No Scolarismo 2.0, a torcida termina os jogos com a pulsação normal

Mayke vs SPFC
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

O Verdão passou por cima do SPFC com muita tranquilidade e abriu distância na ponta do Brasileirão. Mesmo que perca a próxima partida e dê tudo errado na secação sobre os principais concorrentes ao título, o Verdão seguirá na liderança – a não ser que o Inter, o único com chances aritméticas de tomar a ponta na próxima rodada, consiga tirar uma diferença de oito gols no saldo.

O que causa certa estranheza nesse time do Palmeiras é a “falta de emoção” nas partidas. Quando Felipão foi anunciado como novo técnico, um estranho otimismo se apossou de nossa torcida. Pouco mais de dois meses depois, o sentimento mostrou-se acertado, mas a maneira com que ele se confirmou, ninguém esperava.

O times de Felipão sempre se mostraram raçudos ao extremo. Chegavam à vantagem normalmente na base da insistência, perto do fim do jogo. Caso chegassem ao placar necessário muito antes do apito final, se retraíam e seguravam o placar com unhas e dentes. O resultado é que todos chegavam ao fim do jogo completamente exauridos – jogadores e torcedores. A sensação de prazer, contudo, era gigantesca.

O que se vê neste time do Palmeiras de 2018 comandado por Felipão, na maioria dos confrontos, é um time que constrói os resultados sem muito esforço e depois controla o jogo como um adulto brincando de lutinha com uma criança –  não raro, aumenta o placar.

Esquema simples e blindagem: concentração total

Deyverson e Felipão
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Felipão conseguiu montar um esquema de jogo extremamente simples, onde zagueiro defende, volante protege, meia faz a criação e atacante finaliza. Não vamos nos esquecer que o time empatou sem gols em sequência com Bahia e América no início dos trabalhos, mas todos entenderam facilmente suas funções e os resultados passaram a aparecer rápido.

Quando atletas de comprovada superioridade técnica sentem confiança num esquema tático, resta lhes proporcionar tranquilidade para performar. A blindagem reimplantada na Academia de Futebol após a chegada de Felipão era o que faltava para os jogadores se manterem focados apenas nas conquistas, sem serem incomodados com a circulação indesejada de pessoas no ambiente de trabalho.

O nível de concentração que os atletas apresentam em campo não só lhes dá a condição de executar bem suas funções, como intimida os adversários, que sentem estar diante de um adversário muito mais forte, mesmo com um esquema tático de simples leitura.

Foi assim que o SPFC, diante de quase 57 mil torcedores, foi vencido com muita autoridade. O Palmeiras deixou atônitos tricolores de todas as gerações, dando-lhes um autêntico choque de realidade.

Ninguém é imbatível

Cruzeiro 1x0 Palmeiras
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Alguém pode fazer o contraponto mencionando a eliminação contra o Cruzeiro. De fato, o Palmeiras não passou nem perto dessa tranquilidade toda no confronto pela semifinal da Copa do Brasil.

Contou a favor do Cruzeiro o fato de ser um dos poucos times que tem em seu elenco jogadores realmente de qualidade. Além disso, tem um treinador que está há muito tempo no cargo e que tem o elenco na mão; o estilo de jogo reativo de Mano Menezes encaixa bem com o de Felipão, desde que saia na frente – foi só o Cruzeiro precisar de um gol, como aconteceu diante do Boca Juniors, que sua superioridade foi por água abaixo.

O gol de Barcos a cinco minutos de jogo, além do roubo de Wagner Reway, foi decisivo para a eliminação do Verdão. Que isso deixe claro: o Palmeiras não é invencível e todos nós sabemos muito bem disso.

Mas a regra geral, sobretudo no Brasileirão, parece mesmo ser as vitórias com autoridade. Um Scolarismo 2.0 onde os jogadores terminam o jogo exaustos diante da seriedade, concentração e coração que deixam em campo; mas os torcedores saem do estádio com a pulsação normal, quase como europeus.

Que nossa torcida não confunda essa tranquilidade com soberba. Assim como o Cruzeiro, Boca, Grêmio e River são times de qualidade técnica muito superior ao SPFC. Se tomarmos um gol no início dos confrontos que ainda estão por vir na Libertadores, talvez tenhamos as mesmas dificuldades que tivemos na Copa do Brasil. A sorte é que, para essas situações,  ainda temos na manga o Scolarismo 1.0, o original, aquele que chega aos resultados nos minutos finais e que deixa os cardiologistas cada vez mais ricos. E convenhamos, que torna as conquistas muito mais saborosas.


