja arrebente. Mas temos que lembrar que é o Palmeiras; e hoje jogar no Palmeiras é igual disputar vaga em seleção.

  • Pelo o que todo mundo vem jogando, meu time seria um 4-2-3-1 com Prass; Jean, Mina, Vitor Hugo, Zé; Felipe Melo, Tchê Tchê; Guerra, Róger Guedes (Keno), Dudu; Borja.

  • TM fora por seis meses! A bruxa tá solta! Vamos atrás de zagueiro, pq o Augusto, da base, não dá não. O mlk é muito grosso, cintura dura.

  • Alguém está assistindo o jogo do Atlético de MG. É engraçado, mas enquanto está 1 a 1 as críticas da imprensa em relação ao Roger e esquema são exatamente iguais as que são utilizados para o EB. Muta gente do Palmeiras queria o Roger. Pois é, lá no Atlético questionam o 4 1 4 1, estilo de jogo, tudo que se fala aqui. É para pensar né!

  • Sem o Profeta, o time é esse: Prass, Jean, Vitor Hugo, Mina, Zé, Felipe, Tche Tche, Michel, Dudu, Willian e Borja!!

  • Com tantas contratações e tantas opções achei lamentável a disposição do time ontem.

    1- Guerra jogando aberto pela direita??? Oras, ele não é um jogador de velocidade e explosão como Guedes, Keno e Willian para executar esta função. Guerra é um meia centralizado clássico ou até um segundo volante que sai mais para o jogo como o Tchê-Tchê. Achei que faltou feeling para observar ele com o Borja no 2º tempo reeditando a dupla da Libertadores 2016.

    2- Egídio titular e Zé Roberto de 2º volante deixa o time muito vulnerável. Com 42 anos fazer esta função??? Pode até fazer contra o RB, mas na Libertadores ou em jogos difíceis vai dar problemas!!! Depois quando colocou o Michel Bastos no meio também, aí sim nosso meio terminou de ser dominado, afinal se somar as idades de Felipe Melo, Zé Roberto e Michel Bastos deve dar uns 110 anos.

    Podem anotar ai: se jogar com este time do segundo tempo, vai levar fumo lá na Argentina.

    Tem que parar de improvisar e colocar cada um aonde rende melhor. É claro que o elenco é muito bom e invariavelmente algum bom jogador irá ficar no banco. Sou contra essas idéias de colocar Keno na direita, Dudu na direita, Dudu no meio, Guerra na direita, Roger Guedes na esquerda, Zé Roberto de 2º volante, etc e tal.

    Outra, ontem o Willian estava bem melhor que o Keno. Ele poderia ter colocado o Borja no lugar do Keno, aberto o Bigode na direita que também é sua característica, centralizado o Guerra como armador e aberto o Dudu pela esquerda onde ele mais rende. Cada um no seu quadrado.

    • Me diz quem ele deve colocar de segundo volante enquanto não temos ao menos o tche tche a disposição? Lembrando que testou o Michel e não funcionou… Guerra tb não… Zé está quebrando galho por ser literalmente a solução menos ruim… Quanto ao Bigode concordo mas quem ele botou no lugar (Guedes) correspondeu certo?

  • Os primeiros 20 minutos foram empolgantes, depois o rendimento caiu muito. O RB, q não conseguia sair jogando, adiantou suas linhas e o Palmeiras não soube responder. No segundo tempo, com o FM de novo sozinho na frente da primeira linha de 4, o jogo foi sofrível. Vamos dar um desconto pro gramado e pela cabeça na Liberta. Última coisa, o posicionamento (aberto na direita) tá matando o futebol do Guerra.

  • Se aquele povo que trabalha na parte de análise de desempenho tem alguma utilidade, então o EB não vai entrar com o tal de 4-1-4-1 já que com certeza vão notar que nesse sistema o time não encaixou. A hora de apostar acabou, agora temos que jogar da forma que já deu certo.

  • Sobre o Guerra:

    O futebol dele, pela função que ele exerce DEPENDE muito de PRECISÃO e EXATIDÃO!

    Para isso ele precisa ENTENDER como os companheiros (e os marcadores) pensam e se movimentam, e os companheiros precisam entender como ELE pensa e gosta de distribuir o jogo, para lhe oferecer o maior leque de opções possíveis, e para estarem prontos pra receber aquele passe improvável, ou impossível pra defesa prever.

    Não é da noite pro dia que se adquire esse entendimento, especialmente num ambiente totalmente diferente, onde até o peso e velocidade da bola e gramado são bem diferentes do que ele está acostumado.

