Scolarismo: é melhor abraçar

O Palmeiras teve dois comportamentos bem distintos em campo na última quarta-feira, quando venceu o Junior, em Barranquilla, por 2 a 0. No início do jogo, de forma até surpreendente, tomou todas as iniciativas, abriu o placar e poderia ter feito mais gols. A partir dos 20 minutos se retraiu, resistiu às tentativas do time da casa e só ampliou o placar nos minutos finais do segundo tempo, contando com o desespero do adversário, que se expôs.

Uma chuva de críticas se abateu sobre o time de Felipão por isso. Assim como em 2016 e 2018, caretas e muxoxos acompanharam as análises dos sábios cronistas dos sofás de estúdio. Ao Palmeiras, não basta vencer; o time tem que dar espetáculo. Parece que o objetivo principal de uma partida de futebol é trocar mais passes que o adversário e parte da torcida embarca nessa onda. Ao ler as redes sociais após o jogo, parecia que o Junior tinha goleado.

É claro que o direito à corneta é sagrado e o time de Felipão, mesmo tendo conseguido um excelente resultado, está sujeito a críticas como qualquer outro. A questão é: será que estamos entendendo o que estamos criticando?

Que a crônica vai detonar o Palmeiras, aconteça o que acontecer, já sabemos. O que a torcida precisa ter claro em mente é que nosso técnico hoje é o Felipão, nosso general multicampeão que nos conduziu a títulos em todas as três passagens pelo clube. E Felipão pensa as competições de uma forma muito particular – e já era tempo de entendermos, todos, essa maneira, já batizada por aí de Scolarismo.

Objetivos

Felipão
Cesar Greco/Ag Palmeiras

O objetivo primário numa partida de futebol é fazer mais gols que o adversário. Na fase de grupos, vencer por 1 a 0, como aconteceu em seis das dezesseis partidas da primeira rodada (incluindo as vitórias de Inter, Flamengo e Cruzeiro), serve tanto quanto o nosso 2 a 0, ou quanto os 5 a 4 da Universidad de Concepción no Sporting Cristal.

O Palmeiras abriu o placar aos 10 minutos de jogo, jogando um futebol intenso, sufocando o Junior em seu estádio e com chances até de aumentar o placar. Não ampliou, e a partir dos 20 minutos passou a administrar o resultado.

Levando em consideração que o jogo contra o Junior era o mais difícil de toda a fase de grupos, e conhecendo o modo de pensar de nosso treinador, é razoável imaginar que Felipão estaria plenamente satisfeito se trouxesse um ponto da Colômbia. Assim, mesmo que sofresse o gol de empate, o objetivo estaria alcançado.

O Junior não conseguia penetrar em nossa área, embora alguns lances de perigo pudessem ter sido melhor construídos em cima de nosso lado direito. Os chutes de longe eram bem defendidos por Weverton, em noite segura. O Palmeiras joga em Mirassol no sábado e depois recebe o Melgar, na terça-feira, numa sequência desgastante. Todos esses elementos podem explicar a opção de Felipão, com a margem de um gol construída, por suportar as investidas dos colombianos em vez de buscar o segundo e o terceiro gols.

“Mas e se…”

Junior 0x2 Palmeiras
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

O Junior poderia ter empatado o jogo ainda no primeiro tempo e o Palmeiras passaria a ter o empate, objetivo traçado desde o princípio, ameaçado. Qual seria o comportamento do time?

Esse exercício vai ficar no campo da adivinhação e se relaciona com o tempo em que o Junior teria conseguido o empate. Se fosse nos 15 minutos finais, o Palmeiras provavelmente permaneceria encolhido para segurar o empate. Se fosse antes disso, não é absurdo imaginar que o time retomaria o ritmo dos 20 minutos iniciais, encararia o desgaste físico e correria os riscos de se abrir um pouco, mas tentaria o gol – como fez sem sucesso durante os 90 minutos nos clássicos contra o SCCP e Santos.

Alguém pode perguntar por que não tentamos o segundo gol antes de sofrer a pressão do Junior. Mas na verdade, o time até tentou, por mais dez minutos. Aí houve a opção pela administração.

