Palmeiras não abre mão de que lugar de (juiz) ladrão seja na cadeia

Maurício GaliotteSegundo reportagem publicada hoje pela Folha de S.Paulo, o Palmeiras abrirá inquérito policial contra funcionários da FPF e árbitros que teriam mentido em depoimento no TJD-SP, em audiência referente à denúncia de interferência externa na final do Campeonato Paulista deste ano.

O clube decidiu tomar esta iniciativa diante das contradições nos depoimentos de algumas testemunhas do processo, apuradas em dossiê elaborado pela empresa de investigação Kroll e pelo parecer do IBP – Instituto Brasileiro de Peritos. A pena para falso testemunho vai de 2 a 4 anos de prisão, mais multa.

Coberto de razões

O Palmeiras está indo às últimas consequências neste caso, e está coberto de razões, em todos os sentidos.

Na esfera esportiva, o TJD já se mostrou totalmente comprometido com a FPF e não mostrou nenhum interesse em apurar a verdade, mas sim em abafar a história. Se depender do esforço do tribunal do delegado Olim, fica tudo como está.

Thiago Duarte Peixoto
Thiago Duarte Peixoto errou contra a ORCRIM e chegou a chorar em desespero: não adiantou; foi pra geladeira

Os árbitros morrem de medo de levantar um dedo e se submetem às orientações da patota, cujo objetivo é defender os interesses da ORCRIM de Itaquera. Se não obedecerem, saem da escala. Vão para a A3. E isso seguirá acontecendo até que o jogo mude.

Para que isso aconteça, é necessário que o pessoal do apito passe a ter outro tipo de temor: o de irem presos.

Manipulações e abafamentos da verdade são corriqueiramente usados para que as operações dos árbitros em campo sejam esquecidas e virem folclore. A falta de elementos concretos sempre ajudou a fazer a fumaça necessária para que a verdade acabasse encoberta.

Ao decidir investir pesado para contratar entidades especializadas para fornecer esses elementos, o Palmeiras, amparado apenas pela lei, vai fechando o cerco em torno do esquema  para fazer a verdade prevalecer.

Mais nada a perder

A briga é grande, mas chegou num ponto em que o Palmeiras não tem mais nada a perder. A maior retaliação que pode vir, já acontece: o roubo descarado e o favorecimento indiscriminado à ORCRIM de Itaquera.

A Receita Federal já obrigou o clube a mudar o contrato com a Crefisa e, do nada, apareceu uma dívida de R$ 120 milhões.

As principais emissoras de TV tratam o Palmeiras praticamente como um clube argentino em seus programas diários de debate.

Faz muito bem o Palmeiras, em semana de Derby, em divulgar que a esfera da briga agora é outra, e que lugar de ladrão é realmente na cadeia.

Se a situação não se resolve nos bastidores do esporte, vamos nos defender de outro jeito. Parabéns à diretoria do Palmeiras pela atitude; vamos seguir acompanhando os desdobramentos com muita atenção.


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Palmeiras joga fora a arminha de plástico e mostra o canhão

O Palmeiras protocolou junto ao TJD nesta terça-feira um pedido de investigação a respeito de interferência externa no Derby do último domingo que decidiu o Paulistão 2018.

O clube organizou um material em vídeo que comprova a comunicação entre Dionísio Roberto Domingos, diretor de arbitragem da FPF, e a equipe de arbitragem – uma espécie de “telefone sem fio” que passou pelo bandeirinha, pelo quinto árbitro, depois pelo quarto árbitro, até chegar em Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza. Veja o material editado pela TV Palmeiras/FAM:

Existe a possibilidade do clube pedir a anulação da partida, o que daria dois possíveis destinos ao Paulistão 2018: ou a partida final precisaria ser novamente disputada, ou o campeonato é encerrado e declarado sem campeão.

