Palmeiras deixa RGT no vácuo; só falta a declaração formal de guerra

RGT no vácuoOs jogadores do Palmeiras passaram reto, sem sequer dar atenção, aos repórteres do SporTV/RGT ao final do jogo de ontem contra o Botafogo.

A cadeira destinada a um representante do Palmeiras no programa “Bem, Amigos”, tradição do programa nos jogos às segundas-feiras, ficou vazia, para evidente constrangimento do apresentador Luiz Roberto.

Segundo a emissora, a negativa partiu dos jogadores. Não é possível saber com certeza até que ponto a ordem veio de cima. Mas é bem pouco provável que os jogadores tenham tido essa iniciativa – até porque, eles adoram uma câmera. Tem todo o jeito de orientação de superiores.

Caso venha à tona que realmente os jogadores estão sendo orientados a ignorar os canais da RGT, se a diretoria de fato entrar de cabeça nessa titânica queda de braço, será uma declaração de guerra inédita e histórica. Será quase como um novo 1942.

“Nunca peite a RGT”

Em conversas com pessoas bastante influentes nos bastidores do futebol, um dos consensos do meio é que comprar uma briga com a RGT é a última coisa que deve ser feita. Além da força da emissora nos bastidores da CBF, a emissora costuma ser a tábua de salvação financeira quando as contas dos clubes não fecham – algo corriqueiro entre as administrações dos cartolas brasileiros.

Provavelmente com um fundo reservado apenas para socorrer clubes com problemas de fluxo, a RGT conseguiu ter praticamente todos nas mãos, e assim consegue dar as cartas não apenas nas transmissões dos jogos, mas também na confecção da tabela. Fora outras influências que ficam na parte de trás das cortinas.

AlexTodo esse poder, que já foi ilustrado por Alex com a frase “quem manda no futebol é a RGT, a CBF só empresta a sala de reuniões”, nunca teve resistência. Ao contrário: o único foco de união dos clubes que poderia um dia ser entrave às pretensões da emissora, o Clube dos 13, foi dissolvido numa manobra arquitetada por Andrés Sanchez e pelos “gângsteres da RGT”, em troca de vantagens para o SCCP – a começar pela equiparação ao Flamengo no contrato para transmissão dos jogos pela TV aberta. Depois disso, o clube ganhou patrocínio estatal, um estádio com dinheiro público e nunca antes na história deste país os árbitros ajudaram tanto um mesmo time. Até bandeirão a torcida deles ganhou de presente.

O Palmeiras, ao contrário, passou a ser sistematicamente prejudicado. Além do cúmulo da roubalheira que são as interferências externas, vemos nas transmissões da RGT sinais claros de prejuízo ao Palmeiras na parcialidade camuflada dos comentaristas e narradores, na sonegação de replays, na construção de efeitos gráficos mentirosos e na direção de som, que sempre abafa nossa torcida.

Diante de tudo isso, nossa diretoria deve ter se perguntado: “de que adianta não peitar a RGT?”

O Palmeiras, depois de um movimento de reconstrução financeira que já está em seu quinto ano, não é mais refém da emissora; o Verdão não precisa fazer, por exemplo, como acabou de fazer o SPFC, que adiantou mais um quinhão e se enforcou um pouco mais para tirar Everton do Flamengo.

Se o clube já é roubado pela arbitragem da FPF e da CBF; se é tratado com um clube de segunda categoria nas transmissões da emissora, e se não precisa do dinheiro fácil vindo dos cofres dos Marinho, para que serve a subserviência afinal? O mantra caiu. Pode peitar a RGT sim! Mas será que vai acontecer?

Os donos do mundo

BozóAo deixar a cadeira vazia, a direção do “Bem, Amigos” quis deixar claro que considerou um acinte a negativa do Palmeiras. Quem trabalha na emissora parece viver num universo paralelo onde Deus é prateado e tem sobrenome: Marinho.

Através do personagem Bozó, Chico Anysio, ainda na década de 70, ironizava a arrogância dos funcionários da RGT que ostentam seus crachás como se pertencessem a uma raça superior. Repórteres da emissora investem sobre os objetos de suas entrevistas com a convicção de que estão fazendo um favor a eles. Quem não quer aparecer na RGT? São os donos do mundo.