O Palmeiras poderia ter tido mais momentos de pressão, de “modo turbo”. Por exemplo, a partir dos 35 minutos do primeiro tempo, voltar à carga, aumentar o ritmo, e contar com o intervalo para recobrar as forças, em vez de ficar o tempo todo esperando o Junior cometer um erro, confiante na avaliação de que o time da casa oferecia poucos perigos. Na volta do intervalo, o time poderia ter forçado um pouco mais – por dez minutos, que fosse – e poderia ter chegado ao segundo gol.

Felipão insistiu em confiar no gol solitário como margem de segurança, e acabou premiado com o vacilo dos colombianos nos acréscimos, chegando ao segundo gol – algo que apenas mais quatro times entre os 32 conseguiram marcar nesta primeira rodada. Esse gol poderia até ter saído antes, mesmo no “modo econômico” – mas o que importa, no final das contas, é que saiu.

De novo: “mas, e se…”

Alguém pode mencionar que Felipão fez exatamente isso em 2018, no mata-mata – perder por 1 a 0 estava em seus planos na Bombonera para reverter no Allianz Parque; o 0 a 0 até os 35 do segundo tempo mantinha o Palmeiras seguro no “modo econômico”. Ninguém contava com a felicidade que Darío Benedetto teria logo após entrar em campo. E, de fato, o sujeito marcar dois gols foi um evento pouquíssimo provável. E será pouquíssimo provável de se repetir.

Felipão está muito convicto de suas estratégias, e se apoia nas dezenas de títulos conquistados para isso. As exceções existem e estamos sujeitos a elas quando falamos de futebol. Esse é o risco que ele topa correr. Isso é o Scolarismo.

Scolarismo: é melhor abraçar

Felipão
Cesar Greco / Ag.Palmeiras

Há outras escolas, que preferem marcar dois ou três gols para ter uma margem mais segura antes de tirar o pé do acelerador. Jogando aberto, pra cima, mais “bonito”. Trocando passes e dando espetáculo. Aplicado ao Palmeiras, daria mais trabalho para a imprensa criticar – como aconteceu em 2016, com o “Cucabol”.

Até podemos reclamar da falta de mais períodos do jogo em “modo turbo”. Mas Felipão é assim, e é com ele que vamos até o fim – ou alguém acha que ele está prestes a cair? É claro que não está. Eventualmente, com o passar da temporada, nosso técnico pode se sentir mais seguro em mandar o time alterar o “modo”, como num videogame onde apertar um botão pode mudar muita coisa. Mas neste momento da temporada, em que o entrosamento do time ainda não está no ponto ideal, ele prefere não correr esses riscos. Ele é assim.

Se estamos com ele, e se vamos com ele até o fim, é melhor abraçar o Scolarismo para curtir melhor esta temporada. Entender como pensa nosso general é o primeiro passo para tirar o asterisco da alma e passar um 2019 mais leve – e talvez comemorando os possíveis títulos sem se preocupar com as críticas que fez durante todo o ano e recorrer ao cínico “nunca critiquei” para se justificar depois, com o sorriso amarelo. De quebra, seremos uma torcida muito mais unida, nas arquibancadas e nas redes sociais. Que tal?


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Compras e vendas colocam Mattos em xeque: ponderações além do óbvio

Carlos Eduardo
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Os torcedores palmeirenses somos seres altamente bipolares, desde os tempos da Taça Savoia. Nossas reações ao que acontece em tudo relacionado ao Verdão, via de regra, são extremadas, seja para o bem, seja para o mal.

Além dessa característica marcante, nossa torcida desenvolveu nas últimas décadas outro comportamento interessante: é extremamente desconfiada. Desde que os primeiros jornalistas “de bastidores” surgiram, com as quentinhas das políticas dos clubes, os fatos passaram a ganhar razões ocultas. Os torcedores encarnam Sherlock Holmes e deduzem, cheios de razão, o porquê de determinado fato ter acontecido – normalmente, começam suas frases elucidativas com “a verdade é que…”

Ultimamente, diante do mau desempenho de Carlos Eduardo nestes primeiros sete jogos da temporada, muito se tem questionado a lisura de Alexandre Mattos nos negócios. A desconfiança aumentou com a notícia de que o diretor de futebol estaria na Europa em vias de vender Vitão e Luan Cândido, a fim de equilibrar o fluxo de caixa dos próximos meses.