As provas apresentadas pelo Palmeiras são contundentes, mas o próprio presidente do TJD, delegado Olim, em ato falho embaraçoso, admitiu em entrevista à Fox Sports que houve a interferência externa. Confira no vídeo abaixo:

Chega a ser irônico que o delegado Olim tenha se complicado exatamente num momento de auto-promoção pessoal na mídia.

Com isso, o Palmeiras dá uma resposta à altura dos acontecimentos de domingo e busca, munido de provas concretas, restabelecer a justiça. Sai a carta aberta onde o clube faz ameaças vazias à FPF e entra uma peça jurídica extremamente consistente. Sai o revólver de plástico e entra um canhão.

Não cabe, de forma alguma, desqualificar o pedido conjecturando se foi pênalti ou não, como alguns setores da imprensa estão tentando fazer. Quem vai nessa direção está apenas tentando jogar uma cortina de fumaça sobre o real atentado às regras do jogo, que é a interferência externa na arbitragem. Independente do que aconteceu dentro de campo, o mero contato do diretor de arbitragem e do “quinto árbitro” com a equipe de arbitragem já caracterizam essa situação.

Outra ironia da história é que justo o clube que liderou o voto contrário à implantação do árbitro de vídeo é o que foi beneficiado por seu uso irregular, tendo um pênalti contra si sendo revogado.

E o mais trágico é que se o VAR estivesse valendo e o responsável por sua operação fosse o diretor de arbitragem da FPF, ele teria anulado erradamente o pênalti, já que é evidente a falta de Ralf em Dudu.

O Verdazzo parabeniza a diretoria do Palmeiras pela reação. Não podíamos esperar nada a menos que isso. Considerar o assalto de que fomos vítima “página virada” não coaduna com nossa natureza. Agora, atletas e torcida se sentem amparados e podem voltar a se concentrar em jogar bola e a torcer. Se o trabalho preventivo ainda precisa melhorar, o reativo dá sinais de força.

Não parece haver clima para disputar uma nova partida. O mais indicado, diante de todo o cenário montado, seria declarar o Paulistão 2018 sem vencedor. Não apenas porque o SCCP não fez por merecer o título em campo, mas também para simbolizar o fracasso completo que foi este campeonato, a começar pelo regulamento bizarro, passando pelo baixíssimo nível técnico, pelas ações de marketing de péssimo gosto, pelo tribunal de cartas marcadas, culminando com a extrema incompetência das equipes de arbitragem.

No Campeonato Paulista de 2018, todos perderam.


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Palmeiras usa revólver de plástico para pressionar a FPF

O Palmeiras, através de carta aberta aos torcedores, assinada pelo presidente Maurício Galiotte e publicada na noite de ontem no site oficial do clube, anunciou de forma oficial o rompimento com a FPF, impondo condições para rever o posicionamento. Confira o texto da nota a seguir:

A Sociedade Esportiva Palmeiras entende que a instituição e seus torcedores sofreram um duro e irremediável prejuízo por uma atuação desastrosa, incompetente e irregular da comissão de arbitragem que trabalhou na partida deste domingo entre Palmeiras e SCCP.

Houve clara e evidente interferência externa na arbitragem, comprovada através de imagens indiscutíveis, e essa atribuição não consta na regra da competição. Assim sendo, visando a lisura e transparência durante as partidas de futebol, o Palmeiras entende ser inegociável que a Federação Paulista de Futebol adote as seguintes medidas:

  1. Implantação do árbitro de vídeo para todas as partidas do Campeonato Paulista a partir do ano de 2019;
  2. Criação de um sistema de gravação e divulgação, quando houver necessidade, de toda comunicação entre os integrantes da arbitragem durante os jogos;
  3. Reavaliação criteriosa de quem dirige o Departamento de Árbitros da FPF e avaliação mais rigorosa sobre aqueles que comandam as partidas.