Ao ignorar os repórteres da emissora na saída do campo, e pior, ao fazer a “desfeita” de deixar uma cadeira do programa de maior audiência do canal vazia, o Palmeiras ousou fazer o que poucos já tiveram coragem. Quem chegou mais próximo disso foi Eurico Miranda, ao estampar o logo do SBT na camisa do Vasco na final da Copa João Havelange de 2000, só para provocar.

Depois de conseguir sua independência financeira, o Palmeiras tem a chance agora de exigir respeito, revivendo a História escrita há mais de 75 anos por nossos bisavós. À época, usaram a Grande Guerra como desculpa para tomar nosso estádio, mas a italianada colocou os canalhas para correr da rua Turiassú com paus e pedras.

A versão moderna da Arrancada Heroica poderá acontecer na mesa de negociações. Com bastante lastro, proveniente 80% da força da torcida, que sustenta o clube na bilheteria, no Avanti e na compra de produtos licenciados, o Palmeiras bate o pé e arreganha os dentes. Só falta declarar guerra formalmente.

Brigar, pra que?

RespeitoNão temos mais nada a perder. Mas o que temos a ganhar ao bater de frente com a rede de televisão mais poderosa do país?

Para começar, respeito. Da própria RGT, das outras emissoras, das arbitragens e das outras torcidas que sempre sonharam em ver seus clubes fazendo o mesmo.

Caso não acerte com a RGT o acordo para transmitir as partidas em TV aberta, o bloco liderado pelo Palmeiras, que ainda tem Atlético-PR e Bahia, tirará do ar 28% das partidas do Brasileirão da grade da emissora a partir de 2019. Fechar o acordo para TV aberta será bom para os dois lados. E será ótimo se este acordo seja fechado sem que o Palmeiras, a exemplo do Santos, tenha arriado as calças, ganhando o pagamento integral e diminuindo drasticamente a diferença para o que recebem Flamengo e SCCP, os protegidos da emissora, que precisará rever seu sonho da espanholização do futebol brasileiro.

O Verdão tem como trunfo a terceira maior torcida do país, que no engajamento deve ser a primeira. Tem o maior canal de streaming entre todos os clubes da América Latina, a TV Palmeiras/FAM. E pode até vislumbrar transmissões próprias de enorme sucesso, desde que a legislação que hoje determina que os direitos das partidas sejam divididos pelos dois clubes seja readequada, restringindo os direitos apenas aos mandantes. Em caso de fracasso nas negociações, parece claro que o Palmeiras perde menos.

Se realmente levar adiante essa briga, o Palmeiras fará história. Com uma série de vantagens que lhe dão força na  negociação, só não conseguirá êxito se a RGT escolher por não dar o braço a torcer, mesmo que tenha que amargar prejuízo na operação como um todo – neste caso, nossos cofres ainda perceberão a entrada de um bônus do Esporte Interativo.

Em qualquer cenário, o Palmeiras imporá respeito e o caminho estará traçado para que os outros clubes também o trilhem, para livrar nosso futebol da influência nefasta de uma emissora de televisão que trata nosso esporte como seu brinquedo particular. Basta, para isso, seguir em frente na rebelião e se manter firme na mesa de negociação. VAMOS PALMEIRAS!


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O decadente Fluminense derruba a liminar de Gustavo Scarpa

Gustavo ScarpaA Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro derrubou a liminar que rompia o vínculo entre Gustavo Scarpa e o Fluminense. Foi com base num mandado de segurança, concedido por um desembargador em janeiro por atrasos salariais, de direito de imagem, férias e 13º entre 2016 e 2017, que o jogador se viu livre para acertar com o Palmeiras.

Com a decisão, no entanto, o jogador não deverá ter seu vínculo com o Palmeiras afetado. A derrota é do atleta, que eventualmente, em caso de revés definitivo no Tribunal Superior do Trabalho, a quem deve recorrer, terá que indenizar seu ex-clube.

