Periscazzo (18/01/2019)

Lista com 22 para o campeonato paulista é divulgada e time está pronto para a estreia na temporada contra o Red Bull.

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Com Dudu, Verdão define 22 atletas para a disputa do campeonato paulista

O Palmeiras enviou à Federação Paulista uma lista com 21 atletas “A” para a disputa da primeira fase do campeonato paulista. Esta lista poderia ter até 26 nomes; a diferença pode ser completada até o dia 1 de março (confira aqui o documento oficial). Dos atuais 34 atletas do elenco do Palmeiras, 12 ficaram de fora, por enquanto – Yan foi incluído na lista “B”, totalizando 22.

Weverton
Marcos Rocha

Gómez
Victor Luis


Gustavo Scarpa Zé Rafael

Dudu Felipe Pires
Deyverson

Willian e Ricardo Goulart, em tratamento de lesões, foram cortes óbvios. Moisés e Jean são jogadores que necessitam de uma pré-temporada com trabalho físico específico e por isso não foram relacionados.

Os outros jogadores que ainda esperarão para saber se entrarão na lista da primeira fase são Fabiano, Juninho, Matheus Fernandes, Hyoran, Raphael Veiga, Guerra, Carlos Eduardo e Arthur Cabral.

Surpresas e alívio

Dudu
Cesar Greco / Ag.Palmeiras

Matheus Fernandes, Raphael Veiga, Carlos Eduardo e Arthur Cabral reúnem grande expectativa por parte da torcida sobre o que podem render neste início de temporada e suas ausências causam estranheza.

Por outro lado, a presença de Dudu causou grande alívio, diante das constantes especulações sobre sua saída.

Caso avance ao mata-mata, o Verdão poderá fazer mais cinco substituições nesta lista preliminar, que deve ter 26 nomes até o início de março.

O Palmeiras estreia no campeonato paulista neste domingo, a partir das 19h, com transmissão pelo PFC – você deixa a TV no mudo e ouve a transmissão ao vivo do canal do Verdazzo no YouTube, com narração de Bruno Zanholo e comentários de Conrado Cacace.


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FPF mostra as garras e deixa claro que não teremos vida fácil em 2019

Matheus Neris
Fabio Menotti / Ag.Palmeiras

O Palmeiras foi derrotado pelo Figueirense por 2 a 1 ontem, em Capivari, e acabou eliminado da Copa São Paulo de Juniores. O time catarinense mostrou um jogo eficiente, catimbou após abrir a vantagem no placar e conseguiu segurar a vitória.

Mas não há dúvidas que o fator determinante para o resultado da partida foi a atuação desastrosa da arbitragem. O primeiro gol do Figueirense saiu de uma falta inexistente, inventada pelo árbitro Jefferson Dutra Giroto a um passo da linha da área, dentro da meia-lua.

Com o nervosismo, os meninos do Palmeiras se desorganizaram defensivamente e permitiram ao Figueirense chegar ao segundo gol. Mesmo assim, com garra, diminuíram o placar aos 39 e foram para o abafa nos minutos finais. O gol de empate veio aos 47, marcado por Léo Passos, mas o bandeirinha Paulo Cesar Modesto, perfeitamente alinhado à jogada, preferiu anular alegando impedimento – que não existiu.

O Palmeiras já vinha sendo prejudicado pelas arbitragens durante a competição, sem prejuízo até então para o avanço na competição. A sede, Capivari, é disparada a menos estruturada entre as disponibilizadas para os quatro grandes clubes paulistas. A Federação Paulista de Futebol não faz a menor questão de esconder que é, de fato, inimiga do Palmeiras.

As ponderações de sempre

Há quem diga que é choro de perdedor, há quem diga que os erros de arbitragem acontecem para todos os lados. E de fato, se quisesse, o apitador poderia ter expulso Marcus Meloni, que reagiu a uma pancada desleal do adversário com uma cabeçada. O árbitro viu, mas fingiu que não viu.

Paradoxalmente, o episódio evidenciou ainda mais a má intenção da arbitragem. Seria ruindade e configuraria erro se não tivesse visto, se estivesse desatento. O fato de ter deliberadamente ignorado a obrigação da expulsão evidencia que o árbitro sabia o que estava acontecendo e que atrairia uma revolta generalizada, inclusive das arquibancadas, se fizesse o que mandava a regra. Para se proteger, fez média.

Pneu amarrado na cintura

Heber Roberto LopesEm 2017, o Palmeiras chegou atropelando na reta final do Brasileirão, mas uma força-tarefa da CBF, em roubos seguidos operados por Héber Roberto Lopes e Anderson Daronco, manteve o SCCP na liderança da competição. O Verdão foi melhor que os adversários na média geral, mas não com margem de suficiente para superar os descontos promovidos pelos árbitros.

Este post foi escrito em novembro de 2017, por ocasião de dois roubos dos juízes da FPF em jogos de nossa base, exatamente no contexto da mencionada operação do Brasileirão de 2017.

Em 2018, o Palmeiras foi tão superior, mas tão superior, que mesmo os seguidos roubos não foram suficientes para nos tirar o decacampeonato, o que só reforça uma máxima repetida por nossa torcida: para o Palmeiras ganhar um título, não basta ser melhor que os outros: tem que ser MUITO MELHOR.