A explicação dada à imprensa é de que existe a possibilidade do Palmeiras ser condenado nos próximos meses a pagar cerca de R$ 40 milhões ao empresário Antenor Angeloni pela compra de Wesley, na gestão Tirone. Há vários aspectos nessa história que precisam ser desenrolados.

Mais uma vez, a discussão sobre o uso da base

Luan Cândido
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

A decisão de usar um jogador da base ou vendê-lo já foi objeto de um post, por ocasião de uma suposta oferta para vender Papagaio, em dezembro. O que temos à vista são as atuações de Vitão e Luan Cândido nos times de base, seja do Palmeiras, seja da seleção da CBF.

Vitão parece exercer liderança sobre os companheiros, característica importante para um zagueiro. O garoto é capitão do Palmeiras e da seleção desde o sub-17 e nunca deixou de ser convocado desde sua primeira aparição com a amarela. Mas apesar de ter seus predicados, Vitão não mostrou, em campo, nada que saltasse aos olhos. Parece ser um bom zagueiro – mas iguais a ele, é possível ver vários por aí, pelo menos por enquanto.

Pedrão, que foi emprestado ao América, parece bem mais pronto e segue o fluxo programado pela comissão técnica: um ano só treinando com os profissionais, depois percorre um ciclo de empréstimos para pegar cancha, para aí ser avaliado se pode integrar nosso elenco. Victor Luis cumpriu esse roteiro. Vitinho e Papagaio estão passando por ele. Outros como Anderson e Matheus Rocha foram emprestados direto, sem vivenciar o dia-a-dia da Academia de Futebol.

Luan Cândido parece um caso de exceção. Seu talento e maturidade dentro de campo chama muito a atenção. A chance de estarmos diante de um jogador extra-classe para o futebol mundial parece real e negociá-lo agora é uma tacada de alto risco, neste caso, não só para quem compra, mas também para quem vende. Estas avaliações, claro, são superficiais, de quem vê apenas as partidas e não acompanha os treinamentos e o comportamento intra-muros dos meninos.

Fluxo de caixa prejudicado

Wesley e Tirone

A notícia de que Mattos foi à Europa para vender os garotos por conta de um possível solavanco no fluxo de caixa, ainda por conta do caso Wesley, deixa várias pontas soltas.

O Palmeiras tem se caracterizado nos últimos anos pela extrema organização nas finanças. Ocorre que ações jurídicas antigas, que datam da gestão Tirone para trás, seguem correndo e a estratégia do Departamento Jurídico tem sido buscar acordos para ações tidas como “perdidas”, a fim de diminuir o valor total a ser pago. E isso muitas vezes envolve pagar à vista, ou em poucas parcelas, para reduzir o valor total.

No caso de Antenor Angeloni, um acordo satisfatório havia sido costurado na primeira gestão de Paulo Nobre, mas o COF, por obra de Mustafá Contursi, vetou. Isso irritou demais o empresário catarinense, que hoje se recusa a voltar a conversar como Palmeiras e a ação, que com os juros já beira os R$ 40 milhões, está em vias de ser executada. O timing dessa e de outras execuções é difícil de ser previsto e por vezes isso acaba exigindo alguns sacrifícios no caixa. Tudo isso explicaria esta viagem de Mattos à Europa que está irritando tanto a torcida.

O problema parece ainda maior porque Carlos Eduardo, a segunda contratação mais cara da História do clube, um jogador que nunca chamou a atenção de forma positiva em nenhum clube por que passou, faz um começo de temporada melancólico.

A balança não pode ser seletiva

Mattos e Borja

O folclore do futebol é recheado de histórias sobre negociações espúrias nas quais os cartolas dos clubes levam o famoso “por fora”. Tão recheado que parece difícil não supor que isso realmente acontece por aí – talvez não com a frequência com que a imaginação popular sugere, mas acontece.