O Palmeiras não corre risco algum a não ser o de ser caracterizado como devedor solidário – mas aí existe outro acerto, entre o Palmeiras e o atleta, que se responsabilizou em contrato por todas as eventuais consequências da forma como rompeu com seu ex-clube.

Gustavo Scarpa não alterou sua rotina atual de treinamentos na Academia de Futebol – na tarde desta quinta-feira, ele participou das atividades normalmente.

“Receitas Jurídicas”

Álvaro BarcellosO Fluminense, que foi o causador de toda a situação ao não pagar seus atletas nos prazos devidos, agora tenta atrapalhar a vida de quem trabalha sério – e o faz, ironicamente, apenas em busca de dinheiro. No balanço do clube, deve haver um item de receita exclusivo entre os clubes da Série A: “Receitas Jurídicas”. É um clube anacrônico e decadente, um retrato exato do que se transformou o futebol carioca.

O número de Séries B devidas e não pagas pelo clube com auxílio da mais fina tapeçaria já é tão grande que confunde. E mesmo com essas ajudinhas, algumas delas hipocritamente comemoradas com champanhe, até pela Série C andou.

É assim, tapando buracos aqui e ali, vendendo o almoço para pagar o jantar e se salvando de rebaixamentos por métodos duvidosos ano após ano, que o clube caminha a passos largos para ser um ex-grande do futebol brasileiro. Os tribunais podem adiar, mas o destino do Fluminense é virar um América, mais cedo ou mais tarde.


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Deslumbre e contatos: a Seleção Brasileira na Academia

Mauricio Galiotte e Tite
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

Em mais uma semana sem jogos pelo Brasileirão por causa das Eliminatórias da Copa do Mundo, o assunto nos grupos e fóruns de palmeirenses sempre acaba desviando um pouco – e há quem não veja nenhum problema nisso, mas há também que fique bem incomodado. A CBF conseguiu destruir o carinho de parte da população por sua seleção e a rejeição de parte do público é uma consequência natural.

Nesta passagem específica, entretanto, a presença da Seleção Brasileira como assunto principal entre os palmeirenses tornou-se inevitável: além da partida contra o Chile, que fecha as Eliminatórias para a Copa de 2018, estar marcada para o Allianz Parque, o grupo está usando as dependências da Academia de Futebol para os treinamentos.

Dupla de ataque

Gabriel Jesus e Neymar
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

Duas personalidades em especial chamam muito a atenção: Gabriel Jesus e Neymar. O jogador brasileiro em maior evidência no mundo, acompanhado de seu staff, conheceu a Academia de Futebol e deixou-se fotografar usando a camisa do Palmeiras visível por baixo do material da CBF. Já nosso menino de ouro, destaque na Premier League, não escondeu a emoção por voltar ao lugar “onde tudo começou”.

Gabriel Jesus é o passado e o futuro do Palmeiras. Um dos maiores símbolos das conquistas recentes, nosso camisa 33 é o jogador extra-classe com maior probabilidade de jogar pelo Verdão no futuro – mas por sua idade, isso só deve acontecer no final da próxima década. Até lá, ele deve trilhar uma carreira monstruosa na Europa e desenvolver por completo todo seu potencial. Certamente voltará melhor do que saiu.

NeymarJá Neymar vive seu auge físico e técnico. Badalado, com um trabalho de assessoria de imprensa que chega a ser irritante, vira notícia em tudo o que faz. Sua presença na Academia de Futebol, no entanto, despertou a curiosidade geral por sua relação com o Palmeiras, revelada em fotografia dos tempos da base, mas só recentemente levada a sério – se é que o trivial fato justifica tanta atenção.

Contatos

Mauricio Galiotte e Neymar
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

A presença da delegação da CBF na Academia de Futebol proporciona ao Palmeiras mais do que as embaraçosas, porém inevitáveis, cenas de tietagem e deslumbre. A excepcional estrutura física chama a atenção da imprensa que não está habituada a frequentar o local. Mais importante que isso é a boa impressão causada nos atletas.

