Agenda de transmissões da base para o final de semana

Atenção para a agenda de transmissões das categorias de base do Palmeiras no próximo fim-de-semana. Os campeonatos das cinco categorias vão chegando ao funil e o Palmeiras segue forte, avançando sempre como primeiro colocado em todas as chaves.

Sub-11

O Palmeiras visita o Audax, no jogo de ida das semifinais. A partida acontece no domingo às 9h e terá transmissão MyCujoo/Verdazzo. A outra semifinal é entre Santos e SPFC.

Sub-13

O Sub-13 do Palmeiras, sensação da base em todas as categorias do campeonato paulista, vai a Cotia enfrentar o SPFC, no jogo de ida das semifinais. A campanha invicta registra 15 vitórias e um empate, 90 gols marcados e 5 sofridos em 16 partidas.

A partida acontece no domingo às 10h30, com transmissão MyCujoo/Verdazzo. O outro confronto das semis é entre Marília e Santos.

Sub-15

Depois de vencer a Ponte Preta por 1 a 0 em Águas de Lindoia, as crias da Base recebem os campineiros no jogo de volta das quartas-de-finais, em mais um jogo com transmissão MyCujoo/Verdazzo. O jogo será no sábado às 9h

Sub-17

Mesmo bastante desfalcados pelos atletas que servem à seleção brasileira que disputa o Campeonato Mundial, nossos meninos venceram o Audax por 2 a 1 em Osasco e agora recebem o adversário no CT II, no sábado, às 11h com transmissão MyCujoo/Verdazzo.

Sub-20

No domingo, às 14h, com transmissão pela TV Band, o time visita o Cruzeiro pelas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro, jogo de ida.

No campeonato paulista, o time passou ontem pelo Botafogo no Pacaembu por 1 a 0 (depois de vencer na ida por 3 a 0) e avançou às semifinais.

Quadro-resumo:

Verdazzo fecha parceria com MyCujoo e transmitirá jogos da base e do time feminino

O Verdazzo e a empresa MyCujoo fecharam uma parceria para transmissão dos jogos do Palmeiras na base e feminino.

Assim, o torcedor palmeirense poderá acompanhar aqui no Verdazzo as transmissões dos principais jogos envolvendo o Verdão nessas categorias.

Para inaugurar a parceria, amanhã, quarta-feira, a partir das 15h, você poderá acompanhar Palmeiras x Bahia, pelo Brasileirão sub-20, com transmissão da equipe MyCujoo.

O Palmeiras ocupa a quarta posição na tabela, já classificado para o mata-mata. O Bahia já não tem chances de avançar à próxima fase. O jogo vale pela última rodada da fase de classificação.

Acompanhe neste post a transmissão da partida!

Palmeiras faz 105 anos em meio a ressurgimento histórico

Fábio; Wendel, Lúcio, Tobio e Juninho Pampers; Marcelo Oliveira e Wesley; Mouche, Allione e Leandro Calopsita; Henrique Ceifador. No dia 23 de agosto de 2014, sob o comando de Ricardo Gareca, esse time encerrou o primeiro centenário do Palmeiras vencendo o Coritiba por 1 a 0, no Pacaembu.

A vitória só deve ter vindo por vontade dos tais deuses do futebol, que reconheceram a importância da data e nos deram de presente a vitória magra, com gol de Juninho Pampers. O Palmeiras vinha de três derrotas e também perderia os três jogos seguintes. A eliminação na Copa do Brasil com duas derrotas inapeláveis para o Atlético-MG, mais uma derrota em casa para o Inter, inauguraram o segundo centenário provocando a demissão do técnico argentino.

De lá para cá, muita coisa mudou na vida do Verdão. Na verdade, a mudança já havia começado, mas ainda era invisível aos olhos da imprensa e da grande torcida. O time que entrou em campo há cinco anos ainda era parte do remédio amargo que nosso clube foi obrigado a engolir para se curar de uma farra de dirigentes que durou quase 40 anos.