    O ‘cultuado’ chileno, que exercia função semelhante, quando veio pela primeira vez levou mais de ano pra se acostumar e engrenar.

    • O Guerra ontem foi colocado de ponta-direita fazendo a função tipo Roger Guedes. Lamentável, pois ele tem que jogar centralizado.

    • Guerra pensa muito rápido. Quem jogar com ele tem de agir do mesmo jeito. Observe que ele toca e passa. Se os companheiros e o EB entender como ele joga ficaremos muito fortes. Sem falar que plasticamente o futebol dele é muito bonito.

  • Ele tinha que testar o Guerra jogando mais atrás, como segundo volante. Infelizmente esse técnico nao entendeu a burrice de insistir com o 4-1-4-1. Na minha opinião o único jeito desse esquema dar certo é na linha de 4 jogarem o Dudu, Veiga, M. Bastos e Guerra. Teria q abrir mao de um atacante pela direita assim.

    • Já testou isso e não fomos muito bem rs pra mim tudo passa por quem está jogando de primeiro volante…se for Felipe Melo não pode ser um dos medalhões… se for o Tiago blz pq aí o vigor físico dele compensa… contra os bambis isso ficará claro já que o Melo não estará…. e no tucumã provavelmente estará melo e tche tche

  • No 1o tempo Guerra estava na direita, Dudu no meio e Keno na esquerda. Quando achei que ele ia desentortar o time, mandou Michel B no meio. E depois embolou todo mundo com a subida do Vô Zé.
    Quarta feira saberemos de vez se EB é dos que armam o time aproveitando o melhor de cada jogador ou se é daqueles que montam o esquema e ficam tentando encaixar os atletas na sua ideia mirabolante. Temo pela 2a alternativa.

  • Não gostei da substituição.

    Deixava o Guerra mais 15 minutinhos lá pra jogar com o Borja ele mais por dentro para ver esse entrosamento que já tinham.

    E não acho q ele pediu pro Zé sair do lado do Felipe, ele cansou e foi ficando mais pra frente, oque ele sempre faz na lateral.

  • Até minha filha de dois anos está vendo que no 4-1-4-1 o verdão vai penar e cair fácil na libertadores. Até concordo que o paulista é para testar variações, mas até agora não vi esses testes, vi apenas a insistência do EB em um esquema que definitivamente não vai funcionar com as peças que ele tem. Não quero cornetar o treinador ainda, mas está difícil segurar. É como li por aí alguns dias atrás. Contratam um motorista de Kombi para dirigir um ônibus de dois andares. Aí fica difícil. De qualquer forma, VAMOS PALMEIRAS!!!

  • O nosso elenco possui 4 jogadores que exercem uma função intermediária (que talvez outrora fosse chamada de 2º volante) entre o volantão e o meia armador, que são Jean, Moisés, Tche Tche e Arouca. O Zé Roberto é o 5º elemento desse rol de jogadores. O Eduardo Baptista acabou perdendo todos os primeiros 4 (considerando que com a lesão do Fabiano o Jean obrigatoriamente precisa ir pra lateral direita). E na minha opinião, é justamente a ausência desse 2º volante, que auxilia na saída de bola e conecta a defesa ao meio de campo ofensivo que estava deixando o Felipe Melo perdido e as linhas distantes. No futebol atual, mais do que o esquema tático, o que vale é esse tipo de jogador que transita entre os setores do campo.

  • No primeiro tempo ele foi no “garantido”. No segundo, foi de “caprichoso”. Paulista é pra isso, testar variações, desde que vença, óbvio. Na quarta, ele não vai arriscar, tenham certeza.

    • exatamente, era o que ele devia ter feito desde o começo do ano, começa sempre com o esquema já assimilado e aos poucos nos segundos tempos ir tentando encaixar o esquema que ele acredita funcionar melhor, até o time assimilar de vez.
      Teria lhe poupado muita dor de cabeça. Mas ele achou que um mês de treino tinha sido o suficiente pra mudar de vez, tá pagando caro (em termos de pressão sobre o seu trabalho) por isso. Qualquer esquema pode dar certo, depende de encaixe e assimilação. Enquanto isso não ocorre com o ‘desejado’ 4-1-4-1 bora no esquema antigo, a não ser quando dá pra arriscar.

  • Hoje foi a pedra que faltava pra sepultar de vez o 4-1-4-1. não tem tanta consistência e deixa o Felipe Melo perdido. Com o Zé como volante ele cresceu de produção e jogou muita bola hoje. E o Borja, El Matador que sempre foi, não perdoou e mostrou que vale cada centavo investido nele. Bora pra Tucuman. NEXT!