O Palmeiras vem se destacando dos demais clubes brasileiros junto aos agentes de atletas por seu poderio financeiro e da consequente capacidade de pagamento. Mas para jogadores de nível internacional, nada melhor para sentir de perto um ambiente onde pode ser a futura casa quando a carreira no exterior se encerrar do que um ciclo de treinamentos como este.

A maioria dos atletas que atuam na Europa tende a jogar seus últimos anos de carreira sobrando tecnicamente em clubes brasileiros. Esta visita deixa claro para os convocados por Tite que, se aceitarem eventuais convites do Palmeiras, poderão jogar num local onde é possível manter o nível de trabalho e conforto que estão acostumados nos clubes europeus, além de firmar bons contratos e saber que vão receber em dia, com fortes possibilidades de continuar conquistando títulos.

Protagonista; o time de todos os anos

Mesmo num ano que tende a terminar sem conquistas, o Palmeiras segue sendo o clube onde dez entre dez atletas querem estar, desde as jovens promessas do futebol nacional, até os principais atletas que atuam no futebol europeu, visando o retorno ao Brasil. Este protagonismo, é sempre necessário mencionar, deve-se ao brilhante trabalho de reconstrução por que passou o clube nos últimos cinco anos.

Para que o clube mantenha esse nível de excelência e continue sendo o time de todos os anos, a comunidade palmeirense precisa se manter atenta e cobrar desta e das próximas diretorias para que mantenham o atual nível de excelência profissional, blindando o trabalho das nefastas e históricas influências políticas que sempre surgem como ameaça. VAMOS PALMEIRAS!


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O caminho de Felipe e o caminho de Fernando

Tchê Tchê comemora seu gol contra o SPFC - 11/03/2017
Cesar Greco / Ag.Palmeiras

O Palmeiras vai encaixando o jogo cada vez mais e a torcida aparentemente recuperou a confiança, bastante abalada após a derrota no Derby. Felipe Melo, insatisfeito com o banco, deu declarações desastradas e foi afastado do grupo. O ambiente parece estar 100% em harmonia.

Uma notinha do portal UOL, no entanto, acusa Tchê Tchê de estar insatisfeito com a reserva, condição a que foi relegado com a ascensão de Bruno Henrique e com a afirmação de Thiago Santos.

Não existe ninguém insaível

Nem Tchê Tchê, nem Felipe Melo, e provavelmente nenhum jogador do elenco do Palmeiras é um craque extra-classe – o que tínhamos no ano passado seguiu para o bilionário mercado europeu. Ninguém é insaível , como o próprio Tchê Tchê já foi chamado aqui como forma de elogio. O projeto do Palmeiras prevê um elenco forte e equilibrado, com peças de reposição à altura para combater os efeitos de um calendário tão puxado; apenas onze jogam e quem quiser estar nesse grupo precisa se provar constantemente, jogo após jogo.

Fernando Prass, convocado para a Seleção no ano passado, foi superado por Jailson e não fez biquinho. Pode estar descontente e frustrado – e é ótimo que esteja mesmo e que não se acomode. Faz o certo ao não demonstrar em público, respeitando o colega, o treinador e o grupo. Segue treinando forte e terá, no próximo domingo, uma chance de mostrar que merece a titularidade de volta.

Dois caminhos

Fernando Prass e Felipe Melo
Cesar Greco / Ag.Palmeiras

Nosso camisa 8 jamais demonstrou um perfil individualista e parece ser bem pouco provável que esteja realmente contrariado com sua condição de reserva. Merece um voto de confiança.

De qualquer forma, não se pode levar muito a sério esses “relatos de observações sobre o que o jogadores estão pensando”, para não dar outro nome.

Mas se Tchê Tchê – ou qualquer outro jogador – estiver realmente com um acesso de prima donna, precisa ser chamado num canto para uma conversa. Cícero Souza, nosso gerente de futebol, vinha acertando sempre nesse tipo de situação – Felipe Melo foi o primeiro caso em que a situação saiu do controle.

Como bem mencionou um dos padrinhos do Verdazzo no grupo de Whatsapp: pela bola que vinha jogando, Tchê Tchê deveria estar é grato, por estar sendo relacionado para o banco.

