Raio-X do Grupo B da Libertadores 2020

Copa Libertadores

A Conmebol realizou agora há pouco o sorteio da Copa Libertadores de 2020, que teve o Palmeiras como um dos cabeças de chave.

Executado de forma mais objetiva que nos anos anteriores, o procedimento definiu, dentro do possível, os confrontos das fases preliminares e a distribuição dos clubes na chamada fase de grupos.

O Palmeiras ficou no Grupo B, que teve como segunda força o Bolívar-BOL; como terceira força o Tigre-ARG e o quarto elemento ainda será decidido depois de uma série de partidas ainda por acontecer – um dos possíveis adversários é o SCCP.

Confira aqui os próximos jogos do Palmeiras, entre Florida Cup, Estadual e Libertadores.

Bolívar-BOL

Bolívar

Campeão do Apertura, líder do Clausura, o Bolívar está hoje muito à frente de seus competidores na Bolívia. Tem como destaques o espanhol Juanmi Callejón – irmão do Callejón que chegou ao time principal do Real Madrid há alguns anos; o meia Erwin Saavedra, que andou emprestado ao Goiás há três anos; o atacante Juan Arce – que teve passagens pelo SCCP e pelo Sport, e o meia brasileiro Thomaz, que andou até pelo SPFC após ser destaque pelo rival Jorge Wilstermann.

O Bolívar é o clube mais popular da Bolívia e o maior campeão do país. Revelou para o mundo ninguém menos que Carlos Aragonés, que jogou no Palmeiras no início da década de 80.

Já enfrentamos o Bolívar na Libertadores em 1995, também na fase de grupos. La Academia, como é conhecido, manda suas partidas no estádio Hernando Siles, com capacidade para 42 mil espectadores.

Apesar de não ter grandes astros no plantel, vem mostrando resultados consistentes e tem a seu favor a sempre temida altitude de La Paz. Mas sabemos que, quando descem o morro, são normalmente presa muito fácil.

La Paz fica a cerca de 5h de voo, a uma altitude de 3.700 metros.

Tigre-ARG

Tigre

Em quarto lugar num dos dois grupos de 16 times da segundona da Argentina, pode-se dizer hoje que o Tigre é um gatinho.

Classificou-se para a Libertadores ao vencer a Copa da superliga – um mata-mata de araque, inventado pela AFA em 2018 – chegou ao título ao vencer o Boca Juniors por 2 a 0 em partida final única, em junho.

Seu único destaque é o veterano Walter Montillo, de 35 anos, que teve boa passagem pelo Cruzeiro. Manda seus jogos no estádio Jose Dellagiovanna, em Victoria – região metropolitana de Buenos Aires.

Trata-se de um clube de poucas tradições da Argentina, uma espécie de Criciúma portenho. Já jogou a Libertadores em 2013 – e também já enfrentou o Palmeiras na fase de grupos.

Buenos Aires fica a pouco menos de três horas de voo, ao nível do mar.

O quarto elemento

Ainda falta acontecer muita coisa para conhecermos o quarto integrante do Grupo B da Libertadores 2020. O chamado G2 saíra de uma chave com quatro concorrentes, sendo que um ainda não está definido.

Um dos lados dessa chave reúne o Palestino-CHI, e o Cerro Largo-URU.

O outro lado terá o Guaraní-PAR e o “Bolívia 4” lutando para enfrentar o SCCP.

O campeonato boliviano ainda tem quatro rodadas por serem disputadas e os jogos finais estão marcados para 29 de dezembro; neste momento, tudo aponta para o Nacional de Potosí, mas a vaga “Bolívia 4” ainda pode ficar com o Jorge Wilstermann, com o San José ou com o Blooming.
Atualização: O Nacional de Potosí conseguiu perder seus últimos quatro jogos e perdeu a vaga no saldo de gols para o San José, que enfrentará o Guaraní.

