Palmeiras x Athletico-PR será inédito na Libertadores; contra Felipão, será a 3ª vez

Raphael Veiga do Palmeiras em disputa com Hugo Moura do Athletico-PR, durante partida válida pela décima quinta rodada do Brasileirão 2022, no Allianz Parque.
Cesar Greco

As datas para os dois confrontos entre Palmeiras x Athletico-PR já foram definidas pela Conmebol

O Palmeiras conheceu seu adversário da semifinal da Libertadores na noite de ontem: será o Athletico-PR, treinado por Luiz Felipe Scolari. A equipe paranaense deixou para trás o Estudiantes após vencer por 1 a 0 no placar agregado – os times empataram em 0 a 0 no jogo de ida, em Curitiba, e o Athletico venceu o duelo na Argentina por 1 a 0, com gol no último minuto marcado por Vitor Roque.

Será a primeira vez na História que o Verdão enfrentará o Athletico-PR na Libertadores, e a segunda em torneios realizados pela Conmebol, já que os dois times se encontraram na Recopa Sul-Americana deste ano.

Semifinalista pela décima vez, o Palmeiras já encarou outros times brasileiros nesta fase da competição por duas vezes e levou a melhor em ambas: venceu o SCCP nos pênaltis na edição de 2000 e superou o Atlético-MG no ano passado graças ao gol de Dudu, no Mineirão. Pelos lados paranaenses, será a segunda vez que chegam entre os quatro principais times do torneio continental – a outra oportunidade foi em 2005, quando foram derrotados na decisão.

As datas das duas partidas já foram definidas pela Conmebol. A ida, na Arena da Baixada, acontece no dia 30 deste mês (terça-feira), às 21h30; a volta, no Allianz Parque, será na semana seguinte, dia 6 de setembro, no mesmo horário. Ambas as partidas serão transmitidas pelo SBT.

Dono da melhor campanha da fase de grupos, o Palmeiras segue invicto na atual edição da Libertadores – são oito vitórias e dois empates, com 35 gols marcados e 5 sofridos. O Athletico-PR, por sua vez, tem cinco vitórias, três empates e duas derrotas, com 12 tentos a favor e nove contra.

Palmeiras reencontrará Felipão na Libertadores

Terceiro técnico mais vencedor da História do Palmeiras e o primeiro a conquistar a Libertadores pelo clube, Luiz Felipe Scolari enfrentará o Verdão pela terceira vez na competição continental. Os dois duelos anteriores foram marcados por muita emoção.

Abel Ferreira e Felipão se cumprimentam em jogo do Palmeiras contra o Athletico-PR, durante partida válida pela décima quinta rodada do Brasileirão 2022, no Allianz Parque.
Cesar Greco

Em 1995, Felipão era o treinador do Grêmio nos históricos confrontos que terminaram em 5 a 0 para os gaúchos no estádio Olímpico e 5 a 1 para o Verdão no Palestra Italia (6 a 5 para o Grêmio no placar agregado). À época, Carlos Alberto Silva dirigia o Palmeiras.

No ano de 2001 ocorreu o segundo encontro e, desta vez, o Palmeiras levou a melhor. O embate foi diante do Cruzeiro, com o primeiro jogo, disputado no Palestra Italia, terminando empatado em 3 a 3 e o segundo, no Mineirão, em 2 a 2. Na decisão por pênaltis, Marcos brilhou ao pegar três cobranças e o Verdão, comandado por Celso Roth, venceu por 4 a 3.

Encontro de gerações: Abel e Felipão se enfrentam pela primeira vez

Felipão e Abel Ferreira se encontram em hotel em Caxias
Cesar Greco

Ídolos da torcida palmeirense e amigos desde os tempos de Portugal, Abel e Felipão estão entre os técnicos mais vencedores do clube

O confronto deste sábado entre Palmeiras e Athletico-PR, válido pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, marcará o primeiro encontro de duas gerações vitoriosas na história palmeirense: Abel Ferreira x Luiz Felipe Scolari.

