Em clima de mata-mata, Antônio Carlos fala sobre o bom momento do Palmeiras

Em véspera de preparação para a primeira partida das quartas de final do Campeonato Paulista, o zagueiro Antônio Carlos, retornando ao time depois de cumprir suspensão automática, falou em entrevista coletiva sobre suas expectativas para enfrentar o Novorizontino e sobre o bom momento que vive o sistema defensivo.

Cobrança de Felipão para o jogo de sábado

De acordo com o camisa 25 do Verdão, o treinador tem alertado o grupo acerca da qualidade do adversário, pregando o devido respeito ao adversário — o quinto maior pontuador da fase classificatória — que chega como “franco-atirador” diante do poderoso elenco palmeirense.

“Os adversários vêm mais empenhados para impor dificuldades a nós. Por isso temos que colocar em prática tudo o que estamos fazendo nos treinos, ligados em cada partida”, disse o zagueiro.

Trocas programadas na lista de inscritos

O regulamento do campeonato prevê a cada clube o direito de realizar trocas de jogadores relacionados na lista de inscritos. Nesse sentido, Scolari adiantou que inscreverá o zagueiro Juninho, colega de posição de Antônio Carlos.

“A gente trabalha como trabalhou em todos os anos. Sabemos que há uma competição no grupo, mas todos somos amigos dentro e fora de campo, então cabe ao professor fazer as escolhas junto à comissão técnica. O mais importante é sabermos que quem entrar vai dar conta do recado”, explicou Antônio Carlos, valorizando o elenco.

Internamente, segundo o próprio, os atletas não têm conversado sobre as prováveis entradas e saídas, nem mesmo o Felipão se pronunciou a respeito das mudanças na lista de inscritos. Além disso, o defensor enfatizou a dificuldade em relacionar 26 atletas de um elenco formado por jogadores que seriam protagonistas em qualquer clube do Brasil.

Sistema defensivo em alta no início de temporada

Com apenas cinco gols sofridos no estadual e sem saber o que é levar gols na Libertadores até aqui, o Palmeiras defende o status de melhor sistema defensivo do futebol paulista, algo que os jogadores têm creditado ao trabalho de Felipão desde o seu retorno ao clube.

“Isso é trabalho do Felipão desde o ano passado, batendo na tecla da importância em não tomar gols, então, independentemente de quem esteja jogando, a meta é a mesma”, explicou.

Fora a incessante cobrança do treinador, Antônio Carlos valorizou o papel dos jogadores de meio e ataque na recomposição defensiva, que fazem a bola chegar mascada aos defensores e, também, o trabalho desempenhado pelos assistentes Paulo Turra e Carlos Pracidelli.

Confira a íntegra da coletiva em mais um trabalho da TV Palmeiras/FAM:

  • Sou igual você Conrado. Também não encho o saco de ninguém. E não deixo ninguém me encher.