Os confrontos entre o Guaraní e “Bolívia 4” San José , que definirá o adversário do SCCP, acontecem entre os dias 21 e 30 de janeiro. O SCCP joga a segunda fase preliminar entre os dias 4 e 13 de fevereiro. A terceira fase, que finalmente definirá o quarto elemento do Grupo B, acontecerão entre os dias 18 e 27 de fevereiro.


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O caminho para o milagre está aqui (somente para loucos e iludidos)

O empate maluco entre Vasco e Flamengo ontem no Maracanã manteve ainda abertas as possibilidades do Palmeiras tentar virar a dificílima situação na tabela. Uma improvável, mas não impossível combinação de resultados pode reservar uma agradável surpresa ao mundo do futebol.

Tudo passa, antes de mais nada, por uma campanha perfeita do Verdão nos seis jogos que faltam. Esta condição é mandatória para qualquer exercício de tortura nas probabilidades que faremos a partir de agora.

O Flamengo tem cinco jogos pela frente e pode fazer, no máximo, seis pontos para que a virada aconteça. Ou seja, do nosso ponto de vista, ser-lhes-á permitido apenas vencer duas partidas.

A tabela deles ainda tem as seguintes partidas: GRE (F), CEA (C), PAL (F), AVA (C) e SAN (F). Perder para o Palmeiras no Allianz Parque é um dos princípios de todo este raciocínio. E vencer o Avaí no Maracanã na penúltima rodada será como bater pênalti sem goleiro.

Assim, restam três partidas a serem analisadas, nas quais eles poderão fazer, no máximo, três pontos.

Vamos considerar que eles perderão para o Grêmio na próxima partida. Esta possibilidade não é tão remota: eles já estarão com a cabeça muito na Libertadores e as divididas tendem a não acontecer com a mesma intensidade. O Grêmio está com o Flamengo atravessado e a vontade de tirar aquela casquinha do provável campeão é enorme. A missão deles, de fazer quatro pontos, passa a ser em dois jogos: CEA (C) e SAN (F).

O Vozão deve vir desesperado para fugir do rebaixamento e essas partidas costumam ser mais difíceis do que as posições na tabela sugerem. Mas o jogo contra o Santos, na rodada final, acontecerá num cenário desconhecido e é possível que o time santista já esteja de férias. Só um estímulo muito forte para fazer o elenco praiano causar um tropeço.

Pois é. Em qualquer projeção, mesmo as mais otimistas, as possibilidades são remotas. Mesmo com tudo dando certo (Palmeiras vencendo todas e Flamengo perdendo para o Grêmio), a chance deles marcarem quatro pontos contra Ceará e Santos não é pequena. Mas se as condições para esta projeção se confirmarem, a pressão sobre eles nessas partidas também será grande.

Os sites estatísticos avaliam nossas chances entre 0,3% e 1%. Mas essas cifras podem ainda virar 100% e aqui está o caminho para acreditar e seguir sonhando. Somos torcedores; vivemos de esperança. Impossível, não é.

Se você é daqueles que tem receio de se decepcionar, daqueles que não arrisca muito, ou se você vive preocupado com o que dirão de você por ter acreditado nestas remotas chances, este caminho não é para você.

Mas aqui vai uma dica: você pode seguir acreditando, secretamente, sem contar para ninguém. No seu grupo de zap e nas redes sociais, diga que este texto é um absurdo e que quem escreveu é um louco iludido. Mas volte aqui a cada vez que um dos resultados previstos para o milagre acontecer se confirmar.

Se o Palmeiras seguir fazendo sua parte e o Flamengo começar a tropeçar, garanto, ainda será divertido – mesmo que o final ainda não nos seja favorável. VAMOS PALMEIRAS!

Brasileirão 2019: fim do terceiro quartil

Calculadora

O Palmeiras encerrou o terceiro quartil do Campeonato Brasileiro no último domingo, quando venceu o Avaí por 2 a 1 na Ressacada. O resultado alçou o time a 57 pontos em 28 partidas disputadas (67,6%), um aproveitamento muito bom, diante das campanhas históricas. Ano passado, fomos campeões com larga margem, com 70,2% de aproveitamento.