Comandante do último título Brasileiro do Verdão, Felipão é o segundo técnico com mais jogos na História do clube (484 jogos – atrás de Oswaldo Brandão) e o terceiro com mais títulos (6 – atrás de Brandão e Vanderlei Luxemburgo). Abel Ferreira, por sua vez, vem logo atrás no quesito títulos: são cinco para o atual treinador, em 132 jogos à frente do Verdão; e disputou uma final a menos que Scolari (9 contra 10).

Os jeitos parecidos de comandar o Verdão à beira do gramado, somado às entrevistas sinceras e fortes, além dos resultados de campo, faz os dois serem muito identificados com a torcida e ocuparem, para diversos palmeirenses, a mesma prateleira dos maiores técnicos que já passaram pelo Palmeiras.

Abel e Felipão têm relação desde Portugal

A ligação entre os dois não fica restrita ao sucesso no comando do Palmeiras. Eles se conhecem desde os tempos em que o brasileiro foi treinador da seleção portuguesa, entre 2004 a 2008.

O atual treinador palmeirense nunca escondeu a admiração por Felipão, tanto por ele ter sido responsável por o convocar à seleção pela primeira vez, quanto por sua forma de trabalhar a equipe.

“Temos uma relação muito boa, desde os tempos de Portugal. Ele foi uma pessoa espetacular comigo. Tenho um sonho que não cumpri; fui à seleção, mas não joguei. E foi ele quem me chamou. Ele foi muito sincero comigo, disse que eu poderia jogar dependendo da condição do time, infelizmente não deu, mas ele foi muito humano. A partir daquele momento eu entendi porque a seleção conseguia ter aquele ambiente, entrosamento. Ele uniu um país em volta de uma seleção”, disse Abel sobre Felipão, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.

Já para Scolari, os feitos atingidos por Abel em pouco tempo de Palmeiras o faz ser o maior técnico da História do clube.

“Para que todos saibam: o Abel é o maior treinador que o Palmeiras já teve em todas as épocas”, contou Felipão ao programa Jogo Aberto, da TV Bandeirantes, um dia antes da final do Mundial de Clubes contra o Chelsea. “Porque conseguiu os títulos e fez com que os jogadores trabalhassem pelo clube com alegria, com satisfação e com pensamento pelo Palmeiras que, talvez nós, não conseguimos passar”, completou.

Encontro em Caxias do Sul

Em junho do ano passado, o Palmeiras viajou até Caxias do Sul para enfrentar o Juventude e a delegação palmeirense recebeu a visita de Luiz Felipe Scolari na concentração. Em conversa com Abel, assistentes técnicos e outros funcionários do clube, o ex-técnico afirmou: “Se tivesse uma pessoa que merecia ser campeã da Libertadores tinha que ser ele [Abel]”.

Felipão, sobre Abel Ferreira: “é o maior treinador que o Palmeiras já teve”

Felipão e Abel Ferreira se encontram em hotel em Caxias
Cesar Greco

Histórico treinador do Palmeiras, Felipão falou também sobre o duelo entre Palmeiras e Chelsea

A um dia de estar no banco de reservas comandando o Palmeiras na final do Mundial de Clubes, o técnico Abel Ferreira recebeu um enorme elogio de Luiz Felipe Scolari.

Multicampeão pelo Verdão, o histórico treinador afirmou, em entrevista à TV Bandeirantes, que Abel “é o maior treinador que o Palmeiras já teve em todas as épocas”, e acrescentou: “Ele conseguiu os títulos, conseguiu fazer com que esses jogadores trabalhassem pelo clube com alegria, com satisfação e pensamento pelo Palmeiras que, quem sabe, nós não conseguimos passar”.

Felipão e Abel têm uma amizade de longa data. Os dois se conheceram quando Scolari era o treinador da Seleção de Portugal (2003 a 2008) e convocou o atual comandante do Verdão em alguns jogos amistosos. No ano passado, quando o Palmeiras jogou contra o Juventude, em Caxias do Sul, o ex-treinador visitou a delegação palmeirense.