É com essa âncora que o Palmeiras começa a temporada. O elenco é o mais forte do país, o sistema de jogo já está em desenvolvimento desde o ano passado, portanto, à frente da maioria dos concorrentes que trocou de treinador e parte do zero – ou seja, temos todos os elementos para construir essa vantagem larga que compensaria o peso das arbitragens tendenciosas.

Mas num mata-mata isso pode cair por terra num estalar de dedos – como vimos na Copa do Brasil, quando fomos assaltados no confronto contra o Cruzeiro. O Palmeiras segue sendo presa fácil para as arbitragens; levantamento da própria CBF corroborou com essa tendência.

No campeonato paulista, não devemos esperar nada. A Copa São Paulo já evidenciou o que nos espera num campeonato promovido pela FPF. O torneio deve ser encarado apenas como preparação técnica. É claro que, quando a bola rola, queremos ganhar, como sempre. Mas provavelmente seremos roubados e eliminados. E ficaremos com muita raiva, de novo.

Entra ano, sai ano, e nossos bastidores seguem sendo o elo fraco da corrente. Tudo o que queremos é poder disputar um campeonato sem um pneu de trator amarrado na cintura.


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Depois de longa novela, Palmeiras finalmente anuncia Ricardo Goulart

O Palmeiras anunciou na manhã desta terça-feira a contratação do meia-atacante Ricardo Goulart. Confira abaixo o rápido Periscazzo Drops com os comentários a respeito da notícia.

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Prazo para definição dos 26 do Paulista vai se esgotando

Felipão
Cesar Greco / Ag.Palmeiras

Os clubes que disputarão a primeira rodada do campeonato paulista deverão enviar até a próxima quinta-feira à FPF uma lista com 26 jogadores, que assim adquirirão condições de jogo para toda a primeira fase, que tem 12 rodadas.

Com 35 jogadores no elenco, depois da confirmação da saída de Allione, são necessários nove cortes na chamada “lista A”.

Felipão poderá inscrever Yan na chamada “lista B”, com jogadores formados na base do clube que tenham até 21 anos. Willian Bigode também está fora, recuperando-se de cirurgia.

Assim, restam sete escolhas para que o Palmeiras se adeque ao ordinário regulamento elaborado pela desprezível Federação Paulista de Futebol.

Quem entra, quem sai?

Felipão já mencionou que existem no elenco jogadores que precisam de um trabalho físico mais apurado no início da temporada para que as chances de lesão no decorrer do ano sejam minimizadas, casos de Edu Dracena, Moisés e Jean. Marcos Rocha é outro atleta que pode ter a preparação mais intensificada.

Todos eles abrem vaga para a observação de atletas recém contratados ou dos que retornam de empréstimo e que podem ser reutilizados, casos de Fabiano, Juninho e Matheus Fernandes.

Nico Freire é um atleta que já foi bastante observado no ano passado pela comissão técnica e não conseguiu nenhuma chance. Seu prestígio parece bastante em baixa – até pela decisão de dar uma nova chance a Juninho. O argentino deve ser um dos cortados. Assim, restariam mais dois a serem decididos até a próxima quinta-feira.

Acaso e excesso

A função onde o Palmeiras tem mais opções de jogo é a de atacante de beirada: mesmo após a liberação de Arthur para o Bahia, são seis atletas disponíveis, com as chegadas de Carlos Eduardo e Felipe Pires, a integração de Yan e a volta de Erik. Mesmo com Willian fora de combate, a função deve sofrer mais um corte.

É de se imaginar que Felipão esteja tomando essa decisão nas observações feitas nestas movimentações de pré-temporada. Assim, Erik passa a ser o maior candidato, mas Carlos Eduardo e Felipe Pires também correm risco.

A última vaga pode ser decidida no acaso. Uma lesão inesperada de qualquer atleta do meio para a frente pode “ajudar” a comissão técnica a definir o último corte. Caso nada aconteça, a escolha pode ficar na análise física – e Borja também é um atleta que por vezes precisa de uma lapidação. Caso o colombiano esteja 100%, outro que pode acabar sobrando é Hyoran, ofuscado pelo o crescimento de Gustavo Scarpa e pela chegada de Zé Rafael – o que repetiria a situação do ano passado, quando o camisa 28 também acabou preterido.

Doze jogos; três clássicos

Mesmo com o elenco dilacerado pelo limite de 26, Felipão poderá colocar em prática o conceito de rodízio implementado com sucesso no ano passado. Poderá tirar todas as dúvidas em relação a Juninho e Fabiano e observar bem os novos contratados – os nove jogos contra times pequenos devem ter esse propósito.

E a formação campeã brasileira também estará completamente à disposição para os clássicos e jogos que eventualmente se tornem importantes em termos de pontuação – essas partidas também servirão como ensaios para as partidas da Libertadores, que começam já na segunda semana de março.

É importante lembrar que cinco alterações poderão ser feitas nessa lista para a disputa do mata-mata, além de substituições na disputa da própria primeira fase em caso de lesões comprovadas.

Cresce a expectativa pelas escolhas de Felipão, que ainda tem dois dias para contar com uma ajudinha do acaso – caso contrário, será obrigado pelo estúpido regulamento imposto pela FPF a tirar um ou dois jogadores de uma importante fase do planejamento da temporada.


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