Alex
Posição Meia
Nome Completo Alexsandro de Souza
Nascimento14/09/1977 - 48 anos
Estreia
05/07/1997
Último Jogo
27/04/2002
Alexsandro de Souza nasceu em Curitiba-PR a 14 de setembro de 1977 e é cria da base do Coritiba. Estreou nos profissionais aos 17 anos de idade e, com gols e assistências, ajudou o clube a subir para a Série A do Brasileirão.
Meia armador talentosíssimo, com rara visão de jogo e inteligência extraordinária, Alex também tinha um chute de canhota preciso, o que lhe rendeu a autoria de muitos gols por todos os clubes por que passou. Com tantas qualidades, o Palmeiras foi buscá-lo no meio de 1997. Desembarcou no Palestra Italia junto com Luís Felipe Scolari.
Num elenco cheio de craques, conquistou seu espaço entre os titulares rapidamente, conquistando a Copa do Brasil de 1998 e sendo destaque em toda a campanha da Copa Mercosul naquele ano. Repetiu o protagonismo na campanha da Libertadores de 1999, sendo o melhor jogador do time, sobretudo quando a disputa chegou às partidas de mata-mata. Em dezembro, marcou um gol que foi incorretamente anulado pela arbitragem na final do Intercontinental, contra o Manchester United.
Com tantas exibições primorosas, seu nome era inevitável nas convocações para a Seleção Brasileira, mesmo com uma concorrência de peso. Com apenas 22 anos, foi campeão da Copa América e vice-campeão da Copa das Confederações.
Em 2000, comandou o Palmeiras na conquista do Rio-São Paulo e na campanha que terminou na final da Libertadores, mais uma vez – o Boca Juniors levou a melhor nos pênaltis. Com o fim da cogestão entre Palmeiras e Parmalat, Alex rumou para o Parma-ITA.
Por excesso de estrangeiros, o técnico do Parma Alberto Malesani cometeu um erro grosseiro ao tirar Alex de seus planos. O meia articulou um empréstimo ao Flamengo, pelo qual disputou apenas 12 partidas. Sem receber salários no Rio, negociou um empréstimo para o Palmeiras, para sua segunda passagem.
Iniciou a temporada de 2001 com um time reformulado com nomes como Felipe e Lopes Tigrão, mas que ainda tinha ídolos como Marcos e Arce. A campanha da Libertadores, sob o comando de Celso Roth, foi digna – o Palmeiras caiu na semifinal novamente para o Boca Juniors, num confronto que ficou marcado pela arbitragem criminosa de Ubaldo Aquino no jogo de ida, na Bombonera.
Vivendo uma relação conturbada com o Parma, Alex acabou conseguindo os direitos de seu passe após uma disputa judicial, alegando divergências nos pagamentos. Acertou então com o Cruzeiro, no meio de 2001. A campanha do time mineiro não era boa e Alex viu o Parma contra-atacar, com liminares que o impediam de entrar em campo. O imbróglio só foi resolvido no fim do ano e Alex acertou mais um empréstimo para o Palmeiras, no início de 2002.
O Verdão iniciou a temporada disputando o Rio-São Paulo e Alex marcou o maior gol do mundo num clássico contra o São Paulo, no Morumbi, quando abriu uma chapelaria na defesa do adversário, dentro da área, antes de tocar a bola para o gol vazio. O time do Palmeiras, no entanto, já estava em clara decadência; só o talento de Alex ainda mantinha o time minimamente competitivo. Sua convocação para a Copa de 2002 era algo praticamente certo para 99% dos brasileiros, mas Felipão, incompreensivelmente, o deixou de fora, em favor de Ricardinho. A maior decepção de sua carreira.
Alex deixou o Palmeiras definitivamente, após 243 jogos e 78 gols, com quatro títulos conquistados. Acertou mais uma vez uma passagem pelo Cruzeiro, num projeto que envolvia o técnico Vanderlei Luxemburgo. Depois do ensaio no segundo semestre de 2002, Alex encaixou uma temporada espetacular em 2003, conquistando o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Brasileirão.
Em 2004, comandou o time mineiro na conquista do bi estadual, e voltou à Seleção, desta vez comandada por Carlos Alberto Parreira. Foi capitão do time que levantou mais uma Copa América, no Peru, após final contra a Argentina. Acertou, então, sua transferência para o Fenerbahçe-TUR.
Sua passagem por Istambul foi gloriosa. Em oito temporadas, foi o maestro e capitão do time, conquistando três campeonatos nacionais e uma Copa da Turquia. Foram 378 jogos e 185 gols, que lhe renderam a idolatria absoluta da torcida e a reverência eterna do clube. Em 2012, uma estátua de bronze em tamanho real foi inaugurada em sua homenagem.
Aos 35 anos, voltou ao Brasil para encerrar a carreira no Coritiba, e o fez em grande estilo, levantando o troféu do campeonato paranaense de 2013, marcando dois gols na final contra o Atlético-PR. Jogou até o final de 2014, quando anunciou o fim de sua carreira como jogador.
Desde então, tem se alternado nas carreiras de técnico e comentarista.
Alex é um dos maiores jogadores da História da Sociedade Esportiva Palmeiras.
Resumo das partidas
| J | V | E | D | Gols | % |
| 243 | 121 | 65 | 57 | 78 | 58,7 |
| Ano | J | G | % | ![]() | ![]() |
| 1997 | 34 | 8 | 53.9 | 3 | 0 |
| 1998 | 71 | 20 | 63.4 | 10 | 1 |
| 1999 | 62 | 21 | 58.1 | 12 | 0 |
| 2000 | 31 | 10 | 59.1 | 8 | 0 |
| 2001 | 30 | 14 | 53.3 | 4 | 0 |
| 2002 | 15 | 5 | 60 | 5 | 0 |
| Total | 243 | 78 | 58.7 | 42 | 1 |
| Data | Jogo | Campeonato | ||
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27/04/2002
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2002 |
Torneio Rio-São Paulo |
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21/04/2002
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2002 |
Torneio Rio-São Paulo |
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14/04/2002
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Torneio Rio-São Paulo | |||
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07/04/2002
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2002 |
Torneio Rio-São Paulo | |||
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30/03/2002
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2002 |
Torneio Rio-São Paulo |
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23/03/2002
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Torneio Rio-São Paulo | |||
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20/03/2002
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2002 |
Torneio Rio-São Paulo |
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17/03/2002
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2002 |
Torneio Rio-São Paulo |
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09/03/2002
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Torneio Rio-São Paulo |
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03/03/2002
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Torneio Rio-São Paulo |
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24/02/2002
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Torneio Rio-São Paulo |
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20/02/2002
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Torneio Rio-São Paulo |
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03/02/2002
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13/06/2001
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Libertadores |
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30/05/2001
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Libertadores | |||
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23/05/2001
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16/05/2001
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Libertadores | |||
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09/05/2001
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Libertadores | |||
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Libertadores |
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29/04/2001
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Campeonato Paulista | |||
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21/04/2001
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Campeonato Paulista |
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18/04/2001
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Libertadores | |||
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11/04/2001
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Libertadores | |||
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08/04/2001
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Campeonato Paulista |
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04/04/2001
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Libertadores | |||
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01/04/2001
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Campeonato Paulista | |||
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25/03/2001
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Campeonato Paulista |




























