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Pré-Jogo

Pré-jogo Palmeiras x Peñarol

Pela Libertadores, o Palmeiras recebe esta noite o Peñarol, no Allianz Parque, numa das partidas mais aguardadas do semestre. Todos os ingressos foram vendidos antecipadamente e a expectativa é de uma noite inesquecível na Zona Oeste da Capital.

O gramado foi totalmente trocado e replantado com uma técnica diferente; os dois times já testaram o terreno e aparentemente a operação foi bem sucedida – algo de suma importância para o Verdão, que precisa do toque de bola para achar espaços na defesa uruguaia.

A vitória é fundamental para as pretensões do time na competição, sobretudo após a vitória do Jorge Wilstermann, ontem, contra o Tucumán. Os bolivianos, contra quem ainda jogaremos fora de casa, assumiram provisoriamente a liderança do grupo e o Palmeiras precisa dos três pontos para recuperá-la.

Palmeiras

DESFALQUES
Lesionado:
Arouca
Não inscritos
: Daniel Fuzato, Thiago Martins, Luan e Moisés

O Verdão vai com força máxima, consciente das dificuldades que o time uruguaio vai imprimir. Além da retranca, nosso time vai precisar usar de toda sua experiência para vencer a tradicional catimba.

O que não falta no time que vai entrar em campo são jogadores tarimbados nesse tipo de jogo. Além da dupla Guerra-Borja, campeões no ano passado pelo Nacional de Medellín, nosso elenco tem jogadores do naipe de Felipe Melo, que já disputou dezenas de vezes o clássico turco Galatasaray x Fenerbahce, um dos mais cercados de rivalidades no mundo.

Para o jogo desta noite, Eduardo Baptista tende a repetir o time que jogou muita bola contra o Novorizontino, no Pacaembu. Jean já treinou com bola e está liberado para o jogo, mas o treinador tende a manter Fabiano, que está com ritmo de jogo. Roger Guedes, que cumpriu suspensão, também tem chances, mas Willian Bigode agarrou a vaga e deve permanecer entre os titulares: Fernando Prass; Fabiano, Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo; Willian Bigode, Tchê Tchê, Guerra e Dudu; Borja.

Peñarol

O time treinado por Leonardo Ramos vem ao Brasil com uma proposta clara e manjada: fechar-se na defesa e buscar os contra-ataques; se ganhar, achará ótimo, mas considera o empate um excelente resultado.

O time joga com Junior Arias como referência na frente, municiado pelo rodado Cebolla Rodriguez e pelo jovem Nahitan Nandez. A seu lado, o velocista Mauricio Affonso. A defesa tem sido o ponto vulnerável do time aurinegro, que é o terceiro colocado no campeonato uruguaio, nas últimas partidas. O time deve entrar em campo com Guruceaga; Petryk, Quintana, Ramón Arias e Hernández; Pereira, Novick, Nandez e Cebolla Rodríguez; Affonso e Junior Arias.

Retrospecto

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Peñarol
Peñarol
Allianz Parque
Allianz Parque
Roddy Zambrano
Roddy Zambrano
Libertadores da América
Libertadores da América

 

Parpite

Gol no primeiro tempo ajuda muito. Caso consiga abrir o placar na primeira metade do jogo, o Palmeiras tende a conseguir uma vitória tranquila; do contrário, vai penar como no jogo contra o Jorge Wilstermann – só esperamos que não seja com gol aos 50 minutos.

Sem mureta: contra o Novorizontino do Uruguai, dá Verdão: 3 a 0, com gols de Willian Bigode, Borja e Dudu, para 40.321 pagantes.

Transmissão

TV GloboGlobo, para SP, MG (somente Varginha), MS e MT

SportvSporTV

BÔNUS

A TV Palmeiras soltou ontem este vídeo espetacular. Coloque os fones, bem alto, e veja em tela cheia. Entra no clima aí e VAMOS PALMEIRAS!

Pós-Jogo

Palmeiras 3x2 PeñarolCésar Greco / Ag.Palmeiras

O Verdão penou, mas venceu o Peñarol por 3 a 2 no Allianz Parque e reassumiu a liderança do grupo 5 da Libertadores da América. Depois de sair atrás no primeiro tempo, o time virou o placar, permitiu o empate, mas chegou à vitória aos 54 do segundo tempo, tendo que vencer a catimba dos adversários e até a do juiz. Quando um árbitro faz cera, lembramos que jamais teremos visto de tudo nesta vida; sempre vai haver algo novo.

PRIMEIRO TEMPO

Eduardo Baptista escalou o mesmo time que venceu com autoridade o Novorizontino na sexta-feira. A torcida, que lotou mais uma vez o Allianz Parque, esperava ver novamente aquelas trocas de passes rápidas e insinuantes. Mas Libertadores, sabemos, é diferente. Além do “Novorizontino do Uruguai” ter uma camisa bem mais pesada, a ansiedade dos nossos jogadores e a catimba dos adversários fazem dos jogos do torneio continental confrontos quase sempre heroicos.

Logo de cara, o primeiro lance “de Libertadores”: após bola muito esticada, Fernando Prass saiu por baixo para fazer a defesa; Junior Arias, com a bola já dominada por nosso goleiro, deixou a sola na coxa direita de Prass. O juiz equatoriano Roddy Zambrano começou sua enorme sequência de bananadas não fazendo nada.

Com bola, o Verdão chegou pela primeira vez aos 9: Guerra foi ao fundo pela direita e rolou para Willian; ele foi travado na hora do chute e a bola sobrou com Tchê Tchê, que bateu de chapa, nas mãos de Guruceaga. Aos 14, o Peñarol tentou encaixar um contra-ataque, mas Junior Arias bateu por cima num lance que poderia ser perigoso se ele alçasse para Affonso, que fechava pela esquerda.