“O Abel, como jogador, já apresentava sinais de comando. Era muito sério, equilibrado. Quando o chamei para a seleção, ele sabia que não era a primeira opção para a posição, mas continuou super equilibrado. Sempre notei nele essa facilidade em influenciar os jogadores. Confio no trabalho dele”, completou.

Abel minimiza elogios de Felipão

Na entrevista coletiva desta sexta-feira, Abel soube dos elogios feitos por Felipão mas, modestamente, minimizou.

“Não vejo as coisas assim. Sou mais um dentro de uma estrutura. O futebol me ensinou que dependemos um dos outros, que precisamos ser coletivos, plurais. Respeito essas opiniões, mas sou mais um dentro do clube com uma posição específica. No Brasil precisam encontrar um herói e um vilão. Vocês nunca vão me ouvir falar ‘eu ganhei ou perdi'”, disse o comandante.

Chega ao fim a história de Luiz Felipe Scolari no Palmeiras

A diretoria do Palmeiras anunciou no final da noite de ontem a demissão de Luiz Felipe Scolari do comando técnico do time. A decisão vem depois de um grave declínio no desempenho da equipe após a parada para a Copa América.

Contando o amistoso contra o Guarani, foram 14 jogos, com apenas 3 vitórias, 6 empates e 5 derrotas. As vitórias vieram na Libertadores e na Copa do Brasil, competições em que o Palmeiras acabou eliminado. No Brasileirão, as sete partidas sem vitória custaram uma liderança folgada, com cinco pontos de margem.

Antes da intertemporada, o time atravessava uma fase brilhante. No primeiro semestre, foram 33 jogos, com 23 vitórias, 8 empates e apenas 2 derrotas.  O time bateu alguns recordes históricos e sustentou uma série invicta de 15 partidas, com 13 vitórias.

Felipão encerra sua terceira passagem com um saldo bastante positivo: foram 46 vitórias, 23 empates e apenas 10 derrotas (incluindo dois empates sob o comando de Paulo Turra). Um aproveitamento de 67,9%. Contando todas as passagens, foram 485 jogos no Palmeiras, o segundo técnico que mais dirigiu o clube. Aos 70 anos, dificilmente esta lenda voltará a comandar o Verdão.

Um Felipão evoluído

Paulo Turra, Felipão e Carlos Pracidelli
Divulgação

O estilo de Felipão nesta terceira passagem foi um tanto distinto do que acostumamos a ver em suas duas passagens anteriores pelo Palmeiras, e mesmo na seleção da CBF. Mais evoluído e atualizado do que nunca, o general trocou as observações de Murtosa, seu parceiro durante décadas, pela dupla Paulo Turra/Carlos Pracidelli, que inseriram metodologias modernas de treinamento e de definições de estratégia.

Com isso, o estilo “sargentão” mostrado principalmente em sua primeira passagem esteve bastante pálido. O aspecto tático nunca esteve tão presente em seu comando, em detrimento ao motivacional. Talvez isso tenha feito falta nos momentos derradeiros.

O que não mudou foi sua disposição em proteger o grupo para manter o comando no vestiário, outra de suas grandes marcas. Felipão sempre fez questão de isentar seus atletas diante dos insucessos, cometendo, com isso, alguns deslizes – o mais problemático foi a infeliz frase após a desclassificação na Copa do Brasil, nos pênaltis, diante do Inter. A expressão “ninguém morreu” tinha a intenção de manter o apoio da torcida aos atletas diante da perspectiva de outros dois campeonatos ainda em disputa, mas acabou ganhando a conotação de debochar da decepção dos torcedores, o que o desgastou bastante.

Outro aspecto que manteve uma marca da carreira de Scolari foi o estilo de jogo apoiado num sistema defensivo intransponível. Ao atrair os adversários para nosso campo de defesa, sempre muito bem protegido, Felipão abria espaços em nosso campo ofensivo, para que velocistas o aproveitassem em contra-ataques rápidos, com poucos e precisos passes, chegando rapidamente às finalizações.