A projeção inicial, antes do início do campeonato, já previa uma subida de sarrafo. Jamais um vice-campeão atingiu a marca de 73 pontos, o que normalmente fazia com que uma projeção de 77 pontos fosse suficiente para o título. Com a consolidação de adversários reconhecidamente mais fortes, nossa nova projeção mirou a marca de 82 pontos (71,9%).

A irregularidade do Palmeiras na trajetória, sobretudo no segundo quartil, fez com que o time ficasse quatro pontos abaixo dessa nova meta. Mesmo assim, mantendo as previsões iniciais, o time chegaria a 78 pontos – uma contagem ótima. O que ninguém podia esperar é que o encaixe lá no Rio fosse tão preciso. Nem os 82 pontos previstos no início parecem suficientes neste momento.

Os quatro pontos abaixo poderiam ser descontados dos pontos vergonhosamente roubados do Palmeiras nos jogos contra o Bahia no Allianz Parque e contra o Inter, no Beira-Rio. Mesmo assim, estaríamos a seis pontos do Flamengo. Considerando o confronto direto em nossa casa, ainda precisaríamos de dois tropeços dos cariocas, dados os critérios de desempate.

Nossa parte

Não adianta chorar. Temos é que seguir fazendo nossa parte e esperar que, assim como houve uma virada significativa após o fim do primeiro quartil, que o Flamengo entre numa espiral negativa.

Neste momento, além de vencer todos os jogos, principalmente o confronto da rodada 36, precisamos torcer para que eles percam oito pontos – duas derrotas e um empate. É uma combinação ingrata.

Todos os jogos do Palmeiras até o fim do ano são ganháveis. Serão seis jogos em casa e quatro fora. O que aflige nossa torcida é a irregularidade do nosso time, que sofre apagões inexplicáveis mesmo em partidas muito fáceis, como a do último domingo.

Por outro lado, já vemos o Flamengo subindo no salto diante da atuação descontrolada da #Flapress. Além disso, eles terão uma viagem a Santiago para um jogo importantíssimo, que certamente os fará perder algum foco.

Se o Palmeiras fizer uma campanha perfeita, com dez vitórias, chegará a excelentes 87 pontos e terá alguma chance de aproveitar eventuais tropeços do Flamengo.

Se recuperar os quatro pontos perdidos em relação à projeção inicial, fazendo 8 vitórias, um empate e uma derrota, chegará aos 82 idealizados, provavelmente insuficientes.

E se apenas cumprir o previsto antes do campeonato, chegará a 78, tornando-se provavelmente o melhor vice da História. Aliás, basta chegar a 73 pontos para alcançar esse irrelevante feito.

Dez jogos é um quartil completo. Tem muita coisa para acontecer e no futebol as coisas viram muito rápido. O panorama indica fortemente o Flamengo campeão e o Palmeiras vice; já não temos muito a perder e a pressão está toda do lado de lá. A ganhar: podemos devolver a virada sofrida há dez anos, com juros. Só nos resta torcer.

Frágil, elenco do Palmeiras reage como um bando de adolescentes assustados

Felipe Melo
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

A derrota do Palmeiras ontem à noite na Vila Belmiro, para o Santos, pode ter sido um sinal de que algo está errado, muito errado no ambiente na Academia de Futebol.

No primeiro tempo o time ainda tentou jogar. Mesmo após levar dois gols em 15 minutos, o time tentou articular jogadas – ou, ao menos, os jogadores tentaram resolver na base das jogadas individuais. O Palmeiras parecia um boxeador nocauteado em pé, na esperança de encaixar um diretaço improvável e voltar para a luta.

Talvez o papo no intervalo não tenha sido positivo, não se sabe. Mas o fato é que no segundo tempo, os atletas não tentaram resolver nem em jogadas pessoais. Ao contrário: o Santos perdia a bola e nossos jogadores sequer corriam para se espalhar em campo, para tentar envolver o adversário na jogada seguinte.