O Palmeiras tinha dificuldades em penetrar no sistema defensivo do time carbonero – algo já esperado diante do forte sistema defensivo armado por Leonardo Ramos. Mas nossos jogadores, em vez de usar a movimentação e os toques rápidos, preferiam carregar a bola, o que facilitava a tarefa dos uruguaios.

O Palmeiras chegou perto da área do Peñarol várias vezes, sobretudo pela esquerda, com Dudu; os espaços existiam e mesmo com problemas, o desenho do jogo apontava para um gol do Palmeiras a qualquer momento, bastava acertar o último passe. Mas aí, a surpresa: num escanteio pela direita, cedido por Felipe Melo, Ramón Arias saiu de trás, completamente livre, e conseguiu uma testada violenta, no ângulo esquerdo de Fernando Prass, inapelável. Fabiano dormiu na marcação.

Nosso time ficou muito nervoso após sofrer o gol e por alguns minutos o filme imaginário que passava no telão era o da Libertadores do ano passado. O script era idêntico após o primeiro gol do Nico Lopez. Um enorme apagão defensivo se abateu sobre nosso time, e o Peñarol poderia ter feito o segundo. Aos 38, Junior Arias foi lançado por trás de toda a zaga e ficou na cara de Fernando Prass, mas nosso goleiro saiu em seus pés e abafou a conclusão; no rebote Nandez recolocou na área e Affonso, pressionado por Mina, cabeceou por cima, com o gol vazio.

Aos poucos o Palmeiras se recuperou do baque. Queixo duro, o time encaixou o golpe e voltou para o jogo, mas seguia sem saber como chegar ao gol uruguaio. Mina arriscou um chutão de fora aos 40 e Dudu bateu uma falta, da meia-lua, por cima – foi o máximo que o Verdão fez na parte final do primeiro tempo. O time precisava muito de uma boa orientação no intervalo.

SEGUNDO TEMPO

Sem mudanças, o Verdão foi um rolo compressor no início do segundo tempo. Antes de completar um minuto, Guerra pegou uma sobra e entrou driblando; a bola ficou com Borja que tentou bater por baixo mas Guruceaga defendeu.

No lance seguinte, gol do Verdão: Fabiano cruzou de esquerda; Edu Dracena e Borja disputaram e a bola sobrou do lado direito para Willian Bigode, que bateu firme e empatou o jogo com menos de dois minutos jogados. Era tudo o que o Verdão precisava. Ou quase tudo.

O time uruguaio se assustou. O Allianz Parque se inflamou e o Palmeiras, bem mais rápido nas trocas de passes, engoliu o Peñarol. E aos 5 minutos, saiu o segundo: Fabiano bateu lateral; Borja raspou de cabeça e o zagueiro Quintana falhou feio deixando a bola passar por baixo de seus pés; Guerra pegou a sobra, invadiu a área, enxergou Dudu livre do lado esquerdo e rolou para que o camisa 7 apenas escorasse para dentro do gol, decretando a virada do Verdão. Aí sim, era tudo o que o Palmeiras precisava.

O Peñarol estava nocauteado em pé; faltava apenas o golpe de misericórdia. E aos 9, ele se desenhou: Tchê Tchê cruzou da direita na direção de Dudu; Petryk empurrou nosso capitão pelas costas e o juiz, depois de vacilar por alguns segundos, viu-se obrigado a marcar. Borja foi para a cobrança mas bateu por cima. Nosso time ainda teve uma ótima chance em nova finalização do camisa 12, depois de linda troca de passes entre Tchê Tchê e Guerra.

Mas o jogo mudou. O Palmeiras esfriou e passou a esperar pelo Peñarol no campo de defesa. O time uruguaio avançou e deixou espaços. Era hora de mandar Keno a campo, mas Eduardo Baptista demorava para tomar a decisão. Felipe Melo cortou um contra-ataque com falta e foi amarelado – pouco depois, vieram as primeiras mexidas: Michel Bastos no Borja (Willian foi para o comando do ataque) e Thiago Santos no Felipe Melo.

O Verdão teve mais uma chance de matar o jogo aos 29: Michel Bastos aproveitou o espaço do lado esquerdo da defesa, entrou na área e bateu de chapa, buscando o canto direito de Guruceaga, que defendeu com a ponta dos dedos; Tchê Tchê pegou a sobra, mas com dois zagueiros pela frente; ele bateu forte, mas Hernandez salvou em cima da risca, e a bola ainda bateu no travessão.

Como castigo, o Palmeiras tomou o empate um minuto depois: após cobrança de falta da esquerda; Quintana conseguiu o cabeceio no meio de Edu Dracena e Mina; Prass fez o milagre mas no rebote Gastón Rodriguez tocou para o gol vazio, empatando o jogo.

Aí começou uma sequência inacreditável de cera e catimba. Não que não esperássemos que o Peñarol fosse fazer isso se tivesse o resultado. Mas o nível de sofisticação das técnicas saltou aos olhos. Os uruguaios chegaram ao requinte de comunicar o número errado do jogador que seria substituído apenas para confundir e ganhar mais tempo.

Aos 32, Guerra achou Willian Bigode com espaço na ponta direita; o camisa 29 invadiu, driblou Guruceaga e tocou para o gol vazio, mas a bola subiu e tocou o travessão. Impressionante. Quatro minutos depois, finalmente, Keno foi a campo, mas Eduardo optou por tirar Guerra, que vinha sendo nosso melhor e mais lúcido jogador. Tomou uma enorme vaia do estádio.