Enquanto não houver uma manifestação oficial por parte da Federação Paulista de Futebol, de que essas medidas transparentes que prezam pelo bem do esporte serão adotadas, o Palmeiras irá se manter rompido com a FPF.

Dentro de campo, o Palmeiras considera a partida deste domingo como uma lamentável página virada. Há outras competições pela frente e iremos fazer todo o esforço que estiver ao nosso alcance para conseguirmos conquistá-las. O torcedor palmeirense é peça fundamental nesse processo e seu conhecido engajamento será ainda mais importante.

Avanti Palestra!

Atenciosamente,

SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS
Maurício Precivalle Galiotte
Presidente

A publicação vem ao encontro da necessidade, apontada ontem no Verdazzo, de prover aos jogadores e à torcida um sentimento de amparo. Ao se declarar rompido com a FPF e fazer uma série de exigências, a diretoria do Palmeiras dá sinais de que não aceita passivamente a roubalheira de que fomos vítima no último domingo.

O teor da carta, no entanto, não pode ser considerado satisfatório. O Palmeiras se declara “rompido” com a Federação Paulista de Futebol, sem deixar claro o que isso quer dizer exatamente. O Palmeiras fez seu manifesto para o próximo campeonato, mas não deixou claro que tipo de prejuízo a FPF terá se não atender às condições impostas pelo clube.

As demandas

As exigências listadas na carta são rasas. A implantação do VAR ajudaria bastante, embora precise ser melhor desenvolvida – a operacionalização do sistema tem que ser absolutamente transparente e não pode ficar a cargo de quem está em processo de retaliação contra o Palmeiras.

O monitoramento das comunicações entre os membros da equipe de arbitragem seria de grande valia, desde que se assegure que qualquer respiração de toda a equipe que esteja no circuito fique gravada, sem cortes, e devidamente identificada – um desafio que precisa de auditoria técnica para que tenha credibilidade. Só em caso de implantação bem-sucedida desse sistema é que o Palmeiras, com auxílio de uma equipe paralela de captura de imagens direcionada a toda a equipe de arbitragem, teria todos os elementos para questionar qualquer marcação considerada indevida e, desta forma, colocaria pressão sobre os árbitros eventualmente mal intencionados.

ArbitragemUma exigência simples que pode ajudar bastante nesse processo e que ainda pode ser feita, inclusive para o Brasileirão, é que a emissora detentora dos direitos de transmissão só mostre os replays das jogadas depois que a bola voltar a estar em jogo, a fim de diminuir as chances de interferência externa nas decisões dos árbitros. A tática dos jogadores do SCCP nos dois últimos Derbies em que saímos derrotados foi clara: pressionar a arbitragem e não deixar o jogo prosseguir até que os replays dessem alguma brecha para direcionar as marcações – casos do pênalti e expulsão de Jailson, em fevereiro, e do vergonhoso pênalti revogado no último domingo.

Já o terceiro item, em que pede e “reavaliação” da chefia do departamento de arbitragem e “avaliação” dos árbitros é risível e nem de longe fará com que nenhum juiz chore no vestiário se errar contra o Palmeiras, como ocorre em equívocos contra nosso inimigo, que já foi rival. Nossa diretoria se furtou a apontar o dedo efetivamente para os agentes que nos prejudicaram e a exigir que fossem punidos, afastados ou mesmo exonerados.

Revólver de plástico

Mesmo afirmando haver (e há) “clara e evidente interferência externa na arbitragem, comprovada através de imagens indiscutíveis”, o Palmeiras preferiu considerar o episódio uma página virada. Brigar pelo título, a esta altura, não faria sentido, mas fazer com que o campeonato realmente vá para a lata do lixo, ao exigir que o resultado final do campeonato seja “sem campeão”, lutando com todas as energias e usando as evidências para que o jogo seja anulado, seria uma resposta bem mais enérgica e satisfatória.