  • 1° tempo com o Zé na volância, time dominando, criando bem e não dando espaços. 2° tempo volta do 4-1-4-1 conm o Zé mais avançado, F Melo sobrecarregado, buracos na marcação e volta do chutão. Como o Conrado diz, olha o buraco EB, não entra aí de novo

    • Esse 4-1-4-1 só vai funcionar direito com a volta do tche tche. O michel bastos jogando pelo meio nessa segunda linha não rende, ele nao tem a intensidade necessária, fica na cara que ele prefere joga pela ponta. Sacrificar o dudu tb não compensa. Espero que, com a falta de tempo pra azeitar o tal esquema, o EB seja razoável e jogue no 4231 que, até aqui, foi o que “encaixou” melhor. Tomara que o jogo de hoje tenha servido para mostrar isso. E tomara que ele não seja teimoso.
      Eu iria pra estreia na liberta assim: Prass; jean, dracena, v. hugo e egidio; felipe melo e zé; keno na esquerda, dudu com liberdade e michel pela esquerda; borja na frente (william tb nao seria mal, ele da uma baita movimentação pra equipe, o borja é mais matador…e que estrela)

      • O William pode ser testado na direita também. É veloz e ganharíamos em finalização. Mas o Keno está muito bem. É uma boa dúvida. Gostaria de ver o EB variar um pouco nas substituições.

  • O Guerra estava bem no primeiro tempo, deveria ter permanecido no jogo.
    Zé Roberto o melhor hoje. Egídio, o inventor da avenida Palmeiras.
    Borja matador. Dracena absoluto. Agora é pra valer.

  • 4231 = Briga pela libertadores, campeão de todos os outros campeonatos que jogar
    4141 = Semi-Final do Paulistão, vaga para Sulamericana

  • Foi falta mesmo no lance que originou o gol do Palmeiras? Fiquei na duvida…
    Até aqui nada demais, até que o jogo está bem disputado…

    • Mesmo dentro do nosso elenco, que no papel é muito bom, da para perceber que o Borja manda bem mesmo

  • Vitoria tranquila hoje. Palmeiras 3 x 0 gols de Borja, Vitor Hugo e Raphael Veiga!

    Pra comecarmos com tudo o caminho pra Libertadores!!! Nao vejo a hora!!!!

  • Geralmente esse Red Bull dá trabalho.

    Mas esse ano vamos ganhar…nosso time está se acertando sim.

    E a arbitragem não poderia ser melhor. (se bem que não se pode elogiar nem goleiro nem juiz antes do final do jogo, mas esse Vinícius Furlan é um bom árbitro).

    Quero Borja desde o início!

  • Tudo indica, que o EB vai repetir o time no jogo de hoje, inclusive o Borja entrando no segundo tempo. Eu espero uma boa apresentação e crescimento da equipe para o jogo de quarta feira. É bom lembrar que essa história de técnico não renomado e sem grandes títulos acontece e aconteceu no Barcelona (Tuto, Pepe e o atual), no Real (Zidane), entre outros. No caso específico do Palmeiras o técnico tem prestígio com a comissão e jogadores; os setoristas elogiam o treinamento diário; o técnico é reconhecido como honesto, estudioso e trabalhador. Então é preciso um pouco de calma para avaliar o trabalho.

  • Acho que o esquema jogado pelo Eduardo Batista contra a ferroviária é diferente do utilizado pelo cuca, considerando que o cuca utilizava um 433 os pontas marcando o lateral individualmente. O 4231 está mais parecido com o esquema do Marcelo Oliveira, com o dudu fazendo muito bem o papel de meia centralizado e o novo encaixe na marcação no 442, inovando a forma de marcação do time . Gostei bastante do que vi e espero uma evolução considerável para o jogo de hj, pois tivemos um bom tempo para treinar as alterações. 3×0, 2 do borja e 1 do keno, com 2 assistências do Dudu. Avanti palestra

  • Sempre tem um chato pra dar palpite, mas achava a sessão onde você fazia um resumo com a ‘ficha corrida’ do juiz e mais um texto sobre o outro time e o estádio uma das partes mais bacanas do pré-jogo. Você poderia colocar as funcionalidades do novo site MAIS a descrição como era antigamente! Abcs

  • Show de bola o novo site. Parabéns a todos os envolvidos. Hoje a noite é 3×0, Dudu, Borja e Guerra, pra tirar a zica.

