Rival eliminado desmonta a futurologia dos críticos sistemáticos

Eliminação do Flamengo demole mais um frágil argumento dos críticos sistemáticos de nossa comissão técnica.

A eliminação do Flamengo na Copa do Brasil para o Vitória está expondo uma enorme fragilidade nos argumentos dos críticos sistemáticos do trabalho da atual comissão técnica do Palmeiras, perfis que se assemelham a robozinhos que repetem um argumento até que ele caia, para serem então reprogramados usando uma nova retórica.

Leonardo Jardim, técnico do time carioca, já mostrou competência e ainda está iniciando seu trabalho por lá, mas já está sendo fritado. Não está tendo tempo para acertar a defesa e de fazer o time render mais após a perda de De Arrascaeta, articulador do time (e de pênaltis), lesionado. Para nós, ótimo; quanto mais rodarem os técnicos, mais atrasarão desenvolvimento e mais dependentes de encaixes aleatórios ficarão; mesmo se o mantiverem, o tumulto está criado.

Ainda assim, claro que o Palmeiras pode ser derrotado pelo Flamengo no confronto do próximo dia 23, porque futebol sempre será futebol. O que não dá, é usar a futurologia para defender um ponto. Cravar que “o Palmeiras vai perder do Flamengo”, ladainha que vem sendo repetida pelos críticos sistemáticos há várias semanas, é um recurso muito desesperado para tentar emplacar uma necessidade urgente de troca da nossa comissão técnica. E as inegáveis fragilidades dos cariocas, evidenciadas por esta eliminação, revelam o desespero.

Agora estão em silêncio, tentando encontrar um novo ponto de apoio para reprogramar as críticas. No ano passado, era a falácia de “não ganhar do G6”. O time deste ano está invicto nesse recorte e demoliu o tolo argumento.

Passaram então a usar a final em Lima como argumento definitivo. “Não finalizamos uma bola em direção ao gol”, reclamavam. Mas o Flamengo só finalizou uma, e numa bola parada. O jogo, dos dois lados, foi extremamente travado. Final é final; nem sempre teremos jogos francos, como a última final de Copa do Mundo. Relembrem Brasil x Itália, final da Copa do Mundo de 1994; se não quiserem ir muito longe, Palmeiras x Santos, no Maracanã, em 2020. Ou tantas outras. Além da futurologia, usaram como reforço um passado já distante e fora do contexto. É muito desespero.

Continua sendo futebol. Continua sendo 11 contra 11. Continua tendo um adversário do outro lado. Continua sendo um processo sujeito a oscilações. E o Palmeiras continua sendo um time extremamente chato, ultracompetitivo, que não perde há 16 jogos e que absolutamente ninguém quer pegar no sorteio.

Obviamente nossos jogadores e comissão sempre estarão sujeitos a críticas e ultimamente mereceram mais do que de costume. O que não dá para entender são críticas sistemáticas, baseadas em argumentos que não param em pé, e pior: ignorando e até negando que estamos sendo roubados pelas arbitragens, prejudicados nos tribunais e difamados nas redações. DEFENDAM O PALMEIRAS!


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