Após dois rebaixamentos na parte final de seu primeiro século de existência, o Palmeiras do segundo centenário, o pesadelo dos adversários, a pedra no sapato da imprensa, está de volta, mais protagonista do que nunca.

Anos difíceis

Na segunda metade da década de 2000, o Campeão do Século XX era apenas a quarta força do futebol paulista. Ainda se recuperando moralmente do primeiro rebaixamento, em 2002, o time fazia campanha sofríveis, relembrando os anos de chumbo da década de 80. O Palmeiras era inofensivo. Não incomodávamos ninguém e os adversários tinham até pena de fazer chacota.

Após uma reviravolta política pelas mãos de Affonso Della Monica e Luiz Gonzaga Belluzzo, o Palmeiras ensaiou um retorno, chegou a vencer um Paulista, mas para alçar voos mais altos o clube fez algumas loucuras. O all-in foi um fracasso e uma recessão tornou-se necessária.

A “Nova Arena”, que viria a se chamar Allianz Parque, estava sob construção. O Pacaembu, que hoje nos recebe de forma simpática e calorosa, era uma de nossas casas, ao lado do Canindé e da Arena Barueri. O Palmeiras não tinha estádio, não tinha identidade, não tinha dinheiro, e sofria.

Sob a caneta de Arnaldo Tirone, em vez de uma gestão austera para recuperar as apostas perdidas no fim da década de 2000, o que se viu foi o inverso. O clube esgotou sua capacidade de endividamento; a gestão do futebol foi a pior de nossa História e, mesmo com a mágica conquista da Copa do Brasil em 2012, veio o segundo rebaixamento.

Quando ressurge o alviverde imponente

A primeira gestão de Paulo Nobre reconstruiu o clube desde os alicerces. O remédio foi amargo. O time que jogou a segunda divisão em 2013 era ainda pior que o de 2014, que abriu este texto. Mesmo assim, ainda ameaçou fazer graça na Libertadores.

Mas o foco não podia ser o time, e sim a recuperação estrutural, financeira e moral. O futebol só precisava sobreviver mais um pouco. O Allianz Parque estava perto de ser concluído e Gareca parecia ser o comandante ideal para iniciar a trajetória do segundo centenário apontando para o alto.

A derrocada daquele time quase jogou tudo por terra. Não deu liga. Fernando Prass, um dos esteios técnicos e morais do time, lesionou-se com gravidade. Henrique e Alan Kardec deixaram o clube de forma polêmica. Wesley corria com o freio de mão puxado. Valdivia de vez em quando corria, mas logo levava a mão à cotcha. Da espinha dorsal idealizada para aquele grupo, só restava Lúcio, que àquela altura da carreira talvez servisse como complemento, não como pilar principal.

Quase veio o terceiro rebaixamento. Mas o Palmeiras sobreviveu graças a um gol do Ceifador, o primeiro no Allianz Parque – e a um insucesso do Vitória, naquela mesma tarde. E assim o alviverde imponente pôde ressurgir.

Uma nova era

A partir de 2015, com o recém-inaugurado Allianz Parque, iniciou-se uma nova era no clube. A torcida se engajou; o Avanti decolou e se tornou uma fonte de renda robusta e inédita entre clubes brasileiros, trazendo com ele rendas fantásticas. Tudo fruto da reconstrução administrativa dos dois primeiros anos.

Esse potencial foi enxergado por um conglomerado financeiro sólido, a Crefisa, que juntou-se ao time e tornou o Palmeiras ainda mais forte. Os resultados esportivos não demoraram e o Campeão do Século XX, que deu 14 anos de vantagem para os adversários, finalmente respondeu ao tiro de largada do Século XXI.

