Palmeiras monta uma fábrica de craques em Guarulhos e colhe os frutos

Enquanto o time comandado por Felipão vem fechando o ano com reais chances de conquistar os maiores títulos da temporada, deixando a torcida cheia de confiança, as categorias menores, que já brilharam intensamente em 2017, vão repetindo a dose em 2018 alcançando as fases finais de todas as competições em disputa. A base vem forte!

Sub-20

O time sub-20 do Palmeiras disputa a final do Brasileirão. Depois de liderar as duas etapas da fase de grupos e de passar pelo mata-mata eliminando o Fluminense sem maiores dificuldades, o time comandado por Wesley Carvalho chega às finais para encarar o Vitória, time que já enfrentou e venceu duas vezes na segunda fase da competição – 1×3 em Salvador e 2×0 em Itu.

Papagaio
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

O Palmeiras é a base da Seleção Brasileira e tem os dois principais artilheiros da competição: Papagaio, com 9 gols, e Yan, com 7. Além deles, brilham Vitão, Alan e Luan Candido. O time tem jogadores bons em todas as posições, a começar pelo goleiro, Anderson. As finais serão disputadas em duas partidas: amanhã, às 21h30, no Barradão, e na quinta-feira da próxima semana, dia 25, quando receberá o time baiano no Allianz Parque, às 19h15.

O time sub-20 também está forte no Paulistão, defendendo o título: o time ocupa a liderança geral após três fases e está classificado para as quartas-de-final da competição: enfrenta o Red Bull, domingo, às 11h em Jarinu, no jogo de ida. Os outros times na chave são SCCP, SPFC, Guarani, Portuguesa, Desportivo Brasil e Ponte Preta. O Santos já foi eliminado.

Sub-17

FabrícioO Sub-17, campeão Mundial na Espanha, jogará contra o Inter pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil esta tarde, em Alvorada do Sul-RS, em busca do bicampeonato. Na primeira fase, o time passou pelo Vila Nova sem permitir o jogo de volta: 0x2 em Goiânia.
(atualização: Inter 0x1 Palmeiras, gol de Danilo)

No Paulistão, o time enfrentará o Audax, nas quartas-de-final – o primeiro jogo acontece no sábado, às 11h, no estádio José Liberatti. Os outros classificados são SCCP, SPFC, Santos, Amparo, Mirassol e Novorizontino.

O time comandado por Artur Itiro, que também é base da Seleção Brasileira, ocupa a segunda posição na classificação geral, apenas 1 ponto atrás do SPFC – mas é importante ressaltar que a formação principal excursionou para disputar em paralelo alguns torneios amistosos e o time alternativo foi acionado várias vezes.

Os grandes destaques do time são Fabrício, Gabriel Veron e Gabriel Silva. Fabrício tem 32 gols em 18 jogos e está próximo de quebrar o recorde de Gabriel Jesus, que foi às redes 37 vezes em 2014.

Sub-15

O time Sub-15 do Palmeiras também está firme no Paulistão, em busca do tricampeonato: vai jogar as quartas-de-final contra a Ponte Preta; o primeiro jogo acontece no sábado às 9h em Águas de Lindóia.

O time comandado por Lucas de Andrade é o líder invicto da classificação geral com 23 vitórias em 26 jogos, marcou 76 gols e sofreu apenas 12. Os maiores destaques são Ruan Ribeiro e Robert Ribeiro – que não são parentes.

Completam a chave das quartas-de-final SCCP, SPFC, Santos, Audax, Desportivo Brasil e Novorizontino.

Sub-13

O time Sub-13 também chega às quartas-de-final do Paulistão como o time mais bem classificado nas fases anteriores. O time enfrentará o Jabaquara e o segundo jogo acontece em nosso CT, em Guarulhos, no domingo às 10h30 – na ida, o Verdão venceu por 3 a 0.

Os outros clubes que permanecem na disputa são SCCP, SPFC, Guarani, Inter de Limeira, Rio Preto e Noroeste. O Santos já foi eliminado.

Sub-11

O Palmeiras busca o tetracampeonato do Paulistão e enfrenta o Comercial nas quartas-de-final. O jogo de ida aconteceu em Ribeirão Preto e os times empataram sem gols. O jogo de volta acontece no domingo, às 9h, em nosso CT em Guarulhos.