Seguiram-se 15 minutos de pressão inócua, catimba e discussão. Até o juiz fazia cera; para ele, quanto menos a bola rolasse, menos chance de se complicar. Até que, já nos acréscimos, Dudu tentou bater rápido uma falta pela direita mas Hernandez ficou na frente da bola, atrapalhando. Muito irritado, nosso capitão cobrou uma atitude do juiz, que reagiu mostrando-lhe cartão amarelo. Dudu, inconformado, uniu as pontas dos dedos fazendo o manjadíssimo “ma che???”, ao que o juiz lhe mostrou mais uma vez o amarelo e por consequência o vermelho. Um absurdo.

Depois de muita discussão e mais de quatro minutos de novas paralisações, com um a menos, o Verdão foi para o abafa final. Lateral na área; Mina desviou e Fabiano testou no chão, mas Guruceaga fez excepcional defesa mandando a escanteio. Já com 54 no relógio, no último lance da partida, Michel Bastos bateu o escanteio e Fabiano testou firme de novo, no cantinho direito – a bola ainda bateu na trave antes de entrar. E logicamente o juiz acabou o jogo logo na sequência.

FIM DE JOGO

Numa análise mais estrita pode-se encontrar vários problemas na postura do Palmeiras em campo neste jogo. Mas a natureza da disputa ameniza as falhas de posicionamento e de movimentação do time. A atmosfera no estádio jogou a tática para segundo plano num jogo entre duas das cinco camisas mais pesadas do futebol sul-americano. Tudo isso, somado à forma e ao tempo que saíram os gols, faz deste jogo um clássico instantâneo. Lembraremos deste jogo por anos a fio.

Nosso time agora tem a difícil missão de virar a chavinha para o Paulistão, onde enfrenta a Ponte Preta em ida e volta por uma vaga na final; para depois voltar novamente as atenções para a Libertadores – daqui a duas semanas, a revanche em Montevideo. Se você achava que isto foi muita emoção, ainda tem mais. VAMOS PALMEIRAS!

A VOZ DO PADRINHO

Hoje o áudio é do Rodrigo Prinholato, de Piraçununga. E tem até produção. A rapaziada tá caprichando, valeu Prinholato!

Ficha Técnica

38.483

R$ 2.582.842,67

Roddy Zambrano

Peñarol

Guruceaga
GOL
Petryk
LAD
Quintana
ZAG
Ramón Arias
ZAE
Hernández
LAE
Pereira
VOL
Novick
VOL
Gastón Rodriguez
ATA
Nandez
MEI
Cebolla Rodríguez
MEI
Affonso
ATA
Perg
LAD
Junior Arias
ATA
Angel Rodriguez
VOL
Leonardo Ramos
TÉCNICO

Notas


Jogador
Descrição
Nota
Fernando Prass
Sem culpa nos gols, seguro nas poucas bolas que foram em sua direção.
7
Fabiano
Errou na marcação no lance do primeiro gol do Peñarol, mas participou dos três gols do Verdão - o último, épico.
8.5
Mina
Mais uma vez importante na saída de bola; dormu no lance do segundo gol.
7
Edu Dracena
Fez companhia a Mina no cochilo no gol de Gastón Rodriguez, mas mais uma vez deu seu toque num lance de gol nosso.
7
Zé Roberto
Mais uma vez ficou um pouco preso - não fez falta porque Dudu teve o apoio de Guerra e Tchê Tchê.
6.5
Felipe Melo
Sobrou OUSADURA.
8
Thiago Santos
Fez cosplay do Felipe Melo, mas obviamente não tem a categoria do original.
6.5
Willian
Tentou, tentou; errou, errou; mas sempre deixa o seu.
8
Tchê Tchê
Sonolento no primeiro tempo, acordou na etapa final.
7
Guerra
El Lobo fez sua melhor partida com a camisa do Verdão; foi um pecado tirá-lo do jogo.
9
Keno
Ficou pouco tempo em campo, foi importante na recuperação de bola antes da pressão final.
6
Dudu
O mais acionado do ataque, deixou o dele e participou intensamente de todo o jogo. No lance da expulsão, tá absolvido. É muito fácil falar de fora.
8
Borja
Errou, não desistiu, continuou tentando - e errando. O pênalti perdido ficou bem barato para ele.
4
Michel Bastos
Mais uma vez entrou perto do fim e se tornou uma ameaça letal ao adversário.
8.5
Eduardo Baptista
Eduardo Baptista
Demorou para colocar o Keno; não achou a medida certa na hora de botar pilha no time; mas, como todos, se salvou no final.
6





  • Sinto falta de quando o usuário podia dar nota pros jogadores e a nota do Verdazzo só era revelada após darmos a nossa. Depois, surgia a média dos usuários também.
    Achava interessante pra desmitificar alguns “falsos mau jogadores”. Por exemplo o Fabiano – é bem comum ouvir por aí que ele é ruim e não serve. Mas suas notas quase nunca são (ou seriam) abaixo da média.
    Alguma chance de isso voltar?

  • E com futebol, politica interna, arena, títulos, cada vez mais profissional, os rivais ficam com uma dor de cotovelo.