De cinco anos para cá, muita coisa mudou, agora a olhos vistos. Hoje o Palmeiras não é mais a quarta força do estado, o time de cuja torcida dava até dó de tripudiar. Somos o protagonista do futebol nacional, e por consequência, o mais odiado pelas outras torcidas nas redes sociais e pela imprensa. E estamos tirando a vantagem dos outros. Logo, os passaremos, para sermos o Bicampeão dos Séculos.

As mesas redondas da vida ainda tentam achar um meio de atacar o profissionalismo que sempre defenderam, e que para suas desgraças, foi aplicado com excelência justo pelo Palmeiras, que hoje puxa a fila da administração moderna no futebol. O clube-modelo não é mais o SPFC, que era apenas aquele que tinha um olho em terra de cego. As parcerias picaretas do SCCP, tão exaltadas, já não são suficientes e o clube deve até pra tia das marmitas. Apenas o Flamengo é quem está conseguindo imitar com algum sucesso nosso modelo de administração, tendo como fonte principal de renda a televisão, e não a torcida.

É por tudo isso que temos que ter muito orgulho de nosso clube, que hoje completa 105 anos e deu uma volta por cima impressionante no destino. A política interna ainda apronta das suas; o que há de pior na natureza humana segue acontecendo nas alamedas, feridas seguem abertas e o futuro é incerto. Mas a onda do futebol é positiva e tende a durar mais alguns bons anos, mesmo se tudo der errado na política.

Hoje, o nosso quarto centroavante, que é um bom jogador, é o mesmo que era titular e destaque do time de cinco anos atrás. Nada mais simbólico.

Parabéns Palmeiras!


O Verdazzo é um projeto de independência da mídia tradicional patrocinado pela torcida do Palmeiras.

Conheça mais clicando aqui: https://www.catarse.me/verdazzo.

Shandong Luneng oficializa a compra de Moisés

Moisés no Itaquerão

O meia Moisés não é mais jogador do Palmeiras. Segundo o globoesporte.com, o clube chinês Shandong Luneng enviou a documentação ao Palmeiras oficializando a compra, por € 5 milhões – cerca de R$ 21 milhões na cotação atual. O meiocampista completou 31 anos em março deste ano.

Moisés foi contratado no início de 2016 e sofreu uma lesão grave no início do estadual ao sofrer uma entrada maldosa de Zé Antônio, do Linense, voltando apenas para a disputa do Brasileiro. Jogando ora como volante, ora como meia, comandou o meio-campo do time que se consagrou eneacampeão brasileiro, entrou em todas as seleções do campeonato e recebeu a camisa 10 para a temporada de 2017. 

Moisés e Zé Antônio
César Greco / Ag.Palmeiras / Divulgação

Mais uma vez na disputa do estadual, contra o mesmo jogador, do mesmo adversário, Moisés sofreu outra lesão e voltou a ficar afastado. Voltou na disputa do mata-mata contra o Barcelona-EQU, fez um golaço logo na primeira partida, mas o time acabou eliminado nos pênaltis.

Em 2018, já sem o mesmo protagonismo, mas sempre com a mesma dedicação e profissionalismo, participou de forma ativa da conquista do decacampeonato brasileiro. Este ano, participou de 24 jogos; marcou dois gols e deu três assistências. 

Moisés
Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Moisés sofreu perseguição de parte da torcida do Palmeiras, que o acusava de estar acima do peso ou de varar noites jogando pôquer, um dos hobbies que jamais fez questão de esconder. Acusações absurdas, sem o menor fundamento, fruto da imaginação tóxica de torcedores que precisam de ajuda profissional para viverem melhor. 

Em sua estreia, contra o Libertad-URU, pela Copa Antel, Moisés marcou um gol. Sua despedida não foi tão feliz, ao perder um pênalti na disputa da vaga nas semifinais da Copa do Brasil, contra o Inter. Mas isso não desmerece sua brilhante passagem de três anos e meio pelo Verdão, onde conquistou dois títulos brasileiros e marcou doze gols em 138 jogos.