Seguem na disputa o SCCP, o SPFC, o Santos, o Audax, o Santo André e o Marília.

A base vem forte!

Sub-20
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

Não tem como não usar o bordão. Depois de Gabriel Jesus, que liderou o time à conquista do eneacampeonato brasileiro e hoje brilha no Manchester City, e de Fernando, talento precocemente vendido à Ucrânia, novos talentos podem despontar entre os profissionais em breve.

Uma autêntica fábrica de craques está montada em Guarulhos; os troféus brotam de todos os cantos e o clube é base das seleções da CBF em todas as categorias. Felipão já se mostrou atento aos novos valores e vem usando os meninos em vários treinos – é questão de tempo para serem aproveitados de fato no time principal.

O trabalho, iniciado em 2013 por Erasmo Damiani (hoje coordenador de base de CBF) e que é coordenado por João Paulo Sampaio desde 2015, segue dando frutos, proporciona grandes festas para a torcida no final do ano e pode, enfim, nos dar a primeira de muitas Copas São Paulo em janeiro. VAMOS PALMEIRAS!


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Pleno do TJD deve encerrar hoje a temporada 1 da série “Interferência Externa”

Delegado Olim(com spoilers)
Hoje é dia de season finale no futebol. O Pleno do TJD deve julgar, a partir das 17h30, o recurso do Palmeiras para anular a final do Campenato Paulista, realizada no dia 8 de abril, sob a alegação de interferência externa.

O Palmeiras montou um enorme dossiê onde reúne uma série de provas de que a arbitragem de Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza foi ilegalmente impelida a voltar atrás na marcação de um pênalti a favor do Palmeiras, oito minutos depois do lance acontecer.

O TJD já tentou desprestigiar a reclamação palmeirense várias vezes, seja alegando recurso fora de prazo, seja adiando a audiência dando como desculpa a greve dos caminhoneiros. Sem o menor risco de um plot twist, é certo que a decisão de hoje será contrária ao Palmeiras.

O capítulo final entre o Palmeiras e o TJD, presidido pelo corintiano Delegado Olim, marca o final da primeira temporada da série, cuja segunda temporada já foi confirmada pelos produtores, na qual o Palmeiras vai recorrer ao STJD.

Três temporadas

O STJD, antagonista da temporada 2, já fez uma rápida aparição na season 1, numa tentativa dos advogados do Palmeiras de fazer o TJD rever a recusa do recurso, alegando perda de prazo. A exemplo da primeira temporada, que se encerra hoje, o Palmeiras também deve ser derrotado ao final da segunda temporada.

Todo esse caminho, no entanto, é necessário para que o clube possa recorrer à CAS – a Corte Arbitral do Esporte, na Suíça, onde, espera-se, o julgamento não tenha nenhum viés como aqui no Brasil. Sem esgotar todas as instâncias no Brasil, não é possível recorrer à CAS.

Essa deve ser a trama da terceira e última temporada da série, que não tem graça nenhuma e cujo final não tem a menor possibilidade de ser exatamente feliz, já que, na melhor das hipóteses, será feita Justiça – o que está muito longe de deixar alguém feliz diante de toda a patifaria cometida no gramado do Allianz Parque.


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Palmeiras deixa RGT no vácuo; só falta a declaração formal de guerra

RGT no vácuoOs jogadores do Palmeiras passaram reto, sem sequer dar atenção, aos repórteres do SporTV/RGT ao final do jogo de ontem contra o Botafogo.

A cadeira destinada a um representante do Palmeiras no programa “Bem, Amigos”, tradição do programa nos jogos às segundas-feiras, ficou vazia, para evidente constrangimento do apresentador Luiz Roberto.

Segundo a emissora, a negativa partiu dos jogadores. Não é possível saber com certeza até que ponto a ordem veio de cima. Mas é bem pouco provável que os jogadores tenham tido essa iniciativa – até porque, eles adoram uma câmera. Tem todo o jeito de orientação de superiores.

Caso venha à tona que realmente os jogadores estão sendo orientados a ignorar os canais da RGT, se a diretoria de fato entrar de cabeça nessa titânica queda de braço, será uma declaração de guerra inédita e histórica. Será quase como um novo 1942.

