Entrevista: Ricardo Galassi, conselheiro do Palmeiras

O Verdazzo entrevistou Ricardo Galassi, conselheiro da S.E.Palmeiras, membro do grupo Academia, que recentemente anunciou em conjunto com os grupos Fanfulla, chapa Palestra e Confraria Palestrina uma nova aliança política.

Nesta entrevista, o conselheiro explica um pouco melhor do que se trata esta coalizão, fala sobre Leila Pereira, Mustafá Contursi e sobre quais diretrizes defenderão em suas atuações daqui para a frente.

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  • Old and Wise

    Muito boa essa entrevista. Mesmo idéias que nem sempre são defendidas aqui, como por exemplo, o fato de que “clube não é banco”, tiveram o espaço aberto. Pessoalmente achei o entrevistado muito coerente, tendo inclusive o discernimento de colocar que suas ideias sobre futebol não deviam ser confundidas com aquelas que diziam respeito aos aspectos políticos. Parabéns ao Verdazzo pela iniciativa e pela inovação. Sensacional!!!

  • John Ross

    Excelente iniciativa!

  • Paulo Bernardi

    Não deu pra compreender NADA caro Verdazzo . Muito baixinho … Aumentei todo o Som possível da transmissão e do meu notebook, mas foi IMPOSSÌVEL de Compreender algo !

  • Marton Kiss

    Sensacional o trabalho que o Verdazzo vem apresentando aos padrinhos, orgulho em fazer parte deste projeto.

  • Fr3dpa

    Parabéns pela iniciativa, mas o áudio ficou muito baixo!

  • Tiago Moraes

    Isso é conversa fiada, o Palmeiras nunca será profissionalizado no que depender do CD. Em todos os países do mundo, só houve profissionalização dos clubes porque ocorreram mudanças na legislação federal que obrigaram os clubes locais a fazê-lo. Se for facultativo, ninguém fará nada. Pois manter os clubes como entidades sem fins lucrativos facilita a vida de tiozões que enriquecem roubando o clube.

    Nós já temos um projeto de lei no Congresso aguardando pauta. A ideia é fazer como na Europa, obrigar os clubes a separarem o futebol do clube social, torná-los sociedades anônimas e atribuir-lhas as mesmas responsabilidades legais de pessoas jurídicas.

    A outra solução é – infelizmente – torcer para o inimigo, pois tudo indica que as Meninas do Jardim Leonor serão pioneiros nisso. A previsão é que o futebol do SPFC se torne uma S/A em meados de 2020. Depois disso, no médio e longo prazos eles vão dominar totalmente o futebol do país. Quando isso acontecer, ninguém vai querer ficar para trás e ficará mais fácil que outros clubes façam isso por iniciativa própria.

  • Miguelson Mars

    Parabéns pela iniciativa. Estamos torcendo!

  • AlexTala

    E que ninguém se esqueça que; a aventura do Belluzzo e a insanidade e descaso do B1 nos custou tanto que estamos até agora tapando o buraco deixado!
    Sabemos que um time com a estrutura como a do Palmeiras custa aproximadamente 400M ano, será desta ordem a dívida gerada por uma administração não profissional/parasitária! Temos que tomar muito cuidado e proteger o que tanto amamos! Profissionalismo na gestão do clube já e sempre!

  • Daniel

    O que o Palmeiras não pode deixar de lado é aprovar um estatuto que possua regras que protejam a administração clube da forma como fora implantada pelo Paulo Nobre.

    As futuras administrações, existindo regras, podem fazer o que bem entenderem, desde que dentro das normas.

    Como a Leila Pereira disse em recente entrevista, o Palmeiras não tem de dar lucro. Tudo o que ganha tem de ser reinvestido no clube.

    Se as formas de receitas forem mantidas, os gastos tem de contemplar o que ganhamos.

    Assim, tanto faz no que será investido o que se ganha, importando à administração apenas não estourar o orçamento que o Conselho aprovar.

  • SERGIO

    Eu gostaria o que o sr. Galassi fez pelo Palmeiras. Antes de criticar a conselheira Leila Pereira, o sr. Galassi deveria dizer o que fez pelo Palmeiras. Em pouco tempo a sra. Leila Pereira fez muito mais pelo clube do que grande parte dos conselheiros. Os conselheiros recebem benesses por serem conselheiros e não contribuem e não retribuem. Creio que todos os conselheiros deveriam contribuir mensalmente com no mínimo R$ 1000,00 mês para retribuir tudo o que recebem.