Linha do tempo
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Lembrando que o gol do Breno Lopes e o bi da Libertadores contam no ano de 2021, mas na temporada de 2020!
O ano de 2023 na História do Palmeiras
| 🏆 | J | V | E | D | GP | GC | % |
| 3 | 73 | 41 | 19 | 13 | 124 | 57 | 64.8 |
Campeão brasileiro com sobras em 2022, jogando um futebol altamente competitivo e vistoso, o Palmeiras iniciou o ano de 2023 com o pensamento de recuperar a Libertadores, da qual fomos removidos por arbitragens nocivas que nos impediram de chegar ao tricampeonato seguido.
O caminho era longo e passava pelas disputas do estadual, do Brasileirão e da Copa do Brasil, além da Supercopa, contra o Flamengo, o primeiro grande desafio. E a preparação foi tranquila: em 4 jogos pelo Paulista, 2 vitórias e 2 empates precederam a viagem a Brasília, onde foi disputado o primeiro troféu, no dia 28 de janeiro.

O duelo foi emocionante desde o início – e típico: Wilton Pereira Sampaio arrumou logo cedo um pênalti sobre De Arrascaeta, que Gabriel converteu. Mas o Verdão virou com golaços de Veiga e Gabriel Menino ainda no primeiro tempo. O segundo tempo começou frenético, com o Flamengo empatando e o Palmeiras voltando à frente com um gol de pênalti (claro) de Veiga. Pedro empatou de letra, tudo isso antes dos 15 minutos. Gabriel Menino, o melhor em campo, fez o quarto do Verdão aos 28 e o placar permaneceu em 4 a 3 até o fim, dando ao Palmeiras o primeiro troféu do ano.
A disputa do estadual seguiu durante os meses de fevereiro e março com o Verdão vencendo quase todos os jogos e invicto na temporada, até chegar à final, contra o surpreendente Água Santa. Foi quando caiu a invencibilidade no jogo de ida, disputado em Barueri: o Água Santa venceu por 2 a 1 e forçou o Palmeiras a vencer por pelo menos dois gols a partida de volta, no Allianz Parque.
Com o estádio lotado, não foi difícil cumprir essa missão. No primeiro tempo, já estava 3 a 0, com dois de Gabriel Menino e um de Endrick. No segundo tempo, Flaco López fechou a tampa e o Palmeiras conquistou mais um campeonato.
Chegou a hora de virar a chavinha: Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. Uma temporada duríssima que o Palmeiras, em princípio, pareceu lidar bem até o fim de junho, com uma campanha de 5 vitórias e 1 derrota na Libertadores; passando por Tombense e Fortaleza na Copa, e fazendo dignos 22 pontos nos 12 primeiros jogos do Brasileiro – o que ninguém esperava era o Botafogo disparado na frente, com 30 pontos.
Em julho, o calendário começou a cobrar seu preço. O time caiu de rendimento e o confronto com o São Paulo, pela Copa do Brasil, chegou. Depois de uma partida pouco inspirada no Morumbi, o Verdão precisava vencer a volta no Allianz Parque – até saiu na frente, com um gol de Piquerez, mas cometeu muito erros e o nervosismo e a ansiedade enfraqueceram o time, que permitiu a virada e veio a primeira eliminação do ano.
Enquanto o time seguia tentando manter o Botafogo ao alcance no Brasileirão, a Libertadores seguia sendo nossa obsessão. Passamos nas oitavas pelo Atlético-MG, com uma boa vitória em Belo Horizonte e um empate bem administrado na volta. Depois, veio o Deportivo Pereira da Colômbia, que não deu nem para o começo: 4 a 0 na ida e mais uma administração de resultado na volta classificaram o Palmeiras para a semifinal, que seria contra o Boca Juniors.
Quando chegou o primeiro duelo, o Palmeiras estava a 10 pontos do Botafogo, com 14 jogos pela frente, o que fazia da luta pelo Brasileirão algo pouco promissor. Tudo foi depositado nos confrontos contra os argentinos. E depois de segurar um bom empate sem gols na Bombonera, bastava ao time vencer em casa para chegar a mais uma final de Libertadores, que seria disputada mais uma vez no Maracanã.
Mas o Boca conseguiu marcar um gol cedo, contando com uma jogada infeliz de Gustavo Gómez, que permitiu numa jogada fácil de controlar que Merentiel levasse vantagem; o atacante, ex-Palmeiras, cruzou para a chegada de Cavani, que escorou pra o gol.
O tento mais uma vez aflorou a ansiedade no estádio e o time sentiu. No segundo tempo, já com Endrick e Kevin em campo, o Palmeiras voltou a pressionar, até chegar ao empate, com Piquerez. Os argentinos, no entanto, abusaram da cera, contaram com a complacência da arbitragem, que deu apenas 5 minutos de acréscimo. Ainda assim, o Palmeiras ficou muito próximo do gol da virada, mas a vaga foi mesmo para os pênaltis. Weverton defendeu o primeiro pênalti, de Cavani, mas Raphael Veiga e Gustavo Gómez desperdiçaram e o Boca mais uma vez eliminou o Verdão da Libertadores.
O moral do time estava no chão e as duas partidas seguintes foram derrotas em casa para Santos e Atlético-MG – resultados incompatíveis com uma equipe que ainda queria disputar alguma coisa. A missão se tornou impossível: em quinto lugar, era preciso tirar 14 pontos do Botafogo com 11 jogos pela frente. A toalha foi jogada por 99% da torcida. O ano havia acabado.
Não para o Palmeiras. Numa reação inacreditável, o time engatou uma sequência de 5 vitórias seguidas, uma delas, espetacular, virando o jogo contra o próprio Botafogo, depois de estar perdendo por 3 a 0 no primeiro tempo, com atuação inesquecível de Endrick.