“Nunca peite a RGT”

Em conversas com pessoas bastante influentes nos bastidores do futebol, um dos consensos do meio é que comprar uma briga com a RGT é a última coisa que deve ser feita. Além da força da emissora nos bastidores da CBF, a emissora costuma ser a tábua de salvação financeira quando as contas dos clubes não fecham – algo corriqueiro entre as administrações dos cartolas brasileiros.

Provavelmente com um fundo reservado apenas para socorrer clubes com problemas de fluxo, a RGT conseguiu ter praticamente todos nas mãos, e assim consegue dar as cartas não apenas nas transmissões dos jogos, mas também na confecção da tabela. Fora outras influências que ficam na parte de trás das cortinas.

AlexTodo esse poder, que já foi ilustrado por Alex com a frase “quem manda no futebol é a RGT, a CBF só empresta a sala de reuniões”, nunca teve resistência. Ao contrário: o único foco de união dos clubes que poderia um dia ser entrave às pretensões da emissora, o Clube dos 13, foi dissolvido numa manobra arquitetada por Andrés Sanchez e pelos “gângsteres da RGT”, em troca de vantagens para o SCCP – a começar pela equiparação ao Flamengo no contrato para transmissão dos jogos pela TV aberta. Depois disso, o clube ganhou patrocínio estatal, um estádio com dinheiro público e nunca antes na história deste país os árbitros ajudaram tanto um mesmo time. Até bandeirão a torcida deles ganhou de presente.

O Palmeiras, ao contrário, passou a ser sistematicamente prejudicado. Além do cúmulo da roubalheira que são as interferências externas, vemos nas transmissões da RGT sinais claros de prejuízo ao Palmeiras na parcialidade camuflada dos comentaristas e narradores, na sonegação de replays, na construção de efeitos gráficos mentirosos e na direção de som, que sempre abafa nossa torcida.

Diante de tudo isso, nossa diretoria deve ter se perguntado: “de que adianta não peitar a RGT?”

O Palmeiras, depois de um movimento de reconstrução financeira que já está em seu quinto ano, não é mais refém da emissora; o Verdão não precisa fazer, por exemplo, como acabou de fazer o SPFC, que adiantou mais um quinhão e se enforcou um pouco mais para tirar Everton do Flamengo.

Se o clube já é roubado pela arbitragem da FPF e da CBF; se é tratado com um clube de segunda categoria nas transmissões da emissora, e se não precisa do dinheiro fácil vindo dos cofres dos Marinho, para que serve a subserviência afinal? O mantra caiu. Pode peitar a RGT sim! Mas será que vai acontecer?

Os donos do mundo

BozóAo deixar a cadeira vazia, a direção do “Bem, Amigos” quis deixar claro que considerou um acinte a negativa do Palmeiras. Quem trabalha na emissora parece viver num universo paralelo onde Deus é prateado e tem sobrenome: Marinho.

Através do personagem Bozó, Chico Anysio, ainda na década de 70, ironizava a arrogância dos funcionários da RGT que ostentam seus crachás como se pertencessem a uma raça superior. Repórteres da emissora investem sobre os objetos de suas entrevistas com a convicção de que estão fazendo um favor a eles. Quem não quer aparecer na RGT? São os donos do mundo.

Ao ignorar os repórteres da emissora na saída do campo, e pior, ao fazer a “desfeita” de deixar uma cadeira do programa de maior audiência do canal vazia, o Palmeiras ousou fazer o que poucos já tiveram coragem. Quem chegou mais próximo disso foi Eurico Miranda, ao estampar o logo do SBT na camisa do Vasco na final da Copa João Havelange de 2000, só para provocar.

Depois de conseguir sua independência financeira, o Palmeiras tem a chance agora de exigir respeito, revivendo a História escrita há mais de 75 anos por nossos bisavós. À época, usaram a Grande Guerra como desculpa para tomar nosso estádio, mas a italianada colocou os canalhas para correr da rua Turiassú com paus e pedras.

A versão moderna da Arrancada Heroica poderá acontecer na mesa de negociações. Com bastante lastro, proveniente 80% da força da torcida, que sustenta o clube na bilheteria, no Avanti e na compra de produtos licenciados, o Palmeiras bate o pé e arreganha os dentes. Só falta declarar guerra formalmente.