Jailson chegou a receber um passe na fogueira e teve que dar um estourão. Em outra saída de bola, cedemos escanteio, de forma bizarra. É claro, nítido, transparente, cristalino que há algo errado.

Mano, negando o óbvio

Mano Menezes
Reprodução

O mais preocupante é que Mano Menezes, na entrevista pós-jogo, disse que não houve nenhum problema “anímico” e que a deficiência foi totalmente estratégica, que os jogadores não executaram o que foi determinado para a tática específica da partida. Negou algo que foi escancaradamente visível durante a partida.

A diferença de postura foi grande entre o primeiro e o segundo tempo. Os jogadores estavam amedrontados. A expressão de Gustavo Scarpa no banco, após ser substituído, era de um adolescente assustado.

Ao negar qualquer tipo de problema, Mano nos deixou apenas duas hipóteses: ou ele está completamente perdido e não está enxergando nada, ou, bem mais provável, compreendeu que existe um problema sério e está tentando blindar o grupo, algo que obviamente ainda não tem estofo para fazer, pelo pouco tempo de clube.

É curioso como técnicos como Roger Machado e Eduardo Baptista não tiveram força alguma nas crises que enfrentaram. Até mesmo Cuca, em sua segunda passagem, foi engolido. O único que colocou ordem na casa foi Felipão. General Scolari é uma fortaleza e conhece o clube. Sem alguém que conheça futebol e tenha autoridade para manter o ambiente sob controle, somos pobres meninos ricos.

Contra reviravoltas improváveis, só a aritmética

Alexandre Mattos

Quando se perde lutando, quando se cai em pé, a tristeza do torcedor por uma derrota passa logo. Mas quando o time não representa o espírito de luta do palmeirense, aí a ferida demora para fechar – e enquanto isso, a política ferve mais ainda.

É sabido que existe um processo fortíssimo de fritura sobre Alexandre Mattos. Seu cargo, que decide anualmente o destino de centenas de milhões de reais, é muito cobiçado. Há interesses grandes num fracasso do time este ano.

Talvez o atual treinador até seja fritado antes, mas a trajetória de Mattos, que a despeito de erros grosseiros segue sendo o melhor profissional do mercado, parece com os dias contados. Enquanto ele não for demitido, essas forças ocultas – ou nem tão ocultas assim – que trabalham contra sua permanência, não vão sossegar.

Para conquistarmos alguma coisa ainda este ano, precisamos que duas situações sejam revertidas. Uma não está a nosso alcance: o Flamengo precisa virar o fio. Outra, em tese, só depende de nós: temos que nos reorganizar, rápido, e retomar as vitórias.

Como manter a fé numa possibilidade que exige duas reviravoltas, sendo que em uma não temos nenhum controle, e em outra estamos reféns de forças que atuam nas estruturas eternamente carcomidas de nossa política interna?

Esperamos estar apenas criando fantasmas e que o time mostre nas próximas rodadas que não existe nada disso. Entregar os pontos, só quando a aritmética proibir sonhar.


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Brasileirão 2019: fim do segundo quartil

Calculadora

O Palmeiras, de técnico novo, fechou o segundo quartil do Brasileirão de 2019 em fase de recuperação. Após um primeiro quartil esplendoroso, no qual marcou 25 dos 27 pontos possíveis, o time não lidou bem com a parada para a Copa América e ficou sete jogos sem vencer, o que acabou derrubando Felipão do cargo.

Já nas mãos de Mano Menezes, o time retomou a trajetória de vitórias e enfileirou nove pontos nos três jogos finais.

A vantagem sobre o Flamengo ao fim da rodada 9 era de cinco pontos. Os 14 pontos marcados neste segundo quartil não foram suficientes para manter a vantagem na tabela, diante dos 25 marcados pelo time carioca, que agora tem 3 pontos de frente.