Nem mesmo uma derrota para o Flamengo no Maracanã tirou o embalo do time, que seguiu acumulando pontos enquanto o Botafogo entrava em parafuso, perdendo pontos fáceis, muito mais para seus próprios nervos do que para os adversários.
Ao vencer o Inter por 3 a 0, na rodada 34, o Palmeiras chegou à liderança, ainda com 4 jogos pela frente. Sete pontos nas três rodadas seguintes deixaram a situação praticamente resolvida, com o Palmeiras só perdendo o título em caso de uma absolutamente improvável combinação de resultados. Um simples empate no Mineirão, contra o Cruzeiro, evitou qualquer surpresa desagradável e o Palmeiras conquistou, pela 12ª vez, o título brasileiro, encerrando a temporada com três troféus erguidos.

Jogadores no ano de 2023
| Jogador | Pos | Jogos | Gols | Aprov | CA | CV |
Artur | ATA | 43 | 10 | 61.2% | 2 | 0 |
Atuesta | MEI | 7 | 1 | 57.1% | 1 | 0 |
Breno Lopes | ATA | 59 | 8 | 68.4% | 2 | 0 |
Bruno Tabata | MEI | 17 | 2 | 66.7% | 0 | 0 |
Dudu | ATA | 42 | 3 | 67.5% | 3 | 0 |
Endrick | ATA | 53 | 14 | 54.7% | 7 | 0 |
Estêvão | ATA | 1 | 0 | 33.3% | 0 | 0 |
Fabinho | MEI | 40 | 0 | 62.5% | 4 | 0 |
Flaco López | ATA | 41 | 8 | 62.6% | 4 | 0 |
Gabriel Menino | MEI | 57 | 8 | 60.8% | 13 | 0 |
Giovani | ATA | 15 | 1 | 71.1% | 0 | 0 |
Gustavo Garcia | LAT | 11 | 0 | 69.7% | 2 | 1 |
Gustavo Gómez | ZAG | 63 | 6 | 60.3% | 16 | 2 |
Ian | LAT | 2 | 0 | 16.7% | 0 | 0 |
Jailson | MEI | 26 | 0 | 79.5% | 4 | 1 |
Jhon Jhon | MEI | 32 | 0 | 63.5% | 5 | 0 |
Kauan Santos | ATA | 1 | 0 | 0% | 0 | 0 |
Kevin | ATA | 9 | 0 | 51.9% | 2 | 0 |
Kuscevic | ZAG | 2 | 0 | 100% | 0 | 0 |
Luan | ZAG | 41 | 1 | 68.3% | 5 | 0 |
Luis Guilherme | MEI | 27 | 0 | 49.4% | 0 | 0 |
Marcelo Lomba | GOL | 5 | 0 | 60% | 0 | 0 |
Marcos Rocha | LAT | 43 | 2 | 64.3% | 3 | 0 |
Mayke | LAT | 58 | 2 | 63.2% | 9 | 0 |
Merentiel | ATA | 1 | 0 | 100% | 0 | 0 |
Murilo | ZAG | 48 | 5 | 59% | 9 | 1 |
Naves | ZAG | 14 | 0 | 52.4% | 1 | 0 |
Pedro Lima | MEI | 1 | 0 | 0% | 0 | 0 |
Piquerez | LAT | 58 | 8 | 64.4% | 8 | 0 |
Rafael Navarro | ATA | 17 | 4 | 76.5% | 1 | 0 |
Raphael Veiga | MEI | 60 | 18 | 63.9% | 8 | 0 |
Richard Ríos | MEI | 53 | 3 | 59.1% | 7 | 1 |
Rony | ATA | 59 | 14 | 63.3% | 7 | 0 |
Vanderlan | LAT | 26 | 0 | 47.4% | 7 | 0 |
Weverton | GOL | 68 | 0 | 62.7% | 4 | 0 |
Zé Rafael | MEI | 60 | 3 | 65.6% | 14 | 0 |









































