O Palmeiras tem dois exemplos recentes de como agir em ocasiões de chá de banco. Os reservas podem decidir entre seguir o caminho de Felipe ou o de Fernando. A escolha certa parece muito óbvia.


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A maldição da camisa 30

A passagem de Felipe Melo pelo Palmeiras evidenciou uma coincidência o que os torcedores mais atentos já desconfiavam: a camisa 30 do Palmeiras deve ser evitada. Não há nenhum relato de sucesso desde que o Palmeiras passou a usar a numeração fixa, em 2007. A lista abaixo teve a ajuda fundamental do Blog do IPE.

Cristiano

Cristiano

Veio no bonde do Paraná, a pedido de Caio Júnior. Teve como maior destaque uma bicicleta que quase terminou em gol, num Derby em que o Palmeiras venceu por 3 a 0. Mas era grosso demais e recebeu o “sobrenome” de Calça Jeans, que depois foi herdado por Luan, o ambicanhoto. Fez 15 jogos e marcou dois gols.

Judas

JudasEsse veio da Ucrânia como refugo e renasceu para o futebol no Palmeiras. Foi fundamental para a conquista do Paulista de 2008 e virou ídolo, a ponto de ser trazido de volta a peso de ouro depois que trocou o Palmeiras pelo Cruzeiro. Virou parça do Valdívia, fez leilão com o Flamengo para valorizar seu salário, simulou lesão para deixar a concentração e arruinou o vestiário comandado por Felipão, acabando afastado do grupo. Fez 122 jogos e marcou 39 gols.

Ortigoza

OrtigozaAtacante de recursos limitados, notabilizou-se pelo cabelo que lembrava o personagem “Coalhada” de Chico Anysio. O paraguaio era figurante no time de 2009 que quase chegou à conquista do Brasileirão, mas que sucumbiu de forma traumática na reta final. Fez 42 jogos e marcou razoáveis 8 gols.

Bruno Paulo

Bruno PauloLembra dele? Não? Nem eu. Os registros apontam dois jogos em nenhum gol em 2010.

Diego Souza Xavier

Diego Souza XavierMeia de razoável destaque nas categorias de base, não conseguiu espaço no time de cima. Fez dois jogos em 2012 e não marcou nenhum gol.

Bruno Dybal

Bruno DybalOutra cria da base que não deu certo. Três jogos, nenhum gol, também em 2012.
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Bruno César

Bruno CésarChegou em 2014 como principal esperança de renovação do elenco. Com sérios problemas com a balança, o máximo que conseguiu foi o apelido de Bruno Cheddar. Fez 2 gols em 20 jogos com a camisa do Palmeiras.

Alan Patrick

Alan PatrickEm 2015, já sob a gestão de Alexandre Mattos, o Palmeiras montou um elenco que seria a base de um novo ciclo – e de fato, o time conquistou a Copa do Brasil no fim do ano – mas sem Alan Patrick, que ficou aqui por apenas seis meses e não agradou nos 13 jogos que disputou, quando marcou apenas um gol.

Fellype Gabriel

Oswaldo de Oliveira pediu então um joFellype Gabrielgador que lhe agradava muito em seus tempos de Botafogo: Fellype Gabriel, meia armador que atravessava sérios problemas físicos. Ficou no Palmeiras por mais de um ano e jogou apenas 20 minutos numa derrota para o Vasco.

Régis

RégisUma das apostas de Mattos para o meio-campo no início de 2016, Régis perdeu a disputa com Allione e Cleiton Xavier, ficando relegado a segundo plano no elenco. Fez apenas quatro partidas, sem ir às redes.

Leandro Pereira

Leandro PereiraO centroavante que teve passagem razoável pelo Palmeiras em 2015 com a camisa 17 (30 jogos e 10 gols) voltou em 2016 e usou a fatídica 30. Foi campeão brasileiro, entrou em 11 jogos e fez dois gols, mas era a última opção para o ataque, atrás de Lucas Barrios, Alecsandro, e até de Erik e Rafael Marques.


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