  • Acho que a única coisa que o Eduardo deve acrescentar a este time com o tempo é um pouco mais de pressão no início de cada tempo, tipo, uma blitz de uns 10~15 minutos pra tentar sufocar o adversário. Em jogos como o próximo de quarta, isso ajudaria absurdamente. E além disso, diria que um pouquinho mais de intensidade e velocidade verticais (estilo Cuca) acrescentaria uma variação ao time que somado ao ótimo toque de bola que temos e eficiente sistema de marcação, poderia resolver muitos jogos para nós. Mas também tem a contrapartida de que o ideal do momento é terminar de acertar os posicionamentos e entrosar o time, e é o que tem acontecido muito bem. Os jogadores compreenderam que enquanto grupo todo mundo vai jogar e dependendo da situação pode jogar um ou outro e que o time é mais forte assim – e isso é fundamental. Em um outro momento acredito que ele vá acrescentar outras formas de jogo ao time. Se tem algo que o Eduardo vem mostrando é que entende de bola e que não é nem um pouco bobo. É a grande chance da carreira dele, e ele não tá desperdiçando não.

    P.S. Na hora que os companheiros de time entrosarem pra valer com o Guerra, meu amigo… o cara tem uma visão diferenciadíssima. Tem horas que dá pra reparar que os caras meio que não estão esperando que ele vá fazer isso ou aquilo. Na hora que ele entrosar de fato mesmo, pena dos adversários.

  • Palmeiras cada vez melhor técnica e taticamente. Para quem viu este time a um ano atras tomar um baile no segundo tempo do Rosário Central em plemo Allianz. Onde o time se limitava apenas em dar chutőes. Ver este time jogando é um colírio aos olhos. Parabéns ao Eduardo Batista. Vida longa ao nosso técnico…

  • “O piloto de Fusquinha” tá se saindo bem com a Ferrari hein?”

    Vamos ver a hora que furar o primeiro pneu.

      • Nunca! Jamais! O que eu quis dizer é que momentos difíceis virão e ele terá poucos minutos para tomar decisões que podem significar o sacrifício do ano todo. É lento pra mexer e mexe mal quando faz. E que raios Michel Bastos está fazendo no banco?
        Ah estagiário, ainda tem muito q crescer..

        • Sobre o Bastos no banco, é foda cara…

          de características mais ofensivas ele tem:

          Michel que é monstro;
          Dudu e Borja, Monstraços;
          Guerra, ainda se adaptando e precisando de cancha pra acelerar o processo, mas já dando mostras de sua monstruosidade;
          Keno, monstro;
          William e Guedes em fase monstro;
          Veiga e Hyoran, monstrinhos precisando apenas de mais espaço e tempo pra crescer e virarem monstro…

          sem falar em Marques, Alec e Erick, que se não são monstros, tem seus momentos fera.

          Desses, por questões táticas, só 4 podem iniciar um jogo normalmente.

          Dudu e Borja não podem sair do time, sobram duas vagas (pra mim eu também não deixaria o Guerra pelas suas caraterísticas de fora, a não ser em casos bem específicos):
          Pra você o Michel deveria sempre estar entre os 4, pra um outro amigo meu o keno e seus dribles desconcertantes são essenciais, e conheço gente que por eles nunca poderia ficar de fora o William, pelo seu espirito guerreiro e vencedor, pra outros é o Guedes que deveria ter cadeira cativa…

          É muita gente boa pra pouca vaga, nessa eu concordo com o Eduardo em fazer um rodizio e deixar todos sempre em ponto de bala, tem dado certo e sempre quem entra, entra bem.

          • Bom de qualquer forma muito melhor que seja assim do que EB olhar no banco e ver Adriano Michael Jackson ou Leandro vagabundo hahaha Que baita elenco temos.

  • “ele dominou com muita felicidade” e “concluindo a gol com muita felicidade”. Ou o Bigode é um cara muito feliz e eu num tô sabendo, ou a palavra seria “facilidade”?

  • Parece que o adversário da semifinal será o santos mesmo! Eu queria já pegar os bambis na próxima rodada, mas tudo bem. Primeiro vamos bater nos lambaris e depois levar o primeiro troféu do ano pra casa. Nos vemos no Domingo na Vila! Esta semana será boa, considerando que já vamos pegar o Penarol na 4a-f.

  • 1) Alecsandro me lembrou o garçom de 1996 – Muller.
    2) Mina é o nosso novo Luiz Pereira. Se abrir mão dessa bobagem de Barcelona, deve ser o maior zagueiro de nossa história em poucos anos.
    3) Fabiano está resgatando o Cláudio do time de 1993. Joga cercado de craques, entende suas limitacoes e tem feito seu trabalho muito bem.
    4) Que baita jogador é o Felipe Melo.
    5) Eduardo Batista entendeu o DNA ofensivo desse time, está potencializando isso e ainda envolvendo bem todo o elenco no processo.
    6) Esse paulista é nosso e nossos rivais sabem.
    Continuemos assim sérios e dedicados até o final.

  • Ontem estive no Paca, e como o Conrado sempre reforça a visão do estádio é bem diferente da que temos pela TV – principalmente por termos a oportunidade de analisar a movimentação individual de cada jogador.

    Dupla de zaga: completamente afiada e é essa para a temporada. Me arrisco a dizer que Mina-Dracena, se mantidos lado a lado até a Copa, pode se tornar uma das 05 melhores duplas de zaga que já vestiram essa camisa;

    Laterais: os dois que jogaram hoje funcionam melhor presos na defesa; os dois que não jogaram atuam melhor como alas. Eu pensaria nessas escalações de acordo com o jogo. Fabiano deu 03 belas assistências, que infelizmente não resultaram em gols. Por ser pesado, precisa de um sistema de cobertura que funcione bem – o mesmo vale para o Zé (que se San Genaro permitir encerra sua carreira levantando a taça que mais sonhamos);

    Volantes: Thiago-Tchê Tchê funciona melhor pelo simples motivo de Thiago desarmar e já tocar de lado para o T2 aparecer mais pro jogo. Felipe Melo-Tchê Tchê ainda é uma dupla em formação que está se encontrando em campo. Ontem a cobertura foi precisa e trouxe mais confiança para a melhor defesa do país.