Quando uma operação como a de Carlos Eduardo aponta para um saldo negativo, como acontece neste momento, a desconfiança aumenta. Detetives de rede social cravam que aí tem coisa. O que poucos parecem ponderar é que a função de diretor de futebol é passível de grandes erros, assim como pode render grandes tacadas. Ninguém sabe ao certo como um jogador recém-contratado vai render. Ao avaliar um diretor de futebol, a balança não pode ser seletiva, não se pode deixar nenhuma negociação de fora. Para ser justo, é preciso tratar do saldo total.

Não é só a segunda maior contratação da História do Palmeiras que está mal. A primeira também: Borja custou mais de R$ 30 milhões e está enlouquecendo as trombetas do apocalipse da rua Palestra. Só com o 37 e com o 9, são mais de R$ 50 milhões. Mas e quanto Mattos, com seu faro para negócios, já conseguiu de lucro para o clube? E em meio a isso tudo, quão forte foram os elencos que ele montou?

Quanto foi o saldo técnico e financeiro das contratações de Zé Roberto, Tchê Tchê, Moisés, Vitor Hugo, Keno, entre outros casos notórios? Como colocar de lado sua atuação junto a Manchester City e Barcelona para prolongar as estadas de Gabriel Jesus e Mina no clube, mesmo muito bem vendidos? Como esquecer o chapelaço nos inimigos para contratar Dudu, nosso maior ídolo da atualidade?

Dudu

Nestes pouco mais de quatro anos, entre compras e vendas, Mattos deve ter fechado cerca de duas centenas de negócios; mesmo com contratações como Ryder Mattos, Rodrigo, Kelvin, Victor Ramos e Emerson Santos, o saldo financeiro certamente é positivo e tecnicamente o clube vem ganhando títulos.

O salário de nosso diretor é muito bom para que ele não caia em tentação – se caiu ou não, em meio a todas essas negociações, é algo que vai permanecer para sempre no folclore, da mesma forma que antigos diretores de futebol do clube sempre lidaram com essa desconfiança – a não ser que algo concreto venha à tona. O feeling do presidente, que é quem sempre dá a palavra final em cada negociação, é a única coisa que pode frear um negócio aparentemente “estranho”. E se o técnico bate na mesa que quer o Carlos Eduardo, é mais difícil pisar nesse freio.

Para o torcedor que reclama mas paga pelo ingresso, paga Avanti e tudo o mais, no final das contas só interessa o momento, se o time está jogando “bem” ou não. Resultado em clássico conta muito. Pouco importa se é pré-temporada, se é paulista, se foram só sete de 80 jogos e existe um planejamento de evolução técnica. Se tem reforço caro jogando mal, ainda mais depois de perder um Derby, vai ter gente levantando lebres na Internet, cometendo, supostamente, injustiças. Ou não. Isto tudo, no fundo, é um saco, mas é elementar. Não é, Watson?


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Após lesões, Felipão precisa usar a imaginação e ser criativo. Conseguirá?

Felipe Pires
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

A lesão de Felipe Pires, constatada pouco depois de Gustavo Scarpa também ter um entorse confirmado, deixa Felipão com ainda menos opções para montar o time para a sequência do campeonato paulista.

Com Deyverson suspenso até a penúltima rodada da fase de classificação, Felipão precisará a recorrer a Borja em todos os jogos, desgastando fisicamente o colombiano – a não ser que improvise alguém na função.

Dudu é outro que vem sendo escalado constantemente, e parece pouco provável que Felipão resolva abrir mão de seu futebol para poupá-lo justo agora.

Veja abaixo o mapa da situação atual do elenco do Palmeiras:

As opções disponíveis

Ricardo Goulart
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Felipão tem neste momento apenas sete jogadores para escolher quem serão os quatro da linha ofensiva. Sua preferência notória por um jogador de velocidade aponta para Carlos Eduardo, que assim pode ganhar novas chances de se redimir perante a torcida. Por outro lado, novas atuações melancólicas, a esta altura bem mais prováveis diante de sua evidente falta de confiança, podem encurtar sua passagem pelo clube e gerar um enorme problema para Alexandre Mattos.