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Desempenho do elenco e posições na tabela convidam a uma reflexão sobre as escolhas de Felipão

Deyverson
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

O Palmeiras completou 104 anos ontem e esteve em Porto Alegre para disputar mais uma partida pelo Brasileirão. O adversário não poderia ser mais difícil: o Inter é um dos poucos clubes que conseguem ter vantagem contra o Verdão no confronto direto, sobretudo em seu estádio. Os gaúchos ainda vinham de uma sequência de cinco vitórias, sem levar nenhum gol.

Felipão não se abalou. Numa demonstração de extrema confiança no elenco, mandou a campo um time com nove “reservas” – e aqui as aspas cabem perfeitamente, dado que todos os jogadores vêm atuando com alguma frequência aos finais de semana. E nosso time fez um belíssimo papel, dominando o jogo completamente, sendo ameaçado uma ou duas vezes durante os noventa minutos; a vitória não veio apenas por detalhes.

Tal desempenho nos leva a pensar a respeito da escolha de nosso treinador. Afinal, se com o time que não é exatamente o preferido do treinador, encaramos de cima para baixo o time mais perigoso neste momento da tabela, quem poderia oferecer problemas para o time de cima?

Que este questionamento não seja confundido com soberba. Futebol não é algo binário e obviamente o Inter poderia ter vencido o time considerado principal. Mas podemos imaginar que esta seria uma tarefa bastante difícil no momento atual dos times. E se seria difícil para o time que vem batendo todos os adversários um a um, torna-se lógico projetar uma dificuldade ainda maior para os outros concorrentes.

Será?

Jean
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Se o Palmeiras vive um momento de superioridade em relação aos demais, será que não seria melhor escalar a máxima força possível também no Brasileirão, galgar a tabela de forma mais rápida e administrar as possíveis lesões usando, aí sim, os suplentes?

Claro que a estratégia de Felipão tem suas vantagens. Ao usar com frequência como titulares pelo menos 20 jogadores, mantém quase todo o elenco extremamente motivado. O risco de lesões diminui sensivelmente e podemos chegar fortes nas três frentes na hora do funil.

Por outro lado, ao arriscar mais os pontos no Brasileirão, provavelmente já deixamos pelo caminho quatro pontos fundamentais num campeonato que, injustamente, tem recebido menos importância do que merece diante dos apelos da imponência da Libertadores e da premiação da Copa do Brasil.

O sentimento nos empates contra o América e contra o Inter ao sair do campo não foi exatamente de satisfação. Conquistar pontos fora é sempre bom, mas ficou a sensação de poder ter feito mais, ainda mais com a vitória do SPFC pela manhã, que mesmo com um elenco inferior lidera a competição e incomoda.

Dilema

Felipão
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

A tabela de classificação sugere que o empenho do Palmeiras, mesmo querendo administrar o elenco, deva ser um tanto maior no Brasileirão. Em caso de lesão nos titulares, aí sim, recorreria-se aos reservas, que estão se mostrando em alto nível, fruto da tão propagada “qualidade do elenco”.

Não basta ganhar os campeonatos; é preciso não deixar que os rivais estaduais o façam.

Ou será que os reservas não renderiam tanto assim se fossem acionados somente em caso de necessidade? Ou será que não é exatamente por causa do ritmo de um jogo por semana que todos estão rendendo tão bem? É difícil saber.

Felipão parece já decidido sobre a estratégia. Mas será que ela não merece uma pequena reflexão, diante do cenário atual, em que nosso elenco parece muito forte e onde um inimigo histórico parece se aproximar de um campeonato que o tirará de uma fila de dez anos?


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Felipão pratica o futebol simples e responde ao rótulo de ultrapassado

Felipão
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Cinco jogos depois da saída de Roger Machado, o Palmeiras segue sem levar gols. Felipão já comandou o time em três partidas, Paulo Turra em uma, e Wesley Carvalho logo após a saída – e em todas o Palmeiras passou sem ser vazado.

O ponto em comum de todos os jogos foi a simplicidade com que o time se postou em campo. Se a diretriz é mudar o comando, um novo trabalho precisa ser iniciado, e nada melhor que uma combinação básica – uma “camiseta e calça jeans” – para começar o desenvolvimento.

Uma dupla de volantes bem instruída e laterais que só sobem na boa. Com esse bê-á-bá defensivo, o Verdão marcou 7 de 9 pontos no Brasileiro e conseguiu bons resultados fora de casa nos dois mata-matas – talvez o empate com o América tenha sido a única ressalva nesse período.

No ataque, o jogo calcado na presença do centroavante voltou a prevalecer. Com Felipão, Borja tem tudo para marcar os caminhões de gols que esperamos desde sua contratação – e até Deyverson já voltou a se reencontrar com as redes.

Ultrapassado?

