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Quase dois meses depois de bater o SCCP na final do Paulistão de 1993 por 4 a 0, o Palmeiras encontrou novamente o rival em uma decisão; desta vez do torneio Rio-São Paulo. Mesmo bastante desfalcada por convocações da seleção brasileira, a equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo chegou à final graças a uma campanha com três vitórias, um empate e duas derrotas na primeira fase.

No primeiro jogo, que ocorreu no estádio do Pacaembu, a torcida alviverde presenciou uma grande noite de Edmundo, que por duas vezes foi às redes adversárias e, tipicamente, foi expulso; o Verdão venceu a partida por 2 a 0.

Os dois tentos do Animal saíram na primeira etapa. O primeiro, aos 27 minutos, ocorreu após o camisa 7 tabelar com Cláudio e receber sozinho na pequena área para marcar de cabeça. Enquanto a torcida ainda comemorava o gol de abertura, Edmundo fez mais um: aos 29, Roberto Carlos bateu uma falta da intermediária; o goleiro Ronaldo não conseguiu segurar o potente chute do lateral-esquerdo e rebateu; Jean Carlo pegou o rebote, cruzou e Edmundo marcou mais um de cabeça.

Com o 2 a 0 no placar, o Palmeiras apenas administrou a vantagem durante o restante do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, Edmundo foi expulso logo aos 2 minutos após chutar alucinadamente Marcelinho Paulista, que estava no chão. Com um a mais, o SCCP até tentou marcar, mas não conseguiu. O duelo acabou com o Verdão vencendo por 2 a 0.

Três dias depois as equipes voltariam a se enfrentar para fazer o jogo decisivo. O Palmeiras, com dois gols de vantagem, jogava por um empate para levantar o segundo troféu da temporada.




Ficha Técnica

18.719

CR$ 6.769.050,00

Dionísio Roberto Domingos

SCCP

Ronaldo
Luiz Carlos Winck
Marcelo Dijan
Henrique
Admílson
Márcio
Marcelinho Paulista
Ezequiel
Válber
Rivaldo
Leto
Viola
Bobô
Nelsinho Baptista
TÉCNICO