    Meias: é bem interessante a dinâmica que vemos com Guerra e Dudu em campo pelo simples motivo de girarem uma rotação acima dos outros. Guerra erra muitas jogadas porque leva um tempo para assimilarem seu raciocínio. Dudu já está encontrando essa sintonia – e ontem, bem posicionado, jogou leve e com muita disposição (vide comemoração no gol). Se Dudu treinar finalizações à exaustão e se tornar um grande artilheiro também, Neymar terá enfim um reserva confiável na Copa (abraços, Julinho).

    Atacantes: estou desde a chegada do colombiano pedindo a dupla BB em campo pelo simples motivo de que poucos atacantes no país vivem a fase iluminada de Willian Bigode. O cara marca, passa bem, cai pelas duas pontas, aperta o goleiro, dá assistências e coloca a bola no barbante – é nosso artilheiro no ano. Borja a cada jogo vai ficando mais à vontade. Quando ele arranca com a bola, ainda que seja do meio do campo, o estádio todo já levanta porque sabe que vem bagunça.

    Substituições: Thiago Santos seria volante titular em qualquer time no Brasil… que não tenha Felipe Melo na posição. A forma como o Pitbull arredonda as jogadas e lança no peito dos atacantes é de encher os olhos. Michel acertou simplesmente todas as jogadas e também deu 3 assistências primorosas. A ponta direita é definitivamente sua melhor posição. Alecsandro, visivelmente mais em form que em 2016, parecia outro jogador. Mais rápido, consciente nos passes, deu duas assistências idênticas para o Dudu – uma entrou. Jogando dessa forma e com essa vibração sempre, tem lugar no elenco.

    Eduardo Baptista: passou pela primeira prova de fogo com louvor – goleada nos bambis, virada no aquário, liderança da chave na Libertadores e melhor semifinalista do Paulistão. A segunda vem agora: semifinais contra um adversário de maior calibre (sigo apostando no Santos) em meio a dois jogos importantes da Libertadores que podem abrir caminho para nossa classificação. Taticamente, vejo o time dele com mais curiosidade e interesse que o do Cuca (até por ter muito mais opções). Só falta aquela pressão absurda nos 10 min iniciais de cada tempo pra dar um calor no adversário.

  • Para os cornetas de plantão, falam que o adversário era fraco… mas não podemos de deixar de notar a fluidez com que o time tem jogado. Não importa o adversário, encaixamos o time. Além do mais, o time do Novo Horizontino tem um time rápido, a camisa deles pode não ter peso, mas foram um bom “sparring” para nosso jogo de quarta feira.

  • Acho que toda pessoa tem a chance de evoluir na vida, as vezes pegamos um trabalho que não somos qualificados e somos obrigados a estudar e aprender para ir bem nesse trabalho. Acho que o mesmo aconteceu com o EB, o cara ta aprendendo a trabalhar com o time, e tem tudo pra ser um “Alex Ferguson” pro Palmeiras…
    Espero ganhar 5 títulos esse ano, se não acontecer, deve haver paciência com o técnico e os jogadores, mas que as chances de ganhar tudo no ano são grandes … a são ein

  • O Palmeiras fez um jogo exuberante. Rápido, envolvente…observem as notas do Verdazzo…com exceção da má vontade com o Zé Roberto ( que para mim merecia um 7,5) TODOS tiveram notas maiores que 7,0. Nao me lembro disso ter acontecido mais recentemente. Reconheço que, embora o adversário tenha também jogado muito bem, tivemos um espaço maior para jogar. Nosso time funciona bem contra times que nao ficam atulhados na defesa com 10 jogadores entupindo a entrada da área. Jogaremos a segunda em casa…e sempre haverá espaços se fizermos um resultado – ainda que magro – no primeiro jogo. Time jogou muito e o técnico também é responsável…porque quando perde…ele carrega a cruz sozinho!!!

    • Quando não se lê o que quer, surge o ranço. Não há nenhuma má vontade com o Zé, apenas opinião.
      Você poderia compreender isto.

      Old, but not so wise.

  • o lance do Mina me lembrou o primeiro gol do Luis Pereira depois de se tornar titular**.

    Primeiro turno no paulista de 1971, Palmeiras x SFC no Porcambu. Jogo estava 1×0 — golaço de Leiva de encobridinha no Cejas. Chevrolet pega a bola na perpendicular do gol, mais ou menos, na intermediária, tabela com Leiva, recebe na marca do pênalti, arruma e bate no ângulo; simplesmente genial! O lance também foi no gol to Tobogã.

    final, 2×0 Palmeiras, com dois golaços e muito jogo de bola. Muito tempo depois, deu pra saber que eram os primeiros toques da construção do maior zagueiro que já vi atuar em qualquer tempo, com qualquer camisa.

    #SaudadeChevrolet
    #ForzaMina

    **(ele já estava no clube há um tempo, mas no fim do Robertão de 70 e naquele início de Paulista em 71, passou a jogar efetivo, ora com Baldochi e ora com Nelson Coruja; no segundo semestre, Baldochi seria vendido ao SCCP. Só no início 72, Alfredo substituiria Polaco — ex-SCCP, vindo na transação do Baldochi — num jogo em Mar del Plata e, nunca mais saiu do time, formando a famosíssima defesa LEÃO, EURICO, LUIS PEREIRA, ALFREDO E ZECA!).