Obrigado por tudo, e boa sorte, Moisés!

Botafogo é surrado no tribunal e resultado da partida em Brasília é mantido

Jorge Willian

Após quase três horas de sessão, o STJD decidiu, por 9 votos a zero, não acolher o pedido de impugnação da partida Botafogo 0x1 Palmeiras, impetrado pelo Botafogo, alegando erro de direito do árbitro.

Com o resultado, o Palmeiras aumenta sua vantagem na liderança do campeonato para cinco pontos em relação ao vice-líder, o Santos, e para oito pontos em relação ao terceiro colocado, o Flamengo.

O STJD promoveu, literalmente, um circo, ao fazer de suas sessões um espetáculo itinerante, exatamente com a intenção de “familiarizar” o público com o direito desportivo – como se os torcedores de futebol estivessem interessados no que os auditores, com ou sem a devida vênia, falam nos microfones. A sessão de hoje foi realizada numa faculdade em Salvador.

O único fato realmente interessante de toda a sessão foi a revelação de toda a gravação da conversa da equipe de arbitragem durante o lance em que Deyverson sofreu o pênalti. Pela primeira vez, o público teve a chance de entender como as decisões são tomadas pelos árbitros usando esta nova tecnologia.

A marcha dos nove a zero

STJD

Depois da exibição da conversa da equipe ser repetida por três vezes, sincronizadas com a câmera principal de transmissão, depois com os vídeos da equipe do VAR, depois com a  câmera que registra os movimentos dentro da cabine, foi a vez dos advogados dos clubes.

O advogado do Botafogo bateu na tecla do erro de direito, insistindo que o gesto do árbitro caracterizou o reinício do jogo, mesmo sem o apito. Disse que o pouco tempo em que a bola teria ficado em jogo não importa, e usou, para reforçar seu argumento, o fato de que o julgamento de Heverton, da Portuguesa, em 2013, baseou-se no mesmo princípio – o de que o tempo em que a suposta irregularidade é cometida não atenua as razões para se caracterizar o erro de direito. Rasteiro.

O advogado André Sica, do Palmeiras, como parte interessada, destruiu a argumentação do colega carioca. Disse que, se for para se apegar ao que estritamente diz o regulamento, que a falta do apito para reiniciar a partida já caracteriza que não houve o erro de direito, e que portanto, o caso estaria “morto”. Mas foi além, citando um certo princípio da relevância, dando um banho no botafoguense.

Depois de todas essas falas, os auditores votaram e justificaram, um a um, suas decisões, e a defesa do Palmeiras mais uma vez mostrou que está forte, obtendo o resultado por unanimidade.

Causa fraca, surra jurídica e bastidores

Dr. André Sica

O placar acerca de um assunto como esse reflete uma somatória de fatores e o principal deles é a fragilidade da causa do Botafogo. O clube carioca entrou na briga muito mal calçado, talvez confiando na extrema competência de seu corpo jurídico ou numa eventual influência nos bastidores.

Mas nosso advogado, o competentíssimo dr. André Sica, sozinho, foi tão forte na defesa quanto Luan e Gustavo Gómez protegidos pelo Felipe Melo. Sua argumentação foi nada menos que brilhante.

Mas sabemos que essas coisas se resolvem mesmo é nos bastidores. E o Palmeiras se mostrou forte também por trás das cortinas, não dando chance ao pequeno clube carioca de bagunçar o campeonato brasileiro mais uma vez, como fez há 20 anos para não ser rebaixado, no infame Caso Sandro Hiroshi.

Os 25 pontos alcançados ao fim de nove rodadas dão dois pontos a mais que a projeção de pontos feita pelo Verdazzo antes do início da competição. Nos próximos dias, faremos a primeira checagem para finalizar o primeiro quartil.


O Verdazzo é um projeto de independência da mídia tradicional patrocinado pela torcida do Palmeiras.

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