Dudu pode ser esse jogador veloz, liberando o flanco oposto para outro jogador com mais cadência – pode ser Zé Rafael, Raphael Veiga ou mesmo Ricardo Goulart. Dois deles podem ser escalados ao mesmo tempo: alguém pode jogar por dentro se Lucas Lima for sacado do time. Goulart pode até jogar como nove.

Felizmente, mesmo com várias baixas, as opções restantes são de alta qualidade e Felipão pode, com alguma criatividade, imaginar um Palmeiras mais agressivo no ataque, com posse de bola e envolvendo o adversário.

Resta saber se o general está disposto a exercitar essa criatividade ou se seguirá preso a conceitos simples e previsíveis. O recado ele já deu: quem manda é ele.

O papel da torcida

Ferroviária 0x0 Palmeiras
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Vamos seguir torcendo para que nosso treinador repita o sucesso de 2018 – mas vai precisar de algo mais que uma defesa (muito) bem armada e ligações rápidas na vertical, como foi o segundo turno do Brasileirão do ano passado e vem sendo neste início de ano.

Apoiar quem entra em campo, independentemente das preferências pessoais, também parece ser mais inteligente do que mandar nosso jogador TNC com a bola rolando, como lamentavelmente aconteceu ontem em Araraquara.

Borja não é o centroavante dos sonhos de ninguém e vive uma inegável má fase. Perdeu um gol feito no Pacaembu, na semana passada, e voltou a perder chances claras ontem, no interior – o que explica a falta de paciência da torcida, mas não a justifica.

Centroavante vive de gols, diz o chavão. Borja terá várias chances de fazer as pazes com as redes e com o grosso da torcida. Com a bola entrando, 90% da torcida esquecerá destas chances perdidas e a vida vai seguir.

Precisamos de Borja inteiro e confiante, ao menos nesta fase do campeonato, enquanto Arthur Cabral, que de repente virou o melhor centroavante do mundo mesmo sem jogar, não puder ser escalado pela limitação imposta pelo regulamento. Vamos Miguel! VAMOS PALMEIRAS!


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Verdazzo inaugura nova seção com estatísticas dos jogadores

Dudu e Moisés
Cesar Greco/Ag Palmeiras

Após seis partidas disputadas na temporada 2019, alguns jogadores já começam a acumular uma minutagem de destaque em relação ao restante do elenco. É o caso de Dudu, “fominha”, que já jogou por 445 minutos, tendo participado de todos os jogos. Thiago Santos vem em segundo lugar, com 381 minutos.

Esses dados ganharam importância com o método imposto por Felipão e pela comissão técnica, através do qual os jogadores têm os esforços dosados para que suportem toda a temporada com o menor risco de lesões.

Diante disso, informalmente, o Verdazzo passou a computar os minutos jogados por todos os jogadores, incluindo os acréscimos. No embalo, os gols, assistências, advertências e lesões também viraram dados.

Daí para virarem tabelas clicáveis, à disposição de todos os leitores, foi um passo. O resultado pode ser visto nesta página, que pode ser encontrada no menu Elenco/Estatísticas do site. Salve-a nos seus favoritos!

Na primeira aba, os gols e assistências podem ser consultados em números absolutos, ou relacionados com o número de jogos disputados ou minutos jogados.

Na segunda aba, todos os cartões amarelos e vermelhos poderão ser conferidos, bem como o número de suspensões e de jogos fora por causa das automáticas e dos julgamentos dos tribunais.

Enfim, na terceira aba, o leitor poderá conferir quais jogadores têm mais incidência de lesões, e por quanto tempo desfalcaram o plantel.

A qualquer momento, o critério para ordenação poderá ser alterado – basta clicar no título de cada coluna, facilitando a consulta.

Com mais este esforço, o Verdazzo presta um serviço exclusivo à comunidade palmeirense.

Os dados disponibilizados, muitas vezes, elucidarão discussões baseadas em memória ou achômetro. As conversas sobre o time ganharão elementos mais concretos. E se rolar aposta, podem tirar a prova aqui. Divirtam-se!


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