O clube não poderia ter tomado posições extremas como deixar de participar do Paulistão – o atual presidente, cujo mandato se encerra ao final do ano, não pode prometer essa retaliação já que não é certo, embora provável, que siga no comando do clube. Algo mais radical ainda como a desfiliação, como sugerem alguns torcedores, implicaria em deixar de participar não apenas do Paulistão, mas também de todas as outras competições organizadas pela CBF e é algo fora de cogitação.

Mas há outras atitudes que soariam como respostas adequadas à agressão que sofremos, como disputar a competição com uma equipe alternativa composta por jogadores da base mesclados com “emprestáveis”, mandando as partidas em estádios como o de Barueri ou o de Itu, enquanto o grupo principal faz a pré-temporada com o calendário mais folgado. Isso puniria a FPF, que abocanhou cerca de R$ 900 mil do Palmeiras só de taxa sobre as arrecadações este ano; puniria a RGT, que perderia parte da audiência que a equipe principal do Palmeiras atrai; e ainda daria chance aos jogadores fora dos planos se destacarem e se valorizarem para futuras transações ou mesmo de cavarem lugar no grupo principal.

Durante a realização do Paulistão, o Palmeiras poderia realizar amistosos convidando equipes importantes da América do Sul aos finais de semana para dar ritmo aos considerados titulares – a torcida adoraria lotar o Allianz Parque para tomar contato com os novos contratados em jogos internacionais e ainda minimizaria o problema da perda de receita com bilheteria. As partidas poderiam ser vendidas para concorrentes da RGT ou mesmo terem transmissão própria da TV Palmeiras/FAM.

Se quisesse planejar algo que realmente significasse uma reação, a diretoria do Palmeiras se prepararia para colocar o Paulistão em segundo plano de uma vez, em vez de fazer exigências para o próximo. Do jeito que as cartas foram jogadas, se a FPF decidir ignorar as demandas do Palmeiras não terá absolutamente nada a perder. Foi como ameaçar alguém com um revólver de plástico.

Estratégia de comunicação

Maurício GaliotteAo redigir uma carta com exigências para a FPF e colocar no título que se trata de uma “carta aberta aos torcedores”, a diretoria clara e escancaradamente jogou para a arquibancada.

Na prática, não houve rompimento algum. Nossa diretoria aceitou o roubo de domingo e fez algumas exigências rasas, sem ameaçar de fato nenhuma fragilidade da FPF ou da RGT. A estratégia de comunicação foi pobre; a redação da carta tem erros gramaticais. Um fiasco.

Se a intenção era apenas dar uma sensação de amparo à torcida, nossa diretoria terá que torcer para que o tom revoltado do texto e o simples boicote à festa de encerramento do campeonato realizada na noite da última segunda-feira surtam o efeito esperado sobre a massa de torcedores. Mas basta uma leitura um pouco mais crítica sobre seu conteúdo para verificar que as medidas, até agora, são completamente inócuas.

Precisamos de mais.


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Todo mundo odeia o Palmeiras

Paulistão - classificação geral
srgoool.com.br – Reprodução

Três a zero, mesmo sem exibir um grande futebol. Objetivo, eficiente, o Verdão trouxe a vitória de Novo Horizonte e só não se classificará às semifinais em caso de hecatombe. Os outros ditos grandes, por outro lado, estão em apuros e terão que suar para passar à próxima fase.

Na tabela de classificação geral, que determina os mandos das próximas fases, o Palmeiras já tem a vantagem garantida nas eventuais semifinais e com apenas mais uma vitória nos próximos três jogos garante também a vantagem nas possíveis finais. O time está cada vez mais redondo, entrosado, querendo dar liga, ao passo que vemos nossos adversários bem atrás nessa caminhada – talvez o SCCP tenha ainda alguma vantagem neste aspecto, mas sofre com a queda no nível técnico de seu elenco em relação ao ano passado.

