Podcast: Periscazzo (03/01/2018)

O início da temporada 2018 e a entrevista de apresentação do Lucas Lima foram os assuntos do Periscazzo desta semana.

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  • Paulo Marques

    Achei a coletiva do Lucas Lima uma coisa lamentável. Esses jornalistas deveriam se envergonhar e, acima de tudo, tomar ciência de que estão trabalhando no meio do futebol. Direcionar o foco a piadinhas, “polêmicas” e provocações é o mesmo que entregar um produto que não interesse ao público-alvo; só faltou perguntar sobre a amizade dele com o Neymar, se eles são amiguinhos para sempre, assistiram o filme do Pelé juntos etc.

    Pelos que os vídeos mostram, parece que o Emerson Santos é um zagueiro com potencial para fazer a do Mina; tem gente da imprensa (na real, um mané lá do EI) que aposta que os dois jogarão juntos, mas, em tese, um time precisa do zagueiro craque jogando ao lado do tal xerife (Zago + Clébão, por exemplo). Não é uma regra, só penso que um Vitor Hugo deixa o miolo de zaga mais completo.

    Estou animado para a temporada. Espero que os erros tenham sido identificados, estudados e prontos para serem selecionados, conforme disse o próprio Mattos, e assim consigamos ganhar títulos importantes. Tem elenco pra manter regularidade no Brasileiro, tem uma infraestrutura imbatível, tem planejamento… As condições para mirar todos os campeonato existem. Vale lembrar que a Copa do Brasil terá a maior premiação do continente (salvo engano).

  • Sobre o trecho inicial do Periscazzo (até 12′), concordo que o Palmeiras precisa aprender a se fortalecer nos bastidores, mas discordo com o pensamento de que éramos fortes na época da Parmalat, principalmente no que diz respeito a Conmebol.
    As vezes que prevalecemos, foi sempre pela nossa qualidade.
    Na Libertadores com a Parmalat, fomos assaltados em uma eliminação para o São Paulo (1994 – Euller), no jogo de ida contra o Grêmio em 1995 (Rivaldo e Valber expulsos enquanto o goleiro bandido e o cangaceiro do Felipão permaneceram em campo) e uma vez para o Boca Juniors (2000 – Riquelme).
    Em 2001 fomos roubados de novo pelo Boca, mas já sem a Parmalat.
    Concordo que Beluzzo tentou nos proteger mas não teve sucesso pois perdeu o respeito.
    Penso que quem melhor fez esse trabalho foi Paulo Nobre em 2016, pois houve roubo pró SCCP neste campeonato (como sempre), mas ele atuou no momento certo e considero que acharam prudente não interferir.
    Ano passado, isso foi novamente perdido e acho que com o perfil do atual presidente não teremos tão cedo (apesar de achar Maurício Galliote muito competente).
    Galliote deveria almoçar com Nobre e Leila, atuar como agente de paz, pedir desculpas e tentar convencer o ex-presidente a assumir alguma posição estratégica, tratando diretamente com FPF, CBF, Conmebol e FIFA. Se o cara de areia molhada assumir a presidência do rival e não fizermos nada, os roubos se acentuarão.