Felipão
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Felipão carrega consigo a pecha de ultrapassado. A Copa do Mundo foi um golpe muito forte na carreira do velho campeão e parte da imprensa, com ressentimentos que remontam à década de 90, quando o Flamengo e o SCCP eram judiados pelos times de Scolari, veio à forra. As campanhas fracas no Grêmio de 2015 e no Palmeiras entre 2010 e 2012, apesar do título da Copa do Brasil, ajudaram a mídia a reforçar o estigma – a fragilidade dos dois elencos foi convenientemente esquecida.

Scolari foi à China e ganhou tudo. Mano Menezes, Luxemburgo e Cuca não tiveram o mesmo sucesso – tampouco Alberto Zaccheroni, Fabbio Cannavaro, Radomir Antic, Manoel Pellegrini, Felix Magath, André Villas-Bôas, Sven-Goran Eriksson, Paulo Sousa e Uli Stielike, entre outros nomes importantes do futebol internacional que estão no futebol chinês ou por lá passaram recentemente, lograram tamanho êxito. Vejam a idolatria da torcida do Guangzhou Evergrande por ocasião da despedida de Felipão nesta matéria.

Na volta ao Brasil, nos poucos treinos que a imprensa teve acesso, Felipão mostrou métodos que não são exatamente “ultrapassados”. Períodos curtos, intensidade, espaço reduzido, atividades específicas – totalmente alinhado com os métodos modernos dos “estudiosos”.

Quem esperava só treino físico, preleções cheias de pilha, coletivo e rachão, esperou errado.

Um novo pacote

Felipão
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Felipão não anda mais acompanhado apenas pelo Murtosa. Ele tem uma equipe de suporte atualizada sob seu comando e mescla conceitos modernos de treinamento com sua insubstituível vivência e conhecimento do ambiente do futebol. Seu carisma é o amálgama que arremata o pacote Felipão.

É verdade que as tabelas ajudaram e nenhum dos adversários enfrentados após a saída de Roger Machado está entre os mais cotados para levantar taças este ano – Paraná, Bahia, América, Cerro Porteño e Vasco são equipes do pelotão inferior do futebol brasileiro e sul-americano. Mas o Palmeiras aproveitou bem as oportunidades e começou a nova etapa de forma promissora.

Sob o comando deste renovado homem de 69 anos, o Verdão está a cinco jogos do título da Copa do Brasil e a sete da Libertadores. Ainda temos 60 pontos em disputa no Brasileirão e mais dois anos de trabalho para buscar mais títulos.

Sob o comando deste vencedor, rodeado pelos camarões que tanto sonhou, alguém ainda está pessimista?


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Paulo Turra esboça a versão 1.0 do time de Felipão

Felipão 1.0Ainda em Portugal, Felipão já começa dar nova cara ao time. O primeiro treino sob comando do auxiliar Paulo Turra, realizado na manhã desta terça-feira, mostrou um time com uma disposição bastante diversa da que nos acostumamos ver com Roger Machado.

A defesa permanece a mesma, uma linha de quatro formada por Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa.

Na nova formação, Marcos Rocha e Diogo Barbosa devem ter bastante liberdade para avançar.

Isto porque Felipão armou o time num 4-1-4-1, com Felipe Melo como volante e Bruno Henrique e Moisés jogando por dentro. Pelas beiradas, ajudando o trabalho dos laterais, Dudu e Willian Bigode. A referência na frente, enquanto Borja recupera ritmo de jogo, é feita por Deyverson.

Versão 1.0

Paulo Turra
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Em vez de aproveitar a base deixada por Roger Machado e fazer seus ajustes pouco a pouco, Felipão já chega mudando tudo, talvez preocupado com o tempo de maturação da nova formação diante da proximidade dos funis.

É natural que a primeira versão o time apresente uma série de complicações – é o preço de se trocar de técnico no meio da temporada. Para nós, torcedores, que já conhecemos bem o elenco, alguns equívocos saltam aos olhos; Paulo Turra e Felipão devem perceber isso sem maiores problemas.

Há pouco mais de um ano, Eduardo Baptista escalou o time no 4-1-4-1 com Felipe Melo entre as linhas. Não funcionou bem porque as linhas estavam muito distantes e o camisa 30 tinha muito espaço para preencher sozinho, ficando sobrecarregado.

A presença de Deyverson como titular, com Gustavo Scarpa, Hyoran e Lucas Lima no banco, enlouquece parte da torcida, que em tom de galhofa já pede a volta de Roger Machado. Mas o camisa 16, é claro, apenas faz o cosplay para Borja. Deyverson não tem nem porte físico para fazer a função desejada por Felipão, que deve pedir à diretoria um jogador que sirva melhor como alternativa ao colombiano, quando este não puder atuar.

A trinca de meio-campistas vai precisar de muito treino e coordenação para manter a defesa protegida e sólida diante das muito mais frequentes subidas dos laterais ao ataque..