O Verdão terminou o primeiro turno com 39 pontos ganhos – nem nas duas recentes campanhas vitoriosas, em 2016 e 2018, o time terminou com uma pontuação tão alta. Mesmo assim, diante da subida de sarrafo que podemos observar este ano, ficamos dois pontos abaixo de uma campanha considerada segura para chegar ao décimo-primeiro título brasileiro.

Passando a limpo o segundo quartil

O empate planejado no Morumbi na primeira partida após a parada foi alcançado (0). Mas depois da eliminação da Copa do Brasil, o time viajou de Porto Alegre a Fortaleza e fez uma partida infeliz, sendo derrotado pelo Ceará (-3) numa partida em que o plano previa vitória.

Um jogo muito ruim aconteceu na volta ao Allianz Parque, diante do Vasco: 1 a 1 (-2). Mas depois de golear o Godoy Cruz na Libertadores, o time foi a Itaquera e empatou por 1 a 1 (+1) e só não venceu porque o frangueiro resolveu fechar o gol.

Duas infelicidades se seguiram: um empate em casa contra o Bahia (-2), em jogo onde a arbitragem nos garfou vergonhosamente. E um empate por 1 a 1 (+1) dos times reservas na Arena do Grêmio, levando um gol do meio da rua no finalzinho. Mas a eliminação na Libertadores abalou demais o elenco, que tomou um passeio do Flamengo no Maracanã (-1). Felipão foi demitido.

A recuperação teve início com a chegada de Mano Menezes, aproveitando uma tabela favorável: vitória suada sobre o Goiás (0), passeio sobre o Fluminense (0) e vitória sobre o Crueiro (+2). No final do quartil, um saldo negativo de 4 pontos, que somado ao saldo positivo de 2 pontos do primeiro quartil, perfazem um saldo negativo geral de 2 pontos (39, ante uma ambiciosa previsão de 41).

Começa a caça, no terceiro quartil

A três pontos do Flamengo, com um confronto direto em casa na antepenúltima rodada, o Palmeiras ainda pode apenas se preocupar com sua própria campanha, confiando que atingir a pontuação de 82 pontos seja suficiente para conquistar o título. Para isso, temos dois quartis para recuperar esses dois pontos de déficit.

Neste terceiro quartil, estão previstas seis vitórias nas nove partidas: Fortaleza, fora (R20); CSA, em casa (R21); Galo, em casa (R23); Botafogo, em casa (R25); Chape, em casa (R26); e Avaí, fora (R28).

Isso significa que o Verdão tem apenas três chances de recuperação, isso sem vacilar em nenhuma das partidas onde projetamos vitória. E não serão partidas fáceis: Inter no Beira-Rio (R22), Santos no Pacaembu (R24) e Athletico na Baixada (R27).

E depois?

O quarto quartil tem uma previsão de 21 pontos em 10 jogos, mas, mais do que nunca, a previsão será mera referência. Com o Flamengo (e talvez o Santos) disputando a ponta da tabela taco a taco, as rodadas finais, sobretudo as cinco ou seis últimas, já devem ser disputadas sempre monitorando o resultado dos concorrentes e estourando os simuladores da Internet de tanto fazer conta.

A tabela prevê para a rodada 36 uma partida de arrebentar entre Palmeiras e Flamengo, provavelmente no Pacaembu. Pode até decidir o título. Mas dependendo do que acontecer, a rodada final, com o Palmeiras jogando no Mineirão contra o Cruzeiro (talvez remando contra a Série B?) e o confronto entre Santos e Flamengo, é a que pode selar o destino do campeonato.

Para chegar forte, o Verdão precisa, no mínimo, estar margeando esta previsão de pontos. O sarrafo claramente subiu e a tradição histórica de que nunca um vice-campeão marcou mais que 72 pontos certamente cairá este ano.

O Brasileirão de 2019 tende ser um dos mais emocionantes dos últimos tempos, com três times jogando em alto nível e prometendo briga rodada a rodada até o dia 2 de dezembro. VAMOS PALMEIRAS!


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