Tudo isso é refletido na tabela de classificação geral do campeonato e converge para uma conquista alviverde, mantidas as CNTP. Claro, jamais podemos desprezar as contingências de um mata-mata: mesmo no mais honesto deles, os times menos dotados têm plenas condições de sobrepujar um favorito. Imaginem no Paulistão.

No Campeonato Paulista, um árbitro que erra contra o SCCP chora no vestiário, pois sabe que a carreira está seriamente prejudicada. A TV aberta oficial torce abertamente: financia bandeirão, faz mosaico virtual e seus narradores  e repórteres parecem fazer parte da equipe de um site de torcedor – algo como um Gambazzo deles. Que beleza!

Pacote completo

Delegado OlimMas não é “só” a arbitragem e a imprensa. Nos últimos dias, o prédio da Barra Funda partiu para a ofensiva, diante da iminente conquista do Palmeiras. Sem o menor compromisso com a disputa esportiva, tentam reequilibrar o campeonato com manobras vergonhosas.

A comédia em que se transformou a marcação dos jogos das quartas-de-finais, quando tentaram nos afastar do Allianz Parque ao mesmo tempo em que o SCCP era beneficiado com dois jogos na capital paulista foi o primeiro bombardeio.

Em seguida, apareceu o TJD-SP, que tirou da manga denúncias convenientemente guardadas contra Jaílson, Felipe Melo e Dudu por fatos ocorridos no Derby, há três semanas. Os três serão julgados hoje por terem ousado reclamar do escandaloso favorecimento da arbitragem de Raphael Claus ao time de Itaquera e podem pegar de uma a seis partidas de suspensão.

O pior é a forma como essa ação foi orquestrada nos bastidores: o “delegado Olim”, que inexplicavelmente, mesmo sem ser um jurista, é o homem forte do TJD, fez as denúncias após conversa com Andrés Sanchez, por quem parece guardar certa subserviência – o áudio divulgado pela rádio Jovem Pan, quando o delegado ainda pretendia apenas chamá-los para “dar explicações”, é nauseante.

É contra tudo e todos, sim

Torcida do Palmeiras no Allianz ParquePerdoem pelo chavão um tanto quanto piegas, mas este Paulistão para o Palmeiras está sendo contra tudo e contra todos mesmo. Pagamos por nossa competência e por não ser o queridinho da maioria, o time do povão sofrido. Se não tiram o título na bola, vão fazer de tudo para fazê-lo por outros meios, sem o menor pudor.

Aos palmeirenses, resta torcer para que a excelência de nosso clube, que foi tão cobrada e que chegou com tantos custos, seja tão grande que se sobreponha até a esses desmandos. Que as patacoadas da imprensa sirvam de combustível para motivar ainda mais o grupo. Que nosso time, mesmo com os possíveis desfalques, tenha em seus substitutos jogadores de nível suficiente para manter o padrão de jogo que nos deu liderança tão destacada e que sigam vencendo os jogos mesmo com a arbitragem manipulando as partidas.

Que nossa torcida se una como nunca nas redes sociais e nas arquibancadas, e empurre nossos jogadores. Se a conquista vier, mesmo tratando-se de um campeonato menor, será comemorada como uma Libertadores. E mesmo antes de se conhecer o destino do trofeu, os patrocinadores do campeonato, da arbitragem e da TV oficial já podem muito bem ser educadamente questionados por nossa torcida, diante de tamanho amadorismo.

Serviço

Patrocinadores da arbitragem
Patrocinador do campeonato
Patrocinadores da TV detentora dos direitos de transmissão

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As quartas-de-finais do Paulistão: uma grande comédia de erros

A FPF, a RGT e a PM-SP estão protagonizando um verdadeiro pastelão ao tentar definir datas e horários para as quartas-de-finais do Paulistão, com a participação especial dos clubes, inclusive o Palmeiras. Já foram duas mudanças de local desde o anúncio original. Comentamos tudo isso no vídeo abaixo.

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