Guerra deve estará disposição do comandante em poucos dias, e assim nosso banco terá quatro jogadores de primeira qualidade para alternativas ofensivas. Alguns perderão espaço, o que é natural, e Felipão vai precisar usar uma de suas maiores qualidades, que é a administração do grupo, para manter todos motivados.

No início, tudo pode nos parecer estranho, mas precisamos confiar no General – em suas convicções e em sua capacidade de fazer ajustes. O momento é de menos corneta e mais apoio. VAMOS PALMEIRAS!

Aos 69, Felipão está de volta ao Palmeiras para completar o ciclo de conquistas

FelipãoMenos de 24 horas depois de dispensar Roger Machado, o Palmeiras definiu o novo treinador para a sequência da temporada: ninguém menos que Luís Felipe Scolari, o segundo treinador que mais dirigiu o Verdão na História e que nos levou a muitas conquistas.

A trajetória de Felipão no Palmeiras começou em 1997, depois de conduzir o Grêmio a alguns títulos – alguns deles após embates inesquecíveis contra o próprio Palmeiras. Após levar o Verdão ao vice-campeonato brasileiro no primeiro ano, o comandante Scolari conduziu o clube às conquistas da Copa do Brasil e Mercosul em 1998, Libertadores em 1999 e Rio-SP em 2000, além de outras campanhas inesquecíveis.

Frizzo e TironeCom o fim da cogestão com a Parmalat e o desmonte do departamento de futebol, Felipão deixou o Verdão em 2000 para voltar dez anos depois, numa passagem bem mais tumultuada. Em meio ao completo caos administrativo, Felipão ainda conseguiu levar um elenco de nível Série B à conquista de mais uma Copa do Brasil. Mas o caminho à segunda divisão parecia inevitável e, de forma amarga, Scolari deixou o clube na quinta rodada do returno, antes que a queda se concretizasse.

Fora do Palmeiras, Felipão ainda conquistou uma Copa do Mundo, tendo chegado à semifinal três vezes; uma Copa das Confederações, mais uma Libertadores, um Campeonato Brasileiro, mais duas Copas do Brasil, uma Recopa Sul-Americana, uma Liga dos Campeões da Ásia, um Campeonato Japonês, um Campeonato Uzbeque, três Campeonatos Chineses, uma Copa da China, uma Taça do Uzbequistão, uma Copa Sul-Minas, um Campeonato Catarinense e três Campeonatos Gaúchos, entre outras conquistas menores.

Estratégia política

Maurício GaliotteA volta de Felipão tem como pano de fundo a nefasta política do clube. A interrupção do irregular trabalho de Roger Machado não foi correta e teve como fator preponderante a eleição que acontece em novembro – leia aqui tudo o que envolveu a equivocada decisão.

Felipão chega para realinhar a estratégia política da presidência. Caso as conquistas não venham, o general Scolari tem o estofo necessário para levar a culpa sozinho, supostamente isentando a diretoria de responsabilidade nos eventuais fracassos e mantendo grandes as chances de reeleição de Maurício Galiotte.

Esperança renovada

FelipãoO Palmeiras está a seis jogos de levantar mais uma Copa do Brasil – os dois primeiros, contra o Bahia; e a oito jogos do bi da Libertadores, onde tem a vantagem de decidir em casa em todos os confrontos. Scolari é um especialista em mata-mata e sua trajetória recente no futebol chinês sugere que não perdeu o tino pelas conquistas.

Scolari herdará um time bem organizado por Roger Machado, que usava um sistema ao qual já está habituado: o mesmo 4-2-3-1 que empregou na Copa de 2014. Terá à sua disposição um elenco poderoso, recheado de camarões, bem superior ao que deixou por aqui em 2012.

Felipão 2000Diante adversários que igualmente tocam o futebol sem um projeto sério definido, nivelados por baixo, o Palmeiras segue com boas chances de conquista ainda este ano. O comandante é um medalhão acostumado a pressão e a conquistas, o elenco segue forte e depende apenas de que uma boa química seja encontrada na largada para que voltemos a ser candidatos reais a conquistas ainda este ano. As primeiras semanas de trabalho revelarão se teremos essa dose de sorte.

Com um contrato até o final de 2020, o experiente treinador pode estar iniciando o último degrau de sua carreira. Aos 69 anos, com a vida financeira absolutamente resolvida, Felipão volta ao Palmeiras para apagar o saldo negativo de sua segunda passagem pelo clube e para resgatar de vez sua imagem perante o público brasileiro, abalada após os vexatórios 7 a 1. Deve estar com sangue nos olhos, mais do que nunca. BEM VINDO, GENERAL SCOLARI!


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