    • Sou mais novo, mas lembrei do Cléber nesse lance! Aliás, acho que não via o Palmeiras jogar tão bem desde 1996!

  • Hoje jogamos muita bola, independente do adversário o time fez o que precisava e esbanjou categoria. Aumentando a intensidade e o Dudu pondo o pé na forma vamos ser melhores ainda. Os reservas entraram bem e olha que estamos sem o nosso querido 10!

  • Fiquei impressionado com o time hoje, não me parece que o Palmeiras possa ser eliminado por qualquer dos adversários do Brasil em dois jogos, jogando com o time A ou o time B. aliás, quem faz parte do time A e quem faz parte do time B?? Me parace que de fato chegamos ao estágio que tanto almejamos de ter 18 ou 22 titulares. Mas futebol é futebol, ter melhor time e jogando bem não garante sucesso, contudo, aproxima e muito as taças.

  • Prass: sócio avanti ultra gold. 7
    Fabiano: mediano. 5
    Mina: gênio, o melhor zagueiro do Brasil, no mínimo. 9
    Dracena. V.H. vai esquentar o banco por um bom tempo. 8
    Ze: Função tática importante. Quem é Roberto mesmo?…8
    Felipe Melo: dono do meio. 9
    Tche²: Tava meio mal nos últimos jogos, hoje esboçou uma reação. 8
    Guerra: Talvez o melhor jogo dele por aqui. 9
    Dudu: depois da seleção, não encaixou uma grande partida. Mas quanta RAÇA. 7
    William: veio pra ser reserva de luxo, e virou titular de luxo. 9
    Borja: que gol! 9
    Michel Bastos: Joga muito!. que passe aquele para o Guerra. 8.5
    T.Santos: Só é reserva porque temos o FM. 8
    Alecgol: e não é que dessa vez entrou bem? 7

    • Muita má vontade com o Fabiano.

      Tudo bem, o cara não é nenhum primor técnico, mas taticamente joga sempre muito bem.
      Entendo que muita gente torça o nariz por que tipicamente uma ou duas vezes por jogo ele dá uma engrossada que chega a dói nas vistas, mas em quase todos os lances ele vai direitinho, sem ser brilhante, mas faz o que tem que fazer. E mesmo nas engrossadas que dói de ver, nenhuma delas até hoje resultou em sequer um lance perigoso pro adversário. (a de ontem não foi uma engrossada, foi uma falha de comunicação entre ele e o Dracena.). Alias, vou lançar um desafio aqui, lembrem de 1 (UM) gol que agente tomou fruto de inabilidade ou mal posicionamento do Fabiano… O mesmo não pode ser dito nem do Zé Roberto.

      Uma coisa é não gostar do cara e considera-lo jogador nota 5, outra coisa é dar nota 5 pro cara num jogo em que ele só não saiu de campo com duas assistências porque William e Dudu desperdiçaram chances incríveis!! (E não foram os únicos lances bons de ataque nosso em que ele participou.) Num jogo em que ele apoiou bem sem deixar uma avenida em suas costas (no minimo, bem coordenado com a cobertura ele estava…) alias, como falei anteriormente, ele raramente deixa.
      Ele errou pouco, preencheu bem os espaços, deu opção de passe que no mínimo facilitaram os dribles dos ‘pontas’… criou duas chances claríssimas de gol… e teve uma falha de comunicação, que até se deduz pontos, mas um 5 só se justifica se o cara já parte com nota negativa, o que convenhamos, não passa de preconceito e pegação no pé desnecessária.

  • Cada vez mais consistente. É muito bom ver o trabalho do EB evoluindo. Técnico promissor, está sabendo usar o elenco e dar caracteristicas interessantes pro time. Movimentação, triangulações e marcação encaixada. Ta bonito de ver. Vamos Palmeiras!!!

    • Movimentação, triangulações e marcação encaixada soh foi bem feita no segundo quarto do jogo com o mesmo estava ganho. Tem um caminho bom pra percorrer. E o foda eh que nossas comparações ate agora foi soh time pequeno. Novorizontino, mirassol, são paulo, botafogo ai fica difícil de ver a real situação

    • Não concordo, o Palmeiras é um time com linhas distantes, intensidade mediana, e a sensação que passa nas jogadas de ataque é que Não tem uma ideia muito bem definida, os atacantes vão no bumba meu boi e no talento individual.

      Com o Cuca sofriamos também, mas a proposta e entrosamento do time eram bem claros e definidos.

      Na boa, o elenco, que é bom, e é quem está levando o técnico nas costas. Do jeito que o Palmeiras tem jogado, qualquer técnico estaria tendo os mesmos resultados.

      Não, não acho que devamos trocar de técnico agora, mas que foi um tiro mal dado da diretoria, não tenho sombras de dúvida. Não acredito que com esse futebol, vamos ganhar qualquer título esse ano. Por sorte, o EB vai cair mais pra frente, com algumas eliminações, e quem sabe o Cuca esteja disponível até lá, ou até o Palmeiras tire o escorpião do bolso e traga o Rueda. Assim, ainda podemos levar a liberta, que vai até o fim do ano, o brasileiro, a copa do brasil, e com alguma sorte e o time jogando o máximo de seu potencial (com um técnico melhor que saiba extrair isso), o bi mundial.

      • Veremos no final do ano. Por mim, Eduardo Baptista nos próximos cinco ou dez anos. Chega de “trocação”. Títulos se ganha com elenco, trabalho e comprometimento. Óbvio que o EB é mediano, num é gênio. Mas gênios só são necessários quando o elenco é comum. Não é o caso.