Brigar, pra que?

RespeitoNão temos mais nada a perder. Mas o que temos a ganhar ao bater de frente com a rede de televisão mais poderosa do país?

Para começar, respeito. Da própria RGT, das outras emissoras, das arbitragens e das outras torcidas que sempre sonharam em ver seus clubes fazendo o mesmo.

Caso não acerte com a RGT o acordo para transmitir as partidas em TV aberta, o bloco liderado pelo Palmeiras, que ainda tem Atlético-PR e Bahia, tirará do ar 28% das partidas do Brasileirão da grade da emissora a partir de 2019. Fechar o acordo para TV aberta será bom para os dois lados. E será ótimo se este acordo seja fechado sem que o Palmeiras, a exemplo do Santos, tenha arriado as calças, ganhando o pagamento integral e diminuindo drasticamente a diferença para o que recebem Flamengo e SCCP, os protegidos da emissora, que precisará rever seu sonho da espanholização do futebol brasileiro.

O Verdão tem como trunfo a terceira maior torcida do país, que no engajamento deve ser a primeira. Tem o maior canal de streaming entre todos os clubes da América Latina, a TV Palmeiras/FAM. E pode até vislumbrar transmissões próprias de enorme sucesso, desde que a legislação que hoje determina que os direitos das partidas sejam divididos pelos dois clubes seja readequada, restringindo os direitos apenas aos mandantes. Em caso de fracasso nas negociações, parece claro que o Palmeiras perde menos.

Se realmente levar adiante essa briga, o Palmeiras fará história. Com uma série de vantagens que lhe dão força na  negociação, só não conseguirá êxito se a RGT escolher por não dar o braço a torcer, mesmo que tenha que amargar prejuízo na operação como um todo – neste caso, nossos cofres ainda perceberão a entrada de um bônus do Esporte Interativo.

Em qualquer cenário, o Palmeiras imporá respeito e o caminho estará traçado para que os outros clubes também o trilhem, para livrar nosso futebol da influência nefasta de uma emissora de televisão que trata nosso esporte como seu brinquedo particular. Basta, para isso, seguir em frente na rebelião e se manter firme na mesa de negociação. VAMOS PALMEIRAS!


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O decadente Fluminense derruba a liminar de Gustavo Scarpa

Gustavo ScarpaA Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro derrubou a liminar que rompia o vínculo entre Gustavo Scarpa e o Fluminense. Foi com base num mandado de segurança, concedido por um desembargador em janeiro por atrasos salariais, de direito de imagem, férias e 13º entre 2016 e 2017, que o jogador se viu livre para acertar com o Palmeiras.

Com a decisão, no entanto, o jogador não deverá ter seu vínculo com o Palmeiras afetado. A derrota é do atleta, que eventualmente, em caso de revés definitivo no Tribunal Superior do Trabalho, a quem deve recorrer, terá que indenizar seu ex-clube.

O Palmeiras não corre risco algum a não ser o de ser caracterizado como devedor solidário – mas aí existe outro acerto, entre o Palmeiras e o atleta, que se responsabilizou em contrato por todas as eventuais consequências da forma como rompeu com seu ex-clube.

Gustavo Scarpa não alterou sua rotina atual de treinamentos na Academia de Futebol – na tarde desta quinta-feira, ele participou das atividades normalmente.

“Receitas Jurídicas”

Álvaro BarcellosO Fluminense, que foi o causador de toda a situação ao não pagar seus atletas nos prazos devidos, agora tenta atrapalhar a vida de quem trabalha sério – e o faz, ironicamente, apenas em busca de dinheiro. No balanço do clube, deve haver um item de receita exclusivo entre os clubes da Série A: “Receitas Jurídicas”. É um clube anacrônico e decadente, um retrato exato do que se transformou o futebol carioca.

O número de Séries B devidas e não pagas pelo clube com auxílio da mais fina tapeçaria já é tão grande que confunde. E mesmo com essas ajudinhas, algumas delas hipocritamente comemoradas com champanhe, até pela Série C andou.

É assim, tapando buracos aqui e ali, vendendo o almoço para pagar o jantar e se salvando de rebaixamentos por métodos duvidosos ano após ano, que o clube caminha a passos largos para ser um ex-grande do futebol brasileiro. Os tribunais podem adiar, mas o destino do Fluminense é virar um América, mais cedo ou mais tarde.