  • Ae Conrado, uma ajudinha para tu corrigir no próximo pós-jogo. O nome correto da cidade é San MIGUEL de Tucumán.

  • Show de bola o novo site. Hoje a noite não vai ser diferente. Alguém sabe se o jogo será transmitido em algum lugar/?

  • Se o Palmeiras jogar bonito igual ficou o novo formato do Verdazzo, pode contar no mínimo 4 a 0, fora o baile.

  • Tá na hora de engrenar EB! Chega desse perde e ganha… Vamos vencer pra ir com moral pra nossa sequência mais difícil nesse início de temporada!

    Acho que Guerra tem que começar a figurar entre os titulares para começar a fechar os 11 titulares. E que ele se recupere do lance infeliz contra os gambás! Infelizmente com isso, Keno ou Bastos vão brigar por uma vaga que deve ficar com Bastos por enquanto, mas Keno está ali só esperando alguém vacilar!

    Em tempos, muito bacana novo visual do site, muito interativo e completo. Parabéns aos envolvidos! AVANTI!

  • O nosso querido EB tem um problema que quase nenhum tecnico do Brasil, quissá da América Latina tem e gostaria muito que ele se saísse bem desta sinuca. Particularmente, gostaria de ver o time de quarta feira que vem em campo que pro meu gosto seria escalado comum 4-2-3-1: Prass, Jean Dracena VH Zé; Tche Tche FMello; Dudu Guerra e Keno; Borja. Para amanhã, este time mete 3 a 0 no RB com direito a gols de Dracena, FMello e Borja para pouco mais de 11 mil pagantes. Avanti

  • Tá ficando difícil escalar um time ideal. O lado bom é que os adversários não conseguem se preparar plenamente.
    Mina jogando hoje, poupa o Edu pra quarta que vem e se poupa em seguida pra jogar o clássico.

    Parpite (volta!):
    Red Bull 1×2 Palmeiras
    Dudu, Michel
    9655 pagantes.

  • Está cada vez mais “difícil” escalar o time.. eu particularmente daria mais uma chance para o Guerra e tiraria o Keno (complicado porque o cara vem jogando bem) mas acho que com o Borja no ataque, com o meio campo com Dudu (esq), Guerra(centro) e Michel Bastos (direita), acho que a bola chegaria redondinha e o cara meteria muito gol!

    Prass, Jean, Mina, VHugo, ZR, FM, Tche², Guerra, Dudu, MBastos e Borja.

    Se o Tche² não puder jogar, eu faria um teste (paulista é pra isso), colocaria o MBastos ao lado do FMelo, como um segundo volante e voltaria com o Keno. Se não me engano MB jogou nessa posição no segundo tempo do jogo contra a Ferroviária.

    Obs.: não gosto do Egídio, acho displicente na marcação, cansei de ver ele assistindo ataque do time adversário, eu deixaria ele na reserva mesmo, só entraria se fosse pra poupar o ZR.

    • Nessa linha de testes, será que colocar o Willian na direita não poderia ser uma boa? Ele tem velocidade e tem dado bons passes nesses primeiros jogos.

      • Deixando o Keno de fora.. Pode ser tbm.. Mas acho q o Bigode vai ficar na função de reserva mesmo, como opção de mais movimentação no ataque..

    • Concordo, com infelizmente por Keno no banco.

      Só daria uma chance pro Egídio os dois últimos jogos como titularq ue ele fez foram muitos bons. O que me entristece é ver o Victor Luiz comendo a bola no Botafogo.

    • E o juiz não dá. Até o Brusque os caras roubam, alguém da imprensinha vai pedir a exclusão do árbitro dos jogos? No mínimo cartão vermelho, mas é o time que sempre tem favorecimentos.

  • Ingresso garantido pra assistir o verdão ganhar por 3×0, gos de Felipe Melo, Jean e Borja. Publico 12.300

  • Cara, queria ver o meio com com FMelo, Tche2 e Guerra; Dudú na esquerda, mas com liberdade, Keno (tático) e Borja.

  • Conrado, parabéns pelo novo formato do Verdazzo, evoluiu conforme tem sido a realidade do nosso time. Estou usando o celular de maneira super confortável para ler e fazer minhas postagens, simples, pratico e bonito! Obrigado!

  • Vamos evoluindo e definindo o melhor posicionamento do time! Temos muitas possibilidades para este jogo, pelo menos 14 titulares hoje, sem contar os jogadores no Dep. Médico! Está é a hora de curtir e aproveitar o momento. Que façamos uma bela partida!