        • Torço para ele queimar minha língua, mas assistindo, atualmente, o time, sinto uma falta de capacidade tática. SE ele ganhar varios títulos, vou ficar muito satisfeito. Mas ainda sinto que falta algo no time com ele.

          • Respeito, mas rogo para que curta cada vitória. Acho que vai se divertir mais assim. Do jeito que está, se perder, parece que será mais divertido pra ti.
            Não me leve a mal, só uma opinião/dica.

          • Ah, disso está tranquilo, comemorei bastante cada gol, mesmo sendo só o novorizontino. Eu separo a análise tática da emoção de ver o time ganhando, classificando. Digamos assim, fico feliz que esteja ganhando, mas se tacticamente, eu visse o time desempemhando melhor, ficaria mais “confiante” na hora que os campeonatos afunilarem. Fico com a sensação que a equipe vai espanar mais pra frente, por mais que eu torça para que não aconteça.

          • Vou ler Conrado, se foi o sarcasmo, não vou mais fazer. Mas se foi a análise, é só o que eu sinto analisando o desempenho do time, você vê muito diferente, esse lance de faltar intensidade, espaço das linhas, etc?

          • a intensidade é proporcional à necessidade. O posicionamento das linhas me pareceu perfeito.
            Claro, o adversario exigiu pouco e nao é parametro para muita coisa.
            abs

      • Vou nesta linha de pensamento também. O time que está segurando o técnico. Muita posse de bola e pouco objetivo, pouca agressividade, 20 minutos e já queria mudar de canal. Jogo começou de fato com entrada de Michel Bastos, com ele deu liga no Guerra, já que Dudu nunca devolve a segunda bola. Quando chegar times de melhor nível técnico a coisa vai complicar, ainda não acredito na libertadores.

      • Acho que não assistimos os mesmos jogos. Você fala em bumba meu boi, mas az tempo que não vejo o time dando chutões ou chuveirinho na área. Dois dos três gols de ontem sairam de jogadas bem trabalhadas. Tivemos paciencia de rodar a bola até o ultimo minito contra o Jorge Winsterman e na virada contra as sardinhas também. Poucos times têm essa paciencia e frieza pra encontrar o caminho. Qualquer outro time abusaria de chuveirinhos. Quanto a marcação, somos só a melhor defesa. E a marcação alta vem sendo uma tonica. CLARO que é só o Paulista. CLARO que o Novorizontino não é o Barcelona. Mas times como Atlético MG, Urubus e sardinhas, que foram G4 ano passado, estão sofrendo jogando campeonatos com o mesmo nivel técnico ou até pior. Não disse em nenhum momento que o time está pronto, mas vejo coisas positivas se repetindo nos jogos. Mas posso ser um otimistinha iludido que nao manja nada. Veremos nas fases agudas das competições mais importantes. Aí a gente conversa

  • Ainda quero ver esse meio de campo com Yaya TcheTche, Moises dos 7 mares, Guerra dos mundos e Michel Ballacktos soh com a bandeja na mão.

  • Jogou bem, time parece entrosado, mas ainda sinto que falta algo, ano passado o time me passava uma segurança tão grande que eu sabia a derrota não viria. Enfim… Acredito que uma boa vitória quarta eu encontre esse “algo”.

    • Também vejo essa falta do elemento X que faz o time fazer gols de diferentes formas e nao toma-los. Mas ao contrario de você, nao acredito que uma simples vitoria faria isso magicamente acontecer. se fosse tao fácil ja teria aparecido desde a vitoria em casa pela Libertadores. Isso ai eh treino, to sentindo falta disso e de um pouco mais de companheirismo pra procurar o companheiro melhor posicionado pra finalizar.
      – Borjao eh bruto.
      – Guerra eh cranio. (imagina jogando com Moises, quero ver apenas a face dos adversários)
      – Mina eh muralha da China melhorada
      – Fabiano eh triste de ver.
      – Alecgol eh um belo reserva
      – Gódin metendo sempre gol por estar na hora e lugar certo.
      – Dudu precisa dar aquela estralada depois de servir a seleção2. mas hj foi melhor. Outro monstro. (ele, moises e guerra vão aparecer em muitos pesadelos pre e pos jogo)
      – Eduardo Batista esta no caminho certo, espero que ele coloque essa ultima pecinha, ultimo óleo na engrenagem nesses proximos 2 / 3 jogos.

  • Salto alto , azar e roubo feio ! só o salto não é suficiente… mas o salto chama o azar e dá respaldo ao roubo… mas não vai rolar. Dá-lhe verdão!!!

  • Jecimauro? Trata-se do zagueiro Jeci? Dá verdão, claro, 3 x 0, com gols de Borja (isso mesmo, triplete).

  • Prass; Tche Tche (Fabiano é muito ruim); Mina; Dracena; Zé, F Melo; Mihcel Bastos; Guerra; Keno; Dudu; Willian.

    • Olha tbm acho o Fabiano muito fraco.. mas tirar o TTche da posição onde ele mando muito bem, acho complicado.. Mesmo que nas últimas partidas não tenha ido tão bem..

      Agora Borja no banco, sem chance..

  • Eu ainda ficaria com Keno no Bigode..

    Bigode entraria no fim da partida no lugar do Borja, depois de ele já ter deixado o seu!

    SEP 2 a 0 GNH, Borja e Mina!