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Deslumbre e contatos: a Seleção Brasileira na Academia

Mauricio Galiotte e Tite
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

Em mais uma semana sem jogos pelo Brasileirão por causa das Eliminatórias da Copa do Mundo, o assunto nos grupos e fóruns de palmeirenses sempre acaba desviando um pouco – e há quem não veja nenhum problema nisso, mas há também que fique bem incomodado. A CBF conseguiu destruir o carinho de parte da população por sua seleção e a rejeição de parte do público é uma consequência natural.

Nesta passagem específica, entretanto, a presença da Seleção Brasileira como assunto principal entre os palmeirenses tornou-se inevitável: além da partida contra o Chile, que fecha as Eliminatórias para a Copa de 2018, estar marcada para o Allianz Parque, o grupo está usando as dependências da Academia de Futebol para os treinamentos.

Dupla de ataque

Gabriel Jesus e Neymar
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

Duas personalidades em especial chamam muito a atenção: Gabriel Jesus e Neymar. O jogador brasileiro em maior evidência no mundo, acompanhado de seu staff, conheceu a Academia de Futebol e deixou-se fotografar usando a camisa do Palmeiras visível por baixo do material da CBF. Já nosso menino de ouro, destaque na Premier League, não escondeu a emoção por voltar ao lugar “onde tudo começou”.

Gabriel Jesus é o passado e o futuro do Palmeiras. Um dos maiores símbolos das conquistas recentes, nosso camisa 33 é o jogador extra-classe com maior probabilidade de jogar pelo Verdão no futuro – mas por sua idade, isso só deve acontecer no final da próxima década. Até lá, ele deve trilhar uma carreira monstruosa na Europa e desenvolver por completo todo seu potencial. Certamente voltará melhor do que saiu.

NeymarJá Neymar vive seu auge físico e técnico. Badalado, com um trabalho de assessoria de imprensa que chega a ser irritante, vira notícia em tudo o que faz. Sua presença na Academia de Futebol, no entanto, despertou a curiosidade geral por sua relação com o Palmeiras, revelada em fotografia dos tempos da base, mas só recentemente levada a sério – se é que o trivial fato justifica tanta atenção.

Contatos

Mauricio Galiotte e Neymar
Fabio Menotti/Ag.Palmeiras

A presença da delegação da CBF na Academia de Futebol proporciona ao Palmeiras mais do que as embaraçosas, porém inevitáveis, cenas de tietagem e deslumbre. A excepcional estrutura física chama a atenção da imprensa que não está habituada a frequentar o local. Mais importante que isso é a boa impressão causada nos atletas.

O Palmeiras vem se destacando dos demais clubes brasileiros junto aos agentes de atletas por seu poderio financeiro e da consequente capacidade de pagamento. Mas para jogadores de nível internacional, nada melhor para sentir de perto um ambiente onde pode ser a futura casa quando a carreira no exterior se encerrar do que um ciclo de treinamentos como este.

A maioria dos atletas que atuam na Europa tende a jogar seus últimos anos de carreira sobrando tecnicamente em clubes brasileiros. Esta visita deixa claro para os convocados por Tite que, se aceitarem eventuais convites do Palmeiras, poderão jogar num local onde é possível manter o nível de trabalho e conforto que estão acostumados nos clubes europeus, além de firmar bons contratos e saber que vão receber em dia, com fortes possibilidades de continuar conquistando títulos.

Protagonista; o time de todos os anos

Mesmo num ano que tende a terminar sem conquistas, o Palmeiras segue sendo o clube onde dez entre dez atletas querem estar, desde as jovens promessas do futebol nacional, até os principais atletas que atuam no futebol europeu, visando o retorno ao Brasil. Este protagonismo, é sempre necessário mencionar, deve-se ao brilhante trabalho de reconstrução por que passou o clube nos últimos cinco anos.

Para que o clube mantenha esse nível de excelência e continue sendo o time de todos os anos, a comunidade palmeirense precisa se manter atenta e cobrar desta e das próximas diretorias para que mantenham o atual nível de excelência profissional, blindando o trabalho das nefastas e históricas influências políticas que sempre surgem como ameaça. VAMOS PALMEIRAS!


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