Felipão fala sobre a vitória do Palmeiras em Barueri

O técnico Luiz Felipe Scolari concedeu entrevista à imprensa depois de comandar o time na vitória contra o Oeste, em Barueri, e conquistar três pontos que corroboram a consistência do Palmeiras no início de temporada.

Cumprida a missão da noite desta quarta-feira, dois assuntos passaram a tomar conta do ambiente palmeirense: o Derby que ocorrerá no próximo sábado e as incessantes especulações acerca da permanência do voltante Bruno Henrique, um dos principais atletas do elenco.

De antemão, o treinador evitou falar sobre a proposta chinesa pelo camisa 19, explicando que somente o diretor Alexandre Mattos se pronunciará sobre o assunto. Por outro lado, quanto ao futebol desempenhado pela equipe, ele ponderou acerca das atuações de Raphael Veiga e Felipe Pires — este último, autor do único gol do jogo.

“O Raphael Veiga vem sem jogar desde 12 de dezembro e se recupera de uma série de problemas físicos, e o Felipe Pires mostrou que é um jogador de velocidade, raciocínio rápido e bom de drible. Os dois fizeram o que pretendíamos.”

Quando questionado a respeito do duelo contra o SCCP, a ser disputado no Allianz Parque possivelmente lotado, Felipão diz não se preocupar com o revés do rival diante do Red Bull, mas com o próprio Palmeiras, que está evoluindo tecnicamente adquirindo um estilo próximo do que demonstrou na arrancada que levou ao décimo título do Campeonato Brasileiro.

Outro ponto levantado na entrevista foi a função de Moisés como segundo volante, assumindo a posição de Bruno Henrique e, evidentemente, antecipando-se a uma eventual ausência deste. Quanto a isso, o técnico não escondeu o desejo de contar com o volante para a temporada.

“Em 2016, ele jogou nessa função. A característica muitas vezes é diferente, e assim tem que ver com quem ‘casa’ mais. Pode não ter a mesma característica do Bruno Henrique e pode não casar com um jogador que venha jogar mais jogos do que outro. Eu não gostaria de perder o Bruno Henrique, mas isso é um assunto da direção e do presidente, que fazem um esforço muito grande para manter os jogadores.”

  • Sou igual você Conrado. Também não encho o saco de ninguém. E não deixo ninguém me encher.