  • É jogo para ganhar confiança e desencantar. Jogar com seriedade e respeito, sem tirar o pé. É o jogo pro Borja mostrar por que gastaram 40mi

  • Espero que pra hoje ao invés de salto alto, comecemos a ver aquele futebol mais tranquilo, leve, que vimos no ano passado quando acabou a pressão em cima do Cuca. Acredito que vai ter muita gente querendo carimbar o passaporte para o jogo de quarta hoje, então, creio em um bom jogo do alviverde, um emblemático 4 x 0 – com gols de Borja(2), Dudu(1), Fabiano (1) e Mina (1) para um público de 30.039

  • A lembrança mais imediata/boa de um #PalmeirsaxTigre no Porcambu é um 4×1 em 1989 em que o Neto entrou com a camisa 7, marcou um gol de cabeça, mandou peterdaço na trave, deu assistência pra gol, jogo pra caramba e saiu com a arquibancada inteira gritanto o nome dele. Lamentei muito que não tenhamos usufruído do talento dele.

    aposto num 3×0 oggi.

    #AvantiPalmeiras

    • Ainda bem que o verdão não deu valor a esse sem caráter. Dói só de imaginar que ele pudesse ter virado ídolo do verdão.

  • Conrado,
    Conrado,

    Apenas uma retificação quanto aos confrontos do Almanaque. Esse Novorizontino não é o mesmo que enfrentávamos antigamente.

    Aquele faliu! E, em 2010, foi fundado um novo clube, com um novo CNPJ, porém utilizando as mesmas cores e estádio do antigo.

    Então, na verdade, tivemos o primeiro confronto com eles no domingo passado, não é por exemplo, o caso de clubes que entram em licença e, após período de inatividade retornam.

    Deve-se então, incluir um novo clube no Almanaque.

    Abraços

    • Acho que isso não deve ser levado em conta, viu. Em Jundiaí, minha cidade, ninguém diferencia o Paulista de Jundiaí do Etti Jundiaí, que durou por alguns anos. A alma do time e a camisa são as mesmas.

      • A diferença, Renan, é que o Etti Jundiaí, Lousanno paulista e Paulista sempre foram o mesmo clube, apenas mudou de nome… Vide o caso do Guaratinguetá, que em 2010 mudou de nome e de cidade, para Americana, continuou sendo o mesmo clube (com o mesmo CNPJ)… O caso do Novorizontino é diferente, pois trata-se de um clube totalmente novo!

          • Eles utilizaram “Grêmio Novorizontino” apenas. O antigo é “Grêmio Esportivo Novorizontino”.

        • Daniel, o hino e o mascote são os mesmos. Acho que tem tanta similaridade que dá para considerar o mesmo clube no sentido de histórico. Até porque, suponhamos que o antigo Novorizontino volte à ativa. Você imagina que eles vão retomar o hino, mascote e cores e vão ter dois times idênticos na cidade? O mais provável é que mudem completamente. Mas assim, entendo perfeitamente sua colocação. O que me pergunto é se, por exemplo, o troféu de vice-campeão paulista está com o pessoal do antigo Novorizontino ou se o atual “se apropriou”.

          • Matheus, o intuito deles na hora de fundarem esse novo clube foi exatamente de reviver o clube antigo. Até aí tudo bem, mas, entendo que não podemos tratar como o mesmo para não virar bagunça…
            Um clube se enche de dívidas, vem a falência, fecha e anos depois reabre quase que exatamente como era e está tudo certo? Um dos grandes gracejos da administração de um clube (principalmente esses do interior, que sofrem ano após ano com falta de dinheiro e de estrutura) é a capacidade de gerir e sustentar o mesmo clube, por décadas a fio mantendo junto com a sua tradição a meta de nunca ter que parar ou fechar.
            Entendo que a essência desse novo clube é exatamente a do inexistente e sua torcida também seja a mesma, porém, na minha opinião, jamais poderiam se apropriar de dados históricos e estatísticos do anterior, nem de troféus e resultados conquistados.
            Mal comparando, seria como se os Bambis começassem a considerar os resultados e conquistas do SPFC da Floresta ou até mesmo do Paulistano, que foram precursores do time deles.

          • Eu não discordo de você, mas acho que foi exatamente isso que aconteceu. Eles se apropriaram e os responsáveis pelo Grêmio Esportivo Novorizontino não se opuseram. Eu acho o exemplo do Paulistano diferente desse que falamos porque o clube Paulistano continuou independente, apenas fecharam o depto de futebol e os antigos jogadores aderiram ao São Paulo. Agora, a menos que alguém de Novo Horizonte me desminta, o novo clube usa a mesma estrutura do clube anterior. Tudo igual. Só não voltaram a ser o Grêmio Esportivo Novorizontino para não pagarem a dívida. Mas novamente, acho sua opinião muito válida.

    • O Verdazzo considera o mesmo time. É o mesmo distintivo, as mesmas cores, representando a mesma cidade e a mesma coletividade.
      Mas você pode considerar como você quiser, cada um tem seu critério.

  • o bom do time qualificado é que quem entra quer mostrar serviço para tentar uma vaga. Isso pode manter a intensidade do time na medida que as substituições ocorrerem. Tenho certeza que o Keno virá mordido para esse jogo para recuperar o espaço que perdeu para o Guedes

  • meu palpite de escalação: Prass; Fabiano, Mina, Dracena e EGIDIO; FM e Tche Tche; MB, Dudu e Willian; Borja. 3×1 pra noix, gols de Willian, Borja e Mina.

  • Gostei muito de o Palmeiras ter humildemente treinado pênaltis ontem. Isso acaba com o OBA OBA na cabeça de qualquer um.

  • Concordo com o parpite, Mas os gols serão de Borja e Dudu.

    Edu fará seu primeiro gol na final da Libertadores, aos 43 do segundo tempo. O gol do título.