A imprensa, como sempre, sua inimiga

Mesmo com um desempenho espetacular entre julho do ano passado e junho deste ano, quando comandou uma inesquecível arrancada rumo ao décimo Campeonato Brasileiro e esculpiu uma série invicta memorável, o Palmeiras de Felipão atraiu a antipatia da imprensa e, de forma incrível, de parte de nossa própria torcida.

Os resultados magníficos não eram suficientes para calar as críticas, que apontavam sobretudo para a falta de toques na bola. Um sistema defensivo ultra-sólido não era bom. Chegar rápido ao gol adversário não era bom. Exigiam tabelas, passes vistosos.

A cruzada pelo “jogo bonito” nunca foi tão intensa, tendo sempre como antagonista o Palmeiras de Felipão, uma figura que jamais gozou de prestígio com os repórteres. Suas preferências políticas e estilo enérgico jamais foram bem digeridos pela classe.

Assim, a imprensa, que sempre se pautou pelos resultados, do nada passou a defender filosofias de jogo. Tomemos como exemplo o Santos: de forma inédita, os resultados decepcionantes do time de Sampaoli passaram a ser relativizados. Até um massacre de 4 a 0 no Pacaembu.

A força dos meios de comunicação minou a confiança de parte de nossa torcida e, na esteira, de parte de conselheiros do clube. A fase de oscilação, que foi entremeada por jogos em que as arbitragens nos roubaram abertamente, custou duas eliminações e a perda da liderança. Neste momento o resultadismo voltou a falar alto e a pressão sobre a diretoria foi grande. A cabeça do técnico e do Diretor de Futebol foram exigidas. Para sua própria proteção, Mattos decidiu demitir Felipão e assim aliviar a pressão sobre si.

Primeira prateleira

Felipão está, facilmente, na primeira prateleira dos ídolos históricos destes 105 anos de existência da Sociedade Esportiva Palmeiras. Sua saída do clube, provavelmente definitiva, implica em luto.

Tivemos o privilégio de testemunhar, mais uma vez, uma lenda viva entre nós. A trajetória de Luiz Felipe Scolari o faz um dos grandes personagens da História do Futebol. E sua imagem está indelevelmente ligada ao Palmeiras.

Só podemos desejar a Felipão o melhor. Um grande líder, um profissional exemplar, um homem excepcional. OBRIGADO POR TUDO, MESTRE!

Vamos em frente

A vida segue. O Palmeiras está vivo na disputa do Brasileirão e uma virada no comando sempre tem o poder de acelerar o tempo de recuperação.

Mas o Palmeiras, depois de mais uma grande lição aprendida, precisa pensar o que quer para seu futuro. Já não basta construir resultados brilhantes; para nós, é necessário encantar. Felipão estava construindo uma identidade vencedora, sem a menor preocupação com beleza. Objetivo, estava montando uma máquina que fazia mais gols do que tomava na maioria absoluta das partidas. A interrupção deste trabalho é uma chance de caminhar em direção à competitividade aliada à beleza.

É óbvio que queremos de ser campeões com um time jogando futebol esteticamente bonito sem deixar de ser competitivo. É possível. Mas se fosse fácil, todo mundo faria.

O desafio está à nossa frente: encontrar alguém capaz de extrair o máximo das qualidades que nosso elenco, inegavelmente, possui, ganhando títulos e encantando. Alguém com capacidade para comandar um elenco pesadíssimo e de suportar a pressão de ser o técnico de um clube, agora oficialmente, antipático.

O Palmeiras está atrás de um profissional que consiga montar uma identidade de jogo dentro desses conceitos, para ser aplicada por muitos e muitos anos e replicada em nossa base, para que os meninos possam ser integrados ao time de cima preparados da melhor forma.

Quem será o homem capaz de executar esta tarefa?


O Verdazzo é um projeto de independência da mídia tradicional patrocinado pela torcida do Palmeiras.

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A temporada está de volta e Felipão tem escolhas a fazer

Dudu e Moisés
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

A temporada doméstica do futebol está de volta e com ela vem o calendário extenuante a que os clubes brasileiros, principalmente os que tem competência suficiente para sobreviver nas competições, são submetidos. O Palmeiras, ao lado de Flamengo, Cruzeiro, Grêmio, Inter e Athletico-PR, permanece disputando três frentes: Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. O Atlético-MG também segue em três disputas: além do Brasileirão, briga também pela Copa do Brasil e pela Sul-Americana.

Já se pode dizer, diante do mau início, que Cruzeiro, Athletico e Grêmio estão fora da briga pelo Campeonato Brasileiro e deverão focar na disputa dos mata-matas. Logo, apenas Palmeiras, Flamengo, Inter e Galo são os clubes que precisam realmente estudar bem seus elencos e calendários para distribuir as forças de forma a se manterem competitivos e ao mesmo tempo administrarem o físico de seus atletas.

O Flamengo finalmente reforçou a lateral direita com Rafinha, mas segue com uma visível inconsistência no setor defensivo do elenco. O Inter, nosso adversário desta quarta pela Copa do Brasil, tem um time titular muito bom, mas ainda tem problemas quando lida com lesões – as perdas simultâneas dos dois laterais (Zeca lesionou-se e Iago foi negociado) tende a prejudicar o plano de jogo de Odair Hellmann para os próximos jogos. Já o Atlético e o Bahia ainda lutam para cobrir os furos de seus times titulares.

De todos, com um elenco minuciosamente planejado, o Palmeiras é o clube mais preparado para a maratona. Podemos armar um time B e até um time C que não fariam feio no Brasileirão. Cabe ao General Scolari e à Comissão Técnica planificarem as batalhas e escalarem os soldados mais adequados a cada batalha.

Largada!

Dudu
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Diante da parada de quatro semanas, é possível exigir um pouco mais dos titulares no início. Se repetir a estratégia vencedora do ano passado, Felipão tende a escalar o que tem de melhor nos mata-matas e administrar o elenco aos finais de semana, no Brasileirão.

Para a partida contra o Inter, em casa, é importante abrir vantagem, a mais larga possível. Força máxima, no papel e em campo, sem administrar uma eventual vantagem no placar. Visando o jogo de volta, quanto maior a diferença de gols, melhor, a fim de poder controlar as possibilidades de lesão.

Já no clássico diante do SPFC, sábado, no Morumbi, a escalação vai depender de alguns fatores. Em 2018, a defesa era sempre trocada e devemos ir de Prass; Mayke (se estiver com o desconforto no púbis sob controle), Antônio Carlos, Edu Dracena e Victor Luis. Do meio para a frente, vai depender do placar do jogo de amanhã e principalmente dos testes realizados pela fisiologia.

Dudu, além de ser um dos atletas mais resistentes do elenco, é fominha, no melhor dos sentidos, e deve permanecer entre os titulares – o que é ótimo não apenas tecnicamente, mas para preservar a identidade do time. Felipe Melo é outro atleta a quem Felipão costuma recorrer sempre que a fisiologia dá o sinal verde. No mais, podemos ter as entradas de Veiga, Scarpa, Moisés e Borja, por exemplo. Ou de Hyoran; ou de Willian, recuperado. Ou Felipão pode manter todos os titulares, caso o resultado contra o Inter seja muito bom.

Camarões à disposição

Felipão e Paulo Turra
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Em 2012, Felipão reclamava do cardápio, dizendo que estava comendo arroz com feijão todos os dias e que de vez em quando queria ter uns camarões, em referência à baixíssima qualidade do elenco.

Hoje nosso comandante pode variar à vontade. O elenco é farto e tem jogadores com ótima condição técnica, com todas as características diferentes possíveis para que o plano de cada jogo seja executado utilizando as melhores ferramentas.

Além disso, os atletas dispõem de uma estrutura impecável à disposição para mantê-los nas melhores condições físicas.

As próximas dez semanas serão intensas física e emocionalmente. O Palmeiras está pronto, preparado para encarar. Temos três troféus para buscar e queremos todos. Essa busca passa pela capacidade de nosso comandante em fazer as melhores escolhas. VAMOS PALMEIRAS!


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